GDF na Sua Porta leva iluminação pública e segurança a Santa Maria
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mais de R$ 20 milhões foram investidos em um pacote de 18 ordens de serviço para Santa Maria, todas assinadas pela governadora Celina Leão em setembro, quando o programa GDF na Sua Porta passou por lá. Desse montante, cerca de R$ 380 mil foram aplicados em postes e luminárias espalhados pela cidade. Engenheiro eletricista da CEB IPes, Frederico Dourado afirma que a companhia, em conjunto com a Administração Regional de Santa Maria, mapeia as necessidades da população. A partir de então, são elaborados projetos técnicos de melhorias de iluminação pública. Cerca de R$ 380 mil foram aplicados em postes e luminárias espalhados em Santa Maria pelo programa GDF na Sua Porta | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “Nós trabalhamos, principalmente, com a implantação de novos pontos de iluminação pública para permitir que a população local possa usufruir dos espaços públicos com mais qualidade no período noturno, aumentando a sensação de segurança e trazendo mais conforto para a população”, disse. Ao redor da Unidade Básica de Saúde nº 9, foram instalados oito postes de iluminação pública, com cinco luminárias de LED de 70 w e três luminárias de LED de 120 w, além da instalação de quadro de comando e condutores necessários. Neste local, foram investidos R$ 107.978,97. Na CL 109 e na CL 101, houve implantação de iluminação pública no interior de toda a quadra, com um total de 37 braços de IP, 2 postes duplos e 41 luminárias de LED, sendo 37 de 70 w e quatro de 120 w, com total de R$ 65.455,35 em recursos; na Quadra 100, R$ 57.471,92 foram investidos na instalação de 4 postes para iluminar estacionamentos, com três luminárias de LED de 120 w e uma de 70 w. Geodeci Carvalho se sente mais segura para fazer as caminhadas dela na CL 101 A costureira Geodeci Carvalho, de 70 anos, transita a pé na região da CL 101 e comemorou o novo sistema de iluminação nessa área. De acordo com ela, o setor era escuro e despertava insegurança para a população que caminha por ali diariamente. “Antes, aqui era bem perigoso. Hoje em dia, está ótimo. A falta de luz era péssima. Hoje em dia, está bem melhor”, comentou a piauiense. Também na CL 101, em um campo de futebol de terra, foram instalados quatro postes de iluminação pública, com um total de 24 luminárias de LED de 240 w, além da instalação de quadro de comando, condutores e ferragens necessárias. Ao todo, foram investidos R$ 148.788,08 no local. Gráfico e dono de negócio nas proximidades do campo, Celso Soares Batista, de 68 anos, disse que a população aguardou 25 anos por um sistema de energia no local. Natural de Unaí, Minas Gerais, e morador do Distrito Federal há 66 anos, desde a fundação, ele conta que a circulação de pessoas e o comércio local foram transformados desde que os postes foram ligados. “Agora, as mulheres passam por aí, todo mundo passa, as crianças brincam. Melhorou o aluguel, minha empresa melhorou. Tudo melhora com mais iluminação”, afirmou. O empresário Celso Batista diz que a população esperava havia 25 anos por essas melhorias De acordo com o engenheiro eletricista da CEB IPes, a companhia leva em consideração indicadores utilizados pela Secretaria de Segurança Pública no processo decisório de instalação de equipamentos de iluminação pública. “As luminárias de LED trazem uma qualidade de iluminação técnica muito maior para as localidades, gerando também uma redução no consumo de energia. Nós conseguimos aliar tanto a questão de melhoria da segurança pública quanto também a redução das contas de energia elétrica do parque de iluminação pública”, explicou.
