Produtores conhecem primeiro edital do programa de compras da alimentação escolar de 2026
Representantes da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), da Emater-DF e da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) se reuniram, na tarde desta quinta-feira (28), para apresentar aos produtores rurais a Chamada Pública nº 01/2026, voltada à aquisição de alimentos da agricultura familiar para a alimentação escolar da rede pública de ensino. O edital contempla uma diversidade de produtos, são 70 gêneros alimentícios entre frutas e hortaliças orgânicas e convencionais, com previsão de aquisição de cerca de 4,8 mil toneladas de alimentos da agricultura familiar, movimentando aproximadamente R$ 44,8 milhões por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Cerca de 50 agricultores, representantes de organizações rurais do DF aptas a participar da chamada pública, compareceram ao encontro, onde puderam esclarecer dúvidas e informações sobre esse edital, que representa uma importante oportunidade de comercialização para a agricultura familiar, para o fortalecimento das organizações rurais e também para a comercialização a preços justos de alimentos orgânicos. A secretária de Educação do Distrito Federal interina, Iêdes Braga, destacou o impacto social e educacional da iniciativa. “A alimentação escolar é uma das políticas públicas mais importantes para a garantia do direito à educação. Ao investirmos R$ 44,8 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar, fortalecemos a economia local, valorizamos o trabalho dos produtores rurais do Distrito Federal e asseguramos que nossos estudantes recebam refeições cada vez mais saudáveis, nutritivas e de qualidade. É uma ação que gera desenvolvimento no campo e mais oportunidades de aprendizagem na escola.” Segundo o gerente de Comercialização e Organização Rural da Emater-DF, Blaiton Carvalho, o chamamento deste ano traz avanços importantes em relação à edição anterior. “Teremos um aumento de 35% no valor dos contratos e crescimento de 15% no volume de produtos previstos. A expectativa é atender mais de 1,1 mil produtores rurais do Distrito Federal”, destacou o extensionista. O edital contempla uma diversidade de produtos, são 70 gêneros alimentícios entre frutas e hortaliças orgânicas e convencionais | Foto: Divulgação/Emater-DF A presidente da Comissão de Chamada Pública da Agricultura Familiar da Secretaria de Educação, Patrícia Jane Lacerda, ressaltou os resultados positivos do programa para os estudantes da rede pública. “Podemos dizer que os 449.593 estudantes da rede pública estão sendo atendidos com alimentos frescos e saudáveis”, explicou. Para o diretor de Compras Institucionais da Seagri-DF, Lúcio Flávio da Silva, o crescimento do programa demonstra sua relevância para agricultores e estudantes. “Desde o primeiro contrato, em 2014, o volume de recursos investidos pelo GDF no PNAE aumentou 2.900%. Esse é um trabalho que beneficia diretamente os agricultores familiares e os estudantes da rede pública”, observou. A nutricionista da Secretaria de Educação, Flávia Itabaiana, reforçou a importância da alimentação escolar para milhares de alunos do DF. “Grande parte dos alunos depende das 515.958 refeições servidas diariamente para ter acesso a uma alimentação saudável, que é um direito constitucional”, aponta. A Chamada Pública 1/2026 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 21 de maio. As organizações rurais interessadas em participar têm até o dia 22 de junho para apresentar a documentação. O edital pode ser conferido aqui. *Com informações da Emater-DF
Ler mais...
