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Sol Nascente

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Centro de Referência da Mulher Brasileira promove novas atividades

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   As unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II recebem, no dia 18/9, uma programação voltada às mulheres. As atividades ocorrem das 14h às 18h, com entrada gratuita e aberta à comunidade. Serviços de beleza fazem parte das atividades oferecidas às mulheres de todas as idades nessas regiões | Foto: Divulgação/SMDF A programação integra as atividades desenvolvidas pelos CRMBs, que oferecem capacitações, oficinas e ações voltadas ao fortalecimento da autonomia econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade social. A Feira Solidária Elas Fazem reúne alunas e ex-alunas dos centros para apresentar e comercializar produtos, divulgar serviços e compartilhar experiências com a comunidade. A atividade também proporciona um espaço de convivência e troca de conhecimentos entre as participantes. Entre os produtos e serviços disponíveis estão peças de artesanato, alimentos, bolsas, bijuterias e serviços de beleza. No CRMB Recanto das Emas, a programação inclui o Dia da Beleza, das 14h às 16h, com serviços gratuitos de esmaltação, escova, chapinha e design de sobrancelhas para as 20 primeiras participantes. Das 16h às 18h, será realizado o workshop formativo, com conteúdos relacionados ao empreendedorismo e à organização financeira. Os CRMBs integram a política pública de atendimento e acolhimento às mulheres no Distrito Federal. As unidades oferecem atividades voltadas ao desenvolvimento de conhecimentos, à autonomia econômica e à ampliação de oportunidades para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Serviço ► Feira Solidária Elas Fazem, Dia da Beleza e Workshop Formativo Data: 18 de setembro, das 14h às 18h, com entrada gratuita e aberta à comunidade Locais → Feira solidária: CRMB Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II → Dia da Beleza: CRMB Recanto das Emas, das 14h às 16h, com atendimento gratuito às 20 primeiras participantes → Workshop formativo: CRMB Recanto das Emas, das 16h às 18h.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Para manutenção na rede, áreas do Sol Nascente terão fornecimento de água suspenso nesta quarta- feira (19)

Serviços de manutenção para melhoria do sistema de abastecimento de água serão realizados, nesta quarta-feira (19), no Sol Nascente. Os trabalhos estão previstos para ocorrer das 10h às 16h. As áreas abrangidas serão o Trecho 2 do Setor Habitacional Sol Nascente (SHSN); as chácaras 59, 65, 79, 80, 81, 89, 96, 97, 98 A, 99, 105 e 117, e São João 78; o Residencial Pinheiros, Quadra 11; a Administração Regional do Sol Nascente; e o Trecho 02 da Quadra 207. Na VC-311, os serviços serão realizados nas chácaras 98, 100 e 101C, além do Residencial Gileade e Nova Canaã. Outras áreas também serão afetadas, incluindo as chácaras 92 e 94, as quadras 105 e 209, a Quadra de Comércio e Serviços 2 (QCS 2), a Quadra 202 e as chácaras 111, 111A, 121, 122, 123, 124, 02, 61, 92, 107, 108B, 109 e 110. A normalização do fornecimento de água ocorrerá de forma gradual após o término dos trabalhos. Todo cliente deve ter caixa-d’água com capacidade correspondente ao consumo médio diário, conforme estabelece o artigo 50 da Resolução nº 14, de 27 de outubro de 2011, da Adasa. Durante a execução do serviço, a orientação é para que a população faça consumo consciente de água, já que o volume utilizado individualmente impacta diretamente o abastecimento coletivo. Para mais informações, basta acessar o canal público da companhia, pelo telefone 115.  

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Centros de referência da mulher brasileira promovem feira solidária