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Voos de drones terão restrição temporária na área do Desfile de 7 de Setembro
Pilotos e proprietários de drones devem ficar atentos às restrições temporárias de voo previstas para a área do Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro, em Brasília. Nos dias 29 de agosto e 7 de setembro, da 0h às 18h, será estabelecida uma Zona de Restrição de Voo, conhecida pela sigla FRZ (Flight Restriction Zone), na região destinada ao evento. Durante os períodos de restrição, ficam proibidos os voos de aeronaves não tripuladas na área delimitada, com exceção dos equipamentos pertencentes aos órgãos de segurança pública e às demais instituições previamente autorizadas. A medida faz parte dos procedimentos de segurança adotados para a realização do evento e busca reduzir riscos para o público, autoridades, equipes que trabalham na área e demais operações realizadas no espaço aéreo. Área de restrição A Zona de Restrição de Voo abrange a área destinada ao desfile cívico-militar e seu entorno imediato, conforme delimitação definida para a operação de segurança. Antes de operar um drone nas datas previstas, o piloto deve verificar se o local pretendido está inserido na área restrita e observar as determinações estabelecidas para o período. Piloto deve verificar se o espaço onde desejar sobrevoar com o drone está inserido na área restrita | Foto: Divulgação A proibição alcança os voos recreativos e profissionais que não tenham autorização específica. Equipamentos utilizados por órgãos de segurança pública e instituições previamente autorizadas poderão operar conforme as regras estabelecidas para a atividade. Voos não autorizados podem gerar sanções A realização de voos em desacordo com as restrições poderá resultar na adoção de medidas de mitigação e na aplicação das sanções administrativas, civis e penais previstas na legislação. As normas relacionadas à operação de drones envolvem diferentes responsabilidades, desde o cumprimento das regras de tráfego aéreo até cuidados para não colocar em risco pessoas, bens, aeronaves ou a própria segurança pública. Regras Entre as legislações aplicáveis estão o Código Brasileiro de Aeronáutica, normas específicas sobre aeronaves não tripuladas e dispositivos relacionados às responsabilidades civil e penal decorrentes de operações irregulares. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) atua nas questões relacionadas ao acesso e uso do espaço aéreo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabelece regras para a operação das aeronaves, enquanto a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atua na regulamentação dos equipamentos de radiofrequência. Em áreas ou situações relacionadas à segurança presidencial, também são adotados procedimentos específicos coordenados pela Presidência da República, em articulação com os demais órgãos envolvidos na segurança do evento. Por isso, além das regras gerais aplicáveis à utilização de drones, o operador deve observar restrições temporárias estabelecidas para determinadas regiões, datas e eventos. Serviço: ⇒ Restrição temporária para voos de drones; ⇒ Dias 29 de agosto e 7 de setembro, da 0h às 18h; ⇒ Local: área delimitada para o Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro, em Brasília.
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Brasília mantém posição de capital mais segura do país
Brasília segue como a capital mais segura do país, como mostram os dados atualizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Com a menor taxa projetada de homicídios, registrando índice de 5,53 mortes por 100 mil habitantes, a capital federal permanece na liderança nacional entre as capitais brasileiras. A taxa refere-se ao período de janeiro a maio, quando foram registrados 69 homicídios. Além da menor taxa projetada de homicídios entre as capitais brasileiras, Brasília registra o menor índice agregado de crimes letais do país | Foto/Divulgação/SSP-DF “Não existe conquista maior do que garantir que as famílias possam viver com mais tranquilidade e segurança. Ver Brasília liderando esse ranking nacional mostra que o trabalho sério, a união das forças de segurança e os investimentos realizados pelo GDF estão fazendo a diferença na vida da população” Governadora Celina Leão O levantamento considera metodologia adotada pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, com utilização dos dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), contemplando homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. A metodologia permite uma análise mais precisa da violência letal. Atualmente, Brasília apresenta não apenas a menor taxa projetada de homicídios entre as capitais brasileiras, mas também o menor índice agregado de crimes letais do país. O resultado considera a soma de homicídios e mortes a esclarecer por 100 