Programa Envelhecer com Sabedoria leva prevenção à violência doméstica a mulheres idosas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta terça-feira (29/9), foi publicada a Portaria Nº 121/2026, que institui, na Secretaria da Mulher (SMDF), o Programa Envelhecer com Sabedoria, que promove ações de prevenção à violência doméstica e familiar contra as mulheres idosas. A iniciativa apresenta a importância do fortalecimento da autoestima, da autonomia, do autoconhecimento e da inteligência emocional das mulheres idosas. As ações são desenvolvidas por meio de palestras, dinâmicas e atividades educativas e reflexivas, com linguagem acessível e metodologia participativa. Ampliar o conhecimento sobre direitos, formas de violência e mecanismos de proteção é necessário porque a violência é de responsabilidade do agressor e as políticas públicas precisam fortalecer ainda mais as mulheres e ampliar a sua capacidade de reconhecer situações de risco e buscar ajuda. São abordados temas relacionados a inteligência emocional, autoestima, empoderamento, relacionamentos saudáveis, comunicação, reconhecimento da violência, prevenção de acidentes, saúde emocional, felicidade e envelhecimento ativo e saudável. A ação tem como público prioritário as mulheres com 60 anos ou mais, especialmente aquelas atendidas pelas academias da melhor idade, centros de convivência do idoso e demais espaços de convivência da pessoa idosa. A execução do programa conta com a articulação de órgãos públicos, instituições e entidades parceiras, observadas as competências legais e a disponibilidade de recursos. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Palestra em alusão ao Agosto Lilás informa mecanismos de proteção às mulheres
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu para os servidores, nesta quarta-feira (26/8), a palestra "Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha". O encontro, ocorrido no Sedes Lab, teve como objetivo apresentar, de forma simples e acessível, como a legislação brasileira pode proteger as mulheres vítimas de violência, e os canais de atendimento e denúncia disponíveis para toda a sociedade. Conduzida pela assessora da Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política da SMDF, Joyce da Hora, a palestra abordou, também, as orientações sobre como agir diante de uma situação de violência. “Trazer a discussão sobre a violência contra a mulher para dentro do espaço público é fundamental para ampliar a conscientização e mostrar que esse não é um assunto que deve ficar restrito ao ambiente doméstico. Mas a verdadeira mudança também precisa começar dentro das nossas próprias casas, na forma como educamos nossos filhos, como nos relacionamos e como enxergamos o papel da mulher na sociedade”, explica a palestrante Joyce da Hora. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha e, principalmente, sobre os desafios que ainda precisam ser enfrentados no combate à violência contra a mulher. Cerca de 100 pessoas, entre servidores, colaboradores e estagiários, participaram da palestra. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma delas foi o servidor Marcos Rangel, que trabalha Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes-DF. “A palestra sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha foi muito importante porque nos ajuda a enxergar uma realidade que ainda precisa ser transformada. Existe uma disparidade muito grande entre homens e mulheres quando falamos de violência. Por isso, ter uma legislação como a Maria da Penha é primordial nos dias de hoje”, comenta. De acordo com a secretária-executiva de Gestão Estratégica da Sedes-DF, Nídia Limeira de Sá, este evento foi um sucesso: “Fiquei encantada com a participação de todas e todos. Ver o auditório cheio, com mais de 100 pessoas reunidas para discutir um tema tão importante, mostra o quanto essa pauta é necessária e mobiliza os nossos servidores”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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GDF alerta para risco de aumento de violência doméstica durante a Copa do Mundo