Os centros de referência da mulher brasileira (CRMB), equipamento da Secretaria da Mulher (SMDF), realizam nesta sexta-feira (26) a primeira edição da "Feira Solidária - Elas Fazem". Com entrada gratuita e aberta à comunidade, o evento ocorre das 14h às 18h, simultaneamente nas unidades do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II. A iniciativa busca valorizar o trabalho das mulheres atendidas pelos centros e incentivar a autonomia financeira. A secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, afirmou que os centros de referência são essenciais para romper ciclos de violência de gênero e promover a autonomia feminina. “Estamos avançando para garantir que cada mulher tenha a oportunidade de crescer financeiramente e conquistar os seus sonhos. Essa é uma forma de recomeço para as mulheres reconstruírem as suas vidas com dignidade”, afirmou. Durante a feira, alunas e ex-alunas expõem e comercializam seus produtos, divulgam serviços e compartilham com o público os conhecimentos adquiridos nas capacitações oferecidas pelas unidades. Todo o valor arrecadado fica com as próprias mulheres. “A feira é uma oportunidade para que as mulheres apresentem seus talentos, ampliem sua rede de contatos e transformem o aprendizado dos cursos em novas possibilidades de geração de renda”, afirma a diretora-geral dos centros de referência da mulher brasileira, Fausta Maria de Matos. Durante a feira, alunas e ex-alunas expõem e comercializam seus produtos, divulgam serviços e compartilham com o público os conhecimentos adquiridos nas capacitações oferecidas pelas unidades | Foto: Divulgação/SMDF Os visitantes podem conhecer uma variedade de itens e atendimentos, como doces, artesanato em geral, amigurumis, mudas de plantas, massagens, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro. Cada unidade reunirá expositoras de diferentes áreas, o que permite ao público conhecer a diversidade de habilidades e iniciativas desenvolvidas pelas participantes. Entre as expositoras está a engenheira agrônoma Patrícia Santos, de 40 anos, moradora de Taguatinga Norte. Aluna dos cursos de Marketing Digital e Empreendedorismo, ela levará mudas e plantas para comercialização, além de compartilhar orientações sobre jardinagem, cultivo, sustentabilidade e paisagismo. “É uma grande oportunidade para as alunas dos centros, pois podemos colocar em prática o empreendedorismo feminino”, destaca Patrícia. Além de ampliar as oportunidades de renda, a "Feira Solidária - Elas Fazem" permite que as participantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos durante as formações, fortaleçam a autoconfiança e ampliem as possibilidades de inserção no mercado. Os centros de referência da mulher brasileira oferecem capacitações, oficinas e atividades voltadas para o fortalecimento da autonomia feminina. As formações abrangem áreas como empreendedorismo, marketing digital, beleza e artesanato. Confira os endereços e telefones dos centros de referência da mulher brasileira CRMB — Recanto das Emas Telefone: (61) 3181-2665 / 3181-2666 Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira CRMB — Sol Nascente Telefone: (61) 3181-2255 / 3181-2660 Trecho 02 Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira CRMB — São Sebastião Telefone: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB — Sobradinho II Telefone: (61) 3181-2663 / 3181-2664 AE 06 COER Quadra 01, Setor Oeste Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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Governadora inaugura obras de infraestrutura no Sol Nascente