mil habitantes, metodologia baseada em dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A governadora do DF, Celina Leão, ressalta o trabalho das forças de segurança para que Brasília permaneça como a capital mais segura do país. “Não existe conquista maior do que garantir que as famílias possam viver com mais tranquilidade e segurança. Ver Brasília liderando esse ranking nacional mostra que o trabalho sério, a união das forças de segurança e os investimentos realizados pelo GDF estão fazendo a diferença na vida da população”. Trabalho integrado Equipamento da força, políticas de prevenção, uso de tecnologia e participação ativa da população reforçam a segurança no DF "Liderar esse ranking aumenta nossa responsabilidade e reforça nosso compromisso de continuar avançando. Uma cidade mais segura gera mais qualidade de vida, fortalece o turismo, atrai investimentos, impulsiona a economia e oferece mais tranquilidade para quem vive e circula em Brasília” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública Para o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, os números resultam do trabalho integrado desenvolvido diariamente pelas forças de segurança e órgãos, o fortalecimento das políticas de prevenção, o uso de tecnologia e a participação ativa da população. “Brasília permanecer como a capital mais segura do país é resultado do compromisso, da dedicação e do profissionalismo de milhares de homens e mulheres que atuam diariamente para proteger a população. O mais importante são as pessoas. Este reconhecimento pertence à Polícia Militar, à Polícia Civil, ao Corpo de Bombeiros Militar, à Polícia Penal, ao Detran e a todos os profissionais que trabalham de forma integrada para manter o Distrito Federal como referência nacional em segurança pública. Liderar esse ranking aumenta nossa responsabilidade e reforça nosso compromisso de continuar avançando. Uma cidade mais segura gera mais qualidade de vida, fortalece o turismo, atrai investimentos, impulsiona a economia e oferece mais tranquilidade para quem vive e circula em Brasília”, destaca. Outro indicador que reforça o cenário positivo é o número de regiões administrativas sem registros de homicídios. Atualmente, dez regiões administrativas do Distrito Federal estão há mais de um ano sem registrar esse tipo de crime, alcançando aproximadamente 471 mil moradores, o equivalente a 15,8% da população do DF. Há mais de um ano: Jardim Botânico; Cruzeiro; Candangolândia; Sudoeste; Lago Sul; Park Way; Guará; Varjão; Riacho Fundo II; Riacho Fundo. Considerando apenas o ano de 2026, o resultado é ainda mais expressivo: 14 regiões administrativas seguem sem registros de homicídio. Juntas, elas concentram cerca de 627 mil habitantes, representando 21,1% da população do Distrito Federal. Ainda não registraram em 2026: Jardim Botânico; Cruzeiro; Candangolândia; Sudoeste; Lago Sul; Park Way; Guará; Varjão; Riacho Fundo II; Riacho Fundo; SIA; Arniqueira; Lago Norte; Paranoá. [LEIA_TAMBEM]“Brasília continuar como a capital mais segura do país é resultado de um trabalho integrado, técnico e permanente. Na Polícia Civil, a investigação de crimes contra a vida é prioridade absoluta. Cada caso é acompanhado com rigor, inteligência e responsabilidade, porque proteger vidas é a missão mais importante da segurança pública”, relata o Delegado-Geral Adjunto da PCDF, Saulo Ribeiro. Programa DF 360 Os resultados alcançados pelo Distrito Federal também refletem a efetividade de políticas públicas baseadas em evidências e orientadas pela preservação da vida e no fortalecimento da presença das forças de segurança em todas as regiões administrativas. Entre as medidas, destaca-se ferramentas como o programa DF-360, que utiliza um sistema unificado de videomonitoramento no Distrito Federal, com a integração de imagens provenientes de câmeras privadas e de órgãos públicos em uma única plataforma tecnológica. As informações são processadas em um ambiente único e inteligente, permitindo análise em tempo real e acesso pela forças de segurança. A iniciativa permite que as forças de segurança acessem as imagens também por meio das Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs). Atualmente, 3.198 câmeras integram o programa, sendo 1426 da SSP-DF e outras 1772 de órgãos públicos e também de particulares. Restrição de horário de distribuidoras de bebidas Outra medida que tem contribuído para a redução de homicídios é a restrição do horário de funcionamento das distribuidoras de bebidas entre a 0h e as 6h, implementada em março de 2025. Construída a partir de estudos técnicos e executada de forma integrada entre as forças de segurança e órgãos do GDF, a iniciativa passou a integrar o conjunto de ações estratégicas que contribuem para a redução da violência letal, o fortalecimento da ordem pública e a melhoria da sensação de segurança da população.
