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Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Serviços do Na Hora serão suspensos no sábado 10 de outubro

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Os serviços das unidades de atendimento do Na Hora, órgão da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), serão suspensos no sábado, 10 de outubro de 2026. A medida foi estabelecida pela Portaria nº 951, de 1º de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a pedido do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta-DF). A suspensão permitirá que os servidores tenham um período prolongado de descanso em razão do feriado de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado na segunda-feira. Não haverá atendimento ao público no sábado, e os serviços serão retomados normalmente no dia 13 de outubro. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Na Hora Perícia Médica Federal realiza mutirão para antecipar mais de 600 perícias

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A unidade do Na Hora Perícia Médica Federal, no Setor Comercial Sul (SCS), realiza, de 18 a 30 de setembro, um mutirão para antecipar perícias médicas que já estão agendadas nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Distrito Federal. Os atendimentos da força-tarefa ocorrerão sempre no período da tarde. A iniciativa tem como objetivo contribuir para a redução da fila de espera por perícias nas agências do INSS, aproveitando a capacidade de atendimento disponível na unidade do Na Hora Perícia Médica Federal. A previsão é que sejam realizadas mais de 600 perícias durante o mutirão, com uma média de 60 antecipações por dia. A medida busca dar maior agilidade aos atendimentos e otimizar a utilização da estrutura e da capacidade operacional da unidade. Onde será realizado Os atendimentos ocorrerão na unidade do Na Hora Perícia Médica Federal, localizada no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 4, Bloco A, Edifício Luiz Carlos Botelho — Brasília/DF. O mutirão será realizado entre 18 e 30 de setembro, exclusivamente no período vespertino. A antecipação é destinada a pessoas que já possuem perícia médica agendada nas agências do INSS no Distrito Federal. A convocação para o atendimento antecipado seguirá os procedimentos definidos para a força-tarefa. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Nova composição do Conselho Distrital de Direitos Humanos toma posse para o biênio 2026–2028

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) empossou, na terça-feira (30), a nova composição do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH), que atuará no biênio 2026–2028. A solenidade, realizada no auditório do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), marcou o início de uma nova gestão do colegiado, formado por representantes do poder público e da sociedade civil, reafirmando o compromisso com a participação democrática, a pluralidade institucional e o fortalecimento das políticas públicas de direitos humanos no Distrito Federal. Ao todo, 52 conselheiros, entre titulares e suplentes, tomaram posse para atuar na promoção, proteção e defesa dos direitos humanos no DF. A cerimônia reuniu autoridades e representantes de instituições parceiras, entre elas a presidenta do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), Ivana Leal; a delegada-chefe adjunta da Decrin, Ângela Maria; o representante da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), Daniel Alves; a representante do Ministério Público, Adalgiza Maria Aguiar; o representante da OAB-DF, Paulo Maurício; e o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana. Eleição da presidência No dia seguinte à posse, na quarta-feira (1º), os novos conselheiros se reuniram na Sala de Comissões da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para eleger a presidência e a vice-presidência do CDPDDH. Ao todo, 52 conselheiros, entre titulares e suplentes, tomaram posse para atuar na promoção, proteção e defesa dos direitos humanos no DF | Foto: Divulgação/Sejus-DF O processo ocorreu de forma democrática e participativa, com três candidaturas à presidência e uma à vice-presidência. Ao final da votação, foi eleito presidente Idamar Borges Vieira, representante da Associação Casa Rosa Cultural e Assistencial. Para a vice-presidência, foi eleito Rodrigo Barbosa, representante da Sejus-DF. Com a nova composição e a definição da mesa diretora, o Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos inicia um novo ciclo de atuação voltado para o fortalecimento do diálogo entre poder público e sociedade civil, ampliando a participação social na construção, no acompanhamento e na avaliação das políticas públicas de direitos humanos. A gestão 2026–2028 terá como missão consolidar o CDPDDH como um espaço permanente de escuta, articulação e controle social, contribuindo para a promoção da cidadania, da dignidade humana e da garantia dos direitos fundamentais de toda a população do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Protagonista da Casa supera marca de 13 mil mulheres capacitadas no DF

