Conselho aprova plano de capacitação e nova versão do plano de gestão das águas do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal (CRH/DF) aprovou, em reunião realizada em 16 de setembro, dois documentos que orientam a gestão da água na capital: um plano de capacitação para quem atua na área e a nova versão do Plano de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos (PGIRH-DF). Capacitação de quem cuida da água O primeiro documento é o Plano de Capacitação do Progestão, programa nacional que apoia os estados e o DF na melhoria da gestão das águas por meio de metas pactuadas. Na prática, o plano organiza cursos e atividades de formação para os órgãos e colegiados que atuam no sistema de recursos hídricos do DF, ampliando a preparação técnica dos envolvidos. Plano de gestão das águas atualizado O segundo é o PGIRH 2026, que reúne diretrizes e ações para temas como qualidade e disponibilidade de água, segurança hídrica, saneamento, proteção de nascentes e áreas de recarga, controle da poluição e ordenamento do território. O plano serve de guia para a execução da Política de Recursos Hídricos no DF. A atualização foi acompanhada por um grupo de trabalho formado dentro do próprio Conselho, que analisou as etapas do plano e propôs melhorias. Entre elas estão a forma de representar as áreas mais vulneráveis à falta de água, a participação dos comitês de bacia e o detalhamento das informações sobre cobrança pelo uso da água, monitoramento e proteção dos mananciais. Participação da sociedade Antes da aprovação, o plano passou por audiência pública, em que foram analisadas 94 contribuições. Parte delas resultou em ajustes no texto, e outras viraram recomendações para serem acompanhadas na execução e em futuras revisões. O grupo de trabalho também ressaltou a importância de acompanhar o plano de perto, com responsáveis, metas, prazos e indicadores definidos para cada ação. Divulgação O PGIRH 2026 deverá ser divulgado a órgãos de gestão da água e de ordenamento territorial, empresas de saneamento, instituições de educação e saúde, usuários de recursos hídricos e à sociedade em geral, especialmente em ações de mobilização social. Os próximos passos envolvem o acompanhamento da execução das ações previstas, de forma conjunta entre o conselho, os órgãos gestores e os comitês de bacia. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Concluída seleção de organização para recuperar vegetação nativa na Bacia do Rio Melchior
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicado o resultado definitivo do Edital de Chamamento Público Sema/Funam nº 01/2026, que selecionou Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos para atuar, em regime de mútua cooperação, na execução do Projeto de Recomposição da Vegetação Nativa na Bacia do Rio Melchior em Áreas de Preservação Permanente (APP) e Zonas de Recarga. O Projeto Melquior, como também é conhecido, foi concebido como demanda induzida pela Subsecretaria de Gestão de Águas e Resíduos Sólidos (Sugars), em parceria com a Subsecretaria de Assuntos Estratégicos (Suest) da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), aprovado pelo Conselho de Administração do Funam (CAF) e conta com financiamento do Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam). De acordo com o edital, a parceria prevê ações de recuperação ambiental em trechos de 100 hectares da bacia do rio Melchior classificados como áreas de preservação permanente (APPs) e zonas de recarga hídrica, regiões consideradas estratégicas para a manutenção de mananciais no Distrito Federal, além de prever ações de educação ambiental com a população do entorno e estudantes da rede pública. A publicação do resultado definitivo encerra a etapa de seleção da OSC, cabendo agora os trâmites administrativos para formalização da parceria por meio do termo de cooperação. É previsto o início da execução das atividades ainda este ano. Mais informações sobre o edital, critérios de seleção e cronograma de execução podem ser consultadas no site da Sema-DF, neste endereço eletrônico. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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GDF regulamenta pesca sustentável no Lago Paranoá