Tubulação do Canal do Pulador, em Brazlândia, garante fornecimento para cerca de 40 propriedades rurais
As obras do Canal do Pulador, em Brazlândia, foram retomadas. Os serviços são executados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em parceria com os produtores rurais com investimento de R$ 320 mil, oriundos de emenda parlamentar do deputado distrital Iolando. Cerca de 40 propriedades são beneficiadas com a tubulação de 2,4 km, que leva água de qualidade para todos, garantindo segurança hídrica para plantar e trabalhar. A intervenção reúne esforços da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), com oferta do projeto e do acompanhamento técnico. Participam também a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com disponibilização de maquinário, e a Administração Regional de Brazlândia, por meio do fornecimento de materiais e suporte operacional. Os moradores atuam na instalação das caixas de passagem e captação de água nas chácaras. A tubulação do canal, que antes era a céu aberto, é essencial para evitar desperdícios por infiltração, evaporação e contaminação. O material usado é polietileno de alta densidade (PAD). “O revestimento é de importância fenomenal para transformar as propriedades, para que possam ser produtivas de fato, e para eliminar qualquer tipo de contaminação e de desperdício de água, fazendo com que seja bem melhor utilizada”, explica o engenheiro agrônomo da Emater-DF, Rildon OIiveira. A tubulação do canal, que antes era à céu aberto, é essencial para evitar desperdícios por infiltração, evaporação e contaminação | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília A obra contempla também a construção de caixas de passagem e reservatórios revestidos por geomembrana nas propriedades. A iniciativa busca garantir o abastecimento durante todo o ano, reduzir os impactos da estiagem e fortalecer a agricultura familiar. “Cada propriedade tem a sua caixa de passagem, que disponibiliza a água por uma saída independente, e também construímos, nas propriedades que têm condições, um reservatório preparado para receber a água para que eles possam canalizar e distribuir para as suas plantações ou para criação de peixe, utilizando da melhor forma possível, sem desperdício e voltando o que sobra para o meio ambiente”, explica Oliveira. Presidente da Associação dos Produtores e Protetores do Córrego Pulador (Aprocop), o produtor rural Demétrio Martins, 61 anos, afirma que a falta de água impedia a produção agrícola em diversas chácaras. “No meu caso mesmo, eu produzia folhagem e tive que parar. Você planta uma vez por ano, dependendo da chuva, e o resto é esquecer. Ficava seis meses sem plantar nada”, relata. Segundo Demétrio, a chegada da água marca um novo capítulo para a região, que agora poderá apostar em culturas atrativas economicamente, como morango e goiaba. “Agora, a gente pode plantar sem medo, com tranquilidade. Essa água para nós é tudo, é vida. Era o que a gente precisava mais urgentemente”, destaca. “Vai melhorar muito. A gente vai poder fornecer verdura fresca para a cidade e fomentar também a criação de peixe aqui na comunidade.” A retomada das obras é mais um pedido da comunidade que foi atendida pelo governo: "Nossa obra estava parada tinha uns 15 dias porque não conseguíamos passar pela parte da estrada sem a máquina. Encontrei com a governadora Celina Leão na igreja, contei a situação e prontamente ela me atendeu. Com a chegada da máquina, já estamos quase no final do canal”, compartilha Demétrio. Vice-presidente da associação, o aposentado e produtor rural Cleide Miranda da Rocha, 68, lembra que o problema do abastecimento se agravou ao longo do tempo devido à degradação do antigo canal e às perdas de água. “Estou aqui há mais de 30 anos e, no começo, esse rego chegava até o final. Depois a água foi deixando de chegar, até faltar para mim, que moro logo no início”, conta. Cleide destaca que, além de beneficiar a irrigação das hortas, a obra também melhora as condições de criação de animais nas propriedades. “A água é importante para irrigação e para os animais. Tenho galinhas, aves e outros animais. Água limpa evita doenças e melhora muito as condições de criação”, finaliza.
Ler mais...
Com apoio técnico do GDF, agricultores de baixa renda ampliam produção no Distrito Federal