Depois de anos dedicados à família e aos afazeres domésticos, a diarista Maria das Graças Santos, 52 anos, encontrou no Protagonista da Casa uma oportunidade de adquirir novos conhecimentos e aperfeiçoar práticas que já fazem parte da sua rotina. Participante do módulo II do curso, realizado nesta semana na Comunidade Evangélica Novo Tempo, em Ceilândia, ela destaca que o aprendizado sobre planejamento doméstico e educação financeira já começou a fazer diferença dentro de casa. “Às vezes, a gente acha que já sabe organizar a casa e cuidar do dinheiro, mas sempre existe algo novo para aprender. Saio daqui com mais conhecimento e com ideias que vão me ajudar a economizar e a planejar melhor as despesas da minha família”, afirma. A experiência de Maria das Graças reflete a trajetória de milhares de mulheres atendidas pelo Protagonista da Casa, projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Desde a criação da iniciativa, em fevereiro de 2025, mais de 13 mil mulheres já foram beneficiadas pelos três primeiros módulos da capacitação, oferecida em todas as regiões administrativas do DF, com média de cinco turmas semanais. Nesta semana, outras 100 participantes estão sendo capacitadas. Na terça-feira (8), mais de 50 mulheres participaram do módulo II, realizado na Comunidade Evangélica Novo Tempo. A etapa aborda planejamento doméstico e educação financeira, oferecendo orientações práticas para a administração do orçamento familiar e a organização das finanças do dia a dia. A programação continua nos próximos dias. Na quinta-feira (11), uma nova turma participará do módulo I no Instituto Realizando Sonhos, em Ceilândia. Já na segunda-feira (15), o mesmo conteúdo será oferecido na Comunidade Evangélica Novo Tempo. Essa etapa apresenta conceitos básicos de organização do lar e de rotinas domésticas. Nesta semana, outras 100 participantes estão sendo capacitadas | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF O módulo III, voltado à organização funcional dos ambientes, será ministrado pela organizadora profissional Yêdda Correia nos dias 22, na Comunidade Evangélica Novo Tempo, em Ceilândia, e 23, na Igreja Presbiteriana Renovada, no Gama Leste. “Quando a casa está organizada, sobra mais tempo, mais tranquilidade e mais qualidade de vida para toda a família. Nosso objetivo é mostrar que pequenas mudanças na rotina podem gerar grandes transformações no dia a dia das mulheres”, ressalta Yêdda Correia. Autonomia financeira e geração de renda O Protagonista da Casa foi desenvolvido para fortalecer a autonomia das mulheres por meio de conhecimentos que podem ser aplicados tanto na vida pessoal quanto em oportunidades de geração de renda. A iniciativa integra as ações da Sejus-DF voltadas para o fortalecimento feminino e para a promoção da cidadania. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, os resultados demonstram o alcance e a importância social do programa. “O Protagonista da Casa vai muito além da organização do lar. É uma iniciativa que promove conhecimento, fortalece a autoestima e amplia oportunidades para milhares de mulheres em todo o Distrito Federal. Os números alcançados mostram a relevância desse trabalho e o compromisso da Sejus com a transformação social”, afirma. Ao longo de pouco mais de um ano de execução, o projeto consolidou-se como uma das principais iniciativas de capacitação da Sejus, levando conhecimento, acolhimento e oportunidades para mulheres de diferentes perfis e realidades em todo o Distrito Federal. Programação do mês de junho do Protagonista da Casa 11/6 – 20h Local: Instituto Realizando Sonhos (QNQ 2 conjunto 7 casa 13 - Ceilândia) 15/6 – das 15h às 17h Local: Comunidade Evangélica Novo Tempo (Setor O, QNO 8 – Ceilândia) 22/6 – das 15h às 17h Local: Comunidade Evangélica Novo Tempo (Setor O, QNO 8 – Ceilândia) 23/6 – das 19h às 21h Local: Igreja Presbiteriana Renovada (Quadra 36, Lotes 24/26 – Gama Leste ) *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Banco de Talentos leva empreendedorismo feminino à Expotchê