O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou o Decreto nº 48.780, de 15 de junho de 2026, que regulamenta a Lei nº 7.399/2024 e estabelece regras para a prática, a gestão e a fiscalização da pesca no Lago Paranoá. A norma tem como objetivos compatibilizar a atividade pesqueira com a conservação da biodiversidade, incentivar as modalidades recreativa, esportiva e profissional de forma sustentável e organizar o uso dos recursos pesqueiros em integração com as demais atividades realizadas no lago. Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a regulamentação representa um avanço na proteção ambiental e na valorização das pessoas que utilizam o Lago Paranoá para trabalho, lazer e convivência. “Estamos estabelecendo regras claras para proteger o Lago Paranoá e, ao mesmo tempo, permitir que a pesca seja praticada de forma segura, responsável e sustentável. O lago é um patrimônio de Brasília e precisa ser cuidado para que continue gerando oportunidades, qualidade de vida e benefícios para as próximas gerações”, afirma a governadora. Com o novo regulamento, ficam disciplinadas as modalidades de pesca profissional artesanal, amadora, esportiva, subaquática, científica e de subsistência. Cada atividade deverá respeitar as exigências de licenciamento, os períodos de defeso, as espécies protegidas, os limites de captura e as áreas de restrição. Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, o decreto oferece maior segurança jurídica aos pescadores e fortalece a capacidade de gestão e fiscalização do poder público. “Estamos conciliando conservação ambiental, ordenamento da atividade pesqueira e uso responsável do Lago Paranoá. A regulamentação define onde, como e por quem a pesca pode ser realizada, fortalece o monitoramento e cria melhores condições para proteger a biodiversidade e os múltiplos usos do lago”, destaca o secretário. Com o novo regulamento, ficam disciplinadas as modalidades de pesca profissional artesanal, amadora, esportiva, subaquática, científica e de subsistência | Fotos: Arquivo/Agência Brasília Modalidades regulamentadas A pesca profissional artesanal somente poderá ser exercida por pescadores inscritos no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e com os demais licenciamentos exigidos pelos órgãos competentes. Para essa modalidade, o decreto autoriza o uso de rede de emalhar com malha mínima de 70 milímetros e tarrafa com malha mínima de 50 milímetros, exclusivamente nas áreas permitidas e conforme as demais normas aplicáveis. A pesca amadora será permitida para lazer e desporto, sem finalidade comercial. Estão autorizados petrechos como linha de mão, caniço simples, vara com carretilha ou molinete, anzóis, iscas, puçás e equipamentos de suporte para o manuseio do pescado. O pescador amador poderá transportar até cinco quilos de pescado e mais um exemplar, desde que sejam respeitadas as espécies protegidas, os períodos de defeso e as demais restrições. A pesca esportiva deverá ocorrer exclusivamente na modalidade pesque e solte, com devolução imediata do peixe ao ambiente e proibição do abate. Os organizadores de competições deverão compartilhar as informações de captura e obter as autorizações ambientais e náuticas necessárias. Já a pesca subaquática poderá ser praticada exclusivamente em apneia, sem uso de equipamentos de respiração artificial. Também será obrigatório respeitar as regras de navegação, mergulho e proteção das áreas ambientalmente sensíveis. A pesca científica dependerá de autorização prévia do Instituto Brasília Ambiental e deverá ser acompanhada da apresentação de relatório técnico ao final da atividade. Áreas de proteção O decreto estabelece áreas nas quais a pesca fica proibida para proteger o meio ambiente, a segurança da navegação, o abastecimento público e os demais usos do Lago Paranoá. A pesca esportiva deverá ocorrer exclusivamente na modalidade pesque e solte, com devolução imediata do peixe ao ambiente e proibição do abate Entre os locais com restrição estão as proximidades da Barragem do Paranoá, do Palácio da Alvorada, de hospitais, instalações militares, embaixadas, pontos de captação de água, áreas de banho, clubes, associações náuticas e unidades de conservação. Também é vedada a pesca sobre pontes, ilhas, lagoas, refúgios de vida silvestre e nos afluentes do Lago Paranoá, desde a foz até a nascente. A pesca profissional artesanal ficará restrita às áreas expressamente autorizadas próximas às estações de tratamento de esgoto Sul e Norte, depois das faixas de segurança e proteção definidas no decreto. As pescas amadora, esportiva, subaquática e de subsistência poderão ocorrer nas demais áreas do lago, desde que respeitadas todas as proibições e normas técnicas. Fiscalização e penalidades A fiscalização será realizada de forma integrada pelo Instituto Brasília Ambiental, pela Polícia Militar do Distrito Federal e por outros órgãos competentes. O regulamento proíbe práticas como pesca sem licença, uso de explosivos ou substâncias tóxicas, captura de espécies protegidas, utilização de aparelhos ilegais e pesca em áreas ambientalmente restritas. As infrações poderão resultar em advertência, multas, apreensão