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Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)

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Projeto prevê que Brasília será a primeira cidade do país a ter VLT dentro do aeroporto

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Brasília poderá ser a primeira cidade do Brasil a contar com um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) com estação dentro do aeroporto. O projeto apresentado pela governadora Celina Leão prevê uma linha de 22,4 quilômetros, ligando o Aeroporto Internacional de Brasília à W3 e ao Noroeste, com 25 estações. “Uma das grandes novidades é que ele chega até o Noroeste. O mais importante desse VLT é que nós seremos a primeira cidade do Brasil a ter o VLT saindo de dentro do aeroporto”, afirmou. A proposta faz parte da nova rede de transporte sobre trilhos apresentada pela chefe do Executivo nesta terça-feira (16). O sistema também inclui a Linha 2 do Metrô-DF e um VLT entre Taguatinga e Sol Nascente. Segundo o estudo, o VLT do aeroporto poderá transportar cerca de 174,8 mil passageiros por dia. A viagem completa está estimada em 49 minutos, e o projeto prevê integração com outros modais no Terminal da Asa Sul. A proposta faz parte da nova rede de transporte sobre trilhos apresentada pela governadora Celina Leão nesta terça-feira (16) | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Do aeroporto ao centro de Brasília O trajeto parte do aeroporto, passa pelo Terminal da Asa Sul e segue pela W3 Sul e W3 Norte até o Noroeste. A proposta é distribuir os passageiros ao longo do Plano Piloto e facilitar a conexão com outros meios de transporte. O responsável técnico pelos estudos, Thiago Novaes, destacou que o Terminal da Asa Sul terá papel importante na integração da rede. “Além da distribuição da demanda, ele tem um potencial muito grande de requalificação urbana. O VLT traz essa condição de trazer vida de novo para a W3”, explicou. Integração com a nova rede A linha do aeroporto será planejada de forma integrada aos demais projetos. A nova Linha 2 do metrô terá 79,8 quilômetros e 67 estações, ligando Santa Maria ao Congresso Nacional, com ramais para Gama e Recanto das Emas. Já o VLT entre Taguatinga e Sol Nascente terá 17,5 quilômetros e 22 estações, com previsão de atender cerca de 100 mil passageiros por dia útil. Somados, os três projetos representam 119,7 quilômetros de novas linhas e 114 estações e paradas. O investimento estimado é de R$ 29,2 bilhões em dez anos, com recursos públicos e privados.

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GDF dá primeiro passo para implantar VLT entre Taguatinga e Ceilândia

O Governo do Distrito Federal deu um passo para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) entre Taguatinga e Ceilândia. Nesta quinta-feira (15), foi autorizada, pela governadora em exercício Celina Leão, a contratação dos estudos e anteprojetos que vão embasar o futuro sistema de transporte coletivo. O projeto prevê um traçado de aproximadamente 15 quilômetros, ao longo da Estrada Parque do Contorno (Pistão Sul e Norte) e da Avenida Hélio Prates, dois dos principais corredores de mobilidade da região. Celina Leão destacou que o modal representa um investimento estratégico para o futuro do transporte público. “Hoje estamos acertando os estudos do VLT, que têm prazo máximo de 12 meses para serem elaborados. Enquanto isso, já iniciamos a conversa com bancos internacionais para fazermos o custeio dessa obra que vai requalificar todo centro. O projeto é que o VLT integre-se com o Metrô, com isso, vamos alcançar um maior número de pessoas embarcando. Posso garantir que essas cidades serão totalmente transformadas para melhorar a vida dos moradores e comerciantes daqui”, defendeu a governadora em exercício. Celina Leão: "Posso garantir que essas cidades serão totalmente transformadas para melhorar a vida dos moradores e comerciantes daqui" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A concorrência eletrônica contempla a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) e dos anteprojetos de engenharia, com investimento previsto de R$ 7.244.611,49. Essa etapa inicial é fundamental para avaliar se o novo modal é técnica, econômica e ambientalmente viável. A iniciativa busca ampliar a oferta de transporte público de alta capacidade, com mais conforto, eficiência e integração urbana.   A primeira etapa da licitação consiste justamente na realização dos estudos técnicos, que irão analisar alternativas de traçado, demanda de passageiros, custos de implantação, benefícios socioeconômicos e impactos ambientais do VLT. Com base nesses dados, será possível definir se o sistema é viável e qual o melhor modelo para sua implantação. Valter Casemiro: "Nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida da população e dar dignidade a quem usa o transporte público" Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, o futuro sistema de transporte coletivo vai requalificar Taguatinga e Ceilândia: “O estudo já está pronto para ser contratado para a gente colocar um veículo sobre trilhos na Hélio Prates, melhorando todo o transporte público da região. Essa é a continuidade do trabalho de requalificação que temos trazido para cá, com acessibilidade e mais conforto para quem usa o transporte público. Nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida da população e dar dignidade a quem usa o transporte público." Caso a viabilidade técnica seja comprovada, a mesma empresa vencedora do certame será responsável pela elaboração dos projetos básico e executivo, detalhando todos os aspectos necessários para a futura implantação do sistema, como estações, terminais, centro de manutenção, material rodante e sistemas operacionais. De acordo com o cronograma, o edital foi disponibilizado em 13 de janeiro, com início do recebimento das propostas na mesma data. A abertura das propostas está prevista para 9 de março, por meio da plataforma www.gov.br/compras. Leiliana Silva está ansiosa para ver o VLT funcionando: "Vai impactar na vida de todos, não só na minha"  [LEIA_TAMBEM]A autônoma Leiliana Silva, de 43 anos, foi uma das moradoras de Ceilândia que comemoraram a novidade: “Isso vai impactar na vida de todos, não só na minha, porque quem precisa estar se deslocando de lá para cá vai ser muito bom, vai facilitar muito porque não vai precisar pegar trânsito. Sem contar que é muito mais rápido, gasta menos tempo para chegar ao local.” Já a dona de casa Camila Muzio, 36, enxerga no VLT uma possibilidade de facilitar a sua rotina de deslocamento até Taguatinga. “Isso vai ser excelente. Tendo mais essa opção dá uma força para o nosso transporte público. Frequentemente eu preciso me deslocar para lá para resolver algumas coisas e às vezes a gente pega ônibus ou metrô cheio. Então, mudaria muita coisa no meu dia a dia”, compartilhou.  