Quem visita a 33ª Expotchê, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, encontra muito mais do que tradição, cultura e gastronomia gaúcha. Até o próximo dia 14 de junho, um espaço especial no centro da feira reúne histórias de superação, criatividade e independência financeira por meio do Banco de Talentos, iniciativa que integra o programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Realizado por meio da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav), o projeto disponibiliza espaços gratuitos para a comercialização de produtos e serviços confeccionados por mulheres atendidas nos núcleos do Direito Delas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social ou vítimas de violência. Na Expotchê, o público pode conhecer e adquirir peças artesanais produzidas por empreendedoras do DF, como acessórios, itens de decoração, vestuário, bordados, trabalhos em tricô e produtos para o lar. O estande funciona como uma grande vitrine para os talentos femininos, ampliando oportunidades de geração de renda, fortalecendo a autoestima e incentivando a autonomia econômica das participantes. Entre os visitantes que passaram pelo estande estava a servidora pública Carla Mendes, 70 anos, que se encantou com os produtos expostos e aproveitou para levar para casa peças de tricô para decoração. “Fiquei impressionada com a qualidade e o acabamento dos produtos. Quando descobri que eram feitos por mulheres participantes do programa, achei ainda mais especial. Comprei algumas peças para decorar minha casa e saio daqui feliz por contribuir com uma iniciativa tão importante”, afirma. O estande funciona como uma grande vitrine para os talentos femininos, ampliando oportunidades de geração de renda, fortalecendo a autoestima e incentivando a autonomia econômica das participantes | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Empreendedorismo que transforma vidas Além da participação na Expotchê, o Banco de Talentos promove feiras em espaços públicos e privados, como shoppings, eventos e ações comunitárias em diversas regiões administrativas do Distrito Federal. O projeto também oferece mentorias, oficinas, cursos de qualificação profissional e atividades voltadas à economia solidária. Desde o ano passado, mais de 600 mulheres já foram beneficiadas pela iniciativa. Desse total, mais de 80% eram vítimas de violência ou viviam em situação de vulnerabilidade social. A participação nas feiras é voluntária e todo o valor arrecadado com as vendas é integralmente destinado às expositoras. O secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, destaca que o Banco de Talentos vai além da geração de renda, promovendo transformação social e fortalecimento da autonomia feminina. “Quando criamos oportunidades para que essas mulheres desenvolvam seus talentos e conquistem independência financeira, estamos também fortalecendo sua autoestima, sua autonomia e sua capacidade de construir novos projetos de vida. Essa é uma política pública que gera impacto real na vida das pessoas”, ressalta. Já a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Sejus, Uiara Mendonça, responsável pela coordenação do programa Direito Delas, destaca que a iniciativa integra uma estratégia mais ampla de enfrentamento à violência contra a mulher. “Muitas das participantes enfrentaram situações de violência ou vulnerabilidade social. Ao oferecer capacitação, mentorias, espaços de comercialização e oportunidades de geração de renda, ajudamos a criar caminhos concretos para que elas reconstruam suas trajetórias com mais segurança, autonomia e dignidade”, explica. Na Expotchê, o público pode conhecer e adquirir peças artesanais produzidas por empreendedoras do DF, como acessórios, itens de decoração, vestuário, bordados, trabalhos em tricô e produtos para o lar Direito Delas Criado para oferecer suporte às vítimas de violência e seus familiares, o programa Direito Delas já soma mais de 17 mil atendimentos realizados e se consolidou como uma das principais políticas públicas do DF no enfrentamento à violência de gênero. A iniciativa conta com uma equipe multiprofissional que atua no acolhimento, orientação e acompanhamento das mulheres atendidas, promovendo não apenas a proteção imediata, mas também o fortalecimento da autonomia e a reconstrução de trajetórias. Além do acolhimento, o programa investe em ações voltadas à independência financeira das participantes, por meio de capacitações profissionais, encaminhamento para oportunidades de renda e projetos como o Banco de Talentos, fortalecendo o protagonismo feminino. Atualmente, o Direito Delas conta com 12 núcleos de atendimento distribuídos pelo Distrito Federal. O mais recente foi inaugurado em Águas Claras, em março deste ano. Com a ampliação constante da rede de proteção, o programa reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal de promover justiça, cidadania e dignidade para as mulheres e suas famílias. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Evento promove diálogo sobre família, dignidade e envelhecimento da população LGBTQIA+ no DF

