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Obra da feira de Santa Maria inicia instalação elétrica

A nova Feira Permanente de Santa Maria está em sua etapa final. Executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a obra tem investimentos de R$ 13.259.421,50. O projeto atenderá um número próximo de 128 mil habitantes da região administrativa, além de moradores de outras regiões do Distrito Federal.  Reforma na Feira Permanente de Santa Maria atende a antiga reivindicação dos moradores | Fotos: Divulgação/Novacap A estrutura atende a uma demanda antiga da população e dos comerciantes e está sendo construída ao lado do atual galpão da feira, na QC 01 Conjunto C, Lote 44, com área total de 2.623,50 metros quadrados. O empreendimento contará com 102 boxes comerciais, incluindo peixaria, açougue, hortifrúti, praça de alimentação, brinquedotecas e vestiários. O projeto também prevê rotas acessíveis e banheiros adaptados, ampliando a inclusão e a segurança no local. “Nosso compromisso é entregar uma estrutura que realmente faça diferença no dia a dia da população e dos trabalhadores da feira. Mais do que cumprir um cronograma, buscamos garantir qualidade, segurança e durabilidade em cada etapa, para que esse espaço atenda às necessidades da cidade por muitos anos” Fernando Leite, presidente da Novacap Segundo a Diretoria de Planejamento e Projetos da Novacap, ainda estão em execução os serviços de acabamentos e instalações, como finalização da pintura, colocação de portas, instalação elétrica, implantação de luminárias e serviços voltados à acessibilidade e segurança contra incêndios.  “Nosso compromisso é entregar uma estrutura que realmente faça diferença no dia a dia da população e dos trabalhadores da feira. Mais do que cumprir um cronograma, buscamos garantir qualidade, segurança e durabilidade em cada etapa, para que esse espaço atenda às necessidades da cidade por muitos anos”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite.  Complexidade da obra Para o administrador regional de Santa Maria, Josiel França, a nova feira representa um avanço importante. "É uma obra muito importante para nossa região. Ela é muito esperada, pois a atual feira não atende mais às necessidades. Sabemos que receberemos uma feira moderna, pensada com todo carinho e totalmente equipada. Então, Santa Maria agradece ao Governo do Distrito Federal por mais essa benfeitoria, e também à Novacap, que está executando essa estrutura”, compartilha. Ao longo da obra, houve desafios técnicos e logísticos. A complexidade da estrutura metálica exigiu a criação de um galpão no canteiro para montagem e pintura das peças, garantindo mais precisão. Já na logística, o principal desafio foi coordenar as equipes de acabamento para manter o cronograma. A obra também passou por uma paralisação temporária para a troca do tipo de fundação.  Otimismo e ansiedade [LEIA_TAMBEM]Após a conclusão física, o espaço ainda passará por um processo de vistoria e recebimento provisório, com duração de até 90 dias, período em que eventuais ajustes poderão ser realizados antes da entrega definitiva. A expectativa é gerar 200 empregos, fortalecer a convivência comunitária e manter viva a uma tradição que já tem cerca de 60 anos. Enquanto a obra se aproxima do fim, cresce também a expectativa de quem frequenta o espaço. Lilian Moreira, de 47 anos, acompanha a construção desde o início e acredita que a nova feira deve melhorar a experiência de consumo. “Tenho certeza de que, com esse espaço novo, ficará mais organizada e confortável para a gente comprar”, diz a costureira. Para quem acompanha de perto a rotina dos feirantes, a finalização da obra é aguardada com otimismo e ansiedade. “O que a gente percebe é uma grande expectativa, tanto dos feirantes quanto dos moradores. Há curiosidade para conhecer o novo espaço e uma motivação maior de quem vai trabalhar ali, por começar em um ambiente totalmente novo. Isso cria um clima positivo, que pode refletir no movimento e na dinâmica da feira”, destaca o gerente de feira de Santa Maria, Osmar Oliveira.  

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Casa da Cultura do Guará será reinaugurada nesta sexta-feira (29)