O apoio técnico oferecido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) à agricultura familiar tem ajudado produtores rurais a melhorar a produção no campo. As ações incluem assistência técnica, orientação para comercialização, acompanhamento da produção rural e até mecanização agrícola da própria terra para aumentar a produção. O apoio direto ocorre por meio do programa Preparo de Solo, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), direcionado aos produtores de baixa renda cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF). Segundo o secretário da Seagri-DF, Rafael Bueno, o trabalho é voltado principalmente às famílias rurais que enfrentam dificuldades para custear etapas essenciais do plantio. “Sabemos que muitas dessas pessoas não têm recursos para preparar o solo para o plantio. O Governo do Distrito Federal vem ampliando esse atendimento, com mecanização e acompanhamento da Emater”, afirma. Por meio do programa Preparo de Solo, são oferecidos serviços de mecanização agrícola a agricultores familiares e trabalhadores vinculados à reforma agrária inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressalta que o atendimento prioriza agricultores familiares e produtores vinculados à reforma agrária que enfrentam dificuldades para custear o preparo do solo. “O governo apoia justamente quem mais precisa na área rural. São produtores que muitas vezes não têm condições de pagar por uma máquina para preparar o solo e iniciar o plantio”, observa. O apoio direto ocorre por meio do programa Preparo de Solo, coordenado pela Seagri-DF, direcionado aos produtores de baixa renda cadastrados na Emater-DF | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em Brazlândia, a agricultora Marilene Maria de Souza, 66 anos, é uma das produtoras atendidas pelas ações desenvolvidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Filha de agricultores, Marilene cresceu em meio ao trabalho rural, mas foi em 2016 que assumiu à frente da própria chácara. Hoje, cultiva abobrinha, alface, milho e morango. Contemplada na última edição do programa Preparo de Solo e com o acompanhamento técnico da Emater-DF, ela passou a aprimorar o manejo da produção. O atendimento inclui orientações sobre preparo do solo, aplicação de produtos, condução da lavoura e cuidados com o cultivo. “Antes eu não tinha sabedoria, não sabia de nada”, relata. “Hoje, quando eu necessito, ligo e eles vêm. Eles orientam a gente em tudo.” Na chácara de Marilene, o atendimento incluiu o uso de trator para preparação da área de plantio. Segundo Marilene, o suporte técnico contribuiu diretamente para melhorar a rotina de trabalho na chácara. O programa Preparo de Solo oferece serviços de mecanização agrícola para agricultores familiares e produtores vinculados à reforma agrária atendidos pela Emater-DF. A iniciativa inclui etapas como gradagem e preparação da área de plantio, com o objetivo de reduzir custos para os produtores e dar suporte ao início da produção rural. O acompanhamento da produtora é feito por Sérgio Rufino Maciel, extensionista rural da Emater-DF e gerente do escritório de Alexandre Gusmão. Segundo ele, as políticas públicas voltadas à agricultura familiar envolvem assistência técnica, mecanização agrícola, crédito rural, orientação para comercialização e apoio à produção. “Quando o atendimento é voltado ao agricultor familiar, essa ajuda é ainda maior. É um conjunto completo para a pessoa poder aumentar a renda dela”, afirma. Em Brazlândia, a agricultora Marilene Maria de Souza, 66 anos, é uma das produtoras atendidas pelas ações desenvolvidas pela Emater-DF e pela Seagri-DF A Emater-DF conta atualmente com 17 escritórios locais no Distrito Federal, além de duas unidades regionais e uma unidade central. Os atendimentos aos agricultores familiares incluem orientação técnica, indicação de culturas, adubação, manejo da produção e acesso a políticas públicas voltadas ao campo. Na chácara, Marilene afirma que o acompanhamento recebido trouxe mudanças que vão além da produção agrícola. “Quando eu mudei para cá, eu estava depressiva. Aqui, melhorei porque estou colhendo uma coisa, outra. Tenho prazer no que faço. Eu recomendo a todos os produtores que abram suas portas aos técnicos da Emater, porque eles ajudam muito”, ressalta. Serviço O Programa Preparo de Solo 2026 recebe inscrições entre 11 de maio e 10 de junho. Coordenada pela Seagri-DF em parceria com a Emater-DF, a iniciativa oferece serviços de mecanização agrícola a agricultores familiares e trabalhadores vinculados à reforma agrária inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com renda familiar per capita de até meio salário mínimo e atendimento pela Emater-DF. As inscrições devem ser feitas conforme as orientações do edital, nos canais oficiais da Emater-DF, em dias úteis, das 8h às 12h e das 13h às 17h. O programa é regulamentado pela Portaria nº 358, de 19 de novembro de 2024.
Ler mais...