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Igreja Inclusiva Cidade do Refúgio, promove, neste sábado (30), das 9h às 12h, o evento Entre Laços e Vidas: Família e Dignidade LGBTQIA+, na própria Igreja Inclusiva Cidade do Refúgio, em Vicente Pires. A iniciativa será realizada em formato de roda de conversa e vai abordar temas como adoção, barriga solidária e envelhecimento da população LGBTQIA+, fortalecendo informação, acolhimento e cidadania. A programação contará com momentos de fala, escuta e troca de experiências entre participantes, comunidade e representantes da rede de proteção social. Entre os temas debatidos estarão os direitos assegurados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para adoção por pessoas LGBTQIA+, os caminhos legais para a formação familiar no Brasil e as regras previstas pelo Conselho Federal de Medicina para a gestação por substituição sem fins lucrativos. O coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (CoorLGBT) da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, destaca que o encontro busca ampliar o acesso à informação e fortalecer vínculos comunitários. “Falar sobre família, afeto e dignidade também é falar sobre direitos humanos. O evento cria um espaço seguro de acolhimento e diálogo, onde as pessoas LGBTQIA+ podem compartilhar experiências, esclarecer dúvidas e fortalecer redes de apoio fundamentais para a garantia da cidadania”, afirma. O bate-papo aberto permitirá que os participantes compartilhem vivências e construam propostas de fortalecimento da rede local de apoio | Foto: Divulgação/Sejus-DF Outro eixo da programação será o envelhecimento LGBTQIA+, com reflexões sobre invisibilidade social, direito ao cuidado, saúde, acolhimento e fortalecimento da rede de apoio formada por familiares, comunidade e instituições. O debate também terá como base o Estatuto do Idoso e os princípios de igualdade e não discriminação. O bate-papo aberto permitirá que os participantes compartilhem vivências e construam propostas de fortalecimento da rede local de apoio, além da divulgação de serviços e orientações oferecidos pelo poder público e instituições parceiras. Para o secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, ações como essa fortalecem o compromisso do Governo do Distrito Federal com políticas públicas inclusivas e de promoção da dignidade humana. “Promover espaços de diálogo e acolhimento é fundamental para assegurar direitos, combater preconceitos e fortalecer políticas públicas que reconheçam e respeitem a diversidade da população LGBTQIA+”, afirma. Programação 9h20 – Bloco 1: Direito à família (adoção e barriga solidária) Adoção por pessoas LGBTQIA+ Processo de adoção no Brasil Mitos e preconceitos ainda existentes Gestação por substituição sem fins lucrativos Caminhos jurídicos para reconhecimento da filiação 10h20 – Bloco 2: Envelhecimento LGBTQIA+ Invisibilidade e riscos sociais Direito à dignidade, saúde e cuidado Importância da rede de apoio 10h50 – Intervalo 11h – Bate-papo aberto Espaço de fala e escuta Troca de experiências 11h40 – Encaminhamentos Divulgação de serviços e orientações Fortalecimento da rede local de apoio Possíveis ações futuras 12h – Encerramento Síntese Mensagem final de acolhimento   *Com informações da Sejus-DF

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Após escolas particulares, empresas aderem à campanha Educação Vem do Berço no DF