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GDF defende integração de poderes para implementação do VLT

A implementação de um veículo leve sobre trilhos (VLT) que irá ligar Brasília a Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, foi tema de audiência pública realizada nesta terça-feira (4), na Câmara dos Deputados. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, foi um dos representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e reforçou a importância da integração entre os diferentes níveis de governo, além de parlamentares, para garantir mais uma opção de transporte para a população. “Esse projeto traz muitos benefícios para a população, por isso temos todo o apoio do governador Ibaneis Rocha para que possamos implementá-lo, inclusive com todas as alterações que sejam necessárias aqui no DF” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura O secretário levantou ainda a busca por alternativas para melhorar a mobilidade dos usuários do transporte público, como a introdução de uma nova linha de BRT, e falou sobre a importância de ajustar a infraestrutura existente para integrar o VLT com o metrô, apesar dos desafios de realocação de estações. “Esse projeto traz muitos benefícios para a população, por isso temos todo o apoio do governador Ibaneis Rocha para que possamos implementá-lo, inclusive com todas as alterações que sejam necessárias aqui no DF”, afirmou. Outro ponto posto à discussão pelo secretário foram as questões tarifárias e a preocupação em evitar aumentos de custos para os cidadãos. “Vamos precisar discutir a tarifa para chegar a um ponto de equilíbrio para não prejudicar a população do Entorno – já que, em Brasília, a tarifa já é estabelecida – e também para que não fique além do valor que hoje é praticado para os ônibus. Mas acredito que conseguiremos chegar a um denominador comum”, afirmou. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, reforçou a importância da integração entre os diferentes níveis de governo, além de parlamentares, para garantir mais uma opção de transporte para a população | Foto: Divulgação/SODF Valter Casimiro reafirmou, ainda, o compromisso do GDF em ajustar a infraestrutura para receber a população do Entorno, visando a melhorias no transporte e nos custos para os usuários. Também participante da reunião, o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, complementou a fala de Valter Casimiro. Ele enfatizou a preocupação constante do GDF com quem mora no Entorno e a importância econômica dessa região. Ele também ressaltou as ações já implementadas pelo GDF para melhorar a vida dos usuários de transporte, como a permissão para que os ônibus do Entorno trafeguem nas vias expressas do BRT, reduzindo o tempo de viagem e aumentando a segurança. “Nós estamos prontos para fazer essa integração. Evidentemente, o equilíbrio econômico-financeiro para o usuário, para que ele não tenha que pagar mais, é fundamental. Vamos nos debruçar sobre isso e encontrar uma equação que seja atrativa a esse transporte”, disse. “Precisamos dar conforto, segurança, preço módico e agilidade. O governador Ibaneis Rocha reafirma o desejo de abraçar o Entorno, como tem feito desde o início do mandato”, finalizou Zeno. A audiência pública foi solicitada pela deputada federal Lêda Borges e realizada no âmbito da Comissão de Desenvolvimento Urbano. *Com informações da SODF