O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, nesta quarta-feira (24), obras de infraestrutura no Sol Nascente/Pôr do Sol, em áreas do Trecho 1 e dos lotes 1 e 2 do Trecho 3. Com investimento de R$ 215 milhões, as intervenções incluem redes de drenagem, pavimentação asfáltica, blocos intertravados e calçadas. Obras fazem parte do pacote de urbanização da região administrativa, que foca o bem-estar dos moradores | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A entrega teve a participação da governadora Celina Leão e ocorreu no Trecho 3, em frente à Igreja Redenção. Os serviços integram as frentes de urbanização da região administrativa e buscam reduzir transtornos com lama, poeira e alagamentos, além de melhorar a circulação de moradores, pedestres e motoristas. “Com essa finalização, faltam apenas duas ruas para que possamos entregar 100% do Sol Nascente com toda a infraestrutura urbanizada e organizada”, ressaltou a governadora Celina Leão “São três trechos que estão sendo finalizados hoje”, enumerou a chefe do Executivo. “Com essa finalização, faltam apenas duas ruas para que possamos entregar 100% do Sol Nascente com toda a infraestrutura urbanizada e organizada. Hoje a cidade está totalmente transformada. Temos restaurante comunitário, faculdade, Agência do Trabalhador e a Casa da Mulher Brasileira.” No momento em que assinou a entrega das obras, Celina Leão também autorizou a construção de uma ciclovia na região. O anúncio foi feito após um pedido de um morador durante o evento. “Está autorizado”, afirmou. “Você vai organizar, e nós vamos fazer. Vai sair. Começa semana que vem”.   Obras concluídas No Trecho 1 e em parte do Trecho 3, as intervenções receberam investimento de R$ 80 milhões. O pacote resultou na instalação de 7.185 metros de redes de drenagem, 44.777 metros quadrados de asfalto, 88.517 metros quadrados  de blocos intertravados e 77.148 metros quadrados de calçadas. No Trecho 3, o Lote 1 recebeu aporte de R$ 75 milhões. Nessa frente, foram instalados 7.264 metros de redes de drenagem, 57.003 metros quadrados de asfalto, 124.600 metros quadrados de blocos intertravados e 110.000 metros quadrados de calçadas. O Lote 2, também voltado para obras de infraestrutura na região, teve investimento de R$ 60 milhões. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, comemora: “O Sol Nascente já foi considerado a maior favela do Brasil. Hoje é uma cidade urbanizada, com drenagem e sem problemas de enchentes” [LEIA_TAMBEM]Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, as entregas fazem parte do processo de urbanização da região. “Já foram investidos quase R$ 600 milhões no Sol Nascente para levar infraestrutura à cidade”, contabiliza. “Hoje estamos entregando obras no Trecho 3, mas também já concluímos intervenções no Trecho 1 e em outras áreas que haviam ficado de fora”. O secretário também falou sobre os impactos das obras para a população: “O Sol Nascente já foi considerado a maior favela do Brasil. Hoje é uma cidade urbanizada, com drenagem e sem problemas de enchentes. Temos rodoviária, Casa da Mulher Brasileira, Centro Olímpico, escolas e diversos outros equipamentos públicos”. Infraestrutura urbana O comerciante Robério Júnior tem boas expectativas: “Eu vejo a possibilidade de crescer junto com a cidade, aumentar o tamanho da loja e a quantidade de funcionários” Criado como região administrativa em 2019, o Sol Nascente/Pôr do Sol concentra mais de 95 mil moradores. Entre eles está a diarista Marlete Geralda de Brito, de 60 anos. Hoje, com a rua pavimentada, ela comemora a mudança: “Antes era só lama e poeira. Na minha casa entrou água duas vezes. Agora ficou tudo arrumadinho”. As melhorias também beneficiaram o comércio local. Dono de uma papelaria, o empresário Robério Júnior, 62, diz que o novo asfalto e os estacionamentos facilitaram o acesso dos clientes. “É uma cidade nova que está crescendo”, observa. “Eu vejo a possibilidade de crescer junto com a cidade, aumentar o tamanho da loja e a quantidade de funcionários. Você faz um investimento, e o governo vem junto com as obras. Esta semana, terminaram a drenagem aqui na frente da loja. Achei sensacional, principalmente porque o período de chuvas está chegando”.    

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Operação Ad Sumus reforça a segurança em Ceilândia, Sol Nascente e Brazlândia

Nesta quinta-feira (14), 4º Comando de Policiamento Regional (4º CPR) da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) lançou a Operação Ad Sumus, que reforça o policiamento ostensivo nas regiões de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia. Operação reúne representantes de diversos órgãos de segurança do DF | Foto: Divulgação/PMDF A ação, que ocorre até este sábado (16), mobiliza equipes do 8º, 10º e 16º batalhões da PMDF, além de unidades especializadas da corporação, como o Grupo Tático Operacional (Gtop). As equipes atuarão em patrulhamento ostensivo, fiscalização de trânsito, abordagens preventivas e apoio operacional, ampliando a segurança da população. [LEIA_TAMBEM]A solenidade contou com a presença de equipes especializadas da PMDF, administradores regionais e representantes das forças de segurança pública do Distrito Federal, reforçando a atuação integrada entre os órgãos. “É uma forma de trabalho integrada, e com certeza os resultados serão positivos para a segurança da nossa comunidade”, enfatizou o comandante do 10º BPM, coronel Lins. Apoiam a operação o Corpo de Bombeiros (CBMDF), a Polícia Civil (PCDF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), conselhos comunitários de segurança (Consegs), lideranças comunitárias e demais associações representativas. *Com informações da Polícia Militar do DF e da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol

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GDF abre licitação de R$ 22,6 milhões para ampliar infraestrutura no Sol Nascente e reforçar drenagem em Ceilândia

