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Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI)

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Segurança integral é tema do primeiro dia de simpósio de segurança pública

A segurança integral — conceito que orienta a atuação integrada, preventiva e baseada em evidências no Distrito Federal — foi o eixo central do primeiro dia do I Simpósio Qualis de Dados e Informações de Segurança Pública, promovido pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). O evento ocorre até quinta-feira (26), no Auditório Valdéria da Silva Barbosa, no Complexo da Polícia Civil, e reúne especialistas, gestores, pesquisadores e profissionais das forças de segurança para debater os dados do 2º Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal e aprimorar o uso de informações estratégicas na formulação de políticas públicas. Promovido pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), o simpósio integra o ciclo de lançamento do anuário e consolida um espaço institucional voltado à qualificação da gestão, ao fortalecimento da governança e à produção de conhecimento aplicado à segurança pública. Ao longo do primeiro dia, os debates abordaram a centralidade dos dados na política de segurança. Além da abordagem dos fenômenos, foi feita avaliação da política pública, reforçando o papel da informação qualificada como insumo essencial para a tomada de decisão. Sandro Avelar: "Não se trata apenas de produzir informações, mas de qualificá-las, interpretá-las e utilizá-las de forma estratégica. O simpósio reafirma o compromisso do Distrito Federal com uma segurança pública orientada por evidências, capaz de integrar inteligência, planejamento e ação” | Fotos: Divulgação/SSP-DF O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, enfatizou que a segurança integral exige mais do que produção de dados — demanda capacidade analítica e uso estratégico da informação. “Não se trata apenas de produzir informações, mas de qualificá-las, interpretá-las e utilizá-las de forma estratégica. O simpósio reafirma o compromisso do Distrito Federal com uma segurança pública orientada por evidências, capaz de integrar inteligência, planejamento e ação”, afirmou. “É fundamental que as políticas públicas de segurança estejam alinhadas à realidade do território e às necessidades concretas da população. Segurança pública se constrói com equilíbrio, integração e, sobretudo, com a coragem de apontar desafios e buscar soluções que preservem vidas e assegurem direitos”, completou Avelar. Os dados do 2º Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal evidenciam crimes envolvendo a população em situação de rua (PSR), tanto na condição de vítimas quanto, em parte dos registros, como autores. A análise aponta aumento da participação desse grupo nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) ao longo da última década. O levantamento também demonstra concentração territorial desses casos, especialmente em regiões como Plano Piloto, Ceilândia e Taguatinga, o que reforça a necessidade de respostas integradas e baseadas em evidências. “É fundamental que as políticas públicas de segurança estejam alinhadas à realidade do território e às necessidades concretas da população. Segurança pública se constrói com equilíbrio, integração e, sobretudo, com a coragem de apontar desafios e buscar soluções que preservem vidas e assegurem direitos” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, destacou que os dados revelam um cenário de alta vulnerabilidade e exigem atuação qualificada do Estado: “Os dados do anuário deixam evidente uma realidade que precisa ser enfrentada com responsabilidade. Não se trata de percepção, mas de evidência concreta, produzida com base técnica pela Secretaria, que exige resposta imediata. Nosso compromisso é atuar com base em dados, responsabilidade institucional e foco na proteção de vidas”. Outro tópico abordado foi a questão da redução do horário de funcionamento das distribuidoras de bebidas, como ressaltou o secretário-executivo de Gestão Integrada, Thiago Costa. “Política pública exige, muitas vezes, coragem para enfrentar resistências e tomar decisões estruturantes, mesmo diante de críticas. A medida de restrição ao funcionamento das distribuidoras é um exemplo claro disso. Trata-se de uma resposta concreta a um problema já conhecido por todos — profissionais de segurança e cidadãos — relacionado à desordem urbana, a conflitos interpessoais e à incidência de crimes no entorno desses estabelecimentos. Esse cenário sempre esteve no senso comum, mas ainda não havia sido enfrentado de forma efetiva. O que fizemos foi transformar essa percepção em ação, com base técnica, integração institucional e foco em resultados”, afirmou. O secretário-executivo institucional de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, ressaltou que o simpósio amplia o alcance do anuário ao transformar dados em conhecimento aplicado: “O Anuário de Segurança Pública do DF e o Simpósio Qualis reforçam a importância de decisões baseadas em dados qualificados. Com a contribuição dos Consegs [Conselhos Comunitários de Segurança], como fonte legítima de informação da sociedade, fortalecemos diagnósticos mais precisos. O simpósio cria um ambiente de troca, onde conseguimos aprofundar análises, discutir metodologias e aprimorar continuamente nossa capacidade de compreender os fenômenos criminais”. Inscrições Ainda é possível participar do 1º Simpósio Qualis de Dados e Informações de Segurança Pública. Os interessados podem se inscrever para os debates. O simpósio reúne especialistas, gestores, pesquisadores e profissionais das forças de segurança em um ambiente institucional voltado à troca de experiências, ao compartilhamento de metodologias e à construção de soluções inovadoras baseadas em evidências.   *Com informações da SSP-DF