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Mais de 900 estudantes participam do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã
A 13ª edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, realizada pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), foi finalizada nesta terça-feira (9). O evento, que ocorreu também na segunda-feira (8), reuniu 920 estudantes do Serviço Social da Indústria (Sesi) de Taguatinga e da Regional de Ensino de Ceilândia. A programação contou com promoção da cultura de paz, prevenção das violências e fortalecimento do protagonismo juvenil. Coordenada pela Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade, a iniciativa integra o eixo Escola Mais Segura, do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral, e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com ações preventivas capazes de fortalecer vínculos comunitários, ampliar a proteção a crianças e adolescentes e contribuir para a construção de ambientes escolares mais seguros, acolhedores e inclusivos. Estudantes da rede pública de ensino participam de apresentação teatral proposta por profissionais das forças de segurança | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Segurança pública também se constrói por meio da educação, da prevenção e da participação social" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública do DF Nesta edição, o programa ampliou o alcance ao contemplar estudantes do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio. Ao longo dos dois dias, os participantes assistiram a palestras educativas, apresentações teatrais e atividades interativas conduzidas por profissionais das forças de segurança e instituições parceiras, com temáticas como enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes, bullying e cyberbullying, cidadania, convivência respeitosa, segurança digital e prevenção de situações de vulnerabilidade. Multiplicadores da cultura de paz Para o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, o investimento em ações educativas voltadas à juventude representa uma estratégia fundamental dentro da política de prevenção da SSP-DF. “Segurança pública também se constrói por meio da educação, da prevenção e da participação social. Quando promovemos espaços de diálogo e conscientização, fortalecemos fatores de proteção e ampliamos a capacidade dos jovens de reconhecer riscos, prevenir conflitos e atuar como agentes multiplicadores da cultura de paz. O programa Promotores de Segurança Cidadã é uma iniciativa que traduz, na prática, o conceito de segurança integral adotado pelo Distrito Federal”, destaca. Formação cidadã dos estudantes foi apontada como um dos pilares para a construção de uma sociedade mais segura "Quando os estudantes são incentivados a refletir sobre temas como cultura de paz, prevenção às violências e responsabilidade coletiva, fortalecemos não apenas o ambiente escolar, mas também a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a sociedade” Iêdes Braga, secretária de Educação interina O fortalecimento das relações no ambiente escolar foi ressaltado pela secretária de Educação interina do Distrito Federal, Iêdes Braga. “A escola é um espaço privilegiado para a formação cidadã e para a construção de valores que contribuem para uma convivência mais respeitosa e segura. Quando os estudantes são incentivados a refletir sobre temas como cultura de paz, prevenção às violências e responsabilidade coletiva, fortalecemos não apenas o ambiente escolar, mas também a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a sociedade”. A secretária-executiva de Políticas de Segurança Pública, Regilene Siqueira, ressalta que a formação cidadã dos estudantes é um dos pilares para a construção de comunidades mais seguras e resilientes. “Nosso objetivo é aproximar os estudantes das instituições públicas e fortalecer o sentimento de pertencimento, responsabilidade coletiva e respeito às diferenças. Ao incentivar o diálogo, a empatia e a resolução pacífica de conflitos, contribuímos para que crianças e adolescentes se reconheçam como protagonistas na construção de uma sociedade mais segura e solidária”, afirma. Formação para a cidadania [LEIA_TAMBEM]Entre os estudantes, a programação também despertou interesse e ampliou o conhecimento sobre temas relacionados à cidadania e à segurança. Aluna da Escola Classe 8, Marina Rodrigues destacou o caráter educativo e interativo das atividades. “Estou achando esse passeio muito legal. A gente aprende sobre o trânsito, sobre as placas e sobre a importância de respeitar as regras e a faixa de pedestres. Também gostei muito das atividades e dos materiais que recebemos. É uma experiência divertida e que ensina muitas coisas importantes para a nossa vida”, relata. Criado pela SSP-DF, o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã tem como foco fortalecer a cultura de paz e reduzir a percepção de insegurança no ambiente escolar por meio da integração entre estudantes, educadores, famílias e instituições de segurança pública. A proposta busca incentivar o protagonismo juvenil e capacitar os participantes para atuarem como multiplicadores de boas práticas em suas comunidades escolares. *Com informações da SSP-DF
