Mais de 380 famílias são atendidas durante o GDF na Sua Porta na Colônia Agrícola 26 de Setembro
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) prestou 381 atendimentos a famílias entre segunda (25/5) e sexta-feira (29/5), durante a quinta edição do programa GDF na Sua Porta, que ocorreu na 26 de Setembro, Região Administrativa de Vicente Pires. Equipes da Secretaria de Desenvolvimento Social se destacaram no atendimento ao público | Foto: Divulgação/Sedes-DF Entre os serviços mais procurados pela população estavam os agendamentos para atendimentos de Cadastro Único (195) e as solicitações do Cartão Prato Cheio (194). Todos os atendidos também tiveram acesso à abertura e atualização de prontuários eletrônicos, apresentação dos serviços e consultas sobre o programa Bolsa Família. [LEIA_TAMBEM]“A Sedes já fez mais de 1,5 mil atendimentos em diferentes regiões administrativas onde este importante programa da governadora Celina Leão esteve; então, a assistência social tem chegado cada vez mais às famílias mais vulneráveis de uma forma mais direta, mais simples, mais humanizada”, avalia a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A Sedes-DF está presente em todas as edições do GDF na Sua Porta com atendimento das 9h às 16h, com distribuição de senhas. Os serviços oferecidos são orientações e consultas socioassistenciais, agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros, abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), emissão de isenção de taxa para segunda via de identidade, emissão da Carteira do Idoso e avaliação e inclusão no programa Cartão Prato Cheio. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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Mais segurança para os dados pessoais do cidadão
[Olho texto=”“Com essa atitude, minimizamos as possibilidades de fraudes ou uso arbitrário das informações pessoais cadastradas em nossas bases”” assinatura=”Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”direita”] Em tempos de preocupação com segurança da informação, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) deu um importante passo no que diz respeito à confidencialidade dos dados do cidadão atendido pela Política de Assistência Social do Distrito Federal. Nesta terça-feira (16), foi assinada a portaria que dispõe sobre a Política de Segurança da Informação e Comunicações da pasta. “Isso traz garantia e segurança aos cidadãos que atendemos, pois vão ter certeza de que seus dados não vão ser repassados ou divulgados arbitrariamente”, destaca a secretária Mayara Noronha Rocha. “Com essa atitude, minimizamos as possibilidades de fraudes ou uso arbitrário das informações pessoais cadastradas em nossas bases”, completa. No início do mês, a gestora esteve na edição deste ano do Web Summit, uma das maiores conferências do mundo sobre tecnologia. O encontro ocorreu em Lisboa (Portugal) e um dos focos foram questões relacionadas à segurança da informação. “Foram abordados estudos de casos que nos incentivaram a implantar experiências como essa”, ressalta Mayara Noronha Rocha. Essa política aplica-se a todas as unidades da estrutura administrativa da Sedes e vale para todas as plataformas utilizadas no cotidiano da pasta, como o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e o Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), entre outros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a portaria, a ser publicada nos próximos dias, o descumprimento das diretrizes acarreta sanções, sem prejuízo das demais medidas administrativas, cíveis e criminais cabíveis. Ainda conforme o texto, a Sedes vai se comprometer a aumentar a segurança das informações do cidadão, bem como criar mecanismos capazes de garantir a privacidade de informações, como endereço, CPF e nome dos dependentes, entre outros. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF
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Parceria agiliza atendimento às mulheres vítimas de violência
[Olho texto=”“Essa integração, além de agilizar o atendimento, vai permitir também um suporte personalizado” ” assinatura=”Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”direita”] A partir de agora, o Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) será também uma ferramenta para aprimorar o atendimento às mulheres vítimas de violência no Distrito Federal. Uma portaria conjunta assinada nesta quarta-feira (12) pelas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes) e da Mulher (SM) autoriza o uso dos dados do sistema criado pela Sedes para a gestão dos serviços da assistência social a fim de oferecer um apoio mais adequado a cada necessidade. O Sids é utilizado como um prontuário eletrônico com dados da família, histórico de atendimento do usuário e situação de vulnerabilidade para acompanhamento