Lago Paranoá recebe ação de limpeza subaquática
Mergulhadores, pescadores, nadadores e o público em geral participaram, neste domingo (31), do fechamento da operação Clean Up — Limpeza Subaquática, realizada na orla do Lago Paranoá, na altura da Concha Acústica. A ação, que começou na semana passada, teve como principal objetivo remover resíduos do lago, bem como conscientizar a população sobre a importância de preservar os recursos hídricos e incentivar práticas sustentáveis. Pelotão Lacustre da Polícia Militar Ambiental teve participação efetiva na ação | Foto: Divulgação/PMDF A iniciativa contou com apoio da Polícia Militar (PMDF), por meio do Pelotão Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). Participaram, ainda, representantes da Subsecretaria de Pesca, vinculada à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), bem como da Associação Brasiliense de Pesca Sub e Apneia. Por meio de ações preventivas, educativas e operacionais, o BPMA segue atuando em parcerias institucionais e comunitárias, contribuindo para a preservação do Lago Paranoá e para a conservação da natureza. *Com informações da PMDF
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Operação fiscaliza parcelamento do solo no Tororó
Uma equipe de auditores fiscais do Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento Ambiental (Sufam), promoveu, nestas quarta (18) e quinta-feiras (19), a operação Tororó Sustentável. A ação teve como objetivo regulamentar atividades de parcelamento do solo, o crescimento sustentável, a preservação das áreas sensíveis ambientais e o bem-estar social no Setor Habitacional Tororó. Ação é dividida em duas etapas; nesta primeira, foram identificadas e autuadas situações de parcelamento sem licença | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A diretora de Fiscalização II da Sufam, Daniela Marçal, explica que a operação ocorreu para cumprimento da licença de instalação de outubro de 2018 – prorrogada até 6 de abril de 2024 – que estabelece as diretrizes gerais, condicionantes, exigências e restrições a todos os parcelamentos no Setor Habitacional Tororó. “A primeira etapa da operação está relacionada ao monitoramento do cumprimento da condicionante 3 da licença, que requer aos novos parcelamentos do solo, implantados ou em operações existentes, a emissão de licença de instalação”, detalha. Fases do trabalho Durante a fiscalização, foram identificados os parcelamentos e os responsáveis pela instalação e operação da atividade sem licença com autuações. Essas pessoas, agora, precisam procurar o Brasília Ambiental para obter requerimento de licença. A segunda etapa da operação será realizada em novembro com o monitoramento do cumprimento das condicionantes de todos os parcelamentos que obtiveram a licença de instalação ou fizeram requerimento ao instituto com a finalidade de legalizar a situação ambiental. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, lembra que a atividade de parcelamento do solo tem potencial poluidor alto, podendo ocasionar danos irreversíveis ao meio ambiente se não houver medidas mitigadoras ou preventivas. “Por isso essa operação foi para sensibilizar os moradores do Tororó sobre a importância de estarem com a licença ambiental regularizada”, explica. Os prejuízos causados ao meio ambiente pelos parcelamentos irregulares são erosões, voçorocas, assoreamento dos recursos hídricos, poluição do solo, poluição visual e desmatamento, dentre outros. Licenciamento Para os empreendimentos instalados ou em fase de instalação que devem ser regularizados junto ao órgão ambiental, os responsáveis devem protocolar requerimento de Licença de Instalação Corretiva para a atividade de Parcelamentos de Solo Urbano. No site do Brasília Ambiental consta um checklist com a documentação administrativa e técnica que deve ser apresentada para dar entrada no requerimento de licenciamento ambiental. Dúvidas sobre a parte protocolar podem ser sanadas na Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) do Brasília Ambiental, pelo telefone 3214-5613. Casos mais técnicos e específicos devem ser relatados à Diretoria de Licenciamento 1, pelo WhatsApp (61) 98314.1269 ou e-mail dilam1@ibram.df.gov.br. *Com informações do Brasília Ambiental
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Oficina vai criar artesanato a partir de bitucas de cigarro recicladas