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GDF integra câmeras da saúde ao sistema de segurança pública
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Saúde (SES-DF), assinou, nesta terça-feira (2), um termo de cooperação técnica que estabelece o monitoramento integrado de imagens entre as duas pastas. O acordo garante à segurança pública acesso a cerca de 12 mil câmeras instaladas nas unidades de saúde do DF e foi assinado pela governadora Celina Leão durante solenidade em reconhecimento às forças de segurança pela conquista do título de capital mais segura do país. A partir de agora, imagens do sistema de monitoramento da rede pública de saúde são integradas à central de segurança pública | Fotos: Divulgação/Agência Saúde-DF “Qualquer cidadão pode participar, compartilhando suas câmeras de forma simples, por meio de cadastro pela internet, ampliando a rede de proteção no Distrito Federal” Celina Leão, governadora “Para isso, temos atuado de forma integrada e ampliado a divulgação do programa DF 360°, que aposta em tecnologia, integração das forças de segurança e participação da comunidade. É uma iniciativa que já apresenta resultados positivos. Hoje, demos mais um passo importante com a integração de cerca de 12 mil câmeras. As imagens das unidades de saúde, que já contam com monitoramento, passam a ser disponibilizadas também na central de segurança pública. Além disso, qualquer cidadão pode participar, compartilhando suas câmeras de forma simples, por meio de cadastro pela internet, ampliando a rede de proteção no Distrito Federal”, ressalta a chefe do Executivo. Cerca de sete mil câmeras de vigilância já estão instaladas em 254 unidades, entre hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs), policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), farmácias e bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu DF), entre outras instalações. O sistema funciona de forma integrada, com acompanhamento das imagens em tempo real por centrais regionais, localizadas nos hospitais, e pela central de monitoramento global, no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que permite a visualização de todas as unidades monitoradas. Todas as unidades do sistema de saúde do DF contam hoje com câmeras de segurança instaladas em suas dependências Monitoramento ativo O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, explicou que a cooperação técnica com SSP, em parceria com a Brasília Segurança, empresa responsável pelo monitoramento por câmeras na rede de saúde, permitirá o acesso às câmeras instaladas nas unidades. “Todas as unidades de saúde, incluindo hospitais e UBSs, já contam com câmeras e monitoramento ativo. A expectativa é que a integração tenha impacto em todo o Distrito Federal, ampliando a atuação conjunta entre as áreas de saúde e segurança pública”. “Isso é extremamente positivo, porque contamos com mais de 100 licenças de reconhecimento facial, além de tecnologias que permitem análise comportamental” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública Segundo o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, a Secretaria de Saúde efetivou uma contratação que garante vigilância e monitoramento em todas as unidades de saúde, com a possibilidade de compartilhamento das imagens com a Segurança Pública prevista em contrato. A partir desse acordo, a pasta passou a ter acesso às imagens dentro do escopo do programa DF Mais Seguro, o que amplia a capacidade de atuação. “Isso é extremamente positivo, porque contamos com mais de 100 licenças de reconhecimento facial, além de tecnologias que permitem análise comportamental. Em uma UPA, por exemplo, com os parâmetros que estão sendo desenvolvidos, é possível identificar situações como tumultos, pessoas levantando cadeiras, brigas, alguém portando uma faca ou até casos de violência, como um homem agredindo uma mulher, ou seja, conseguimos detectar, em tempo real, situações intoleráveis dentro de uma unidade de saúde”, explica Patury. Controle de acesso [LEIA_TAMBEM]Após