A abertura oficial da Copa do Mundo 2026 acontece nesta quinta-feira (11). A programação dos jogos segue até 19 de julho e, em meio à festa do futebol, um alerta importante precisa ser reforçado: os casos de violência doméstica tendem a aumentar durante grandes competições esportivas. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os registros desse tipo de violência chegam a crescer quase 26% em dia de jogos. Enquanto milhões de pessoas se reúnem para torcer pela Seleção Brasileira, muitas mulheres enfrentam dentro de casa uma realidade marcada pelo medo, pelas agressões e pela violação de direitos. Para auxiliar no combate a esse crime, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) permanece em campo com acolhimento, orientação e proteção às mulheres do DF. Funcionando 24 horas por dia, todos os dias da semana, a Casa da Mulher Brasileira (CMB), localizada em Ceilândia, segue disponível durante todo o período de Copa do Mundo. Principal porta de entrada da rede de proteção às mulheres em situação de violência no Distrito Federal, o espaço oferece atendimento especializado, escuta qualificada e encaminhamento para os serviços necessários, garantindo suporte imediato para quem precisa de ajuda. Somente entre 2023 e 2025, a Casa da Mulher Brasileira realizou 98.840 atendimentos | Foto: Arquivo/Agência Brasília A Casa da Mulher Brasileira oferece acolhimento, suporte psicossocial, orientação jurídica e encaminhamento à rede de proteção às mulheres. Somente entre 2023 e 2025, o equipamento realizou 98.840 atendimentos, demonstrando a importância da estrutura para o enfrentamento da violência contra a mulher no Distrito Federal. O espaço também dispõe de alojamento, realiza encaminhamentos para outros serviços da rede, especialmente a Casa Abrigo, e atende crianças e adolescentes órfãos do feminicídio por meio do programa Acolher Eles e Elas. “A Casa da Mulher Brasileira serve como porta de entrada ao acolher a mulher no momento em que ela decide buscar ajuda, tanto em casos de risco iminente quanto durante a busca de orientação, proteção, escuta qualificada ou informações sobre direitos. Garantir que nenhuma mulher enfrente a violência sozinha é um dos nossos principais compromissos. Queremos que a Copa seja marcada pela alegria do esporte, nunca pela violência contra as mulheres”, afirmou a secretária interina da Mulher, Jackeline Aguiar. Como denunciar e buscar ajuda Os relatos podem ser feitos pelos seguintes canais: * 190 – Polícia Militar do Distrito Federal * 197 – Polícia Civil do Distrito Federal * 180 – Central de Atendimento à Mulher * 156, opção 6 – Central de Atendimento do GDF * Maria da Penha Online Mulheres em situação de violência também podem procurar diretamente a Casa da Mulher Brasileira, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Casa da Mulher Brasileira (CMB) Telefone: (61) 3181-1474 E-mail: cmb@mulher.df.gov.br Endereço: CNM 1, Bloco I, Lote 3, Ceilândia Durante toda a Copa do Mundo, a Casa da Mulher Brasileira permanecerá de portas abertas para acolher, orientar e proteger mulheres em situação de violência. *Com informações da SMDF
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Centros de referência da mulher brasileira abrem as portas à comunidade no DF
Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs), equipamentos da rede de proteção da Secretaria da Mulher (SMDF), realizam encontros com a comunidade para apresentar os serviços oferecidos e ampliar o acesso à rede de acolhimento, orientação e proteção. O primeiro deles será nesta segunda-feira (27), na unidade de Sobradinho. No dia 28, será a vez do CRMB do Recanto das Emas, seguido por São Sebastião (29) e Sol Nascente/Pôr do Sol (30). Todos os encontros têm início às 9h. A ação, organizada pela SMDF em parceria com a Ação Social Renascer, entidade responsável pela execução dos serviços nas unidades, apresenta o funcionamento dos cursos, os atendimentos voltados à proteção e à promoção das mulheres e a atuação integrada de profissionais como assistentes sociais, enfermeiras, advogadas, psicólogas, educadoras e monitoras. Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs) vão promover encontros com a comunidade para apresentar os serviços oferecidos e ampliar o acesso à rede de acolhimento, orientação e proteção | Fotos: Arquivo/SMDF “Abrir as portas dos centros para a comunidade é uma forma de aproximar os serviços de toda a população e fortalecer a rede de apoio nos territórios. Quando as lideranças locais conhecem de perto o funcionamento dos equipamentos, ampliamos as parcerias e garantimos que mais mulheres saibam onde buscar acolhimento, orientação e oportunidades”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Os encontros também têm como foco o diálogo com lideranças regionais, com vistas ao fortalecimento de parcerias institucionais voltadas para a prevenção e para o enfrentamento da violência doméstica. Mães com filhos a partir de 3 anos podem deixá-los na brinquedoteca das unidades, sob supervisão de monitoras. [LEIA_TAMBEM]Serviços oferecidos Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem. Os serviços incluem escuta especializada e encaminhamentos para a rede de proteção. O atendimento ocorre sem necessidade de agendamento prévio, mediante apresentação de documento de identificação com foto. Atualmente, as unidades estão com inscrições abertas para o terceiro ciclo de cursos gratuitos de capacitação profissional. São 400 vagas distribuídas entre Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol e Sobradinho II, com 25 vagas por turma. Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem As aulas começam em 6 de maio, com formações em empreendedorismo, marketing digital, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro, nos turnos matutino e vespertino, com cargas horárias entre 20 e 28 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 30 de abril, por meio dos formulários disponíveis na rede social dos centros ou presencialmente nas unidades. Endereços das unidades · Recanto das Emas — Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 · Sol Nascente / Pôr do Sol — Trecho 2, Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 · São Sebastião — Área Especial 11, Centro de Múltiplas Atividades · Sobradinho II — AE 6 Coer, Quadra 1, Setor Oeste *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Centros de referência da mulher brasileira abrem 400 vagas para cursos gratuitos de capacitação no DF
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Ação Social Renascer, abre as inscrições para o 3º ciclo de 2026 de capacitações profissionais gratuitas nos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs). De 23 a 30 de abril, serão ofertadas 400 vagas para formações em empreendedorismo, marketing digital, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro. As aulas ocorrerão nas unidades do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II. “A autonomia financeira é um dos caminhos mais efetivos para garantir liberdade, dignidade e novas perspectivas de vida a mulheres. Quando investimos em capacitação profissional, estamos fortalecendo a independência e criando condições reais para que elas possam construir seu próprio futuro”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs) abrem, nesta quinta (23), inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos | Foto: Arquivo/SMDF As aulas terão início em 6 de maio, nos turnos matutino e vespertino, conforme a programação de cada unidade, com carga horária entre 20 horas e 28 horas. São 25 vagas por turma. Voltados exclusivamente para mulheres, os cursos priorizam participantes em situação de vulnerabilidade social e têm como objetivo ampliar oportunidades de geração de renda, incentivar o empreendedorismo e facilitar o acesso ao mercado de trabalho. Após vivenciar um relacionamento marcado por violência física, psicológica e moral por cerca de um ano, a moradora do Recanto das Emas, Dalyla Alves Nunes, de 39 anos, encontrou no CRMB um ponto de apoio. “Fui muito bem recebida pelas professoras, pela equipe e pelas outras mulheres. Isso me deixou mais tranquila para continuar”, relatou a aluna do curso de tranças e penteados afro. [LEIA_TAMBEM]Durante as aulas, as participantes contam com estrutura de apoio que contribui para a permanência nas atividades. As unidades disponibilizam espaço com monitoria para crianças a partir de 3 anos, além de lanche ao longo dos encontros. Além do conteúdo técnico, os cursos incluem orientações voltadas para a autoestima, para o desenvolvimento pessoal e para o autocuidado, como forma de fortalecer a autonomia das participantes. Ao final do ciclo, as alunas recebem certificado de conclusão. Serviço · Período de inscrições: de 23 a 30 de abril · Aulas: de 6/5 a 28/5 · Inscrições: presencialmente nas unidades ou por meio dos formulários abaixo Formulários de inscrição · Recanto das Emas · Sol Nascente · Sobradinho II · São Sebastião *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Programa de empregabilidade feminina do GDF já garantiu trabalho a 365 mulheres
Nessa quinta-feira (16), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) participou do 2º Encontro Conexão com a Empregabilidade Feminina, realizado no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Durante o evento, a Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher da pasta apresentou palestra a servidores, coordenadores, fiscais, gestores de contratos e representantes de empresas, com o objetivo de dialogar sobre a política de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Giselle Ferreira, titular da SMDF: "O nosso foco é fortalecer a empregabilidade feminina por meio de parcerias e políticas públicas que ampliem as oportunidades de trabalho" | Foto: Divulgação/SMDF Desde 2019, a SMDF tem fortalecido a empregabilidade feminina por meio de 14 acordos de cooperação técnica (ACTs). As parcerias já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, apresentou os principais aspectos da política de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. “O nosso foco é fortalecer a empregabilidade feminina por meio de parcerias e políticas públicas que ampliem as