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Metrô-DF integra campanha contra abuso sexual

Para contribuir com o combate ao abuso sexual contra as mulheres, os operadores brasileiros de sistemas de metrô, trem urbano e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), por meio da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), retomam a campanha nacional contra o abuso sexual, lançada em 2020. A iniciativa, que será veiculada pelos operadores associados à ANPTrilhos nos seus canais de comunicação durante o Carnaval e ao longo do ano, tem como objetivo alertar que o abuso sexual é crime; mostrar que o setor está atento e monitorando todo o sistema; estimular a participação social no combate ao abuso sexual; e incentivar as denúncias para que se possa buscar a aplicabilidade da lei. [Olho texto=”O Metrô-DF registrou, em 2022, nove manifestações de importunação ofensiva, mesmo número de 2020. Em 2021, foram cinco ocorrências” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Os operadores realizam campanhas e ações periódicas para orientar e alertar os mais de dez milhões de passageiros que circulam diariamente nos sistemas de transporte de passageiros sobre trilhos em todo o país. Em períodos de grandes eventos, como o Carnaval, as iniciativas são intensificadas visando a orientação e conscientização das pessoas, com o intuito de evitar esse tipo de agressão. O Metrô-DF registrou, em 2022, nove manifestações de importunação ofensiva, mesmo número de 2020. Em 2021, foram cinco ocorrências. A campanha desenvolvida pela ANPTrilhos e os operadores metroferroviários será veiculada durante o Carnaval | Arte: ANPTrilhos Em 2020, foi lançada pelo Metrô-DF uma Campanha de Prevenção ao Abuso Sexual e à Violência no Transporte Coletivo Público, tendo como objetivo a prevenção de casos de abuso, assim como incentivar as mulheres, vítimas ou testemunhas a denunciarem casos de assédio e abuso no transporte público pelos canais oficiais, como o 180 (Central de Atendimento à Mulher), 190 (Polícia Militar) e 197 (Polícia Civil) e também pelo número da Ouvidoria (99265-1178). Ao receber qualquer manifestação nesse sentido, a Ouvidoria do Metrô-DF realiza o atendimento da vítima, além da coleta do maior número de informações possível para o devido tratamento do caso. Quando a pessoa ainda se encontra nas instalações metroviárias, é orientada a procurar de imediato os empregados das estações para acolhimento e instrução sobre a importância do registro de ocorrência junto à delegacia competente, sendo possível, inclusive, o encaminhamento por parte das equipes do Corpo de Segurança Operacional (CSO). [Olho texto=”“As mulheres precisam estar seguras em qualquer lugar, seja na rua, na escola, no transporte público, no trabalho ou onde for. Nós, do setor de transporte de passageiros sobre trilhos, repudiamos e combatemos qualquer tipo de abuso, independentemente de gênero”” assinatura=”Roberta Marchesi, diretora-executiva da ANPTrilhos” esquerda_direita_centro=”direita”] Todas as informações colhidas pela Ouvidoria são transmitidas ao Corpo de Segurança Operacional por meio do registro para fins de averiguação e reserva de possíveis imagens que possam identificar o acusado. Importante ressaltar que, em casos onde a comunicação é feita com tempo hábil para identificação do acusado no local, o CSO é acionado imediatamente através de contato telefônico para atuação. Pela grande quantidade de pessoas atendidas todos os dias, o transporte público é um excelente meio de divulgação e conscientização da população, contribuindo para que a informação e os alertas sobre esse tipo de crime cheguem ao maior número de pessoas. “As mulheres precisam estar seguras em qualquer lugar, seja na rua, na escola, no transporte público, no trabalho ou onde for. Para isso, é necessário que as autoridades responsáveis criem políticas públicas eficazes que possam proporcionar segurança para as mulheres. Nós, do setor de transporte de passageiros sobre trilhos, repudiamos e combatemos qualquer tipo de abuso, independentemente de gênero”, enfatiza a diretora-executiva da ANPTrilhos, Roberta Marchesi. A campanha desenvolvida pela ANPTrilhos e os operadores metroferroviários foi realizada com personagens que são funcionários dos sistemas metroferroviários. Pessoas que trabalham no atendimento aos passageiros e participaram da ação voluntariamente. As peças são ilustradas com frases: “Não embarque nessa. Ninguém vai se calar!”, seguidas da inscrição “Abuso sexual é crime. Denuncie!”, entre outras. Legislação O abuso sexual é crime e um problema social. Desde 2018, com a promulgação da Lei nº 13.718, a importunação sexual passou a ser passível de reclusão de um a cinco anos. O artigo 2 da lei explica que importunação sexual é “praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”. *Com informações do Metrô-DF  

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