A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) publicou aviso de licitação para contratação de empresa especializada na execução de obras de infraestrutura complementar no Trecho 3 do Sol Nascente, com intervenções também voltadas ao reforço do sistema de drenagem em Ceilândia. O investimento estimado é de R$ 22,7 milhões. Sol Nascente terá obras que, assim como as de Ceilândia, seguem as normas técnicas previstas pela ABNT e pelo Dnit | Foto:  Joel Rodrigues/Agência Brasília-DF “A iniciativa faz parte do conjunto de investimentos voltados à urbanização de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura O projeto contempla serviços essenciais para a consolidação da infraestrutura urbana, incluindo pavimentação, implantação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e execução de sistemas de drenagem com dispositivos dissipadores, seguindo normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). “Nosso objetivo é não deixar nenhuma rua do Sol Nascente sem infraestrutura de qualidade; além disso, vamos reforçar o sistema de drenagem de Ceilândia, que hoje está subdimensionado para atender as reais necessidades da população”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. [LEIA_TAMBEM]O edital já se encontra disponível, exclusivamente nos portais oficiais do governo federal e da SODF. As propostas poderão ser enviadas a partir das 8h desta quinta-feira (23), sendo a abertura prevista para 29 de maio. “A iniciativa faz parte do conjunto de investimentos voltados à urbanização de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal, com foco na melhoria da mobilidade, na prevenção de alagamentos e na promoção de mais qualidade de vida para os moradores”, enfatiza o titular da SODF.   *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

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Família do Sol Nascente é beneficiada com o programa Melhorias Habitacionais

A vida da dona Maria José Carvalho, de 50 anos, moradora do Sol Nascente, ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (17). Isso porque ela é mais uma beneficiada do programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Agora, ela e os dois filhos, Lucas de Carvalho, 26 anos, e Maria Eduarda Carvalho, 12 anos, vão poder dormir com o sossego e o aconchego da nova casa.  “A minha casa, antigamente, era só o esqueleto. Hoje, moram comigo meus dois filhos e a gente está muito satisfeito com o trabalho de todos que se envolveram para me entregar essa maravilha”, declarou Maria. “Aqui não é uma casa, é uma mansão. Minha casa agora está toda bonitinha e vou cuidar para o resto da minha vida”, concluiu.  Residir em uma casa insalubre, que era o caso de Maria, é a maior dificuldade que uma família pode passar durante a vida. Mas, graças à intervenção da Codhab, foi possível executar novas instalações hidráulicas e de esgoto, aplicar revestimento cerâmico esmaltado nos pisos, rodapés e paredes, e instalar novas portas e janelas. Além disso, o banheiro recebeu revestimento cerâmico nos pisos e paredes, juntamente com a instalação de novas louças e metais sanitários. Com o programa Melhorias Habitacionais, a Codhab atende famílias de baixa renda que vivem em moradias insalubres, sem ventilação, com infiltrações ou risco estrutural | Foto: Divulgação/Codhab A área da obra compreendeu um espaço de 61,41 m² e contou com o investimento de R$ 97.337,05.  A arquiteta da Codhab responsável pelo projeto, Rachel Martins, contou que todo o trabalho foi desenvolvido por um time grande, que conta com engenheiros, assistentes sociais, construtores e os arquitetos. “É muito bom ver que agora a Maria tem uma casa digna para viver. Todo esse trabalho é muito significativo, ficamos muito realizados de viver momentos assim”, concluiu a profissional.  Proporcionando um verdadeiro lar Com este programa, a Codhab atende famílias de baixa renda que vivem em moradias insalubres, sem ventilação, com infiltrações ou risco estrutural, oferecendo uma reforma completa para garantir melhores condições de vida. De 2019 para cá, a iniciativa já recebeu o investimento total de R$ 10.203.851,02 para reformas e reconstruções de casas, em especial para famílias em situação de vulnerabilidade social. O programa, inspirado também em diretrizes nacionais e no Plano Distrital de Habitação de Interesse Social, surgiu para requalificar lares já existentes, reduzindo vulnerabilidades, prevenindo riscos e garantindo dignidade. No momento, as inscrições não estão abertas, mas a Codhab segue trabalhando para atender todas as famílias que se encontram na lista atualmente e, assim, abrir as novas oportunidades. *Com informações da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab)