Solenidade de reabertura começa às 10h e segue ao longo de todo o dia com programação gratuita | Foto: Divulgação/Administração Regional do Guará "A Casa da Cultura tem um papel importante na formação cultural do Guará, e essa reinauguração representa também o fortalecimento das políticas públicas voltadas para a arte e a cultura" Artur Nogueira, administrador regional do Guará A Casa da Cultura do Guará será reinaugurada nesta sexta-feira (29), com programação cultural gratuita ao longo de todo o dia. O evento integra o calendário oficial das comemorações pelos 57 anos do Guará e reunirá apresentações artísticas, feira de artesanato, exposições e atrações culturais abertas à comunidade.  A solenidade oficial está marcada para as 10h. A programação contará com apresentações de yoga, dança terapêutica, teatro, capoeira e shows de Tribal Fusion, Grupo Zenga e Lau Percussão, além de exposição de arte e atividades culturais durante todo o dia. O espaço passou por um amplo processo de reforma no fim do ano passado, com investimento de aproximadamente R$ 300 mil, custeados com recursos próprios da Administração Regional do Guará. Os serviços contemplaram pintura interna e externa, manutenção dos banheiros, troca de pisos e melhorias estruturais voltadas ao conforto, acessibilidade e segurança dos frequentadores. [LEIA_TAMBEM]Segundo o administrador regional do Guará, Artur Nogueira, a reinauguração marca uma nova etapa para a cultura da cidade. “Estamos entregando um espaço renovado, preparado para receber a comunidade com mais conforto e dignidade. A Casa da Cultura tem um papel importante na formação cultural do Guará, e essa reinauguração representa também o fortalecimento das políticas públicas voltadas para a arte e a cultura”, afirma. No mês passado, uma audiência pública promovida pelo Conselho Regional de Cultura e pela administração regional definiu que a Casa da Cultura passará a homenagear a professora Sônia Dourado, idealizadora da primeira Casa da Cultura do Guará e referência na promoção de atividades artísticas e educativas na cidade. Serviço  Reinauguração da Casa da Cultura do Guará ⇒ Data: sexta-feira (29) ⇒ Local: Casa da Cultura do Guará ⇒ Horário da solenidade oficial: 10h ⇒ Programação cultural gratuita durante todo o dia.  *Com informações da Administração Regional do Guará

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Visita técnica marca mais uma etapa de preparação para a reabertura do Autódromo de Brasília

