Nova Escola Classe 425 amplia oferta de vagas e transforma rotina escolar em Samambaia
Há três meses, a comunidade escolar de Samambaia comemorou a entrega da nova estrutura da Escola Classe (EC) 425. Com investimento de R$ 14 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a antiga “escola de lata” deu lugar a um prédio moderno, acessível e adequado às necessidades pedagógicas dos estudantes. A unidade, que funcionava em instalações provisórias desde 1991, agora atende 700 alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, um aumento em relação aos 600 que havia antes. Capacidade atual da escola é de aproximadamente 700 estudantes; direção manteve turmas reduzidas para garantir o atendimento a alunos atípicos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias” Liliene de Souza, diretora da EC 425 Segundo a diretora da unidade, Liliene de Souza, a nova estrutura representa uma conquista esperada há mais de três décadas. Ela conta que a antiga escola havia sido construída de forma provisória, com blocos de madeira e apenas um pavimento térreo. “Se considerarmos turmas com 30 estudantes, poderíamos atender aproximadamente 1.100 crianças; entretanto, mantemos diversas turmas reduzidas para garantir o atendimento adequado aos nossos estudantes atípicos”, explica a gestora. “Por isso, neste momento, nossa capacidade é de cerca de 700 estudantes.” Estrutura reforçada A escola recebe estudantes da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, da faixa etária dos 4 aos 11 anos. O número de salas aumentou de 15 para 18, o que permitiu abrir cerca de 100 novas vagas. “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias”, ressalta Liliene. Uma quadra de esportes coberta faz parte das novas aquisições da escola Além do aumento de salas de aula, a escola também recebeu quadra de esportes coberta, laboratórios, biblioteca, auditório e estacionamento. Uma das professoras do espaço, Lannuccia Borges, conta que a mudança estrutural da unidade representa uma verdadeira virada de página. Ela relata que trabalha na escola há quatro anos, mas apenas neste ano pôde lecionar em um prédio novo e adequado. Antes da reforma, a realidade era muito diferente. “Tínhamos uma estrutura bastante precária, que dificultava o nosso trabalho pedagógico e também a aprendizagem das crianças”, afirma. “Não basta o professor planejar e querer fazer um bom trabalho se não houver condições adequadas para isso.” A docente lembra que o termo “escola de lata” surgiu pela precariedade da antiga construção: “Eram janelas quebradas, portas que não fechavam, tetos que caíam quando chovia. As crianças tinham medo, e nós, professores, também, mas precisávamos demonstrar coragem para acolhê-las da melhor forma possível”. Nova realidade Elisete Pereira, professora e mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia: “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares” Mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia, a professora Elisete Pereira descreve o sentimento de impotência diante do cenário antigo. “Era muito triste ver meu filho estudando em um lugar sem segurança, sem conforto, sem uma quadra de esportes, sem espaços adequados”, lembra. “As salas eram quentes, pequenas e mal ventiladas. Como mãe, a gente quer o melhor para os filhos, e era doloroso saber que eles não tinham acesso a uma escola com estrutura digna. Muitas mães compartilhavam esse mesmo sentimento de tristeza e preocupação.” A professora Lannuccia Borges elogia a estrutura do novo prédio: “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender” Hoje, ela vive a realidade completamente diferente da nova EC 425, e com um vínculo ainda mais forte, agora como professora. “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares”, comemora. “Temos acessibilidade para cadeirantes, refeitório, biblioteca, salas amplas e arejadas. É um ambiente acolhedor, bonito, pensado para o aprendizado e o bem-estar das crianças”. Impacto Segundo Lannuccia Borges, a nova estrutura interfere diretamente no aprendizado. “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender”, pontua. “Cada aluno tem seu tempo, mas se o ambiente oferece conforto e recursos, o desenvolvimento é muito mais significativo.” [LEIA_TAMBEM]Com a nova estrutura, os benefícios não se limitam aos alunos. “Estamos todos mais motivados, gestão, coordenação e docentes”, afirma a professora. “Hoje temos salas amplas, arejadas, com armários, televisões e espaços adequados para projetos. Antes, chegávamos e não conseguíamos abrir o armário porque estava estragado. Agora, tudo funciona. Isso nos dá vontade de planejar mais, de inovar nas aulas”. Com obras coordenadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), agora o novo espaço conta com uma área total construída de 4.464,82 metros quadrados, para oferecer mais conforto e qualidade no ensino das crianças. São 18 salas de aula, laboratórios de informática e artes, biblioteca, auditório, refeitório, cozinha, depósito, área de recreação, parquinho e sanitários. A escola tem ainda 30 vagas de estacionamento e uma quadra coberta de 768 metros quadrados. A aluna Beatriz Fonseca, de 10 anos, também comemora o novo espaço de aprendizagem. Entre os novos espaços, ela conta o que mais chama atenção: “A biblioteca, o refeitório e os banheiros. Dá mais gosto vir para uma escola assim, maravilhosa”.