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Mutirão transforma antigo lixão em local de lazer no Sol Nascente

Por iniciativa da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), uma área anteriormente degradada foi reformada e entregue à comunidade. O projeto, realizado sem custos diretos para os cofres públicos, transformou um antigo ponto de descarte irregular de lixo em um espaço destinado ao esporte e à convivência. O mutirão solidário recuperou um espaço de aproximadamente 2,5 mil m², localizado entre as chácaras 100, 157 e a quadra 100, no Trecho I do Sol Nascente. A ação, iniciada há cerca de dois meses, foi desenvolvida de forma integrada entre a equipe da Diretoria de Obras da administração regional e as demais equipes em diversas frentes. - Acolhimento e fiscalização: a Sedes e o DF Legal realizaram a abordagem e o encaminhamento de pessoas em situação de rua que ocupavam o local. - Limpeza e infraestrutura: o SLU e o Polo Oeste II executaram a limpeza pesada e o nivelamento do terreno. - Paisagismo: a Novacap cedeu mudas de árvores nativas para o plantio no Entorno. - Esporte: a Caesb doou cinco caminhões de areia para a construção de duas quadras de futebol, enquanto o DER forneceu as traves. A ação, iniciada há cerca de dois meses, foi desenvolvida de forma integrada entre a equipe da Diretoria de Obras da administração regional e as demais equipes em diversas frentes | Foto: Divulgação/Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol A administradora regional interina Michelle Estevam visitou o local nesta segunda-feira (13) e destacou a importância da mobilização intersetorial. "Essa área era um local sujo e abandonado. É com muita alegria que entregamos à população uma obra feita com união e esforço coletivo. Está provado, mais uma vez, que, na administração pública, a parceria e a criatividade são fundamentais", afirmou Michelle. Para os moradores, a mudança vai além da estética. "Isso aqui era um nojo e, dependendo do horário, era até perigoso passar. Agora, a garotada vai fazer a festa", comemorou a moradora Adriana Silva. Ela aproveitou para sugerir o próximo passo: "Só falta a CEB dar uma mãozinha com a iluminação para ficar nota dez." Próximos passos O trabalho no local não para por aqui. A administração regional já planeja a construção de uma quadra de vôlei de areia no mesmo espaço, reforçando o compromisso com o bem-estar e a saúde dos moradores da região. *Com informações da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol  

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Criação de quatro novas RAs em sete anos levou infraestrutura, serviços e dignidade a mais de 200 mil brasilienses