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GDF amplia plataforma DF 360 com reconhecimento facial, drones e modernização das centrais 190 e 193

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), apresentou nesta sexta-feira (27) a ampliação da plataforma DF 360, que passa a contar com drones, câmeras com reconhecimento facial e placas, além da modernização dos sistemas de atendimento 190 (Polícia Militar) e 193 (Corpo de Bombeiros). A medida reforça o monitoramento integrado e consolida a transição para uma atuação mais proativa na segurança pública do Distrito Federal. Durante a apresentação, a vice-governadora Celina Leão apontou que a iniciativa tem o objetivo de incorporar o que há de mais moderno em sistemas de monitoramento. “Eu tenho certeza que isso vai ampliar a atuação da nossa segurança pública, trazendo mais efetividade e rapidez no atendimento, além de fortalecer a cooperação com os Conselhos Comunitários de Segurança, com as administrações regionais e com o trabalho de planejamento estratégico”, destacou. Celina Leão: “Eu tenho certeza que isso vai ampliar a atuação da nossa segurança pública, trazendo mais efetividade e rapidez no atendimento, além de fortalecer a cooperação com os Conselhos Comunitários de Segurança, com as administrações regionais e com o trabalho de planejamento estratégico” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Agora, em parceria com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde, pastas que precisam de uma atenção reforçada, vamos garantir que, na ponta, haja um sistema capaz de identificar, inclusive por meio de inteligência artificial (IA), ações de violência e de crimes. É isso que estamos apresentando hoje: um programa de integração com tecnologia embarcada voltado para a segurança pública e para dar mais agilidade aos atendimentos”, acrescentou. Atualmente, a SSP-DF dispõe de 1.350 câmeras próprias, distribuídas nas 35 regiões administrativas. A secretaria também conta com 50 licenças de software de inteligência artificial, que podem ser aplicadas a qualquer equipamento, a partir de comandos específicos e estratégicos que auxiliam na identificação de situações suspeitas e no apoio à tomada de decisão. Está prevista, ainda, a instalação de mais mil câmeras em diferentes pontos do DF. “Agora, em parceria com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde, pastas que precisam de uma atenção reforçada, vamos garantir que, na ponta, haja um sistema capaz de identificar, inclusive por meio de inteligência artificial, ações de violência e de crime" Celina Leão, vice-governadora do DF A rede é reforçada por mais de 250 câmeras parceiras que permitem o compartilhamento de imagens de estações do metrô, terminais rodoviários, unidades de saúde e áreas residenciais e comerciais. O monitoramento ocorre 24 horas por dia no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), com o apoio de centrais instaladas em batalhões da PMDF, grupamentos do Corpo de Bombeiros e delegacias da Polícia Civil. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, afirmou que as câmeras que passarão a operar com tecnologia de reconhecimento facial por meio de inteligência artificial se somam a um acordo firmado com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que permitirá acesso direto ao banco de dados de mandados de prisão em aberto. “No DF, além de não permitirmos a formação de novos criminosos, não vamos permitir que foragidos se escondam”, enfatizou. De acordo com o secretário, o sistema possibilita monitoramento em todas as regiões administrativas, tanto para prevenir crimes quanto para identificar autores após a ocorrência. Ele explicou que, no último ano, a pasta operou com apenas oito licenças de inteligência artificial em caráter experimental. Mesmo assim, o recurso contribuiu para mais de 30 prisões, feitas, segundo ele, com cautela para evitar equívocos. Com a ampliação para 50 licenças, a tecnologia poderá ser aplicada às 1.350 câmeras próprias da SSP-DF, além dos mais de 250 equipamentos de órgãos públicos parceiros e, futuramente, de entidades privadas que aderirem ao sistema. “Se com oito licenças conseguimos mais de 30 prisões em um ano, com 50 poderemos avançar ainda mais”, reforçou.   