Registro sanitário garante segurança dos alimentos, amplia mercados e é foco de mutirão da Dipova com agroindústrias do DF
A regularização das agroindústrias e a conscientização dos produtores rurais sobre a importância de sair da informalidade são prioridades do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). O registro sanitário das agroindústrias é fundamental para garantir a legalidade da produção, a segurança dos alimentos e a valorização do trabalho desenvolvido no campo. Produtores que atuam sem registro colocam em risco tanto os trabalhadores quanto os consumidores e estão sujeitos a sanções previstas em lei, que podem variar de multas à interdição da atividade. Além disso, a informalidade gera instabilidade para o negócio e impede o acesso a políticas públicas e programas de apoio à produção rural, como o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). “Ao se registrar, o produtor passa a atender às exigências sanitárias e técnicas, garantindo que os alimentos de origem vegetal e animal cheguem ao consumidor com qualidade, segurança e rastreabilidade”, destaca a subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo,. O registro sanitário das agroindústrias é fundamental para garantir a legalidade da produção, a segurança dos alimentos e a valorização do trabalho desenvolvido no campo | Foto: Divulgação/Seagri-DF Com esse objetivo, a Seagri-DF realizou, por meio da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova), um mutirão para análise de processos de registro de agroindústrias. A ação teve como foco orientar os agroempreendedores e avançar na adequação às normas sanitárias. Ao todo, foram avaliados 64 processos de indústrias que haviam iniciado a regularização desde 2018, mas apresentavam pendências documentais por falta de envio de informações. Para a iniciativa, foram mobilizadas quatro equipes de fiscais da Dipova, responsáveis por analisar os pedidos de registro em aberto e garantir o correto andamento dos processos para a homologação das agroindústrias que atuam em conformidade com a legislação. Do total analisado, 19 indústrias manifestaram interesse em dar continuidade ao processo de regularização junto à Seagri-DF. Como trabalhar em conformidade com as regras sanitárias As agroindústrias de produtos de origem vegetal e/ou animal que desejam atuar no Distrito Federal devem possuir registro sanitário para comercializar sua produção. De acordo com o porte da indústria e o tipo de fabricação, o responsável deve seguir procedimentos específicos para a regularização. As orientações completas estão disponíveis no guia da Seagri-DF para registro de agroindústrias, no site oficial da secretaria. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF)
Ler mais...
Mais de uma tonelada de alimentos clandestinos é apreendida em ação
Durante uma fiscalização realizada nessa segunda–feira (1º), a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) interditou um estabelecimento reincidente na prática irregular. O local atuava na produção de alimentos de origem animal sem autorização legal. A ação, conduzida pelas equipes da Defesa Agropecuária, ocorreu após denúncia encaminhada pela Ouvidoria do GDF, que apontava o funcionamento sem registro no Serviço de Inspeção Distrital (SID). No local, foi apreendida 1,4 tonelada de produtos de origem animal (em sua maioria espetinhos de carne), todos sem comprovação de procedência e manipulados fora dos padrões sanitários exigidos. Além da interdição imediata, o responsável vai responder a processo administrativo e pode receber novas penalidades administrativas, como multa. A operação integra as ações permanentes de combate à clandestinidade, prática que coloca em risco a saúde da população e compromete a segurança dos alimentos consumidos no Distrito Federal. Em 2025, a Seagri já apreendeu mais de 16 toneladas de produtos de origem animal irregulares. A legislação sanitária do DF determina que todas as agroindústrias que fabricam, processam ou manipulam alimentos de origem animal tenham registro na Secretaria de Agricultura, medida essencial para assegurar a proteção da saúde da população e a segurança higiênico-sanitária dos alimentos. Esse registro garante ao consumidor que o estabelecimento é monitorado pelo Estado e cumpre os padrões mínimos de segurança previstos na legislação vigente. Além da interdição imediata, o responsável vai responder a processo administrativo e pode receber novas penalidades administrativas, como multa | Foto: Divulgação/Seagri-DF Segundo o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Rafael Bueno, o combate à produção clandestina é prioridade para o Governo do Distrito Federal: “Temos atuado com absoluto rigor para garantir a segurança alimentar da nossa população. Quando apreendemos produtos irregulares, estamos cumprindo nosso dever de proteger vidas e assegurar que o cidadão do DF tenha acesso a alimentos seguros, fiscalizados e produzidos dentro dos padrões sanitários exigidos.” A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo, alertou para os riscos do consumo de produtos sem inspeção. “É fundamental escolher produtos com selo de inspeção oficial, que garante um rigoroso controle de qualidade”, destacou. Danielle ainda reforçou o papel fundamental da sociedade: “Denúncias anônimas pelos canais oficiais contribuem diretamente para identificar irregularidades e fortalecer a fiscalização.” Como obter o registro Para obter o registro junto à Seagri-DF, o produtor precisa reunir uma documentação que comprove condições adequadas de funcionamento, como o requerimento formal, o croqui das instalações, a lista de equipamentos e o fluxograma de produção. Após a análise dos documentos, técnicos da secretaria realizam uma vistoria no estabelecimento para verificar se a estrutura, a higiene e os processos produtivos atendem às normas sanitárias. Todo o atendimento é feito pela Diretoria de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova), na Seagri-DF, localizada na Asa Norte. Informações e orientações também podem ser acessadas pelos telefones oficiais e pelo site da pasta. Como denunciar Denúncias de irregularidades podem ser feitas pelo ParticipaDF, pelo telefone 162, diretamente à Seagri-DF pelos números (61) 3349-6803 / 3272-3650, ou pelo site oficial da pasta. É importante fornecer informações claras, como localização, nome da empresa e descrição das irregularidades observadas. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF)
Ler mais...