do pescado, petrechos e embarcações, suspensão ou cassação de licenças, interdição da atividade e obrigação de reparar os danos ambientais. “O foco da atuação fiscalizatória coordenada pelo Instituto Brasília Ambiental é essencialmente educativo e preventivo, com o objetivo de conscientizar sobre a legislação vigente e os impactos ambientais decorrentes de práticas irregulares no Lago Paranoá. Buscamos, assim, fomentar o uso sustentável dos recursos naturais e consolidar a corresponsabilidade da sociedade na preservação do ecossistema”, declara o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam-DF), para aplicação em ações de conservação, monitoramento, educação ambiental e fiscalização no Lago Paranoá. Gestão integrada e educação ambiental A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) será responsável por coordenar a implementação da Política Distrital de Pesca Sustentável no Lago Paranoá. Entre as atribuições da secretaria estão a elaboração do Plano de Monitoramento da Pesca, a manutenção de banco de dados sobre licenças e capturas, a articulação com instituições de pesquisa e a promoção de campanhas de educação ambiental. Também estão previstas oficinas, cursos, materiais educativos e ações de orientação destinadas a pescadores, turistas, estudantes e demais usuários do Lago Paranoá. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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GDF investirá R$ 3,7 milhões em nova etapa de recuperação do Cerrado
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 3.714.090,63 na execução do projeto Recupera Cerrado II, nova etapa das ações de recuperação do Cerrado iniciadas em 2019. A iniciativa será executada em regime de mútua cooperação com o Instituto Rede Terra, organização da sociedade civil selecionada por meio de chamamento público, e será integralmente custeada com recursos do Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam-DF). Desde 2019, o GDF realizou ações de recuperação do Cerrado em aproximadamente 390 hectares de áreas públicas, localizadas em unidades de conservação e áreas de preservação permanente. Diferente de outros biomas, o Cerrado exige o acompanhamento contínuo após o plantio. Isso se deve aos longos períodos de estiagem, que chegam a se estender por quase seis meses do ano, além dos desafios dos incêndios florestais e, no caso do DF, a forte pressão antrópica em algumas áreas públicas, além da predação pela fauna silvestre — como as capivaras. Para a governadora Celina Leão, a recuperação do Cerrado representa um compromisso com as próximas gerações e com a construção de um Distrito Federal mais sustentável. “Quem planta uma árvore está sempre olhando para o futuro. É um gesto que demonstra sensibilidade com a causa ambiental e responsabilidade com as próximas gerações. Com o Recupera Cerrado II, estamos garantindo que esse trabalho tenha continuidade, fortalecendo a preservação do nosso bioma, protegendo os recursos hídricos e promovendo mais qualidade de vida para a população”, afirma Celina Leão. As ações serão desenvolvidas ao longo de 18 meses em parques, unidades de conservação e áreas de preservação permanente localizadas nas orlas do Lago Paranoá. Diferente de outros biomas, o Cerrado exige o acompanhamento contínuo após o plantio | Foto: Divulgação/Sema-DF Entre as metas previstas estão a manutenção das áreas plantadas desde 2019, além do plantio de novas 20 mil mudas nativas de grande porte, com altura entre um e dois metros, para preenchimento de falhas, e a semeadura direta de 2,6 toneladas de sementes nativas de árvores, arbustos e capim do Cerrado em 218 hectares. Durante a execução do projeto, as equipes em campo atuarão no controle de espécies exóticas invasoras, no controle de pragas, no coroamento das mudas, na adubação de cobertura e na irrigação sistemática durante os períodos de seca. De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, as ações têm potencial para gerar benefícios ambientais e sociais. “A ampliação da cobertura vegetal contribui para a redução das ilhas de calor, o aumento da umidade do ar e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas no Distrito Federal. A recomposição da vegetação nas margens das bacias hidrográficas também favorece a proteção da qualidade da água e a recarga do Lago Paranoá, além de auxiliar na manutenção da fauna nativa”, argumenta o secretário. A iniciativa é um reforço do alinhamento do GDF com as políticas públicas de enfrentamento às mudanças climáticas. A recomposição da vegetação nativa em áreas estratégicas contribui para o sequestro de carbono, a regulação do microclima e o aumento da resiliência ambiental frente a eventos extremos, como secas prolongadas e incêndios florestais. Dessa forma, o Recupera Cerrado II amplia seu alcance para além da recuperação ecológica, consolidando-se como uma medida concreta de mitigação e adaptação às mudanças do clima, em sintonia com os benefícios ambientais já observados no projeto *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Servidores do GDF debatem parceria para educação ambiental e proteção do Cerrado