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Auditório da Administração Regional do Guará é reformado
Palco de apresentações culturais, formaturas, peças de teatro e concertos, o auditório da Administração Regional do Guará passa por uma ampla reforma. Os serviços incluem substituição do piso, recuperação do teto, com a instalação de forro acústico, e novo revestimento nas paredes. Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro se apresentou, em maio, no auditório da Administração Regional do Guará, em comemoração aos 55 anos da cidade | Foto: João Rodrigues/Administração Regional do Guará A climatização total do ambiente será outro diferencial da obra, que inclui a instalação de ar-condicionado para a cobertura dos 300 metros quadrados do espaço. Os trabalhos também visam à maior acessibilidade no espaço e instalação de iluminação LED. O investimento soma R$ 115 mil, recursos da própria administração regional. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O auditório da Administração do Guará é um dos locais mais tradicionais para a realização de eventos culturais da nossa cidade. Essa obra valoriza a história do espaço e é mais um presente para o Guará”, destaca o administrador do Guará, Artur Nogueira. O nome oficial do espaço é Auditório Dr. Rogério de Freitas Cunha. Um dos principais pioneiros de Brasília, ele foi o coordenador do mutirão que construiu a cidade do Guará, no fim da década de 1960. O auditório foi inaugurado em 4 de maio de 1984. A última reforma expressiva no local ocorreu em dezembro de 2017. *Com informações da Administração Regional do Guará
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Auditório da PCDF recebe o nome de Valderia da Silva Barbosa
O auditório do edifício-sede da delegacia-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) recebeu o nome de Auditório Valderia da Silva Barbosa. A definição é uma homenagem à agente da PCDF vítima de feminicídio em 11 de agosto deste ano pelos serviços prestados à corporação e pela contribuição expressiva nas atividades desenvolvidas na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam II). O auditório do edifício-sede da delegacia-geral da PCDF passa a se chamar Valderia da Silva Barbosa, homenagem à policial civil vítima de feminicídio | Foto: Reprodução A portaria que determina o novo nome do auditório foi assinada pelo delegado-geral da PCDF, Robson Cândido, e publicada nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial do DF (DODF). Valderia da Silva Barbosa tinha 46 anos e atuava como chefe da Seção de Apoio Administrativo, Estatística e Informática da Deam II. O crime foi cometido em sua casa, em Arniqueira, pelo ex-companheiro, de quem havia se separado recentemente. O feminicídio foi seguido de uma perseguição ao assassino, que foi morto em uma troca de tiros com a Polícia Militar de Goiás na cidade de Porangatu (GO) três dias depois do crime contra Valderia.
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Centro de Educação Infantil amplia atendimento no Riacho Fundo II
A comunidade do Riacho Fundo II vai receber um moderno Centro de Educação Infantil (CEI), localizado na QN 12 do Residencial Parque do Riacho. O projeto, conduzido pela Novacap, tem área construída de 3.014,84 m² e abrange diversas facilidades, desde estacionamentos a áreas de lazer, seguindo rigorosos padrões de acessibilidade. O investimento para essa obra é de aproximadamente R$ 11 milhões. Além das 14 amplas salas de atividades, o CEI do Riacho Fundo II é pensado para proporcionar uma experiência educacional completa para as crianças e contará com laboratório de informática, brinquedoteca, auditório e diversas outras dependências | Foto: Divulgação/Novacap O CEI do Riacho Fundo II contará com dois pavimentos que abrigarão 14 salas de atividades, laboratório de informática, brinquedoteca, auditório e diversas outras dependências, todas pensadas para proporcionar uma experiência educacional completa para as crianças. Segundo Carlos Alberto Spies, diretor de Edificações da Novacap, “esta obra reflete o investimento no futuro de nossas crianças. Acreditamos que um ambiente adequado, com infraestrutura completa, pode fazer toda a diferença na educação infantil, e é isso que visamos proporcionar com o novo CEI do Riacho Fundo”, disse. De acordo com a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a comunidade do Riacho Fundo II é carente de escolas desta modalidade de ensino e o Centro de Educação Infantil virá suprir esta necessidade. “Nosso maior objetivo é oferecer um ambiente educativo acolhedor e uma boa qualidade de ensino para nossas crianças. Com 14 salas de aula, a instituição atenderá 560 estudantes em dois turnos, impactando positivamente as vidas das famílias locais e proporcionando ótimas oportunidades de aprendizado”, destaca. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a administração regional, a comunidade do Riacho Fundo II está ansiosa para a inauguração deste espaço, que vai ser mais do que um centro de educação, mas um local onde as crianças poderão crescer, aprender e se desenvolver em um ambiente seguro, acolhedor e equipado para atender às suas necessidades. “Neste ano, fomos contemplados no Riacho Fundo II com duas obras públicas: uma escola de ensino infantil e um Centro de Educação da Primeira Infância. Estes estabelecimentos atendem a diversas necessidades pendentes da nossa comunidade. Atualmente, enfrentamos uma limitação de espaço em nossas salas de aula, e esses novos espaços vêm para aliviar essa questão. Sou grata ao Governo do Distrito Federal por atender nossas interações”, finaliza a administradora do Riacho Fundo II, Ana Maria da Silva. *Com informações da Novacap, SEEDF e Administração Regional do Riacho Fundo II
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