a integração com a Saúde, o projeto já avança em outras pastas, como as secretarias de Mobilidade (Semob-DF) e de Educação (SEEDF) e o Detran-DF, que passou a compartilhar imagens de pardais. A proposta é expandir para todos os órgãos e também para a iniciativa privada. Comerciantes e cidadãos podem aderir ao sistema ao buscar por “DF 360” na internet e seguir o tutorial para integrar suas câmeras à segurança pública. A instalação dos sistemas de controle de acesso já foi feita no Parque de Apoio da Saúde, localizado no SIA, e nas unidades do Gama e de Santa Maria. A previsão é de que o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e o prédio da Administração Central da SES-DF passem a contar com o sistema em breve. Ao todo, serão 1,2 mil leitores biométricos, 1,2 mil fechaduras eletromagnéticas, 592 novas cancelas de acesso com leitores faciais e 36 detectores de metais. Cronograma de expansão e proteção A implementação do sistema ocorrerá de forma gradual para garantir a estabilidade técnica e a conectividade da rede. O cronograma foi desenhado em etapas prioritárias: • Fase 1: ontegração imediata das câmeras dos hospitais da rede pública. • Fase 2: expansão do monitoramento para as UBSs. • Fase 3: tamificação para os centros de atenção psicossocial e demais unidades de saúde do DF. Prevenção de crimes Entre os principais benefícios da integração estão a prevenção de crimes, com inibição de furtos, roubos e vandalismo em estacionamentos e áreas externas; a pronta resposta, com acionamento imediato de viaturas da Polícia Militar em caso de atitudes suspeitas ou delitos em andamento; a segurança no tráfego, com monitoramento do fluxo de ambulâncias e veículos de emergência, evitando bloqueios nas vias de acesso; e a inteligência policial, com uso das imagens para investigação e elucidação de crimes na região periférica dos hospitais. Conformidade legal e proteção de dados Todo o processo de compartilhamento de dados cumpre rigorosamente os ditames da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Secretaria de Saúde atuará como controladora das informações, enquanto a empresa prestadora de serviço de vigilância operacionalizará o envio técnico dos fluxos de vídeo. A medida assegura a transparência, a auditoria e o uso estritamente institucional das imagens em prol da segurança coletiva do Distrito Federal.
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Operação Unitas combate a criminalidade na Asa Norte
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) se juntam na Operação Unitas, iniciativa cujo nome faz alusão à união e à coesão entre as instituições. A ação consiste em uma forte ofensiva integrada para intensificar o policiamento ostensivo e as ações de polícia judiciária nas áreas de maior incidência criminal da Asa Norte. Com papel essencial na preservação da ordem pública e em total alinhamento com as equipes civis, a PMDF atua diretamente na prevenção ativa e na repressão qualificada de práticas delituosas. As ações conjuntas são focadas no combate ao tráfico de drogas, roubos, localização de foragidos da justiça e na recuperação de veículos e armas. O foco da Operação Unitas está no combate ao tráfico de drogas, roubos, localização de foragidos da justiça e na recuperação de veículos e armas Foto: Divulgação/PMDF Para sufocar a criminalidade, o 3º BPM mobilizou uma expressiva força de pronta resposta: equipes do Grupamento Tático Operacional (Gtop 23), além de equipe especializada de motociclistas. Esse robusto efetivo atua em conjunto com a PCDF por meio de comboios operacionais, otimizando a presença do Estado nas ruas. Sob determinação do Comando do 3º BPM, os policiais militares realizam abordagens minuciosas, patrulhamento tático e pontos de bloqueio em locais sensíveis previamente mapeados pela inteligência, como eixos comerciais, estacionamentos residenciais, áreas estudantis e setores de oficinas. *Com informações da PMDF
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Debate busca fortalecer liderança feminina no DF
