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Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

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Saúde do DF aplica mais de 340 mil vacinas contra gripe

Desde o início da campanha de vacinação deste ano, em 25 de março, o Distrito Federal já aplicou mais de 340 mil doses do imunizante contra o vírus Influenza, causador da gripe. Até o momento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) mantém a estratégia definida pelo Ministério da Saúde e disponibiliza o imunizante a grupos prioritários.  Arte: Agência Saúde-DF “Todas as vacinas recebidas são distribuídas às unidades da SES-DF e utilizadas na sua totalidade nos grupos prioritários”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira. Nessa população, estima-se que mais de 1,1 milhão de pessoas precisam da vacina contra a influenza. A meta é chegar a 90% de indivíduos protegidos.  Imunizantes deste ano oferecem proteção contra três variantes do vírus Influenza Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, além de idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, pessoas com comorbidades e deficiências, indígenas e quilombolas, população privada de liberdade e uma série de profissionais, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas. A vacina deste ano protege esses grupos contra três variantes do vírus: Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). A lista dos locais de imunização está disponível no site da SES-DF.  Outros vírus e medicação [LEIA_TAMBEM]A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de 1 ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Saúde amplia monitoramento contra viroses gripais

A Secretaria de Saúde (SES-DF) aumentou a vigilância contra os vírus respiratórios. Agora, duas vezes ao dia, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF) vai liberar resultados de amostras de pacientes com suspeita de adenovírus, metapneumovírus, rinovírus, vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2 — este último, causador da covid-19. Análises do Lacen-DF ajudam a definir estratégias para enfrentar período de aumento do número de casos de doenças respiratórias |  Foto: Matheus Oliveira/Agência-Saúde DF  “A celeridade é necessária, inclusive, para qualificar a assistência dada aos pacientes: dependendo do resultado, pode-se indicar a internação ou, se for o caso, a alta”, explica a diretora do Lacen-DF, Solange Fagundes. De janeiro até março, a unidade registrou 6.866 análises para esses vírus. A expectativa é que a produtividade cresça ainda mais neste ano. “Todos os dias, fazemos o recolhimento das amostras coletadas nas unidades de saúde do DF”, detalha a gestora. “Os exames recolhidos no período da manhã têm seus resultados finais liberados até as 21h do mesmo dia. Agora, ampliamos o recolhimento das amostras com a adoção de mais uma rota: iniciamos às 13h30, com retorno ao Lacen-DF às 17h30, e essas amostras têm seus resultados liberados na manhã do dia seguinte.” [LEIA_TAMBEM]Além de representar agilidade para a assistência aos pacientes, a ampliação tem impacto para a gestão dos serviços, explica a enfermeira Rosana Campos, da Subsecretaria de Vigilância em Saúde. “A ampliação do monitoramento e a liberação rápida de resultados pelo Lacen-DF fortalecem a vigilância epidemiológica e permitem decisões assistenciais mais ágeis e eficazes no manejo das viroses respiratórias”, ressalta. Até o dia 10 deste mês, a SES-DF já confirmou 1.445 casos da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destacam-se 29 casos por conta da covid-19, 50 pelo vírus influenza, 482 pelo rinovírus, 282 pelo metapneumovírus e 143 por VSR. Os demais foram causados por outros agentes não especificados ou ainda estão em investigação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Chegada da influenza K reforça importância da vacinação