O que antes seria um uniforme sem utilização agora se transforma em roupinhas, mantas, bolsas e itens de enxoval para bebês em situação de vulnerabilidade social. A campanha Educação Vem do Berço, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), ganhou um novo reforço: além das escolas particulares, empresas públicas e privadas passaram a aderir à iniciativa, destinando peças de vestuário que são reaproveitadas nas oficinas de costura da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF). Entre as instituições parceiras estão Correios, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Maqcampo John Deere e o Santuário do Imaculado Coração de Maria. A partir dos uniformes doados por essas empresas e instituições, já foram produzidas mais de 1,2 mil peças infantis destinadas aos enxovais entregues para o programa Nasce uma Estrela. Os uniformes cedidos pelos Correios resultaram na produção de cerca de 500 peças infantis — a maior produção entre os parceiros até o momento. Como os uniformes eram novos, o aproveitamento do material foi integral, permitindo inclusive a confecção de trocadores, além dos conjuntos infantis. Já os uniformes doados pelo ICMBio possibilitaram a produção de pelo menos 200 peças. A Maqcampo John Deere contribuiu para a fabricação de cerca de 400 itens e o Santuário do Imaculado Coração de Maria viabilizou a produção de aproximadamente 100 peças. A partir dos uniformes doados por essas empresas e instituições, já foram produzidas mais de 1,2 mil peças infantis destinadas aos enxovais entregues para o programa Nasce uma Estrela | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Pelas mãos dos reeducandos A produção ocorre nas oficinas de costura da Funap, onde homens e mulheres em cumprimento de pena realizam todas as etapas do trabalho: descaracterizam os uniformes, cortam os tecidos e confeccionam novas peças infantis, como pijamas, mantas, conjuntos, saias, meias, luvas e bolsas. Desde o início da campanha, em maio de 2025, mais de 15 mil uniformes escolares foram arrecadados em mais de 10 escolas particulares do Distrito Federal. Todo o material é reaproveitado na produção dos enxovais distribuídos às participantes do programa Nasce uma Estrela, iniciativa da Sejus-DF voltada ao atendimento de gestantes e mães em situação de vulnerabilidade social. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, a ampliação das parcerias fortalece o alcance social da campanha e mostra como diferentes setores podem contribuir com ações transformadoras. “A campanha Educação Vem do Berço une solidariedade, sustentabilidade e ressocialização em uma única iniciativa. Cada uniforme reaproveitado se transforma não apenas em uma peça infantil, mas também em oportunidade, dignidade e acolhimento para quem produz e para quem recebe”, destaca o secretário. Atualmente, cerca de 50 reeducandos e reeducandas participam da confecção dos enxovais e de outros projetos de costura coordenados pela Funap-DF na Penitenciária Feminina do DF (PFDF), no Centro de Internamento e Reeducação (CIR) e na sede da fundação, no SIA. Além da remissão de pena e da ocupação produtiva, o projeto oferece capacitação profissional e abre caminhos para a reinserção no mercado de trabalho após o cumprimento da pena. “Esse trabalho representa a mudança da minha vida. Além de aprender uma profissão, sei que o que faço vai aquecer e proteger um bebê. Isso dá orgulho”, conta Leonardo Silva (nome fictício), um dos reeducandos responsáveis pelo corte das peças. O programa Nasce uma Estrela já beneficiou mais de 3 mil mulheres em todo o Distrito Federal Para Mônica Martins, de 48 anos, costureira que cumpre prisão domiciliar, a oficina também simboliza recomeço. “A cada bolsa, coloco meu carinho e minha gratidão. Transformar algo usado em algo novo é também o que acontece conosco”, afirma. A diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins, destaca que o projeto vai além da produção dos enxovais. “A cada peça confeccionada, os reeducandos reafirmam sua capacidade de reconstruir caminhos. É um trabalho que resgata a dignidade, gera aprendizado e devolve sentido à vida”, afirma. O programa Nasce uma Estrela já beneficiou mais de 3 mil mulheres em todo o Distrito Federal. Além da entrega dos enxovais, a iniciativa promove cursos, rodas de conversa, atendimentos psicossociais e orientações sobre cuidados com o bebê, aleitamento materno, planejamento familiar e fortalecimento de vínculos. As escolas particulares interessadas em aderir à campanha Educação Vem do Berço podem entrar em contato com o programa Voluntariado em Ação, responsável pela articulação das parcerias e pela logística de arrecadação, pelo WhatsApp (61) 98314-052. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Centro 18 de Maio lança anuário com análise sobre violência infantojuvenil no DF