Uma visita técnica acompanhada de reuniões, nesta quarta-feira (29), marcou mais uma etapa de preparação para a reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília. Representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e da organização da Stock Car se reuniram no local para alinhar detalhes da estrutura e da logística do evento que marcará a retomada do espaço, após ampla reforma. Obras em ritmo intenso: abertura do autódromo, em 28 de novembro, terá visita maciça de estudantes da rede pública | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Durante o encontro, foram discutidos os acessos do público e das autoridades, o planejamento de trânsito e as etapas finais da obra. Serão quatro dias de programação, começando com o desfile dos veículos pela cidade, em 27 de novembro, até a corrida (30/11), que marca a reinauguração da pista, considerada a maior do Brasil. Ao todo, serão mais de 20 carros competindo na Stock Car, além da competição dos chamados veículos de turismo. Em 28 de novembro, o espaço será aberto para receber estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, e no dia seguinte haverá o último treino classificatório. Reta final Em relação à obra, o superintendente do BRB Autódromo, Fernando Distretti, informou que os serviços estão no estágio final: “Estamos na parte de paisagismo e sinalização, finalizando os últimos ajustes ali no muro de segurança do pitwall. A nossa previsão é de que até 15 de novembro toda a obra seja concluída para a gente homologar a pista e ter a corrida da Stock Car no dia 30. A gente também está implementando todos os elementos de segurança para homologação da FIA [Federação Internacional do Automóvel] e FIM [Federação Internacional de Motociclismo]”. 5.384 metros Extensão total do Autódromo de Brasília A reforma do Autódromo de Brasília inclui a modernização do traçado – permitindo corridas de diferentes categorias –, das áreas de escape e da infraestrutura, mantendo a característica original e adicionando melhorias como espaço para arquibancadas temporárias, além de drenagem e segurança. São 5.384 metros de extensão, com 16 curvas – sendo nove à direita e sete à esquerda – e três retas principais, a maior com 803 metros, a de largada com 614 metros e a reta oposta com 502 metros. “Agora a gente tem mais de 15 mil metros lineares de guard rail de barreira tripla, enquanto anteriormente só tínhamos o guard rail de barreira dupla”, lembra Distretti. “Temos mais de 40 mil metros quadrados de caixas de brita, e anteriormente a gente não tinha essas áreas de escape. Temos também a inovação do asfalto que é a pavimentação do gap graded, um asfalto que tem uma resistência de drenagem para atender a todas as categorias. Implementamos também todo o sistema de drenagem focado na parte do automobilismo e motociclismo, atendendo todas as especificações dessas confederações”. Obra elogiada O piloto Enzo Elias participou da visita técnica: “O autódromo está demais, não tem o que falar; o asfalto está incrível, eu não vejo a hora de botar o carro de corrida para acelerar aqui” O brasiliense Enzo Elias, 23 anos, é um dos pilotos da Stock Car que competirão na etapa candanga. Participando da visita técnica, ele contou que essa será a primeira vez que competirá no autódromo. Quando o jovem iniciou a carreira no automobilismo, a pista já não era utilizada. “O autódromo está demais, não tem o que falar; o asfalto está incrível, eu não vejo a hora de botar o carro de corrida para acelerar aqui”, comemorou. “De fato é um sonho de vida mesmo, nem só de criança, um sonho de vida, correr em casa, em frente a todas as pessoas que eu amo, família, amigos, os fãs”.   O piloto teceu elogios à pista de Brasília: “Comparado às outras pistas que a gente tem no Brasil, é uma pista extremamente larga e segura. As zebras que estão instalando agora vão ser ótimas para a gente usar, as áreas de escape estão muito boas, então dá aquela segurança para o piloto. Então, eu acho que todos esses pontos combinados transformam o autódromo de Brasília em algo muito grandioso”. Impactos na cidade 50 mil Número estimado de pessoas presentes no dia da corrida Com expectativa de receber 50 mil pessoas apenas no dia da corrida, quando a entrada será gratuita, a cidade se prepara também para garantir conforto e fluidez no deslocamento do público e dos profissionais envolvidos durante a programação. Estão previstos o fechamento do trânsito na chamada Avenida do Contorno, que circula o autódromo, e a liberação de bolsões de estacionamento nas proximidades. A recomendação é que o público utilize o transporte público e por aplicativos. “Estamos preparados para deixar o trânsito tranquilo na região, inclusive, vamos tentar isolar toda essa região aqui para facilitar a chegada dos próprios pedestres na região do autódromo”, adiantou Gustavo Cattini, coordenador de policiamento de trânsito metropolitano do Detran. “Queremos que seja um evento maravilhoso, que toda a população de Brasília desfrute desse autódromo que vamos ter aqui no nosso Distrito Federal”. Além de ser a devolução de um espaço público fechado há 11 anos, a reinauguração do Autódromo de Brasília marca uma nova fase do turismo local, já que o espaço está sendo preparado para ser um complexo de lazer. “A volta do autódromo é um excelente produto turístico, com grande capacidade de atrair turistas, não só do Brasil, mas como do mundo inteiro”, ressaltou o secretário-executivo de Turismo do DF, Bernardo Antunes. “Brasília estava sentindo falta disso. A gente estava precisando reinaugurar esse autódromo para movimentar o turismo de outras formas aqui em Brasília”. [LEIA_TAMBEM]Após a entrega, a expectativa é que o espaço seja utilizado também para shows, eventos de ciclismo e motociclismo e outras modalidades esportivas. Além da grandiosidade do local, outro aspecto a favor é a localização central. “É o único autódromo que está localizado no centro de uma cidade, então a facilidade do público chegar aqui é imensa”, lembrou Antunes. “Qualquer outro autódromo do mundo é geralmente afastado da cidade”, pontuou. “A gente tem tudo perto: hotel, shopping e restaurante, o que facilita muito a vida de todos. A ideia não é só ter corridas aqui, mas também ter um espaço para eventos, para shows e para track days. Então é um espaço amplo que tem a capacidade de atender outras situações”. Autódromo Internacional de Brasília Inaugurado em 1974, ao longo de seus 51 anos, o Autódromo Internacional de Brasília recebeu uma prova extra de Fórmula 1, vencida por Emerson Fittipaldi, além de corridas de Fórmula 3 Sul-Americana, Gran Turismo, Fórmula Truck, Stock Car e Brasileiro de Motociclismo. É reconhecido por permitir ampla visualização da pista em toda a sua extensão. O espaço foi projetado pelo engenheiro Samuel Dias e construído pelo DER-DF sob a gestão do diretor-geral Cláudio Starling.  

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Juntas de dilatação da Ponte JK são trocadas para reforçar segurança e durabilidade

