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UBS 1 da Estrutural

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Sala de vacina da UBS 1 da Estrutural é fechada temporariamente para reformas

A sala de vacina da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Estrutural está temporariamente fechada para a realização de obras de reparo. Durante o período de interdição, que começou nesta semana, os serviços de imunização serão transferidos para a UBS 2 da Estrutural, sem prejuízo à continuidade da vacinação na região. Os demais serviços oferecidos pela UBS 1 da Estrutural seguem funcionando normalmente. De acordo com a gerente Ana Carolina Arêa Silva, a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em até três semanas. Neste período, a equipe de vacinação da UBS 1 passará a atender na estrutura montada na UBS 2, localizada nas proximidades.  A reforma da sala de vacina tem como objetivo melhorar as condições de atendimento e garantir mais segurança aos usuários e profissionais de saúde. Entre as intervenções previstas estão a troca do piso e a adequação das instalações elétricas, essenciais para o funcionamento adequado das câmaras de conservação de vacinas. A tem como objetivo melhorar as condições de atendimento e garantir mais segurança aos usuários e profissionais de saúde | Foto: Agência Saúde DF A Secretaria de Saúde (SES-DF) orienta que a população busque a UBS 2 da Estrutural para a atualização da caderneta de vacinação durante o período de obras. Confira aqui a localização das duas unidades. Atenção Primária em expansão A região administrativa do SCIA/Estrutural também será contemplada com uma nova unidade básica de saúde, que irá reforçar a Atenção Primária na região. A unidade está em construção no setor oeste da Estrutural. Com investimento superior a R$ 10 milhões, a nova UBS terá capacidade para atender a cerca de 16 mil moradores e comportará quatro equipes de saúde da família.   *Com informações da SES-DF

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Palhaços levam acolhimento e humanização à UBS 1 da Estrutural

Alexsandro dos Santos, 32 anos, aguardava atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Estrutural quando foi surpreendido. Entre risadas e brincadeiras, os palhaços Dikeka, Sansão e Severina entraram na UBS com muita graça e transformaram a espera em um momento de descontração. Alexsandro foi um dos que se divertiram com a intervenção nesta quarta-feira (10). “Gostei muito. Eu não esperava, já tinha visto apresentação de palhaço, mas não em uma UBS”, conta o morador da região. A ação faz parte do projeto RiSUS, que reúne arte, cultura e saúde para promover a humanização por meio da palhaçaria. A partir da integração com a UBS 1 da Estrutural, o objetivo é levar a palhaçaria, mais comum em ações voluntárias nos hospitais, para a Atenção Primária, a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Alexsandro dos Santos (à esquerda) foi surpreendido: “Já tinha visto apresentação de palhaço, mas não em uma UBS” | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A proposta nasceu diante do aumento dos atendimentos relacionados à saúde mental, conforme explica a psicóloga Shyrlene Brandão. “Estávamos muito angustiados com a quantidade de casos, principalmente porque produzem isolamento em idosos e adolescentes. Então, alinhamos essa ação, porque acreditamos na arte como elemento de saúde mental”, destacou. Por trás da palhaça Dikeka, está a psicóloga Rebeca Torquato, que reforça o poder da conexão proporcionada pela palhaçaria. “Um fator muito essencial é gerar conexão, porque a figura do palhaço traz isso, esse jogo da relação, que é uma ferramenta fundamental para o cuidado”, disse. Marcelo Nenevê, o Sansão, explicou que a ideia é fortalecer o cuidado desde a Atenção Básica. “Nosso desejo era ir para outros espaços e estar territorializado, mais próximo da base da pirâmide do SUS. Foi nesse sentido que a gente pensou em ir para a UBS”, conta. "O palhaço entra em um espaço onde remédio nenhum vai, nós vamos na alma" Marcelo Nenevê, palhaço Para o artista, a intervenção vai além da saúde física. “É uma ideia mais holística. O palhaço entra em um espaço onde remédio nenhum vai, nós vamos na alma. Vamos para somar, tocar lá na alma e devolver um pouco a noção de que não são doentes, são pessoas”, pontua. A trupe já planeja outras ações, todas voluntárias. Entre as iniciativas, estão previstas apresentações durante as práticas integrativas em saúde (PIS), como a terapia comunitária, e nas ações do Programa Saúde na Escola (PSE). *Com informações da Secretaria de Saúde  

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