Mais de 350 crianças e adolescentes vítimas de violência sexual foram atendidos pelo Centro Integrado 18 de Maio ao longo de 2024. Os dados, agora sistematizados no Anuário Centro Integrado 18 de Maio 2025, revelam um retrato detalhado da violência infantojuvenil no Distrito Federal e mostram quem são as vítimas, como os casos acontecem, quais os vínculos com os agressores e como ocorre a atuação da rede de proteção. Lançado na manhã desta terça-feira (26), na sede do Centro 18 de Maio, o documento reúne informações de 357 atendimentos realizados em 2024 e apresenta um panorama sobre as características da violência sexual contra crianças e adolescentes acolhidos pelo serviço especializado da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Perfil das vítimas e da violência Os dados apresentados no anuário mostram que 75,4% das vítimas atendidas em 2024 eram do sexo feminino. A maior parte dos casos envolveu situações de violência sexual recorrente praticada por pessoas conhecidas da vítima, especialmente familiares, padrastos, parentes próximos ou pessoas do convívio familiar. O levantamento aponta, ainda, que 64,1% das violências ocorreram dentro da residência da vítima ou do agressor, evidenciando o ambiente doméstico como principal local de ameaça e violação. Em muitos casos, o abuso acontecia de forma continuada e silenciosa, dificultando a identificação imediata pela rede de proteção. Lançado na manhã desta terça-feira (26), na sede do Centro 18 de Maio, o documento reúne informações de 357 atendimentos realizados em 2024 | Foto: Divulgação/Sejus-DF Outro dado importante revela que mães e responsáveis foram as principais pessoas procuradas pelas vítimas no momento da revelação da violência. Os encaminhamentos ao Centro 18 de Maio ocorreram principalmente por meio de conselhos tutelares, delegacias, unidades de saúde, escolas e órgãos do sistema de Justiça. As regiões administrativas com maior número de atendimentos registrados pelo Centro 18 de Maio foram Ceilândia, com 40 casos (11,2% do total); Samambaia, com 29 ocorrências (8,1%); Paranoá, com 24 casos (6,7%); Riacho Fundo, com 23 registros (6,4%); e Sobradinho, com 20 atendimentos (5,6%). Mais do que números, o anuário também apresenta reflexões sobre o que existe em cada atendimento: os impactos emocionais, sociais e familiares enfrentados pelas vítimas, além dos desafios cotidianos das equipes que atuam na proteção e no acolhimento dessas crianças e adolescentes. A coordenadora do Centro Integrado 18 de Maio, Joana D’Arc Fernandes, destacou que o documento ajuda a fortalecer a atuação da rede de proteção e amplia a compreensão sobre a realidade enfrentada pelas vítimas. “Cada atendimento exige sensibilidade, integração e atuação contínua para garantir segurança e cuidado às crianças, adolescentes e suas famílias”, afirmou. Já para a psicóloga e assessora técnica do Centro 18 de Maio, Tatiana Farias Moreira, uma das responsáveis pela elaboração do documento, o anuário “traz transparência ao trabalho realizado e fortalece a construção de políticas públicas baseadas em evidências.” Transparência e fortalecimento da rede Com 82 páginas, o anuário reúne ainda informações sobre o funcionamento do Centro 18 de Maio, o trabalho realizado em rede e os desafios enfrentados no combate à violência sexual infantojuvenil no Distrito Federal. O secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, ressaltou que o documento amplia a capacidade de atuação do poder público. “Essas informações permitem compreender melhor a realidade enfrentada pelas vítimas e fortalecer ações de prevenção, acolhimento e proteção”, afirmou. Na mesma linha, a subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes da Sejus-DF, Maria do Socorro Lucena de Araujo, destacou que “a transformação dessas informações em conhecimento qualificado amplia a capacidade de resposta do Estado diante das violências cometidas contra crianças e adolescentes”. Trabalho interinstitucional O anuário também destaca a parceria entre o Centro Integrado 18 de Maio, a Coordenação da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (CIJ/TJDFT) e o Observatório da Criança e do Adolescente, responsáveis por apoiar a sistematização e análise dos dados apresentados no documento, no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 05/2021. A assessora coordenadora da CIJ/TJDFT, Luana Pinheiro, destacou que o anuário representa um esforço conjunto para fortalecer políticas públicas fundamentadas em evidências e aprimorar a proteção integral de crianças e adolescentes. “O enfrentamento à violência sexual exige integração entre instituições e responsabilidade compartilhada. Nenhum órgão consegue enfrentar sozinho a complexidade dessas violações”, afirmou. O Anuário Centro Integrado 18 de Maio 2025 está disponível gratuitamente em versão digital no portal da  Secretaria de Justiça e Cidadania do DF. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Participantes do Viver 60+ de Samambaia Sul vivem tarde inesquecível no Cine Brasília