e concessão de benefícios sociais. Com a assinatura da portaria, a Secretaria da Mulher, agora, também terá acesso a essas informações durante os atendimentos. Secretárias da Mulher, Ericka Filippelli, e de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, assinam a portaria | Foto: Renato Raphael/Sedes “A mulher procura o equipamento público já muito fragilizada pela própria situação de violência”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha. “Essa integração, além de agilizar o atendimento – porque os profissionais já terão acesso ao prontuário da vítima –, vai permitir também um suporte personalizado, de acordo com as necessidades daquela mulher”, disse. A portaria deixa claro que os dados identificados e disponibilizados de pessoas inscritas no Sids seguem em caráter sigiloso, sendo vedado o acesso para outras finalidades e entes públicos. As informações serão utilizadas apenas para atendimento e fortalecimento da rede de proteção social. A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, comemora: “Essa parceria com a Sedes vai melhorar muito os nossos serviços, qualificar o atendimento à mulher vítima de violência. Vai ser muito importante, porque os nossos dados, hoje, não estão informatizados. Por isso, faço um agradecimento especial”. Casa da Mulher Brasileira [Olho texto=”“Dá uma sensação maior de segurança para essa mulher ter esse atendimento das equipes socioassistenciais dentro da unidade” ” assinatura=”Ericka Filippelli, secretária da Mulher” esquerda_direita_centro=”direita”] Além da integração do Sids, também está em estudo a possível instalação de um ponto de apoio do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) na nova unidade da Casa da Mulher Brasileira no DF. A Casa da Mulher Brasileira integra, no mesmo espaço, serviços especializados para os mais diversos tipos de violência contra as mulheres: acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia, Juizado, Ministério Público, Defensoria Pública, promoção da autonomia econômica e cuidados para os filhos. Atualmente, após denúncia formalizada nas delegacias de polícia, ou na própria Delegacia da Mulher, as mulheres que precisam de atendimento ou acolhimento, após atendimento de um psicólogo, são encaminhadas aos serviços prestados nos equipamentos da rede integrada de atendimento à mulher. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo Ericka Filippelli, essa aproximação das unidades vai permitir que as mulheres vítimas de violência sejam atendidas por uma equipe socioassistencial no próprio local, já que a maioria delas é de mulheres sem renda e em risco social. “Muitas mulheres que chegam aos nossos serviços precisam de benefícios sociais e não têm Cadastro Único”, pontua Ericka. “Essa proximidade vai facilitar muito a inserção dessas mulheres vítimas de violência na rede de proteção social. Dá uma sensação maior de segurança para essa mulher ter esse atendimento das equipes socioassistenciais dentro da unidade.” *Com informações da Sedes
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Basta de violência contra as mulheres
Unidades do Creas oferecem acolhimento a mulheres vítimas de violência e de violação de direitos | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Quando cheguei à unidade a primeira vez, eu estava com depressão, sem chão, sem vontade de nada, e eles me ajudaram em todas as situações, tanto psicologicamente quanto com alimentos, apoio, conselhos. O tempo que eles disponibilizam para a gente é crucial. Quando cheguei, não tinha trabalho, eu e meus quatro filhos. Depois, tive um AVC, e eles também me ajudaram nesse período. É o lugar onde eu achei o meu valor, porque fui abusada muito tempo, e achava que não merecia, que não poderia ser feliz. Lá eu vi que tinha forças para lutar pelos meus sonhos.” No Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro), o relato da cabeleireira Vânia (nome fictício) desponta como um exemplo de luta pela recuperação da dignidade. Moradora da Estrutural, ela é atendida pelo Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) desde 2017. Vinda do Piauí depois de se separar do marido, que a agredia, Vânia foi levada ao Creas por uma amiga, teve acesso a benefícios sociais, conseguiu orientação para se reerguer e, até hoje, frequenta um grupo de terapia comunitária, que a tem ajudado a manter a autoestima. “Tive outro marido que me explorava, me bateu, ficava bêbado na frente dos meus filhos, e tive que enviar minha filha para morar em outra cidade porque ela estava dando problema aqui”, conta. “Esse apoio psicológico tem sido fundamental nos últimos anos.” Ajuda providencial No Distrito Federal, as 11 unidades do Creas, gerenciadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), oferecem instrumentos para fortalecer a autonomia das mulheres vítimas