Cartão-postal de Brasília, a Ponte JK passará pela primeira grande reforma. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), iniciou a substituição das juntas de dilatação da estrutura na noite desta quinta-feira (15). Esta é a primeira etapa da reforma e será executada por empresa contratada sempre no período noturno, das 21h às 4h, para minimizar o impacto no trânsito. O investimento é de mais de R$ 600 mil, oriundos de fonte 100. As novas peças foram importadas e chegaram no mês passado. Esta é a primeira etapa da reforma e será executada por empresa contratada sempre no período noturno, das 21h às 4h, para minimizar o impacto no trânsito | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília  O diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies, explica que as juntas de dilatação permitem a movimentação controlada de construções, mediante variações térmicas, mudanças de umidade e assentamento do solo. Desta forma, tensões que poderiam causar danos à estrutura são evitados. “A ponte precisa ter uma flexibilidade, não pode ser totalmente rígida, se não surgem trincas e rachaduras. Existem essas divisões na ponte, que são as juntas de dilatação, para fazer a unificação nos tabuleiros e promover elasticidade, com variação de 12 centímetros por dia”, explica. As peças que serão instaladas na Ponte JK foram importadas de fábrica especializada, uma vez que não são encontradas no Brasil, com vida útil estimada em dez anos. “São juntas de alta resistência, feitas com uma borracha especial de alta durabilidade e que consegue resistir a elasticidade que as pontes necessitam, podendo durar até dez anos. O investimento que o GDF está fazendo hoje é extremamente necessário, porque é uma das peças que mantém a ponte em condições de trafegabilidade, afetando diretamente os veículos que a utilizam”, esclarece Spies. O estudante Rafael Franco, 17, destaca que a manutenção valoriza um dos principais cartões-postais de Brasília A previsão é que sejam trocadas de duas a três peças por dia, diante da complexidade do serviço. Os operários precisam desparafusar a peça antiga manualmente, aplicar químico para que solte da manta, preparar a área, aplicar nova manta e, finalmente, parafusar a peça final. “Essa junta é diferente da primeira que foi colocada, é mais silenciosa e até mais macia. Quando o usuário for passar nela, vai perceber uma diferença, não tem mais o ressalto, vai estar bem nivelada”, pontua Spies.  Segundo ele, a segunda etapa da reforma está em fase preparatória, com a readequação do edital e do orçamento, conforme as exigências do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). “Estamos preparando uma licitação integrada, tendo em vista que vamos tratar das mutações do tabuleiro, dos estais e dos caustos da ponte, que é a estrutura que a mantém em utilização. A ponte hoje não tem nenhum risco de causar algum problema, está em perfeita condição de uso, mas precisa desse cuidado”, frisa o diretor. O entregador João Evangelista, 40 anos, mora em São Sebastião e passa pela ponte diariamente: ele reconhece a necessidade da manutenção para o trânsito A terceira e a quarta fase da reforma são referentes à parte estética, com pintura dos arcos e ampliação da iluminação, e à troca do pavimento asfáltico, respectivamente. O GDF promove a manutenção do trecho de modo recorrente e, em 2020, houve a substituição de parte das juntas de dilatação. ”Trocamos as peças que estavam muito ruins, mas, infelizmente, percebemos que precisaríamos trocar todas, não só as que estavam danificadas. Imediatamente propomos um contrato para trocar as demais e também fazer a manutenção geral da ponte”, complementa Spies.  Interdição  Para garantir a fluidez do trânsito, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) atuará no controle do fluxo de veículos. A interdição das vias ocorrerá em duas fases. A primeira contemplará as faixas direita e central no sentido Jardim Botânico - Plano Piloto. A segunda ocorrerá no mesmo sentido, nas faixas esquerda e central. A sinalização será intensificada no período de obras para garantir a segurança e a orientação adequada aos condutores.  Segurança e durabilidade [LEIA_TAMBEM]Inaugurada em 15 de dezembro de 2002, a Ponte JK recebe mais de 68 mil veículos diariamente, ligando o Plano Piloto ao Lago Sul, Jardim Botânico e Paranoá, entre outras localidades. Também conhecida como Terceira Ponte, tem cerca de 1,2 mil metros de extensão por 24 metros de largura, com três pistas em cada sentido, dois passeios para pedestres e três arcos de 240 metros. O entregador João Evangelista, 40 anos, mora em São Sebastião e passa pela ponte diariamente. Ele reconhece a necessidade da manutenção para o trânsito. “Como as juntas de dilatação às vezes se afastam e passamos por cima delas, para nós que estamos de moto, principalmente, é muito perigoso porque fica um espaço muito grande entre uma placa e outra”, observa. “Vai ser segurança pra todo mundo.”  O estudante David Spurgeon, 24, também passa pelo trecho com frequência e afirma que a troca dos dispositivos vai prolongar a durabilidade do trecho: “É importante manter a manutenção para a segurança de todos, até para todo mundo se sentir tranquilo de usar a ponte sem qualquer problema.” Já o estudante Rafael Franco, 17, destaca que a manutenção valoriza um dos principais cartões-postais de Brasília. “É um dos principais acessos para o outro lado do Lago e precisamos garantir a máxima segurança dos pedestres, ciclistas e motoristas. Até porque um acidente aqui, além do ferimento dos envolvidos, atrapalha a cidade como um todo. Gera muito congestionamento para as pessoas que estão saindo e indo para o serviço”, diz. ”As pessoas vão na torre de TV e depois vem aqui na ponte, então tem que estar sempre em perfeitas condições.”

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