Obra da nova ponte no Incra 9 reforça segurança e mobilidade na zona rural de Ceilândia
A construção da nova ponte sobre o riacho do Incra 9, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, em Ceilândia, segue em ritmo acelerado e já ultrapassou 70% de conclusão. A obra — realizada pela Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Novacap e a Seagri-DF — representa um importante avanço para a mobilidade e a segurança de quem vive e trabalha na região. Além de substituir a antiga ponte de madeira por uma estrutura moderna e resistente, o projeto foi desenvolvido levando em consideração a preservação ambiental, com o cuidado de manter árvores nativas e reduzir o impacto sobre o curso d'água. Nos últimos dias, as equipes concluíram a instalação das grandes manilhas para drenagem das águas pluviais e avançaram na compactação do aterro e na finalização das alas de sustentação da ponte. A estrutura também contará com guarda-corpos laterais, garantindo mais segurança para motoristas, pedestres e transporte escolar que circulam diariamente pelo local. Além de substituir a antiga ponte de madeira por uma estrutura moderna e resistente, o projeto foi desenvolvido levando em consideração a preservação ambiental | Foto: Administração Regional de Ceilândia O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, ressaltou a importância da obra e o compromisso da gestão com a comunidade rural. “Essa é uma conquista muito esperada pelos moradores do Incra 9 e de toda a área rural de Ceilândia. Depois de anos de reivindicações, estamos entregando uma ponte segura, moderna e construída com responsabilidade ambiental. Essa obra simboliza o compromisso do GDF com a segurança, o desenvolvimento e a qualidade de vida das famílias que vivem e produzem nessa região”, ressaltou. O técnico do DER-DF, Wanderley de Oliveira Passos, responsável pela sinalização e edificações e que acompanha de perto a execução dos serviços, destacou a segurança da nova estrutura. “A estrutura foi planejada para suportar o intenso fluxo da região, especialmente durante o período de chuvas. Além disso, serão instalados guarda-corpos em ambos os lados da ponte, o que vai garantir mais segurança para quem trafega pelo local”, explicou Wanderley. Moradores também comemoram o avanço. “Esperamos há muito tempo por essa obra. Essa ponte é o nosso caminho para tudo — escola, trabalho, transporte da produção. É muito bom ver que agora vai sair do papel”, contou o produtor rural Gilson Fernandes Pessoa, morador da Gleba 4. Durante o período de execução, o tráfego segue com desvio sinalizado, garantindo o deslocamento seguro de veículos, pedestres, viaturas e ambulâncias. A Administração Regional de Ceilândia reforça que segue trabalhando com comprometimento e responsabilidade para melhorar a infraestrutura, a mobilidade e as condições de vida tanto na área urbana quanto na rural, promovendo mais integração e desenvolvimento para toda a cidade. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
GDF impulsiona produção rural com qualificação e linhas de crédito
O Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha para apoiar e desenvolver a agricultura, que está em pleno crescimento. De hortaliças a grãos, passando por mel e diversas culturas, o fomento à produção é diária e está literalmente dando frutos. Celebrado em 28 de julho, o Dia do Agricultor é uma data a ser comemorada pelos profissionais, incentivados com assistência técnica, cursos e linhas de crédito rural. São inúmeras iniciativas para apoiar esse ofício vital para toda a população, que passam por apoio e qualificação profissional ofertadas por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater) e pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento de Desenvolvimento Rural do DF (Seagri). Celebrado em 28 de julho, o Dia do Agricultor é uma data a ser comemorada pelos profissionais, incentivados com assistência técnica, cursos e linhas de crédito