de violência e de violação de direitos. Lá, elas contam com suporte para sair dessa situação de vulnerabilidade. Pelos dados do registrados no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) da Sedes, o número de atendimentos desses casos no Creas subiu de 407, em 2019, para 764, em 2020. A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, alerta que esse crescimento pode ter sido motivado pela pandemia da Covid-19, em razão da maior convivência entre os possíveis agressores e vítimas. “Nossos atendimentos aumentaram, mesmo de forma remota, devido à pandemia”, observa. “Então, as mulheres que procuram nossas unidades, seja um Creas, seja um Cras [Centro de Referência de Assistência Social] ou Centro Pop [Especializado no Atendimento à População de Rua], não ficaram sem assistência durante a pandemia”. Políticas públicas O Creas, acentua a secretária, está sempre de prontidão. “O papel do nosso atendimento é trabalhar para que as vítimas entendam que estão sofrendo uma situação de violência e quais as consequências disso”, afirma. “Depois passamos para um encaminhamento e articulação com a rede para que essas mulheres tenham acesso às políticas públicas e uma rede protetiva que permita à mulher enfrentar essa situação de violência.” [Olho texto=” “O papel do nosso atendimento é trabalhar para que as vítimas entendam que estão sofrendo uma situação de violência e quais as consequências disso” ” assinatura=”Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”centro”] Nas unidades do Creas, explica Mayara, o atendimento compreende acesso a benefícios sociais, como programas de transferência de renda – Bolsa Família, DF Sem Miséria, Benefício de Prestação Continuada (BPC), bem como os auxílios em situação de vulnerabilidade temporária, de natalidade e calamidade e de segurança alimentar, como no programa Prato Cheio. O suporte é dado pela equipe multidisciplinar, formada por profissionais de psicologia, direito, serviço social, educação e pedagogia. O diretor de serviços especializados a famílias e indivíduos da Sedes, Felipe Areda, destaca que, no caso da mulher vítima de violência, muitas vezes, só a denúncia contra o agressor não basta. A mulher precisa se sentir acolhida e ter uma rede de proteção para ter segurança em denunciar. “Muitas vezes, nós pensamos que a denúncia é o primeiro passo, mas algumas mulheres não têm uma rede protetiva estruturada”, atenta. “Se ela fizer a imediatamente a denúncia, isso coloca a vida dela em risco. Então, parte do trabalho das equipes está na construção de uma rede protetiva para que essa denúncia se torne possível.” [Olho texto=”“Muitas vezes, nós pensamos que a denúncia é o primeiro passo, mas algumas mulheres não têm uma rede protetiva estruturada” ” assinatura=”Felipe Areda, diretor de serviços especializados a famílias e indivíduos da Sedes” esquerda_direita_centro=”centro”] Mayara Noronha Rocha lembra que há um cuidado nas unidades socioassistenciais para evitar o constrangimento e a exposição da mulher vítima de violência. “Aqui no DF temos outras secretarias que tratam dessa discussão, mas é importante destacar a intersetorialidade e a preocupação em tratar desse tema”, enfatiza. Acolhimento Na Sedes, o acolhimento temporário exclusivo da Unidade de Acolhimento para Mulheres (Unam) contempla mulheres adultas ou idosas desacompanhadas e em condições de exercer independentemente as atividades básicas da vida diária ou de dependência em grau 1, que estejam em situação de rua e/ou desabrigo por abandono, violência, migração, em trânsito no DF, ausência de residência ou sem condições de autossustento. Nesse caso, o foco não são apenas as mulheres vítimas de violência. No total, são ofertadas 35 vagas na unidade, que, atualmente, acolhe 29 mulheres. Na Unam é ofertado atendimento psicológico e social, e a equipe socioassistencial trabalha para ajudar as vítimas a encontrar uma rede de apoio, com família e amigos próximos. Data internacional Instituído como 25 de novembro, o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres foi criado em homenagem às irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), dominicanas conhecidas como Las Mariposas, que se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo e foram assassinadas em 25 de novembro de 1960. No 1º Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho de 1981, realizado em Bogotá (Colômbia), a data do assassinato das irmãs foi proposta se transformar em marco de luta e solidariedade. Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceu oficialmente 25 de novembro como o Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. No Brasil, em 1980, foi criado o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher – 10 de outubro. * Com informações da Sedes
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