Brasília, 22 de setembro de 2022 – Um projeto apoiado pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) transformou mais de 87 mil bitucas de cigarro coletadas no Distrito Federal em massa celulósica para serem utilizadas em artesanato. A massa, desenvolvida com tecnologia patenteada pela Universidade de Brasília (UnB), é certificada pela ISO 14001 e os primeiros resultados serão apresentados nesta quinta-feira (22), às 16h, na oficina de arte da Casa da Cultura da América Latina, no Setor Comercial Sul. Na oficina, uma professora da UnB vai ensinar pessoas em situação de rua a manusear a massa e fazer folha de papel para o artesanato. O projeto Poiato Recicla é a primeira usina de reciclagem de resíduos de cigarros do Brasil. Ele impacta na limpeza urbana, ajudando a diminuir o risco de descarte incorreto de bitucas de cigarro. “Essa tecnologia de reciclagem foi desenvolvida aqui em Brasília, na UnB, e espalhamos para o Brasil inteiro. Já tivemos a apresentação, a instalação das caixas, a coleta e agora vamos para a parte da ação”, explicou o idealizador do projeto, Marcos Poiato. [Olho texto=”Para coletar as bitucas de cigarro, o projeto instalou 100 coletores no Plano Piloto, em locais como os Setores Comerciais e Hospitalares Sul e Norte” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O SLU abriu espaço para exposição do projeto no Museu da Limpeza Urbana, no Venâncio Shopping. Para coletar as bitucas de cigarro, a empresa Poiato Recicla contou com o apoio do Instituto Lixo Zero e instalou 100 coletores no Plano Piloto, em locais como os Setores Comerciais e Hospitalares Sul e Norte. Essas instalações foram fruto de acordo de cooperação entre a Administração Regional do Plano Piloto e a empresa, situada em Votorantim (SP). Funcionários da companhia coletaram as bitucas de cigarro, que foram transportadas para a cidade do interior de São Paulo. Lá foram transformadas em massa celulósica para uso em artesanatos e devolvidas ao DF, para serem utilizadas em projetos sociais como o do Instituto No Setor. “O correto mesmo é não fumar, mas sabemos que esse hábito ainda é muito comum. Portanto, o que podemos fazer é incentivar que o descarte das bitucas seja no lugar certo. Com isso evitamos que elas sejam escoadas pelas bocas de lobo e contaminem nossos lençóis freáticos. Sem falar nessa incrível tecnologia genuinamente do Distrito Federal que pode ajudar na ressocialização de muitas pessoas”, explicou o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira. Serviço Oficina de arte com massa celulósica de bituca de cigarro Local: Casa da Cultura da América Latina – Setor Comercial Sul, Quadra 4, Sala 106 – Edifício Anápolis Hora: 16h *Com informações do SLU
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Mandela Day 2019 será marcado por ação ambiental
Parque Ecológico Riacho Fundo tem evento especial no Mandela Day / Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília O Parque Ecológico do Riacho Fundo será palco, nesta quinta-feira (18), das comemorações do Dia Internacional Nelson Mandela, com o plantio de 150 mudas de espécies nativas do Cerrado, para a proteção de nascentes. A ação ambiental, das 9h às 12h, será a primeira atividade deste ano do Programa Adote uma Nascente (PAN). O evento contará com a participação de representantes do Brasília Ambiental, Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Secretaria Extraordinária de Relações Internacionais (SRI) e de diplomatas da Embaixada da África do Sul, que farão o plantio, com o público, de espécies como buriti, copaíba e embaúba, entre outras. Além dos exemplares já existentes no acervo do parque, as mudas foram doadas em parceria com viveiros comunitários das administrações regionais do Lago Norte e Park Way, além de acervo do próprio parque. No Distrito Federal, a bacia hidrográfica do Riacho Fundo tem grande importância por ser um dos principais mananciais que abastecem o lago Paranoá, sendo que o parque ecológico abriga o maior conjunto de nascentes do ribeirão – que leva o mesmo nome daquela região administrativa. Em reconhecimento à contribuição do sul-africano Nelson Mandela para a cultura da paz e da liberdade, a Assembleia-Geral da ONU, em dezembro de 2009, instituiu 18 de julho como o Dia Internacional Nelson Mandela. O tema deste ano é “agir, inspirar a mudança”. Em 1993, o líder recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Humanitário Nelson Rolihlahla Mandela (18/7/1918 – 5/12/2013) destacou-se com ativista revolucionário contra o apartheid. Foi presidente da África do Sul entre 1994 e 1999, tendo sido também o primeiro negro do país a desempenhar essa função e o primeiro eleito numa eleição multirracial e totalmente representativa. Seu governo se concentrou em desmantelar o legado do apartheid, combatendo o racismo institucionalizado, a pobreza e a desigualdade, e promovendo a reconciliação racial. Ao longo de 67 anos, Nelson Mandela dedicou a sua vida a serviço da humanidade – enquanto advogado de direitos humanos, mediador internacional para a paz e como primeiro presidente eleito democraticamente numa África do Sul livre. Em alusão a todo esse tempo de trabalho, o Dia Internacional Nelson Mandela traz a sugestão de que cada pessoa dedique 67 minutos a ajudar os outros. Programa O Programa Adote uma Nascente (PAN), coordenado pelo Brasília Ambiental, atua há 18 anos e tem por finalidade apoiar e orientar a adoção de medidas de preservação de nascentes no DF, com foco em ações de recuperação, preservação e conservação de áreas de preservação permanente de nascentes e em suas respectivas áreas de recarga. O programa já conta com q304 nascentes cadastradas. * Com informações do Brasília Ambiental
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