rural | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para se ter ideia, o agronegócio movimentou cerca de R$ 6 bilhões de valor bruto no DF no ano passado, em uma área produtiva de 178,5 mil hectares, de acordo com o relatório do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da Emater. Destaque para a produção de grãos com DNA brasiliense. Entre as variedades que brotam no Quadradinho, o trigo foi um dos produtos que apresentaram um grande salto na produção durante os últimos cinco anos. Entre 2019 e 2023, a safra da triticultura cresceu 272%, e passou de 6 mil toneladas para 22 mil toneladas, ainda de acordo com a Emater. Estão à disposição dos agricultores linhas de crédito rural, cursos, oficinas, incentivos na produção e comercialização de produtos, além da assistência técnica. Atualmente, a Emater possui 22.950 produtores cadastrados na empresa. Desses, 9.386 são produtores familiares – 5.384 homens e 4.002 mulheres. O produtor rural Miguel Simões de Oliveira, do Núcleo Rural Ponte Alta, no Gama, cultiva hortaliças em sua propriedade desde 1994. São cerca de 6 hectares dedicados ao plantio de alface, cheiro-verde, acelga, cebolinha, pimenta, jiló e quiabo, além da criação de galinhas, porcos, pavões e gansos. Maria José Cassimiro começou produzindo morangos, há três anos, e agora começou a se preparar para plantar mirtilos, em aproximadamente 2,5 hectares Ele relata que conta com o total apoio da Emater para tudo o que precisa para desenvolver o cultivo. A assistência técnica constante resulta em melhorias de processos e aplicações de novas tecnologias, como o cultivo com túneis altos e irrigação por gotejamento. Os túneis altos são estruturas que protegem as plantas da chuva e do sol. O gotejamento permite um controle eficaz da quantidade de água utilizada na irrigação. Ao mesmo tempo que proporciona a quantidade de água ideal para as plantas, evita o desperdício. A combinação das duas técnicas aumenta a produção e reduz os custos. Também por meio da Emater, ele conseguiu financiamento para energia fotovoltaica, que será instalada nos próximos dias. Miguel também aproveita os cursos oferecidos pela empresa pública, entre eles manejo de irrigações e caldas alternativas. “Quando a gente usa a tecnologia, trabalha menos e produz mais. Sem a Emater, a gente não consegue. Tudo o que a gente precisa, falamos com o Kleiton [Rodrigues Aquiles, técnico da Emater do Gama].” O produtor agora se organiza para iniciar o plantio hidropônico que, entre as vantagens propicia redução da mão de obra e maior controle nutricional das plantas. Kleiton Rodrigues Aquiles, técnico da Emater: “A assistência também leva aos produtores tecnologias visando o aumento da produção de alimentos em quantidade e qualidade” Técnico da região, Kleiton explica que auxiliar os produtores é justamente o papel da Emater. “A assistência também leva aos produtores tecnologias visando ao aumento da produção de alimentos em quantidade e qualidade”, ressalta. Ele também atende as produtoras Maria José Cassimiro, de 70 anos, e a filha dela, Juliana Cassimiro, 42. Após viverem nove anos na Inglaterra, decidiram voltar ao Brasil e escolheram o Núcleo Rural Córrego Crispim, no Gama, para se dedicarem à agricultura familiar. Elas começaram produzindo morangos, há três anos, e agora se preparam para plantar mirtilos, em aproximadamente 2,5 hectares. Também se dedicam ao cultivo de ervas medicinais e até açaí. E estão desenvolvendo turismo rural na propriedade. “Como a propriedade é pequena, temos que desenvolver diversas culturas. Tudo o que a gente sabe, aprendemos com a Emater”, afirma Juliana. A mãe dela, Maria, fez diversos cursos por meio da empresa, como o de flores comestíveis, caldas alternativas e orgânicos. E reforça que, embora tenha trabalhado na roça na juventude, elas não teriam conseguido fazer tantas coisas sem a Emater: “A Emater nos ajuda com tudo. Sem isso, não teríamos conseguido”.
Ler mais...
