Sistema Distrital de Unidades de Conservação é apresentado a alunos de pós-graduação da UnB
O Instituto Brasília Ambiental apresentou o Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC) a estudantes da disciplina de pós-graduação em Áreas Protegidas, Biodiversidade e Políticas Públicas na Universidade de Brasília (UnB). A atividade foi realizada durante a semana, no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da universidade. A apresentação teve como objetivo aproximar a gestão pública da comunidade acadêmica, promovendo o diálogo sobre os desafios e oportunidades relacionados à conservação ambiental no Distrito Federal. “A integração entre a academia e os órgãos gestores traz à luz debates, pesquisas e iniciativas fundamentais para uma gestão compartilhada e eficaz" Governadora Celina Leão Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a aproximação entre a comunidade científica e a gestão pública fortalece a construção de políticas ambientais mais eficientes e participativas. “A integração entre a academia e os órgãos gestores traz à luz debates, pesquisas e iniciativas fundamentais para uma gestão compartilhada e eficaz. Quando falamos da conservação do Cerrado, esse diálogo se torna ainda mais importante, pois permite unir conhecimento técnico e experiência prática em favor da proteção do nosso patrimônio natural”, afirmou. Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, a aproximação entre academia e gestão pública é essencial para o avanço das políticas de conservação: “Estamos abertos às contribuições da comunidade científica e de todos os setores da sociedade. A gestão das unidades de conservação exige diálogo, conhecimento e cooperação. Preservar nossos recursos naturais é um compromisso com o Cerrado e com as futuras gerações”. Temas como orçamento destinado às unidades de conservação, recuperação de áreas degradadas foram discutidos com a comunidade acadêmica | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Durante o encontro, a chefe da assessoria técnica da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani, levou para a discussão temas como orçamento destinado às unidades de conservação, recuperação de áreas degradadas, criação de novas unidades, gestão participativa e formas de cooperação entre a academia e o poder público. Também foram debatidos tipos de dados e pesquisas que podem contribuir para o aprimoramento da gestão das áreas protegidas. A atividade proporcionou uma troca de experiências entre profissionais da área ambiental e estudantes, permitindo reflexões sobre estratégias para fortalecer a conservação da biodiversidade e ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas às unidades de conservação. Áreas protegidas [LEIA_TAMBEM]Servidores e estagiários do Brasília Ambiental também participaram do XII Seminário Brasileiro sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social (Sapis) e do VII Encontro Latino-Americano sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social (Elapis), realizados entre 18 e 22 de maio, no Campus Darcy Ribeiro da UnB. Com o tema central “Territórios, Áreas Conservadas e Sociobiodiversidade: caminhos para a equidade e a paz”, os eventos reuniram pesquisadores, gestores públicos, estudantes e representantes da sociedade civil para discutir desafios e perspectivas relacionados à proteção ambiental e à inclusão social no Brasil e na América Latina. Os trabalhos apresentados pelos representantes do Brasília Ambiental envolveram pesquisas científicas desenvolvidas em programas de mestrado e doutorado, além de experiências práticas relacionadas à gestão das unidades de conservação do Distrito Federal Trabalhos apresentados pelo Brasília Ambiental nos eventos: “Meu repertório de pequenas alegrias: o diálogo entre afetividade e lazer no Parque Olhos D’Água – DF", de Vanessa Sousa de Oliveira; “Distribuição Territorial e participação social nos Conselhos Gestores Consultivos das Unidades de Conservação do Distrito Federal”, de Kelly Michele dos Santos Souza, Marianne Silva Oliveira e Renata de Vasconcelos Barreto; “Perfil dos Conselhos Gestores Consultivos de Unidades de Conservação em atividade no Distrito Federal”, de Barbara Cristina dos Santos Costa, Renata de Vasconcelos Barreto e Vanessa Sousa de Oliveira; “O papel das reservas particulares na conservação ambiental: o caso do mosaico de proteção da Serra dos Pireneus, Pirenópolis (GO)”, de Celia Maria Machado Ambrozio; “Sociobiodiversidade urbana: Parque Ecológico Olhos D’Água e sua contribuição para o Marco Global de 2030”, de Danielle Vieira Lopes, Edeon Vaz, Fernanda Santos de Carvalho e Lorena Ribeiro de Almeida Carneiro. *Com informações do Brasília Ambiental
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Unidades de conservação ganham ecocontadores
Agência Brasília · UNIDADES DE CONSERVAÇÃO GANHAM ECOCONTADORES O Instituto Brasília Ambiental finalizou nesta quarta-feira (6) a instalação dos ecocontadores de pessoas nas unidades de conservação. Entre aquisição e instalação, o investimento somou um total de R$ 622.170,00. A iniciativa foi viabilizada com recursos de compensação ambiental. A capacitação dos servidores que vão trabalhar diretamente com os dados dos equipamentos começa na quinta-feira (7). Foram instalados dois ecocontadores no Saburo Onoyma (Taguatinga), um no Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul), três no Parque Ecológico Olhos D'água (Asa Norte) e três no Parque Ecológico do Tororó (Santa Maria). Os instrumentos foram instalados nas entradas dos parques, e um na entrada da piscina do Saburo Onyama. A capacitação dos servidores que vão trabalhar diretamente com os dados dos equipamentos, instalados na entrada dos parques, começa na quinta-feira (7) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Ao todo, foram instalados nove ecocontadores e adquiridas nove licenças profissionais, com duração de quatro anos, para a plataforma de análise dos dados com transmissão automática. E ainda três sensores móveis e seis sensores fixos. De acordo com a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Águas do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, os ecocontadores vão disponibilizar dados para a mensuração dos visitantes que frequentam as unidades, os horários de pico de movimentação ao longo do dia, as semanas e meses de maior visitação, entre outras informações. “Isso tudo é de extrema importância para trabalharmos o planejamento das unidades, como, por exemplo, as ações de conservação, manutenção e os eventos”, explica. "É essencial que elas sejam dotadas de instrumentos que possibilitem uma leitura das suas rotinas para um planejamento mais eficiente de suas organizações" Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora Celina Leão destaca a importância de se ter equipamentos que contribuam para a eficiência no planejamento de uso delas. “Toda área desenvolve melhor sua função se gerida com planejamento, e as unidades de conservação não fogem à regra. É essencial que elas sejam dotadas de instrumentos que possibilitem uma leitura das suas rotinas para um planejamento mais eficiente de suas organizações”, afirma. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta a importância da instalação dos ecocontadores nas UCs. “Saber o número de frequentadores das nossas unidades, qual é a oscilação de público que a gente tem ao longo dos períodos, entre outros dados relacionados à visitação nelas, são fundamentais para nos prepararmos, enquanto órgão gestor, para recebermos cada vez melhor o público”, enfatiza. Torre inteligente [LEIA_TAMBEM]Não é de agora que o Brasília Ambiental vem investindo em equipamentos que possam disponibilizar informações sobre o dia a dia dos seus parques. Em dezembro do ano passado, o parque ecológico de Águas Claras ganhou a instalação da Torre Inteligente, plataforma que também conta os visitantes, porém tem foco no monitoramento da qualidade de ar, temperatura, clima, dados físicos da área, umidade, direção do ar entre outras. A Torre, doada pela empresa Confiança Administração e Serviços Ltda, com o nome de Post Smart Ibram, tem também a possibilidade de divulgar informações, funcionando como uma espécie de painel publicitário. Conta ainda com botão de pânico. A contagem de pessoas da Torre Inteligente é por biometria. É feita uma análise do rosto da pessoa que está passando pelo local. *Com informações do Brasília Ambiental
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