oportunidades de trabalho. As ações têm o objetivo de promover a inclusão social e econômica dessas mulheres, além de iniciativas que incentivem a equidade de gênero no mercado de trabalho”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Os ACTs estabelecem que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem entre 2% e 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Os acordos também contemplam a inclusão de outros grupos em vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas. A psicóloga Maíra Dourado, de 25 anos, falou sobre a importância da empregabilidade feminina no DF: “A autonomia financeira traz independência para que a mulher saia do ciclo de violência. Esse evento é muito importante, porque traz dignidade e propósito dentro da profissão, para que as mulheres vítimas de violência possam ingressar no mercado de trabalho e reconstruir suas vidas”. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Mulheres do DF expõem produtos no 21º Salão do Artesanato
Entre tradição, criatividade e um olhar cada vez mais atento à sustentabilidade, o 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras se consolida como uma das principais iniciativas nacionais dedicadas ao setor. A abertura ocorreu nesta quarta-feira (1º), e o evento segue até domingo (5), no Pavilhão do Parque da Cidade, com a presença de diversos estados. No estande da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), 40 artesãs e manualistas — empreendedoras selecionadas pelo projeto Cerrado Feminino e por grupos do segmento — encantam o público com produtos que unem talento, tradição e identidade. O 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras conta com a participação de 40 artesãs e manualistas selecionadas pelo projeto Cerrado Feminino | Foto: Samuel Marques/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que o Salão do Artesanato é considerado uma das principais vitrines para a produção da capital, reunindo peças que expressam a diversidade cultural, a identidade e a criatividade dos profissionais locais. “A iniciativa fortalece a economia criativa, amplia oportunidades de comercialização e promove o reconhecimento do artesanato como patrimônio cultural e turístico do DF”, afirmou. A entrada é gratuita e conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Memp), do Sebrae-DF, do Senac-DF e dos governos de Minas Gerais e Goiás. No local, é possível encontrar biojoias, bolsas, bonecas, bordados, costura criativa, crochê e peças de decoração — criações que carregam histórias de vida e representam o empreendedorismo feminino e a autonomia econômica das expositoras. O salão reúne 21 estados e o Distrito Federal em uma grande vitrine da produção artesanal brasileira, com exposição e comercialização de cerca de 100 mil peças, além de oficinas, gastronomia e programação cultural para toda a família. Participam presencialmente mais de 500 artesãos, além de associações e coletivos que ampliam o alcance da iniciativa. Entidades como a Confederação Brasileira de Artesãos (Conart) e a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts) também marcam presença. O evento celebra a diversidade cultural do país e o talento de quem produz arte com as próprias mãos. A programação inclui oficinas de artesanato e gastronomia, apresentações musicais, praça de alimentação, brinquedoteca e áreas de descanso, reunindo famílias e visitantes de todas as idades. Valéria Lamounier, expositora de costura criativa: "Estamos aqui representando a Secretaria da Mulher, que tem feito muito pelas artesãs da cidade. Convido a população a vir conhecer as peças exclusivas apresentadas neste salão" Empreendedorismo feminino O estande da SMDF no 21º Salão do Artesanato apresenta resultados das ações voltadas a mulheres de todo o DF, com capacitações e projetos que valorizam o empreendedorismo. A pasta investe continuamente em iniciativas de apoio, com qualificação técnica e parcerias institucionais para ampliar o acesso ao crédito. Também oferece espaços de acolhimento e orientação para negócios, assistência às mulheres e programas de inserção no mercado de trabalho, com foco na elaboração de currículos, redes de apoio e empregabilidade. [LEIA_TAMBEM]“Estamos aqui representando a Secretaria da Mulher, que tem feito muito pelas artesãs da cidade. Convido a população a vir conhecer as peças exclusivas apresentadas neste salão. Essa é uma oportunidade única”, disse a expositora de costura criativa Valéria Lamounier, de 59 anos. Realizado em Brasília desde 2008, o Salão do Artesanato soma 17 edições na capital e quatro em São Paulo. Um dos maiores eventos do segmento no país, reúne anualmente produções de todas as regiões brasileiras, com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e do Sebrae.