A confirmação da presença do vírus Influenza A (H3N2) subclado K no Distrito Federal não representou, até o momento, uma mudança no padrão dos casos de gripe no Distrito Federal. A morte de uma adolescente de 17 anos com a variante, porém, reforça a importância das vacinas para prevenir casos graves da doença e hospitalização.  Rede de unidades básicas de saúde — algumas funcionam no período noturno e também aos sábados — é a principal porta de entrada para atendimento a pacientes com sintomas gripais | Foto: Sandro Araújo | Agência Saúde-DF Na rede pública, a vacinação contra a influenza, iniciada em 25 de março, já alcançou mais de 100 mil pessoas — a meta é chegar a 1,1 milhão. A imunização é gratuita e está disponível em diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). Este ano, a vacina protege contra três variantes do vírus. A vacina é voltada a grupos prioritários e considerados mais vulneráveis pelo Ministério da Saúde. Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; idosos a partir dos 60 anos; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; pessoas com comorbidades e deficiências; indígenas e quilombolas; população privada de liberdade; e uma série de profissões, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas.  Outros vírus e medicação A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas de gestação, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. Idosos a partir dos 60 anos fazem parte do grupo ao qual se destina a vacina contra covid-19 O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de um ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.  Mudança no clima Casos de síndrome respiratória no DF, de janeiro até agora, passam de 1.600 | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Entre janeiro e 14 de abril deste ano, o DF registrou 1.627 casos de SRAG, dos quais 67 foram causados pelo vírus influenza, 199 pelo VSR, 303 pelo metapneumovírus, 537 pelo rinovírus, 71 por outros vírus respiratórios e 33 por covid-19. Em 434 casos, não foi especificado o tipo de vírus, e, em dois, houve a presença de outro agente. Há ao menos 175 codetecções com vírus distintos identificados de maneira simultânea.  O crescimento dos casos de março a julho ocorre, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. [LEIA_TAMBEM]Por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF acompanha o cenário na capital, incluindo o sequenciamento genético dos vírus em circulação. Até 15 de abril, a equipe laboratorial identificou o subtipo H3N2 (clado 3C.2a1b.2a.2a.3a.1 e subclado K) em 13 amostras de vírus influenza A.  Onde buscar atendimento Os sintomas da influenza K podem ser confundidos com aqueles causados por outros vírus respiratórios e até outras variantes. Em caso de sinais leves, a orientação da SES-DF é buscar uma das 183 unidades básicas de saúde (UBSs). Desse total, 66 UBSs abrem nas manhãs de sábado, das 7h às 12h, enquanto nove funcionam de segunda a sexta-feira até as 22h. Se houver sintomas mais graves, recomenda-se procurar uma das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) ou os hospitais da rede SES-DF. O atendimento é feito por um protocolo de cores que define a gravidade do caso e o tempo de espera previsto.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Com aumento de 146% nos casos de influenza, DF convoca população para vacinação

O Distrito Federal registrou, em 2025, mais de 1,4 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza. O número representa um salto de 146% frente ao ano anterior, quando foram registradas 578 ocorrências. Por esse motivo, até 31 de janeiro, a Secretaria de Saúde (SES-DF) convida toda a população com mais de 6 meses de idade para se proteger da gripe. São mais de cem salas de vacinação preparadas para aplicar a dose em quem não se vacinou em 2025. "No ano passado, as síndromes provocadas pelo vírus Influenza foram a principal causa de óbitos em idosos e uma das principais causas de mortes em crianças", alerta a gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF, Renata Brandão. Os dados da SES-DF mostram que, em 2025, o vírus Influenza provocou 65 óbitos, superando os 37 registrados de covid-19. No ano anterior, foram 1.434 casos de influenza contra 487 de covid-19. Observa-se que idosos e crianças pequenas são os mais afetados pelas duas doenças. Assim, embora qualquer pessoa possa vacinar-se até o fim deste mês, o foco está, especialmente, em gestantes, idosos acima dos 60 anos e crianças menores de 6 anos. Vacina contra o vírus Influenza previne quadros graves, internações e até óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Cobertura baixa A cobertura vacinal está abaixo do esperado para grupos prioritários. Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, a SES-DF aplicou mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. Mas, de acordo com os levantamentos populacionais, vacinaram-se apenas 22,4% das gestantes, 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos e 57,7% dos idosos a partir dos 60 anos. A meta é de 90% para esses públicos. Hoje, o estoque da SES-DF é de pouco mais de 136 mil doses. A gerente substituta da Rede de Frio Central da SES-DF, Laís Soares, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). "A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis." Quem já tomou uma dose em 2024 precisa receber a vacina mais uma vez, segundo a gerente. "Isso porque, todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de 6 a 12 meses", explica. Portanto, aqueles que já receberam a dose em 2025, não precisam de outra neste mês. "A vacinação é válida para quem não tomou nenhum imunizante contra a gripe em 2025", finaliza. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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DF está em alerta para aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave

Embora o inverno esteja chegando ao fim, as doenças respiratórias continuam representando risco à saúde da população. Nas últimas semanas, de acordo com último Boletim Infogripe da Fiocruz, o Distrito Federal registrou aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A doença é uma condição respiratória grave causada por diversos vírus e bactérias, incluindo o vírus da gripe (Influenza), o SARS-CoV-2 (covid-19) e o vírus sincicial respiratório (VSR). Dados do Infosaúde da Secretaria de Saúde (SES-DF) mostram 6.377 casos confirmados da SRAG no DF até 6 de setembro (semana epidemiológica nº 36). “O aumento no número de casos de SRAG por Influenza é de 65%, registrando 949 casos, superando o número de casos de todo o ano passado, que somaram 574”, afirma a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta. A vacinação é a forma de prevenção contra a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). DF tem mais de 100 salas de imunização abertas | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  Ainda de acordo com o Infosaúde, a maioria dos casos relacionados à Influenza ocorreu em pessoas acima de 60 anos, seguida por crianças menores de 2 anos e pessoas com comorbidades. Entre essas, as doenças cardiovasculares foram as mais prevalentes, seguidas por doenças respiratórias e diabetes. Quanto aos óbitos registrados em 2025, o grupo de 60 anos ou mais, especialmente os com 80 anos ou mais, predominou. Nos casos fatais, as comorbidades cardiovasculares também foram frequentes. Prevenção com vacinação A vacinação permanece como a principal medida de proteção contra as doenças respiratórias. No Distrito Federal, a vacina contra a Influenza está disponível em mais de cem Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Também está disponível a vacina pneumocócica, recomendada para idosos institucionalizados e pessoas com doenças pulmonares crônicas, asma grave, infecções respiratórias frequentes ou sistema imunológico comprometido. Os grupos prioritários para vacinação contra a gripe incluem bebês, idosos com 60 anos ou mais, profissionais de saúde e educação, sistema prisional, trabalhadores portuários e de transportes coletivos, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, gestantes e puérperas. As grávidas devem ter atenção especial com a imunização contra influenza. A vacinação é segura para mãe e bebê e pode ser aplicada em qualquer fase da gestação. Este mês, o Ministério da Saúde anunciou que a partir de novembro iniciará a distribuição da vacina para gestantes contra o VSR em todo o Brasil, protegendo gestantes e bebês contra complicações da bronquiolite. Arte: Agência Saúde-DF Neste ano, o DF foi a primeira unidade da federação a aplicar o Nirsevimabe, anticorpo de ação prolongada que protege bebês contra infecções graves causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável por casos de bronquiolite e pneumonia nos primeiros meses de vida. A SES-DF disponibiliza o medicamento fosfato de oseltamivir para todos os casos de síndrome gripal que tenham condições e fatores de risco para complicações, independentemente da situação vacinal, mesmo em atendimento ambulatorial. É indicada para pacientes com condições e fatores de risco para complicações como gestantes, maiores de 60 anos, crianças menores de 5 anos e pessoas com comorbidades. Procure ajuda Muitas pessoas subestimam sintomas gripais, mas isso pode ser perigoso. A Síndrome Respiratória Aguda Grave compromete seriamente a capacidade respiratória e pode evoluir para insuficiência respiratória e até levar à morte. A SES-DF orienta a população a procurar a UBS de referência assim que os sintomas aparecerem. Para sintomas mais graves, o atendimento hospitalar imediato é fundamental. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Casos de gripe aumentam entre crianças e reforçam alerta para cuidados com a doença