Representantes da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com a participação do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), reuniram-se na terça-feira (2) para discutir a criação de uma parceria voltada para o desenvolvimento de ações de educação ambiental, manejo de fauna silvestre e proteção e conservação do Cerrado no Distrito Federal. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população. Os participantes também avaliaram possibilidades de apoio institucional e financeiro por meio do Fundo Único de Meio Ambiente (Funam), com o objetivo de viabilizar projetos alinhados à política ambiental do Distrito Federal. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou que a articulação entre os órgãos do GDF é essencial para ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas ao meio ambiente. "Quando diferentes áreas do governo trabalham de forma coordenada, conseguimos transformar planejamento em resultados concretos para a população. Essa parceria fortalece a capacidade do Estado de proteger o patrimônio ambiental do Distrito Federal e de desenvolver ações que geram benefícios permanentes para as atuais e futuras gerações", afirmou. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população | Foto: Divulgação/Sema-DF O secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, Rafael Santana, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos para ampliar o alcance das políticas ambientais. "A integração entre a Sema e a PMDF fortalece as ações de educação ambiental, a proteção da fauna silvestre e a conservação do Cerrado. Quando os órgãos atuam de forma coordenada, conseguimos potencializar resultados e levar à população iniciativas cada vez mais efetivas em favor da sustentabilidade e da preservação dos nossos recursos naturais", comentou. O 2º tenente QOPM, Huggo de Alcântara Barros Bueno, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), destacou que o encontro contribuiu para ampliar a cooperação entre os órgãos. "A aproximação entre a PMDF e a Sema fortalece as ações de proteção ambiental no Distrito Federal e amplia as possibilidades de atuação conjunta em projetos de educação ambiental, conservação do Cerrado e preservação da fauna silvestre", disse. A reunião reforçou a integração entre os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e evidenciou a importância da atuação transversal na construção e execução de políticas ambientais. A cooperação entre a Sema e a PMDF poderá contribuir para a ampliação das ações de educação ambiental, o fortalecimento da proteção da fauna silvestre, a conservação do Cerrado e a promoção de iniciativas voltadas para o desenvolvimento sustentável, beneficiando diretamente a população do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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DF abre consulta pública para criar política de proteção da fauna contra acidentes na rede elétrica
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Instituto Brasília Ambiental abriram consulta pública para discutir a criação da Política Distrital de Prevenção de Acidentes Elétricos com Animais Silvestres (PDPAEAS). A proposta busca reduzir acidentes envolvendo fauna silvestre e a rede de distribuição de energia elétrica no Distrito Federal, realidade que tem provocado mortes e graves ferimentos em espécies como saguis, macacos-prego, gambás e aves. O avanço urbano no DF ampliou os conflitos entre infraestrutura urbana e biodiversidade. Em áreas arborizadas, corredores ecológicos e fragmentos de mata, animais utilizam árvores e estruturas urbanas para deslocamento e alimentação. Nesse cenário, postes, fios e transformadores energizados passaram a representar riscos frequentes, causando choques elétricos, quedas, queimaduras, fraturas e traumatismos. A minuta do projeto prevê ações de prevenção, mitigação e monitoramento desses acidentes. Entre as medidas propostas estão a adoção de redes elétricas mais seguras, isolamento de cabos e transformadores, instalação de dispositivos de proteção, criação de passagens aéreas para fauna, manejo adequado da vegetação urbana e priorização de redes subterrâneas em novos empreendimentos. A proposta busca reduzir acidentes envolvendo fauna silvestre e a rede de distribuição