Operação integrada apreende produtos com risco sanitário para o DF
Uma operação realizada no posto fixo da Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de 764 quilos de produtos de origem animal, dentre eles 85 garrafas de mel clandestino, e na restrição da entrada de frutas cítricas e bananas no Distrito Federal. Os produtos vinham do Piauí, estado que faz parte da área não livre de peste suína clássica. A entrada do produto no DF traria um potencial risco sanitário à suinocultura local | Foto: Divulgação/Seagri-DF Coordenada pela Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF) em parceria com a Agência Goiana de Defesa Agopecuária (Agrodefesa), a ação realizou mais de 130 vistorias em veículos de transportes de carga. As inspeções tinham como objetivo a identificação de irregularidades que pudessem comprometer a saúde pública e dos rebanhos e lavouras. A ação evidencia a importância da cooperação entre diferentes esferas do poder público e garante a inocuidade dos alimentos que chegam à mesa do cidadão Dentre as autuações realizadas, as equipes destacaram a apreensão de 96 quilos de carne e banha suínas clandestinas. Os produtos vinham do Piauí, estado que faz parte da área não livre de peste suína clássica. A entrada do produto no DF traria um potencial risco sanitário à suinocultura local. Com relação às frutas, a preocupação é com a emergência fitossanitária trazida pela mosca da carambola. Cinco autuações foram realizadas e as cargas foram escoltadas à origem. No total, mais de 70 toneladas de frutas foram fiscalizadas e aproximadamente 17 delas estavam em situação irregular por ausência de documentação sanitária. A Gerência de Fiscalização do Trânsito da Seagri-DF, responsável pela operação realizada na última sexta-feira (19), afirmou que a ação evidencia a importância da cooperação entre diferentes esferas do poder público e garante a inocuidade dos alimentos que chegam à mesa do cidadão. De acordo com a Gerência de Fiscalização Agropecuária da Agrodefesa, outras operações como essa devem ser realizadas em pontos estratégicos da fronteira entre DF e Goiás. *Com informações da Seagri-DF
Ler mais...
Mais de 7 mil toneladas de alimentos inspecionadas nas vias do DF desde 2019
As vias do Distrito Federal não são monitoradas apenas por radares e batalhões policiais. Diariamente, as rotas por onde passam motos, carros e caminhões recebem os olhares atentos dos fiscais da Secretaria de Agricultura (Seagri), responsáveis pela fiscalização de produtos agropecuários. Mais do que conferir a documentação de insumos vegetais e animais, esse trabalho consiste em atestar se eles estão próprios para consumo. Entre o segundo semestre de 2019 e o primeiro bimestre de 2024, agentes da Seagri recolheram 73 toneladas de produtos irregulares nas rodovias e vicinais que passam pelo DF | Fotos: Divulgação/ Seagri-DF Entre o segundo semestre de 2019 e o primeiro bimestre de 2024, foram fiscalizados 14 mil veículos nas rodovias e vicinais que cortam o DF. Período que resultou na inspeção de 7,7 mil toneladas de produtos e no recolhimento de 52 toneladas deles, considerados irregulares ou impróprios para consumo. “Esse é um dos trabalhos mais importantes desenvolvidos pela Seagri. É fundamental atentar para a questão zoossanitária e de patógenos, que podem ser prejudiciais para a saúde humana. Um produto de qualidade ruim na mesa do consumidor pode causar um problema sério de saúde”, alerta o secretário executivo da Seagri, Rafael Bueno. A pasta reforça que é importante o cidadão ter ciência do risco de consumo de produtos clandestinos, pois eles podem gerar infecções alimentares graves, inclusive por Salmonella. Fiscalizações ocorrem 24 horas por dia, todos os dias do ano Além disso, o trabalho de fiscalização objetiva preservar a sanidade dos rebanhos e plantações do capital do Brasil. Neste trabalho, por exemplo, são verificadas mudas para que o DF não tenha problemas econômicos ou registre pragas oriundas de outras regiões. Segundo a Seagri, a fiscalização tem mais um caráter educativo do que punitivo. Isso é refletido na carga apreendida. Apenas 52 toneladas das mais de 7,7 mil toneladas inspecionadas foram recolhidas, enquanto 73 toneladas de produtos inspecionados foram autuados em situação irregular de transporte. Quando um alimento é recolhido ele pode ter três destinos – ser direcionado para consumo humano, quando está em condições; ser repassado para a Fundação Zoológico de Brasília; ou então ser incinerado, quando não tem qualquer condição de consumo. “Quando identificamos que eles têm condição de consumo, ou seja, que são alimentos que já tiveram inspeção no estabelecimento de origem, mas foram apreendidos por motivos diversos, esses produtos são submetidos à análise laboratorial para verificar se foram comprometidos ou não no transporte irregular. Somente produtos com validação laboratorial de condições de consumo são destinados à Ceasa, que os distribuem via Banco de Alimentos. Nesse período, repassamos mais de uma tonelada de alimentos”, explica Rafael Bueno. Os alimentos destinados ao Zoológico de Brasília são aqueles que não estão em condições para consumo humano, mas aptos para alimentação animal. Geralmente são carnes fora do padrão de armazenagem, que exigem um consumo rápido e de grande vazão, o que pode ser atendido pela instituição. De acordo com a Seagri, o zoo recebeu mais de seis toneladas, enquanto outras 17 toneladas foram incineradas. Alimentos recolhidos podem ter três destinos – consumo humano, Zoológico de Brasília ou incineração Fiscalização todo dia, o dia todo A fiscalização de trânsito ocorre 24 horas por dia, todos os dias do ano. Além das principais rodovias federais que cortam o DF (BR-020, BR-060 e BR-070), o governo atua nas vicinais, inclusive em ruas não pavimentadas. “A fiscalização tem uma barreira física na BR-020, mas o nosso principal trabalho é volante. Atuamos em parceria com as policiais militar e rodoviária federal, além de promovermos ações com a Secretaria de Economia”, conta Rafael Bueno. Para aprimorar este trabalho, a Seagri estuda criar laboratórios móveis em vans para fazer a análise dos produtos recolhidos. Outra iniciativa em andamento é a elaboração de um protocolo operacional junto à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) para ações coordenadas de fiscalização da defesa agropecuária no trânsito.