Sobre os chamados prompts — comandos específicos usados para acionar a inteligência artificial —, o secretário ressaltou que a ferramenta permite direcionar o monitoramento para situações estratégicas, como identificação de pessoas com mandado de prisão em aberto, detecção de comportamentos suspeitos em áreas sensíveis ou busca por características específicas previamente cadastradas no sistema. Segundo ele, é essa capacidade de direcionamento que torna a tecnologia um diferencial na política de segurança pública do DF. Sandro Avelar explica que, no último ano, a pasta operou com apenas oito licenças de inteligência artificial em caráter experimental. Ainda assim, o recurso contribuiu para mais de 30 prisões, feitas, segundo ele, com cautela para evitar equívocos Em relação ao atendimento ao cidadão, os canais 190 e 193 passam a utilizar geolocalização de altíssima precisão via celular e encaminham automaticamente o protocolo de atendimento pelo WhatsApp. A rede integra sistemas como o Sinesp-CAD, aplicativos como Uber e RapidSOS, que permitem o recebimento automático da localização do veículo e dados do motorista e passageiro em situações de emergência, além de atender prioritariamente mulheres amparadas por medidas protetivas por meio do Projeto Viva-Flor. Nas ruas, os agentes contam com um módulo de consulta integrada que reúne dados de diversas bases em uma única interface, com checagem instantânea de veículos, antecedentes e identificação biométrica facial. “No DF, além de não permitirmos a formação de novos criminosos, não vamos permitir que foragidos se escondam” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF Segurança  Todo o processo segue as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018) e as normas específicas aplicáveis ao poder público. O tratamento das informações ocorre com base em finalidade legítima, voltada à segurança pública e ao cumprimento de dever legal, com acesso restrito a servidores autorizados e devidamente capacitados. As imagens captadas pelas câmeras próprias da SSP-DF permanecem armazenadas por até 30 dias. Já as imagens provenientes de câmeras parceiras ficam disponíveis por até 72 horas, conforme os termos de cooperação firmados. Os parceiros não têm acesso às imagens de outros integrantes da rede nem ao sistema integrado da secretaria, o que garante a segregação das informações e o controle rigoroso sobre quem pode visualizar cada conteúdo. Entenda A iniciativa busca contribuir para a construção de ambientes mais seguros, promover o exercício das liberdades individuais e coletivas, o controle de desordens e o fortalecimento da coesão social. O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 30 órgãos, instituições e agências do governo local e federal, voltado para os seguintes objetivos: - Prevenir crimes e contravenções penais; - Fortalecer os mecanismos de investigação criminal; - Otimizar ações de manutenção da ordem pública e da incolumidade das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente; - Aperfeiçoar o controle do tráfego urbano; - Auxiliar os serviços de emergência; - Ampliar a vigilância ambiental; - Apoiar ações de fiscalização dos órgãos e entidades vinculados ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob); - Apoiar ações da Defesa Civil. O sistema é estruturado em módulos integrados e complementares, concebidos para oferecer uma solução completa de segurança pública, que abrange desde o atendimento às demandas do cidadão até a atuação policial proativa Para orientar a expansão e a definição dos pontos de instalação, o programa utiliza como critério central os relatórios de análise produzidos pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), que identificam as chamadas "manchas criminais". Além disso, considera variáveis como relevância estratégica dos locais, viabilidade técnica e sugestões das autoridades policiais das respectivas áreas (Polícia Militar e Polícia Civil), que participam da validação dos pontos propostos. A participação popular e as demandas de outros órgãos públicos também são incorporadas ao processo, para garantir um planejamento integrado e alinhado às necessidades reais da comunidade. Como funciona O sistema é estruturado em módulos integrados e complementares, concebidos para oferecer uma solução completa de segurança pública que abrange desde o atendimento às demandas do cidadão até a atuação policial proativa. [LEIA_TAMBEM]O módulo de Parcerias amplia a capacidade de vigilância ao integrar câmeras já existentes, administradas por órgãos públicos e instituições privadas, ao sistema da Segurança Pública, o que permite o compartilhamento de imagens para prevenção e repressão à criminalidade. Já o módulo de Leitura de Placas utiliza cerca de 100 câmeras com tecnologia OCR para identificar veículos em circulação e cruzar, em tempo real, as informações com a plataforma Cortex, do Ministério da Justiça. Quando há correspondência com registros de roubo, furto ou outras ocorrências, o sistema emite alerta imediato com dados e localização do veículo, o que viabiliza a ação policial. O módulo de Reconhecimento Facial integra câmeras estrategicamente posicionadas ao Banco Nacional de Mandados de Prisão e emite alertas ao identificar foragidos, com envio de dados e localização para despacho de viaturas. O atendimento de emergências (190 e 193) conta com geolocalização precisa via GPS do celular, preenchimento automático de endereço, interface unificada e formulários inteligentes, além de notificações ao cidadão por WhatsApp em etapas do atendimento, exceto em casos sensíveis. A plataforma também se conecta a sistemas como Sinesp-CAD, Uber e RapidSOS, o que garante troca de informações em tempo real, mais agilidade nas respostas, uso estratégico do efetivo e reforço à segurança da população. Entre esses componentes, destaca-se o módulo mais inovador da solução, voltado à identificação de ameaças em tempo real. Esse módulo realiza o monitoramento inteligente do ambiente, processa dados de forma contínua e gera alertas automáticos e qualificados, o que possibilita resposta policial imediata, inclusive antes mesmo do registro de um chamado ao 190.  