Filha de pais analfabetos, Margarida Minervina, 53 anos, saiu de São Julião — cidade piauiense com pouco mais de 6 mil habitantes, 400 km distante da capital, Teresina — para, segundo ela, “romper o ciclo do analfabetismo”. No Distrito Federal, ela não só conseguiu, como foi responsável por ajudar na educação de mais de 2,5 mil crianças e adolescentes, por meio da Associação Despertar Sabedoria no Sol Nascente. Mas o caminho não foi fácil. Em 2001, quando chegou à área onde iniciou o projeto, a pedagoga encontrou um cenário parecido ao que deixou para trás. “Todo mundo dizia que a gente era louco de estar nesse lugar que só tinha mato e muriçoca. Não tinha água, não tinha luz. O primeiro dia que eu dormi aqui com meus três filhos, a gente se embrulhou no lençol e deixou só o olho de fora, senão os pernilongos carregavam”, lembra. Passados 25 anos, o Sol Nascente/Pôr do Sol, hoje, tem administração regional própria. Com isso, as mudanças foram tão significativas quanto as que Margarida viveu e as que propiciou aos estudantes assistidos pelo projeto. “A diferença é muito grande. Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença. Você pode sair da sua casa, ir caminhando pegar um ônibus e não chegar com o tênis todo cheio de lama”, relata. “Tenho muito orgulho de dizer que sou moradora do Sol Nascente. Vivo aqui há 25 anos e nunca deixei de dizer que amo a minha cidade e que agradeço cada momento que passei aqui e cada infraestrutura que chegou: cada poste, cada pedaço de asfalto, cada escola”, acrescenta. Moradora do Sol Nascente há 25 anos, Margarida Minervina se surpreende com a transformação da região administrativa: "Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Investimentos De 2019 para cá, o DF ganhou quatro novas regiões administrativas. O Sol Nascente/Pôr do Sol foi a primeira, em 14 de agosto de 2019. Pouco mais de um mês depois, foi a vez de Arniqueira, em 1º de outubro do mesmo ano. Em 21 de dezembro de 2022, vieram as outras duas: Arapoanga e Água Quente. Para que essas áreas pudessem ganhar administrações regionais próprias, foram feitos estudos sobre a situação legal dos terrenos, a distância para o centro da região a que elas estavam originalmente ligadas e o tamanho da população residente. Atualmente, as quatro somam, segundo estimativas, 213.402 moradores, sendo 30 mil em Água Quente, 47.336 em Arapoanga, 45 mil em Arniqueira, e 91.066 no Sol Nascente/Pôr do Sol. O Distrito Federal ganhou quatro novas regiões administrativas nos últimos sete anos: Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira, Arapoanga e Água Quente| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com a oficialização como RA, vêm os investimentos. Ao todo, as novas regiões receberam mais de R$ 568 milhões destinados a obras e serviços já concluídos ou em andamento. Dos mais simples — como reforma de praças e instalação de luminárias e pontos de ônibus — aos mais complexos — pavimentação de vias, construção de calçadas e de redes para escoamento de água da chuva, e criação de unidades de saúde, delegacias, escolas e creches. Só para citar alguns exemplos, o Sol Nascente/Pôr do Sol ganhou uma rodoviária. Estão em andamento as construções de um Centro Educacional (CED) na Colônia Agrícola Vereda Grande, em Arniqueira, e de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Água Quente. E Arapoanga, em breve, terá um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), que está em fase de licitação. "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população de uma maneira mais próxima. O serviço público tem que chegar a ela com mais rapidez, com mais condições de atender essas pessoas dentro das suas necessidades. Elas precisam ter condição de ir e vir, de estudar, de ter saúde, de ter uma assistência social, de ter mais segurança, bem como um desenvolvimento econômico para que o emprego também seja gerado ali naquele local, para diminuir a mobilidade urbana", aponta o ex-secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. José Humberto Pires de Araújo: "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Proximidade Além de colocar os serviços mais próximos do cidadão, a criação de uma administração regional, na avaliação do ex-secretário, abre mais um canal de comunicação dos moradores com o governo. “Você coloca ali uma estrutura de pessoas com condições de pensar a cidade. À medida que você coloca uma sede de uma administração e dota ela de profissionais para poder pensar a cidade, para planejar a cidade, a população incorpora isso como uma coisa muito positiva, porque ela tem onde conversar, para onde recorrer, para onde fluir com as suas demandas e vice-versa. Então esse é um aspecto extremamente relevante.” E essa é exatamente a sensação da agente de saúde Francisca Maria de Almeida, 63. Como ela mesmo define, quando chegou à área que depois viria a ser Água Quente, há 28 anos, "não tinha praticamente nada" e os moradores eram dependentes do Recanto das Emas, cujo centro está a mais de 20 km da região: "A gente era o quintal de lá". Francisca Maria de Almeida, moradora de Água Quente: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Com o tempo — e a oficialização como região administrativa —, vieram os serviços públicos e a infraestrutura de uma cidade. "Mudou tanta coisa que você nem imagina. Nós não tínhamos sinalização, hoje em dia temos em cada quadra. O SLU [Serviço de Limpeza Urbana] está direto aqui, tem as creches, colégio, tem ônibus e iluminação em local que não tinha", elenca. Mas o principal para dona Francisca é um ponto que resume — e por si só justifica — a necessidade da criação de uma região administrativa: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa".

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Fábrica Social ganha nova unidade no Sol Nascente, com capacidade para 500 alunos