Ler mais...
Mutirão de manutenção em Taguatinga, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol
O mutirão de manutenção inicia nesta quinta-feira (12) em Taguatinga, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. Serão 90 dias de ações intensificadas para recuperar as três regiões que sofreram com as fortes chuvas. Os serviços serão diversificados, como terraplanagem, limpeza das bacias de contenção de águas pluviais, limpeza, desobstrução e reparos nas tampas das bocas de lobo, manutenção de vias não pavimentadas, retirada de entulho e lixo verde, sinalização viária horizontal e vertical, manutenção das redes de água e de esgoto, manutenção das redes de iluminação pública, poda e roçagem, fresagem de calçadas, entre outros reparos, de acordo com a necessidade de cada região. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) estima usar cerca de 20 toneladas de massa asfáltica por dia na recuperação das vias. O mutirão em Taguatinga, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol tem previsão de durar 90 dias | Foto: Kiko Paz/Novacap “Segurança e qualidade de vida são primordiais para que os brasilienses possam ir e vir com dignidade. Todos nós, técnicos da manutenção de vias, estamos nas ruas, pertinho de cada morador destas regiões, a fim de garantir que todos os reparos sejam realizados com maior agilidade e qualidade para restabelecer a segurança no trânsito nessas cidades”, afirma a chefe da Divisão de Manutenção e Conservação de Via (Dimav) da Novacap, Walquiria Marra Rodrigues. Para a realização dos serviços, a Novacap contará com a colaboração do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER), Departamento de Trânsito (Detran), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Companhia Energética de Brasília (CEB), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) e secretarias DF Legal, da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) e de Obras e Infraestrutura (SODF). Confira os serviços por região: ? Pôr do Sol/Sol Nascente: Terraplanagem; Poda e roçagem; Limpeza das bacias de contenção de água pluvial; Limpeza de boca de lobo; Manutenção de vias não pavimentadas; Retirada de entulho e lixo verde; Sinalização viária horizontal e vertical; Manutenção da rede de água e de esgoto; Manutenção da rede de iluminação pública. ? Taguatinga: Limpeza de boca de lobo; Poda e roçagem; Fresagem de calçadas; Limpeza de parques; Retirada de entulho e lixo verde; Sinalização viária horizontal e vertical; Manutenção da rede de água e de esgoto; Manutenção da rede de iluminação pública. ? Ceilândia: Limpeza e desobstrução de bocas de lobo; Troca e reparo de tampas de concreto; Retirada de entulho e lixo verde; Sinalização viária horizontal e vertical; Manutenção da rede de água e de esgoto; Manutenção da rede de iluminação pública. Atendimento expresso Além do fornecimento da massa asfáltica, a Novacap realiza o atendimento expresso, um serviço de recuperação do asfalto em caráter emergencial que é feito em locais específicos de grande circulação e com mais risco de acidentes, como vias comerciais, setores hospitalares, setores bancários, entre outros. É um atendimento feito com equipamentos diferenciados, uma vez que esses locais geralmente não permitem o acesso de caminhões e compactadores. *Com informações da Novacap
Ler mais...