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Março Mais Mulher 2026 impacta mais de 170 mil mulheres no DF
Março foi um mês de histórias, recomeços e novas oportunidades para milhares de mulheres no Distrito Federal. Com mais de 170 mil pessoas atendidas direta ou indiretamente, o Março Mais Mulher 2026 consolidou-se como uma das maiores mobilizações em prol das mulheres realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), ampliando o acesso a serviços de acolhimento, capacitação, orientação e geração de renda. Ao longo dos 31 dias, a pasta reforçou iniciativas permanentes e ampliou a presença das ações em diversas regiões administrativas. Com a intensificação de atividades itinerantes e o aumento dos atendimentos, mais mulheres foram alcançadas, fortalecendo a rede de proteção em todo o DF. Além dos grandes eventos, mais de 180 iniciativas foram realizadas, incluindo palestras em escolas, rodas de conversa, oficinas sobre violência digital, capacitações e atividades comunitárias. Mais de 170 mil pessoas atendidas pela ação Março Mais Mulher 2026, que ofereceu atividades diversas e serviços de acolhimento, capacitação, orientação e geração de renda ao longo do mês | Foto: Divulgação/SMDF Ao ressaltar o alcance das ações e o impacto direto na vida das mulheres, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância de políticas públicas que cheguem a quem mais precisa. “O calendário dedicado ao público feminino levou acolhimento, oportunidades e dignidade para milhares de mulheres. Com isso, garantimos não apenas o acesso à proteção, mas também às condições necessárias para que cada uma construa sua autonomia.” A governadora enfatizou ainda que os resultados alcançados em março refletem um trabalho contínuo desenvolvido pelo Estado ao longo de todo o ano. Entre os destaques do período, o programa Movimente mobilizou milhares de mulheres em torno do empreendedorismo feminino, em parceria com o Sebrae. A iniciativa promoveu palestras, oficinas e painéis voltados à qualificação profissional, inovação e geração de renda, incentivando mulheres a desenvolverem seus negócios ou ingressarem no mercado de trabalho. "Conseguimos ampliar atendimentos, fortalecer a rede de proteção e, principalmente, garantir que mais mulheres tenham acesso a oportunidades reais de transformação de vida" Giselle Ferreira, secretária da Mulher As ações também contemplaram cultura, bem-estar e inclusão social. O projeto Realize com Pipoca proporcionou momentos de lazer para mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo acesso ao cinema e fortalecendo vínculos. Já o lançamento da loja colaborativa do Cerrado Feminino, no Shopping JK, destacou o talento de empreendedoras locais e incentivou a geração de renda, com funcionamento previsto até o fim de abril. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, destacou o caráter estratégico do mês. “O balanço do Março Mais Mulher 2026 mostra que estamos no caminho certo. Conseguimos ampliar atendimentos, fortalecer a rede de proteção e, principalmente, garantir que mais mulheres tenham acesso a oportunidades reais de transformação de vida”, afirmou. Segundo ela, a atuação integrada e a expansão das ações itinerantes foram fundamentais para alcançar resultados expressivos. No eixo de acolhimento, a Casa da Mulher Brasileira Itinerante desembarcou em Planaltina, levando atendimento psicossocial, orientação jurídica e encaminhamentos para a rede de proteção para mais de 400 mulheres. Além disso, 25 assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher tiveram um dia de modelo ao participarem do desfile Tecidas de Histórias, que ocorreu na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O Congresso Realize reuniu centenas de mulheres em um dia de capacitação, troca de experiências e incentivo ao empreendedorismo A Corrida Circuito da Mulher, na Praça do Buriti, reuniu mais de 8,7 mil mulheres, em uma mobilização que integrou esporte, saúde e valorização do protagonismo feminino. Ao longo do dia, atividades de bem-estar e incentivo à prática esportiva