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Samuzinho

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Programa do Samu criado para informar crianças é expandido para o público adulto

Como reconhecer um acidente vascular cerebral? O que fazer quando alguém sofre uma parada cardíaca? Quando levar a pessoa ao hospital ou chamar uma ambulância? Como desengasgar alguém? Essas e outras questões são abordadas nos treinamentos realizados pelo projeto Samuzinho. A iniciativa, promovida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no Distrito Federal (Samu-DF), leva conhecimento principalmente a crianças e adolescentes em escolas. O projeto também é oferecido a empresas, órgãos públicos e outros locais onde podem ser formadas turmas de adultos. Como parte da programação da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho do Sest/Senat, a equipe do Samu promoveu oito minicursos que abordaram diversos tipos de urgência O Samuzinho fez parte da programação da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat) do Serviço Social do Transporte (Sest/Senat) |  Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “A presença do Samu era um desejo desde que fizemos o planejamento da nossa Sipat. É de suma importância que as pessoas saibam fazer aquilo que a gente não quer, mas que precisa saber quando é preciso", afirma o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Sest/Senat, Daniel Feitosa Barbosa. No treinamento para adultos, a equipe do Samuzinho avalia as necessidades de cada público. Enquanto nas escolas há um forte trabalho de conscientização e reconhecimento de situações emergenciais, nas ações para adultos há um foco maior em intervenções diretas. No caso do Sest/Senat, por exemplo, foram realizados oito minicursos que abordaram, de forma mais detalhada, diversos tipos de urgência.  "Conseguimos ter um atendimento mais ágil quando a população entende o que fazer até chegarmos" Melline Resende, coordenadora do Samuzinho De acordo com a coordenadora do projeto Samuzinho, Melline Resende, só no ano passado, quase 3 mil pessoas passaram por treinamento do tipo. “Esses cursos podem ter impacto direto no nosso trabalho diário. Conseguimos ter um atendimento mais ágil quando a população entende o que fazer até chegarmos”, explica. O mesmo vale para identificar o que deve ser passado aos atendentes e agentes do Samu (192).  A visita do Samuzinho é gratuita e a solicitação deve ser feita à diretoria do Samu DF. Informações adicionais estão disponíveis no site do projeto. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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