de energia elétrica no Distrito Federal | Foto: Divulgação O texto também institui instrumentos como o Plano de Adaptação Ecológica (PAE) e o Protocolo de Prevenção e Resposta (PPR), voltados para planejamento preventivo, monitoramento contínuo e responsabilização das concessionárias quanto ao resgate, atendimento e reabilitação dos animais atingidos. Segundo o secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, Rafael Santana, a proposta representa uma mudança na forma como o planejamento urbano e ambiental devem caminhar de maneira integrada no Distrito Federal. “Estamos falando de planejamento urbano responsável, de respeito à vida e de uma cidade que reconhece a biodiversidade como parte essencial do seu funcionamento. A proteção da fauna silvestre precisa estar incorporada às decisões sobre infraestrutura e desenvolvimento”, afirmou. A consulta pública recebe sugestões da população até o dia 10 de junho, às 19h. As contribuições devem ser enviadas para o e-mail asbio@sema.df.gov.br. A minuta completa do projeto de lei ficará disponível no site da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal neste endereço. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)
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Blitz educativa reforça prevenção aos incêndios florestais no Riacho Fundo II
Na manhã desta sexta-feira (15), a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), com os demais órgãos que compõem o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCif), realizou uma blitz educativa no Riacho Fundo II com foco na prevenção aos incêndios florestais durante o período de seca. A ação promoveu abordagens educativas a motoristas e passageiros sobre os riscos da queima irregular de lixo, entulho e restos de poda, práticas consideradas entre as principais causas de incêndios no Cerrado. Além das equipes técnicas, a ação contou com a participação de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Lobo Guará, que auxiliaram nas abordagens e na distribuição de materiais educativos. A proposta foi fortalecer a conscientização ambiental e incentivar a participação da comunidade na prevenção aos incêndios florestais. O secretário do Meio Ambiente do DF, Rafael Santana, ressaltou a importância das ações de educação ambiental realizadas em parceria com estudantes da rede pública. “A participação das crianças e dos estudantes nessas ações educativas aproxima ainda mais a população da causa ambiental. É uma iniciativa importante, porque leva conscientização de forma leve e acessível, além de mostrar a sensibilidade do Governo do Distrito Federal com a preservação da nossa fauna, da flora e do bioma Cerrado”, comentou. A coordenadora do PPCif da Sema-DF, Carolina Schubart, reforçou a importância das ações preventivas para reduzir os riscos de incêndios florestais durante o período de estiagem. “Nosso foco é fortalecer cada vez mais as ações de prevenção e conscientização da população, principalmente em áreas ambientalmente sensíveis e de grande relevância ecológica, como a região da Granja do Ipê. O trabalho integrado entre os órgãos do PPcif é essencial para proteger o Cerrado e evitar ocorrências de incêndios florestais”, afirmou. Além das equipes técnicas, a ação contou com a participação de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Lobo Guará, que auxiliaram nas abordagens e na distribuição de materiais educativos | Foto: Divulgação/Sema-DF As blitzes educativas integram as ações preventivas desenvolvidas pelo PPCif antes do período mais crítico da estiagem, quando aumentam os riscos de incêndios florestais no Distrito Federal. Segundo os órgãos ambientais, grande parte das ocorrências está relacionada à ação humana, especialmente à queima irregular de resíduos em áreas urbanas e rurais. O diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Brasília Ambiental, Erisom Vieira Cassimiro, destacou a importância das unidades de conservação da região e o papel da população na prevenção aos incêndios florestais. “Essa é uma região de grande importância ambiental, que abriga unidades de conservação como a do Riacho Fundo, a do Recanto das Emas e a Granja do Ipê, áreas que sofrem bastante com os incêndios florestais durante o período de seca. Por isso, esse trabalho de conscientização é fundamental para aproximar a comunidade e reforçar a importância da prevenção”, afirmou. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou a importância da atuação integrada entre os órgãos do GDF e da participação dos estudantes nas ações de educação ambiental: “Essa ação é fundamental, porque une prevenção, conscientização e participação da comunidade no combate aos incêndios florestais. A presença das crianças torna esse trabalho ainda mais importante, já que elas ajudam a levar a mensagem de preservação ambiental para dentro de casa e contribuem para conscientizar a população sobre a importância de evitar queimadas e proteger o Cerrado”. O professor do Centro de Ensino Fundamental Lobo Guará, Aurélio Neres, destacou a importância da conscientização ambiental entre os estudantes durante o período de estiagem. “É fundamental trabalhar esse tema com as crianças para que elas compreendam, desde cedo, a importância da preservação ambiental e da prevenção aos incêndios florestais. Esse cuidado ajuda a proteger o meio ambiente, os animais e toda a biodiversidade do nosso Cerrado”, afirmou Aurélio Neres. A estudante do Centro de Ensino Fundamental Lobo Guará, Júlia Barbosa Lima, de 11 anos, também destacou a importância da conscientização ambiental desde a infância. “Eu acho muito importante participar dessa ação, porque, quando as crianças crescem com esse pensamento de cuidar da natureza, elas se tornam adultos mais conscientes no futuro. Além disso, os incêndios não prejudicam só o meio ambiente, mas também a nossa própria vida”, afirmou Júlia Barbosa Lima. Participaram da ação o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), Instituto Brasília Ambiental, Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Delegação do DF confirma intenção de parceria com gigante italiana de energia verde na COP30
Em meio à efervescência da COP30, a delegação do Distrito Federal, liderada pelo secretário do Meio Ambiente Gutemberg Gomes, conquistou um avanço significativo rumo à consolidação do DF como polo de energias renováveis e economia de baixo carbono. Nos dias 12 e 13 de novembro, duas reuniões bilaterais com o Group Cestari, conglomerado multinacional italiano, selaram entendimentos técnicos que devem resultar em investimentos robustos e projetos inovadores para a capital. "O que discutimos aqui vai além de protocolos de intenção. Estamos falando de estruturação de fundos verdes, mapeamento de áreas estratégicas e modelos concretos de captação de recursos internacionais", afirmou Gutemberg Gomes ao fim das negociações. "O Distrito Federal está preparado institucionalmente para receber esses investimentos e transformá-los em resultados palpáveis para a população." Ao lado do secretário, participaram ativamente das tratativas o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, e o subsecretário de Gestão Ambiental e Territorial, Renato Santana, ambos fundamentais para detalhar os aspectos técnicos e regulatórios que viabilizam a parceria. Nos dias 12 e 13 de novembro, duas reuniões bilaterais com o Group Cestari, conglomerado multinacional italiano, selaram entendimentos técnicos que devem resultar em investimentos robustos e projetos inovadores para a capital | Foto: Divulgação/Sema-DF "Estamos construindo aqui, na COP30, os alicerces de uma transformação profunda na forma como o Distrito Federal lida com energia e meio ambiente", afirmou Rôney Nemer. "O Group Cestari traz expertise internacional comprovada, e nós oferecemos um território estratégico, com governança sólida e compromisso real com a agenda climática." Renato Santana destacou a importância do alinhamento entre as políticas locais e os padrões internacionais de sustentabilidade. "Nosso trabalho de gestão territorial permite identificar com precisão onde projetos de energia solar, eólica e compensação de carbono podem ser implantados com maior eficiência e menor impacto ambiental. Isso dá segurança ao investidor e garante que o DF esteja na vanguarda da transição energética." O Group Cestari, liderado por Alfredo Carmine Cestari, tem mais de 30 anos de experiência global, com operações em quatro continentes e projetos certificados pelos rigorosos padrões Gold Standard e Verified Carbon Standard. A empresa já sinalizou interesse em adaptar ao Cerrado ao bem-sucedido programa de compensação de carbono implementado em países africanos. Da capital federal, a vice-governadora Celina Leão celebrou os avanços obtidos pela delegação. "O governador Ibaneis Rocha nos deu a missão de posicionar o Distrito Federal como protagonista na agenda ambiental, e é isso que estamos fazendo. Essa parceria com o Group Cestari representa não apenas investimentos em energia limpa, mas também geração de empregos verdes, inovação tecnológica e responsabilidade climática. O DF está cumprindo seu papel no enfrentamento da crise climática." Com os entendimentos técnicos consolidados, a expectativa é que instrumentos formais de cooperação sejam assinados nos próximos meses, viabilizando a captação de recursos internacionais e o início da implementação de projetos estruturantes de descarbonização. Para quem acompanha de perto as COPs há mais de vinte anos, fica evidente que o Distrito Federal chegou a Belém não apenas para marcar presença, mas para mostrar resultados. E, pelos sinais dados nestes dois dias de negociações intensas, a capital federal pode estar prestes a escrever um novo capítulo em sua história ambiental. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Distrito Federal apresenta experiências inovadoras em gestão ambiental na COP30