Uma tarde marcada por emoção, descobertas e encantamento. Assim foi a visita de mais de 50 participantes do programa Viver 60+, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), ao Cine Brasília. O grupo do polo de Samambaia Sul, localizado na UBS 5, participou de uma sessão especial do filme O Diabo Veste Prada 2, um dos lançamentos mais aguardados do ano. Para muitos dos idosos, a experiência foi histórica. Aquela era a primeira vez em uma sala de cinema — e logo em um dos patrimônios culturais mais emblemáticos da capital federal. Projetado por Oscar Niemeyer, o Cine Brasília foi inaugurado em 22 de abril de 1960, um dia após a entrega oficial de Brasília, e se tornou referência nacional pela arquitetura modernista e importância cultural. Localizado na Entrequadra Sul 106/107, próximo ao Eixo Rodoviário Sul, o espaço impressionou os participantes desde a chegada. A grandiosidade da sala, a dimensão da tela e a experiência coletiva despertaram emoção e encantamento no grupo. A aposentada Cleonice Vieira, 73 anos, viveu um momento ainda mais especial ao compartilhar a experiência com a neta Emily Silva, 13 anos. As duas conheceram uma sala de cinema pela primeira vez durante o passeio promovido pelo programa. “Esse programa é maravilhoso. Estou encantada com tudo, com a telona, com esse passeio e com essa turma maravilhosa. Quero viver isso de novo, mais e mais vezes”, contou Cleonice, emocionada ao fim da sessão. Emily também celebrou a oportunidade ao lado da avó. “Estou muito feliz. Não conhecia um cinema e realizei um sonho. Adorei o filme e, principalmente, esse passeio com a minha avó”, afirmou. Para muitos dos idosos, a experiência foi histórica porque aquela era a primeira vez em uma sala de cinema | Foto: Divulgação/Sejus-DF O secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, destacou que ações como essa vão além do lazer e fortalecem a inclusão social e o envelhecimento ativo da população idosa do DF. “Ver a emoção dessas pessoas vivendo algo inédito mostra a importância de políticas públicas que valorizem a convivência, a cultura e o bem-estar. O Viver 60+ transforma vidas justamente por proporcionar novas experiências, acolhimento e qualidade de vida”, ressaltou. Memórias, emoção e pertencimento Outra participante emocionada foi Maria das Graças Almeida, 69. Ela contou que acompanhou a construção do Cine Brasília ainda na juventude, quando trabalhava como babá em um prédio vizinho ao cinema, mas nunca havia conseguido entrar no local. “Você acredita que eu nunca tinha entrado aqui? Quando eu era nova, ficava imaginando todos os dias como seria aqui dentro. Estou emocionada de verdade. Já tinha até perdido a esperança de conhecer esse lugar, e, graças ao Viver 60+, estou vivendo esse sentimento único”, relatou. Para ela, o programa tem sido fundamental para melhorar a saúde emocional e fortalecer os vínculos sociais dos participantes. “O Viver 60+ ajuda a gente a sair da tristeza, da depressão e até dos remédios. Aqui fazemos amizades e voltamos a viver”, completou. A subsecretária de Políticas para o Idoso da Sejus, Dolores Ferreira, reforçou que o programa tem justamente o propósito de ampliar o acesso da população idosa a experiências de convivência, lazer e bem-estar. “Muitas pessoas idosas passaram a vida inteira sem acesso a espaços culturais, e momentos como esse mostram que nunca é tarde para viver novas experiências. O Viver 60+ promove pertencimento, autoestima e novas memórias para essas pessoas”, afirmou. A programação cultural continua na próxima semana. No dia 28, às 10h, será a vez de os participantes do polo da Ceilândia visitarem o Cine Brasília para assistir ao filme A Revolução dos Bichos. Qualidade de vida e envelhecimento ativo Coordenado pela Sejus-DF, o Viver 60+ promove qualidade de vida, convivência social e protagonismo para pessoas com 60 anos ou mais. O programa já atende mais de 15 mil idosos em todo o Distrito Federal e conta atualmente com 47 polos distribuídos em diversas regiões administrativas. As atividades incluem caminhadas, aulas de dança, alongamento, exercícios físicos, bate-papo, ações de bem-estar e iniciativas voltadas para o envelhecimento ativo e saudável. Os encontros são realizados gratuitamente em espaços comunitários, unidades de saúde, centros de convivência e equipamentos públicos parceiros, fortalecendo vínculos sociais e estimulando mais saúde física e emocional para os participantes. Além das atividades regulares, o programa também promove passeios e experiências culturais para os idosos, com visitas a pontos turísticos do Distrito Federal, sessões de cinema, idas ao zoológico e outras atrações culturais e de lazer. As ações têm como objetivo ampliar o acesso da população idosa a espaços de convivência, cultura e entretenimento, incentivando novas experiências e fortalecendo a autoestima e o sentimento de pertencimento dos participantes. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Aberta seleção para entidades e instituições de ensino que atuam com população em situação de rua

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) publicou, nesta quinta-feira (14), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Edital de Chamamento Público nº 03/2026, que abre processo seletivo para escolha de representantes da sociedade civil e de instituições de ensino superior que irão compor o Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política para Inclusão Social da População em Situação de Rua do Distrito Federal (Ciamp-Rua DF) no biênio 2026-2028.   O processo prevê a seleção de sete representantes titulares e sete suplentes, sendo seis vagas destinadas a organizações, entidades, movimentos, fóruns e coletivos da sociedade civil que atuem na promoção e defesa dos direitos da população em situação de rua, além de uma vaga para instituição de ensino superior pública, privada ou comunitária que desenvolva pesquisas ou estudos sobre o tema.   As inscrições começaram nesta quinta-feira (14) e poderão ser realizadas até 30 dias úteis após a publicação do edital, diretamente no gabinete da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir), no SAAN, Quadra 01, Lote C, Edifício Comércio Local Norte, 3º andar, sala 305, em Brasília, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. A documentação deverá ser entregue em envelope fechado, direcionado à Comissão de Seleção do Ciamp-Rua DF. Sejus abriu processo seletivo para escolha de representantes da sociedade civil e de instituições de ensino superior que irão compor o Ciamp-Rua DF no biênio 2026-2028 | Foto: Divulgação/Sejus-DF O secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, destacou a importância da participação social na formulação das políticas públicas voltadas à população em situação de rua. “A composição do Ciamp-Rua DF garante que as vozes da sociedade civil, dos movimentos sociais e das instituições de ensino superior estejam presentes na formulação das políticas públicas, reafirmando o compromisso do GDF com a promoção dos direitos da população em situação de rua, especialmente das pessoas em maior vulnerabilidade”, afirmou. Criado pelo Decreto nº 33.779/2012 e atualizado pelo Decreto nº 43.115/2022, o Ciamp-Rua DF atua de forma paritária, reunindo representantes do Governo do Distrito Federal, da sociedade civil e da própria população em situação de rua. O colegiado é responsável por acompanhar, monitorar e propor medidas relacionadas ao Plano Distrital para a População em Situação de Rua, promovendo ações integradas nas áreas de assistência social, saúde, educação, trabalho, moradia e direitos humanos.   O presidente-coordenador do Ciamp-Rua DF, Diego Moreno de Assis, ressaltou que o acompanhamento permanente das políticas públicas fortalece a rede de proteção social no DF. “O monitoramento contínuo e transparente do Plano Distrital é essencial para assegurar que os recursos sejam bem aplicados, que as ações alcancem seus objetivos e que as estratégias possam ser ajustadas sempre que necessário. Convidamos todas as entidades e instituições qualificadas a participarem deste edital para fortalecer ainda mais a rede de proteção e apoio à população em situação de rua no Distrito Federal”, destacou. O edital estabelece critérios técnicos para participação, incluindo comprovação de atuação mínima de um ano no Distrito Federal, experiência na promoção de direitos humanos da população em situação de rua e apresentação de documentação institucional e relatórios de atividades. Também serão considerados critérios como participação em colegiados, desenvolvimento de projetos sociais, produção de estudos e ações de extensão acadêmica relacionadas ao tema.   O resultado preliminar da seleção será divulgado no site oficial da Sejus-DF em até 30 dias úteis após a homologação das inscrições. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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