promoveram integração, celebração e fortalecimento coletivo, simbolizando a força e a união das mulheres na cidade. O encerramento do calendário ficou por conta do Congresso Realize, que reuniu centenas de mulheres em um dia de capacitação, troca de experiências e incentivo ao empreendedorismo, simbolizando o impacto positivo construído ao longo de todo o mês. A participante do congresso, Maria Eunice Ramos destacou a importância da presença do Estado. “Quando ações sociais chegam até nós, faz toda a diferença. É esse apoio que nos dá confiança, orientação e oportunidades reais para mudar de vida e acreditar que é possível ir mais longe”, disse a moradora de Vicente Pires. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Cadastro aberto para artesãs atuarem na loja Cerrado Feminino
A Secretaria da Mulher (SMDF) está com inscrições abertas para o cadastro reserva do programa Cerrado Feminino, iniciativa que seleciona artesãs e manualistas para a comercialização de produtos em lojas colaborativas. As interessadas podem se inscrever neste link. O cadastro, realizado pela Subsecretaria de Promoção das Mulheres (SUBPM), é contínuo e integra o banco de vagas da pasta. A seleção contempla sete tipologias artesanais, com três mulheres escolhidas em cada categoria, definida por curadoria do Sebrae no Distrito Federal. Ao todo, 21 artesãs participam de cada ciclo, com permanência de três meses. Artesãs e manualistas do Distrito Federal podem se inscrever para o cadastro reserva do programa Cerrado Feminino | Foto: Divulgação/SMDF A proposta do programa é ampliar oportunidades de geração de renda, incentivar o empreendedorismo feminino e valorizar a produção artesanal autoral. Na primeira etapa, 106 mulheres foram selecionadas por chamamento público. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca o impacto da iniciativa. “O Cerrado Feminino conecta o trabalho das artesãs ao público, valorizando histórias, cultura e a força produtiva das mulheres”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Quem pode participar Podem se inscrever mulheres maiores de 18 anos, residentes no Distrito Federal, que atuem como artesãs ou manualistas e desenvolvam produtos autorais e sustentáveis. Também é necessário ter interesse em comercializar em feiras e espaços institucionais. A seleção prioriza mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica ou vítimas de violência doméstica e familiar. Entre os critérios de pontuação estão renda familiar, inscrição no CadÚnico, condição de chefe de família ou mãe solo, presença de pessoas com deficiência na família e participação em cursos de qualificação. Também contam pontos a posse de carteiras profissionais do setor e experiências anteriores em capacitações. Podem se inscrever no programa mulheres maiores de 18 anos, residentes no DF, que atuem como artesãs ou manualistas e desenvolvam produtos autorais e sustentáveis Capacitação e autonomia Além da venda dos produtos, as participantes têm acesso a cursos de capacitação e formação empreendedora, com foco na gestão e no fortalecimento dos pequenos negócios. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressalta o alcance social do programa. “A iniciativa abre caminhos para que mulheres superem barreiras e conquistem autonomia financeira com dignidade e reconhecimento”, pontua. Lojas em funcionamento A loja da Feira da Torre de TV, inaugurada em 2025, funciona aos fins de semana, das 9h às 17h, com produtos artesanais variados. Já a unidade do JK Shopping, aberta em março deste ano, reúne 40 expositoras e segue em funcionamento até 30 de abril, das 10h às 22h. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Governador Ibaneis Rocha participa de evento de conscientização contra a violência de gênero