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Setor de estatísticas da Segurança Pública do DF completa 10 anos

Fundamental para o direcionamento de políticas e ações de segurança, o Setor de Estatística e Análise Criminal da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) – a Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI) – completa dez anos. A unidade é responsável pela análise de dados, pesquisas em segurança pública, identificação de padrões e tendências, e compreensão de fenômenos complexos. O setor celebrou a data nesta sexta-feira (7) com a apresentação do balanço da criminalidade de 2024 e a análise dos resultados do DF na última década, elementos essenciais para o planejamento das ações de segurança em 2025. O evento foi conduzido pelo secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, e contou com a presença de dirigentes e comandantes das forças de segurança, acompanhados de seus respectivos setores de análise de dados. No evento, houve apresentação do balanço da criminalidade de 2024 e análise dos resultados do DF na última década | Foto: Divulgação/SSP-DF Os dados são fundamentais para o programa Segurança Integral, que foca na integralidade das ações de segurança pública, indo além do controle da criminalidade ao ampliar a perspectiva das iniciativas por meio de interações abrangentes relacionadas ao indivíduo, ao ambiente e ao contexto social. “O processo de transformação de dados brutos em informações compreensíveis, relevantes, valiosas e acionáveis é fundamental para a segurança pública. Este é um setor crucial para o DF, onde a política de segurança é baseada em evidências. Não tenho dúvida de que todos que estão ou estiveram nesta subsecretaria fizeram e fazem o seu melhor”, destacou Sandro Avelar. “Temos quebrado recordes e somente um trabalho consistente como este pode nos indicar o melhor caminho de atuação. Consistência é fundamental, e é isso que tem nos proporcionado resultados tão positivos.” De acordo com o Atlas da Violência dos Municípios 2024, Brasília passou a ocupar a posição de segunda capital mais segura do Brasil, ficando atrás apenas de Florianópolis (SC) Para a comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Barros Habka, o setor é essencial: “É muito importante lidar com dados. Eles são fundamentais para orientar nossas ações”. O delegado-geral da Polícia Civil do DF, José Werick, também ressaltou a relevância das informações: “São dados muito expressivos. Essa compilação é essencial”. “É um trabalho que vem se consolidando ao longo dos anos, sempre com a tecnologia como aliada para a melhoria de processos. Nesse período, criamos sistemas como o de geointeligência, que possibilita a identificação de padrões e manchas criminais, além de painéis interativos e informações tratadas e disponibilizadas à imprensa, à população e à comunidade acadêmica por meio do site da SSP-DF”, detalhou o subsecretário de Gestão da Informação, delegado George Couto. Segurança De acordo com o Atlas da Violência dos Municípios 2024, Brasília passou a ocupar a posição de segunda capital mais segura do Brasil, ficando atrás apenas de Florianópolis (SC). A publicação considerou a taxa de homicídios estimada por 100 mil habitantes (2022), incluindo dados de óbitos classificados no Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS) como Mortes Violentas por Causa Indeterminada (MVCIs). O ano de 2024 foi o mais seguro dos últimos 48 anos, com redução nos índices de crimes contra a vida e contra o patrimônio. Homenagens Os ex-subsecretários que ocuparam o cargo ao longo da década – Marcelo Durante, Célio Dutra, Celso Wagner, Lisandro Paixão e Marcelo Teixeira – foram homenageados durante a cerimônia. Também receberam homenagens os servidores Regimar Campos, José Maria Tavares, Leidiane da Costa e Renato Régis, que atuam no setor há dez anos. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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