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realizará, nesta quinta-feira (21), um debate sobre liderança feminina. A iniciativa, voltada ao fortalecimento do protagonismo da mulher, tem como foco a valorização profissional e o desenvolvimento de competências de liderança no âmbito da segurança pública do Distrito Federal. Debate visa à ampliação de oportunidades para a atuação feminina em posições estratégicas e de liderança | Foto: Divulgação/SSP-DF A atividade será conduzida por Celina Coelho, analista do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e doutora em Direito, promovendo um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os desafios, avanços e oportunidades da atuação feminina em posições estratégicas e de liderança. [LEIA_TAMBEM]O encontro será realizado às 14h30, no Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB/SSP), e integra as ações institucionais de valorização profissional e promoção da qualidade de vida no trabalho desenvolvidas pela SSP-DF. Para o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, iniciativas voltadas ao fortalecimento de lideranças femininas contribuem para uma gestão mais estratégica, humana e eficiente. “Promover espaços de diálogo e desenvolvimento de lideranças femininas é fortalecer a própria segurança pública. A diversidade de perspectivas amplia a capacidade de gestão, qualifica a tomada de decisões e contribui para instituições mais modernas, integradas e preparadas para os desafios contemporâneos”, destaca. Os servidores interessados em participar deverão manifestar interesse às(aos) respectivas(os) subsecretárias(os) ou chefias das assessorias, para fins de indicação institucional. *Com informações da SSP-DF
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Câmeras reforçam segurança nos restaurantes comunitários
O objetivo da medida implementada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), por meio da adesão ao Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), executado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), é o de garantir mais segurança nos restaurantes comunitários. A iniciativa possibilita o monitoramento em tempo real de câmeras conectadas às unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Atualmente, quatro câmeras da SSP-DF estão em funcionamento nos restaurantes do Riacho Fundo II, Ceilândia Centro (Dj Jamaika), Recanto das Emas e Samambaia (Rorizão) desde setembro do ano passado. As imagens são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB) e para as Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs) da PMDF. “A expectativa é expandir gradativamente esse monitoramento para outras unidades, fortalecendo ainda mais a segurança”, destacou a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. “Estamos constantemente avaliando medidas para garantir que nossa população se sinta ainda mais segura nos restaurantes e nas demais unidades de assistência social, uma vez que milhares de pessoas frequentam esses locais”, reforçou. Em 2025, os restaurantes comunitários serviram mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar Também foram instalados novos pontos de câmeras nas unidades do Varjão, Paranoá, Itapoã, Sobradinho II, Planaltina, São Sebastião e Arniqueira, que passarão a monitorar os equipamentos em breve. A Sedes já emitiu ordens de serviço para a instalação de câmeras em outras sete unidades: Brazlândia, Estrutural, Gama, Samambaia-Expansão, Santa Maria e Sol Nascente. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de segurança das próprias unidades. Cadastro Desde 2025, os restaurantes têm implementado um sistema de cadastramento de frequentadores com o objetivo de compreender melhor o perfil do público e adotar estratégias adequadas para cada grupo atendido. Entre as principais iniciativas, destacam-se o reforço na segurança e o aprimoramento dos serviços oferecidos. “A identificação é uma prática comum em diversos equipamentos públicos. Em escolas, creches, delegacias, hospitais e unidades de saúde, por exemplo, as pessoas precisam se identificar, tanto por uma questão de organização quanto de segurança. Nos restaurantes comunitários, não deve ser diferente”, observa a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karen Moreno. Atualmente, o cadastro está sendo realizado nas unidades de Varjão, Paranoá, Itapoã, Santa Maria e Sobradinho. Até o momento, foram cadastrados um total de 20.455 usuários, o que representa uma média mensal de 1.278 registros. [LEIA_TAMBEM] Baixa renda Administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social, os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição. Em 2025, foram servidas mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar, um salto quando comparado com 2019, quando foram servidas 6 milhões. O incremento significativo só foi possível graças a medidas do GDF que qualificaram a política pública dos restaurantes comunitários, contribuindo para que o Distrito Federal fosse, pela segunda vez consecutiva, primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome. Atualmente, 17 restaurantes dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF
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