A delegação do Distrito Federal participou nesta terça-feira (11) da COP30 com um painel que trouxe à tona experiências exitosas em gestão territorial, sociobiodiversidade e economia verde. O encontro, realizado na Casa da Biodiversidade e Clima da Abema, reuniu gestores, especialistas e representantes de instituições para apresentar como a capital federal tem enfrentado os desafios das mudanças climáticas. Sob a liderança do secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, e moderação do subsecretário Renato Santana, o painel revelou um conjunto de iniciativas que colocam o Distrito Federal na vanguarda das políticas ambientais brasileiras. “O Distrito Federal tem mostrado ao Brasil e ao mundo que é possível aliar inovação, sustentabilidade e inclusão social em uma política ambiental consistente”, destacou a vice-governadora Celina Leão. “A COP é espaço de compromisso real com o planeta, e o DF está assumindo esse protagonismo com responsabilidade e resultados concretos”, completou. O secretário Gutemberg Gomes abriu as apresentações destacando os avanços na modernização da gestão ambiental. “Estamos utilizando tecnologias de ponta e instrumentos integrados de planejamento para fortalecer nossa governança ambiental”, afirmou. As estratégias incluem políticas de prevenção de desastres, conservação do solo e projetos robustos de reflorestamento que já apresentam resultados concretos na recuperação de áreas degradadas. Sob a liderança do secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, e moderação do subsecretário Renato Santana, o painel revelou um conjunto de iniciativas que colocam o Distrito Federal na vanguarda das políticas ambientais brasileiras | Foto: Divulgação/Sema-DF Rogério Silva, servidor da Secretaria do Meio Ambiente, apresentou o Sistema de Informações Ambientais (Sisdia), uma plataforma que moderniza a gestão territorial no Distrito Federal. A ferramenta permite o planejamento sustentável e a tomada de decisões baseada em dados, integrando informações sobre uso e ocupação do solo com estratégias de redução de vulnerabilidades climáticas. “Não se trata apenas de normas, mas de uma visão integrada que considera os impactos climáticos em cada decisão sobre o território”, explicou. Cristiano Cunha, representante da rede Brasil Mais Meio Ambiente Integrado e Seguro, em parceria com a Polícia Federal, apresentou uma plataforma intuitiva de monitoramento em tempo real para combate ao desmatamento e ao crime organizado ambiental. A ferramenta gera dados estratégicos que fortalecem a fiscalização e a proteção dos biomas brasileiros. Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental, destacou conquistas expressivas na proteção ambiental do DF. A capital conta com 82 unidades de conservação, incluindo a estratégica Águas Emendadas, nascente com duas vertentes que funciona como unidade de proteção integral. Com mais de 90% de área protegida, o território abriga a rica fauna e flora do Cerrado, incluindo abelhas nativas sem ferrão, que são objeto de estudos do instituto. Não temos racionamento de água na área urbana do DF, a área queimada foi reduzida em mais de 60%, foram contratados 150 brigadistas e implantadas estações de qualidade do ar. Entre as inovações, destaca-se a criação do Hfaus, Hospital da Fauna Silvestre, e o programa Parque Educador, que leva estudantes às unidades de conservação com professores cedidos pela Secretaria de Educação, promovendo a conscientização ambiental por meio das crianças. O Brasília Ambiental também anunciou a licença para a Usina de Hidrogênio Verde, posicionando o DF na vanguarda das energias renováveis. [LEIA_TAMBEM]Marcos Trajano, da Secretaria de Saúde do DF, apresentou dados contundentes sobre doenças derivadas de incêndios, microplásticos e dos impactos das mudanças climáticas. “A Secretaria de Saúde se reconhece como fator importante na conservação ambiental e se compromete transversalmente com os órgãos ambientais na preservação do Cerrado”, afirmou. O GDF assume compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), relacionados à agricultura biodinâmica e à recuperação produtiva do Cerrado. O projeto dos Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos representa um modelo de saúde comprometido com a participação social, aliando práticas biodinâmicas, saberes tradicionais e inovação tecnológica para fortalecer a saúde preventiva. Glauco Amorim, gestor de políticas públicas da Sema, apresentou os avanços na política de meio ambiente, especialmente em resíduos sólidos. O Distrito Federal possui a maior cooperativa de catadores da América Latina, gerando valor econômico e renda para mais de 1.500 catadores remunerados pelo governo. “É possível unir a eficiência na gestão de resíduos, composição de renda e sustentabilidade”, destacou Glauco. Dahiana Ribeiro, engenheira ambiental e fundadora do Ecograna, apresentou a startup que revoluciona a reciclagem no DF. A iniciativa, que começou com trabalho voluntário, hoje opera por meio de microfranquias e oferece pagamento imediato via Pix pela entrega de resíduos recicláveis. “Transformamos a reciclagem em oportunidade de negócio e conscientização”, afirmou. O painel do Distrito Federal na COP30 consolida a capital como referência em políticas ambientais integradas. As experiências apresentadas demonstram que gestão territorial eficiente, conservação da biodiversidade, saúde pública comprometida com o meio ambiente e economia circular não são apenas conceitos, mas realidades em construção no coração do Brasil. A participação da Sema na maior conferência climática do mundo reafirma o compromisso do Distrito Federal com a agenda ambiental global e posiciona o território como protagonista na busca por soluções inovadoras para os desafios climáticos. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Profissionais da Saúde são treinados para modernizar gestão de resíduos
Agência Brasília · PROFISSIONAIS DA SAÚDE SÃO TREINADOS PARA MODERNIZAR GESTÃO DE RESÍDUOS A Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) promoveu nesta terça-feira (23) um treinamento para servidores da Secretaria de Saúde sobre o uso do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS Digital). A plataforma permite registrar, acompanhar e monitorar a gestão de resíduos sólidos de forma digital. A capacitação foi realizada em parceria com o Instituto Brasil e faz parte das ações de modernização da gestão pública no DF, seguindo as diretrizes da Política Distrital de Resíduos Sólidos. Para a vice-governadora Celina Leão, a iniciativa demonstra o compromisso do governo com a eficiência administrativa. “O Governo do Distrito Federal tem o compromisso de inovar e garantir eficiência na administração pública. A implantação do PGRS Digital é um exemplo de como a tecnologia pode apoiar políticas públicas de saúde e meio ambiente, promovendo sustentabilidade e qualidade de vida para toda a população”, comentou. O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, destacou a importância da integração entre as áreas de saúde e meio ambiente. “O treinamento é um passo essencial para garantir que a gestão dos resíduos, especialmente os hospitalares e laboratoriais, seja feita de maneira responsável, sustentável e em total conformidade com a legislação. Estamos unindo tecnologia, inovação e compromisso ambiental para fortalecer o serviço público”, frisou o secretário. A capacitação foi realizada em parceria com o Instituto Brasil e faz parte das ações de modernização da gestão pública no DF, seguindo as diretrizes da Política Distrital de Resíduos Sólidos | Foto: Divulgação/Sema-DF O auditor da Vigilância Sanitária do DF, Luiz Henrique, ressaltou que a ferramenta vai simplificar os processos de validação. “Agora conseguimos fazer a aprovação de forma mais rápida, prática e padronizada, o que torna o serviço da Vigilância mais especializado e eficiente”, avaliou. A capacitação tem quatro objetivos principais: habilitar os servidores para usar a plataforma PGRS Digital, promover a integração entre as secretarias de Saúde e do Meio Ambiente, disseminar práticas sustentáveis de destinação de resíduos hospitalares e administrativos, e garantir o cumprimento das normas legais do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. O treinamento foi direcionado a servidores das áreas administrativa e operacional da Secretaria de Saúde, além de profissionais da gestão hospitalar, setores de resíduos hospitalares e laboratoriais, e núcleos de sustentabilidade e meio ambiente. A adoção da plataforma digital representa um duplo avanço: tecnológico e na gestão pública do DF. Ao integrar práticas sustentáveis às necessidades do sistema de saúde, a Sema-DF reforça seu papel na promoção da qualidade de vida da população e na preservação ambiental. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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