O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), do pré-lançamento do evento Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio, na Floresta Nacional de Brasília (Flona), em Taguatinga Sul. A iniciativa, marcada para agosto, visa unir o esporte à conscientização sobre a importância do combate à violência contra a mulher. “São duas bandeiras que me preocupam muito. Uma é a questão do esporte, pela importância no combate às drogas, na melhoria da saúde, da qualidade de vida e do psicológico. E a outra pauta que me preocupa muito, e com a qual não fiquei apenas na preocupação, fui para a ação, é a questão da violência doméstica”, destacou o chefe do Executivo. O governador Ibaneis Rocha esteve no pré-lançamento do evento Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio, na manhã deste sábado (21): "É uma bandeira que tem que ser defendida" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Na sequência, Ibaneis Rocha elencou algumas das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para o enfrentamento dos crimes de violência de gênero, como a criação da Secretaria da Mulher, a construção de Casas da Mulher Brasileira em diferentes regiões e a tarifa gratuita em ônibus e metrô para mulheres vítimas de violência. “E fiz uma coisa que eu não gostaria de [precisar] ter feito, que foi criar uma pensão para os filhos das vítimas de feminicídio. Infelizmente, hoje nós temos centenas de crianças nessa situação, para vocês saberem o tamanho da gravidade. Então, é uma preocupação muito grande, é uma bandeira que tem que ser defendida”, ressaltou. Pedalada e caminhada A ação esportiva é organizada pelos grupos Pedal Cor de Rosa, Brutas e Pedal do Zeca. No encontro deste sábado, houve café da manhã, sorteio de brindes e camisetas do evento oficial, além da distribuição de inscrições gratuitas para os que chegaram primeiro. “É uma luta à qual precisamos dar voz e visibilidade. É um evento novo, inédito, que vai ocorrer em agosto, no Parque da Cidade, e o objetivo é o enfrentamento ao feminicídio”, apontou Jessica Cytrus, fundadora do Brutas. “A ideia nasceu depois que eu fui vítima de violência doméstica em casa e quase morri. Então resolvi ampliar meu objetivo de vida, unindo o projeto Brutas ao enfrentamento do feminicídio, depois do que vivi”, acrescentou. Jessica Cytrus, fundadora do grupo Brutas: "É uma luta à qual precisamos dar voz e visibilidade. É um evento novo, inédito, que vai ocorrer em agosto, no Parque da Cidade, e o objetivo é o enfrentamento ao feminicídio" As participantes também exaltaram a importância da iniciativa. “A gente está aqui hoje para promover essa pauta do feminicídio, para trazer um olhar para a importância desse assunto na nossa sociedade. E fortalecendo as mulheres, promovendo esse encontro para que elas se fortaleçam, se sintam encorajadas a denunciar, a falar se estiverem passando por esse tipo de situação ou então apoiar outras que possam estar passando por isso”, defendeu a analista de TI Dayane Freire. “As mulheres precisam ocupar mais espaços e com segurança. A gente precisa estar onde deve estar e onde quer estar — no esporte, na vida, no trabalho, nas nossas profissões —, e a gente precisa fazer isso livre, sem se sentir ameaçada”, emendou a personal trainer Thaís Than. No encontro, houve café da manhã, sorteio de brindes e camisetas, além da distribuição de inscrições gratuitas para o Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio Proteção à mulher O Distrito Federal conta hoje com um Plano Distrital de Combate à Violência contra a Mulher. Previsto na Lei nº 14.899/2024, o plano reúne metas, ações e projetos estratégicos voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar, além de outras formas de violência que atingem mulheres e meninas, como a violência sexual, patrimonial, institucional e a violência política de gênero. De acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio, somente no primeiro semestre do ano passado foram prestados 24.983 atendimentos psicossociais, com o acolhimento de 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF. O observatório reúne dados sobre saúde, escolaridade, emprego, programas sociais e segurança pública, servindo de base para a formulação de políticas públicas cada vez mais eficazes e alinhadas à realidade das mulheres do Distrito Federal.
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