Responsável por transformar diretamente a vida de mais de 3 mil pessoas em situação de vulnerabilidade desde 2019, a Fábrica Social acaba de ganhar mais um endereço. O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), da inauguração da nova unidade do equipamento, no Trecho 2 do Sol Nascente. “A fábrica está aqui, inaugurada, todo mundo trabalhando, tendo renda, tendo oportunidade de trabalho, porque, na sequência desse programa, quem quiser montar a sua malharia, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda faz o investimento, empresta o dinheiro para a compra do equipamento e para a montagem, para que as pessoas tenham sua independência”, afirmou o governador, referindo-se ao programa Prospera. O governador Ibaneis Rocha participou da inauguração da nova Fábrica Social, no Sol Nascente; a unidade terá capacidade para 500 alunos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Durante o discurso, o chefe do Executivo destacou a importância da qualificação técnica para inserção no mercado de trabalho: “Na área da confecção, com a iniciativa que nós tivemos no ano passado de criar o Cartão Uniforme Escolar, nós temos um número muito grande de malharias que estão contratando mão de obra para poder dar conta de todos os uniformes das nossas crianças e adolescentes. De forma muito especial, as mulheres, porque nós sabemos a importância da qualificação profissional para dar liberdade financeira às nossas mulheres. Isso ajuda em todas as áreas, na renda, na confiança, na autoestima e no crescimento pessoal”. A nova unidade terá capacidade para 500 alunos, sendo 300 na área de corte e costura industrial e 200 na área da beleza. Os cursos vão desde a formação em confecção industrial até atividades como manicure, cabeleireiro com técnicas de tintura, extensão de cílios e outros serviços estéticos. O programa, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), combina formação profissional com prática produtiva no mesmo ambiente. Isso permite aos alunos vivenciar a rotina de trabalho e aumenta as chances de inserção no mercado. “O primeiro impacto é o emprego. Muitos empregos são gerados aqui. Nós montamos recentemente uma agência do trabalhador na região, e várias vagas estão sendo captadas de empresas daqui do Sol Nascente”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. Laura Santos Medeiros trabalha há cerca de um ano na Fábrica Social, na Cidade do Automóvel, e agora celebra a inauguração da nova unidade perto de casa. “Eu amo costurar, aprendi muita coisa. Quem passa por aqui pode trabalhar em outra empresa depois ou até abrir o próprio negócio. Além disso, a gente ainda recebe uma bolsa, que ajuda a juntar um dinheirinho para comprar máquinas sem se endividar. Agora, com a unidade perto de casa, abriu-se uma porta para quem realmente quer aprender e ter uma profissão. A fábrica é maravilhosa, eu gosto muito mesmo”, comemorou. Laura Santos Medeiros: "Eu amo costurar, aprendi muita coisa. Quem passa por aqui pode trabalhar em outra empresa depois ou até abrir o próprio negócio" | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Outras unidades Atualmente, a Fábrica Social conta com uma unidade na Cidade do Automóvel, que atende até 1.200 alunos. O local funciona como um centro de educação profissional, onde é oferecido o curso de costura industrial, dividido em oito módulos. São contempladas diversas áreas de uma fábrica, incluindo malharia inicial e avançada, tecido plano, serigrafia, bordado computadorizado, bolsas e acessórios, bonés e similares. [LEIA_TAMBEM]O desenvolvimento do conteúdo programático, o acompanhamento pedagógico e a monitoria/instrutoria são realizados por uma organização da sociedade civil, contratada por meio de termo de colaboração com a Sedet. Parte dos materiais produzidos é destinada a ações sociais e ao GDF, como os enxovais hospitalares utilizados na rede pública de saúde e uniformes para administrações regionais. Além disso, há outra unidade localizada no Complexo da Papuda que produz artefatos de concreto, como meios-fios, intertravados, bloquetes e tampas de bueiro. Esses itens ajudam diretamente nas ações do programa Renova DF, que cuida da zeladoria em várias regiões administrativas. Com essa estrutura, a Fábrica Social produz e entrega mais de 100 mil itens por ano. Na Fábrica Social do Sol Nascente, os cursos vão desde a formação em confecção industrial até atividades como manicure, cabeleireiro com técnicas de tintura, extensão de cílios e outros serviços estéticos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Quem pode participar A capacitação tem duração de um ano e ocorre de segunda a sexta-feira — das 8h às 12h ou das 14h às 18h. Para participar, os interessados devem estar inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e ter renda per capita de até R$ 200. Os alunos recebem uma bolsa de R$ 304, além de lanche e auxílio-transporte como ajuda de custo para incentivá-los a não desistir do projeto. Também há um auxílio de produtividade, com um percentual sobre o que produzem após a fase de instrução. As inscrições para a unidade do Sol Nascente começam com a publicação do chamamento público, prevista para segunda-feira (23).

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