Com a chegada dos meses mais frios do ano, cresce o número de casos de gripe, especialmente entre crianças pequenas, que são as mais vulneráveis à doença. Foi o que aconteceu com Henry Miguel Rodrigues, de 3 anos, internado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) desde o último domingo (29). Diagnosticado com pneumonia, Henry Miguel Rodrigues está internado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) | Fotos: Divulgação/IgesDF A mãe, Brenda Rodrigues, procurou atendimento em uma unidade básica de saúde após uma semana de sintomas gripais: “A febre continuava muito alta e não cedia com os medicamentos. O médico solicitou radiografia e exame de sangue, e constatou pneumonia. Desde então, ele está internado e recebendo medicação intravenosa, o que deve durar alguns dias”. O pediatra Tiago Moisés dos Santos, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que a recuperação costuma levar de sete a dez dias. Já a tosse e o cansaço podem persistir por mais de duas semanas, dependendo da gravidade e da extensão do comprometimento pulmonar. Aumento de casos Desde janeiro até 28 de junho, o HRSM – unidade administrada pelo IgesDF e referência em pediatria – notificou 1.102 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 60% deles em crianças de 1 a 5 anos. Dentre os casos confirmados, 74,4% testaram positivo para influenza, com necessidade de internação em 27,3%. No mesmo período de 2024, foram registrados 446 casos – um aumento de mais de 147%. Arte: IgesDF Segundo o pediatra, a maioria dos exames laboratoriais aponta para a influenza do tipo A, considerada a mais agressiva entre os três tipos do vírus: A, B e C. “O tipo A pode evoluir de forma grave, com risco à vida do paciente. É o que mais compromete o sistema respiratório”, afirma. Ainda de acordo com o médico, crianças de até 5 anos são as mais suscetíveis. Os quadros mais graves, porém, costumam ocorrer em menores de 2 anos, principalmente quando há comorbidades, como cardiopatias, doenças neurológicas, imunossupressão ou diabetes. Sintomas e tratamento [LEIA_TAMBEM]Os principais sintomas da influenza A incluem febre acima de 38 °C, tosse seca (que pode evoluir para produtiva), dor de garganta ou queimação, nariz entupido, perda de paladar, coriza intensa e secreção nasal. A doença também pode causar dor muscular e nas articulações, fadiga extrema, dor de cabeça, calafrios e inflamação muscular – podendo dificultar até mesmo a locomoção da criança. “O vírus também pode atingir outros sistemas, como o digestivo, provocando episódios de diarreia e vômito. Nesses casos, a reidratação com supervisão médica é essencial”, alerta o pediatra. O tratamento baseia-se no uso de analgésicos e antitérmicos, hidratação intensa e, em alguns casos, antivirais. Repouso é fundamental. Em quadros mais graves, com comprometimento pulmonar, neurológico ou muscular, podem ocorrer sequelas se o tratamento não for iniciado rapidamente. A gripe também pode evoluir para pneumonia. Inicialmente viral, a infecção pode abrir caminho para uma infecção bacteriana mais agressiva. Em casos severos, pode haver acúmulo de líquido ao redor dos pulmões – o chamado derrame pleural –, que pode exigir drenagem cirúrgica. Após a alta, o paciente pode precisar de fisioterapia respiratória, com acompanhamento médico, até que a função pulmonar seja restabelecida. “O diagnóstico precoce é essencial para reduzir os riscos de complicações e sequelas”, reforça Tiago. Os principais sintomas da influenza A incluem febre acima de 38 °C, tosse seca, dor de garganta ou queimação, nariz entupido, perda de paladar, coriza intensa e secreção nasal Prevenção é a melhor proteção Medidas simples, como lavar as mãos com frequência, usar álcool em gel e evitar contato com pessoas gripadas, são eficazes na prevenção da influenza. Mas a principal forma de proteção continua sendo a vacinação. A recomendação é que toda a família esteja com a imunização em dia. A vacina está disponível nas unidades básicas de saúde do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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