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câmeras de segurança

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Feiras permanentes do DF vão receber câmeras de segurança pelo programa DF 360

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um importante passo para aperfeiçoar o monitoramento de segurança das ruas da capital. A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (3), uma ordem de serviço para a instalação de câmeras de vídeo em todas as 38 feiras permanentes do DF. Será feito um levantamento de quantos espaços já contam com videomonitoramento para avaliar a quantidade necessária de aparelhos a serem instalados. A iniciativa também prevê a integração de câmeras particulares aos equipamentos públicos.  A ação, cujo objetivo é reforçar a segurança de feirantes, comerciantes e frequentadores, faz parte do programa DF 360, desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). O programa é uma plataforma centralizada que unifica o atendimento de emergências, otimiza a comunicação com o cidadão e introduz inteligência proativa por meio de alertas automáticos. A ferramenta permite que estabelecimentos comerciais e residenciais façam a adesão de seus equipamentos à rede. O sistema, lançado em fevereiro de 2026, já conta com quase sete mil equipamentos integrados. Celina Leão: "Nós vivemos uma revolução tecnológica, a inteligência artificial; e, muito mais do que entretenimento, a tecnologia tem que servir para atender o cidadão" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília De acordo com a governadora, o uso de tecnologia e inteligência de dados deve orientar as políticas públicas do Distrito Federal. “Quando a gente pensa na capital da República, nós precisamos de pensar naquilo que tem de mais moderno e de vanguarda no Brasil”, afirmou. “Nós vivemos uma revolução tecnológica, a inteligência artificial e, muito mais do que entretenimento, a tecnologia tem que servir para atender o cidadão”.    A instalação das câmeras nas feiras permanentes do Distrito Federal vai aumentar a capacidade de monitoramento em tempo real e fortalecer a atuação integrada das forças de segurança e a prevenção à criminalidade. "Estamos exatamente buscando essa parceria não só com outros órgãos, mas com os próprios feirantes, para que eles possam colocar suas câmeras também nesse grande ecossistema de proteção e segurança chamado DF 360" Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, secretário-executivo de Gestão Integrada O secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, explicou que a instalação das câmeras será por meio de parceria com os feirantes. “Segurança pública é um dever do Estado, mas é um direito e responsabilidade de todos. O papel da SSP é fazer parcerias com a sociedade, com a iniciativa privada e com outros órgãos públicos. Então, nós estamos exatamente buscando essa parceria não só com outros órgãos, mas com os próprios feirantes, para que eles possam colocar suas câmeras também nesse grande ecossistema de proteção e segurança chamado DF 360. Algumas dessas feiras já têm câmeras da SSP, mas a nossa ideia, agora, é ampliar, para termos câmaras também dentro das áreas comuns de circulação da população que usa as feiras permanentes. Nós vamos fazer um levantamento, para esse processo de sensibilização dos feirantes. E a partir desse levantamento, desse processo de sensibilização, a gente vai saber o número de câmeras que serão instalados”, destacou o gestor.  De acordo com a SSP-DF, estão previstas também reuniões com associações e feirantes para a apresentação do DF 360, para estimular a integração das câmeras já existentes nas feiras ao sistema, com o objetivo de ampliar a cobertura do monitoramento.  

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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF

A partir de agora, todos os restaurantes comunitários do DF contam com reforço significativo na segurança, por meio do funcionamento de circuitos de câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), o DF 360º, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A iniciativa possibilita o acompanhamento em tempo real pelas unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Com início em setembro do ano passado, os dispositivos transmitem imagens em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e para as centrais de monitoramento remoto (CMRs) da PMDF. A conclusão da instalação dos circuitos de câmeras ocorreu no final de maio, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos restaurantes. A única exceção é a unidade de Ceilândia Centro (DJ Jamaika), que aguarda a ativação da câmera. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades. “Ou seja, a integração ao sistema da Secretaria de Segurança Pública vai otimizar e garantir ainda mais a segurança nesses espaços, onde circulam milhares de pessoas diariamente”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A titular lembra, ainda, que outras medidas já vêm sendo implementadas pela Sedes com o objetivo de aprimorar a gestão e a segurança nos restaurantes. “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos”, pontuou Giselle. Funcionamento Os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição.  Atualmente, 17 dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) —, com funcionamento todos os dias da semana. O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região.   *Com informações da Sedes-DF

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Mais de 250 unidades de saúde contam com novo sistema de vigilância

A Secretaria de Saúde (SES-DF) reforçou a segurança das unidades de saúde do Distrito Federal. Cerca de sete mil câmeras de vigilância já estão instaladas, protegendo 254 unidades, incluindo hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs), policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), farmácias, bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu DF), entre outras instalações. A vigilância é integrada. As imagens são acompanhadas em tempo real tanto em centrais de monitoramento regionais, localizadas nos hospitais, quanto na central de monitoramento global, situada no Centro Integrado de Operações de Brasília, onde é possível acompanhar o movimento em todas as unidades monitoradas.  Para o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, a implementação do sistema representa um avanço fundamental na gestão da rede pública. “Nossa prioridade é oferecer um ambiente de cura e acolhimento. Para a população, esse monitoramento significa um atendimento com mais ordem e proteção. Já para os nossos servidores, a ferramenta vai garantir que profissionais de saúde possam exercer suas funções focados apenas no cuidado ao paciente”. Como funciona O sistema de vigilância conjuga equipamentos tecnológicos, que incluem câmeras, e força de trabalho humana (vigilantes e supervisores). O contrato envolve, ainda, sistemas de controle de acesso, com o uso de tecnologias como leitores biométricos e fechaduras eletromagnéticas. Tudo é integrado, havendo alertas para situações consideradas atípicas.  As 7.132 câmeras são integradas a outros sistemas de segurança, como cancelas de acesso De acordo com o secretário executivo de Gestão Administrativa da SES-DF, Valmir Lemos, os sistemas de segurança mais eficazes utilizam mais de um único recurso técnico. “Ao integrar o serviço de vigilância patrimonial ao sistema de monitoramento eletrônico, a Secretaria de Saúde passa a cobrir um raio maior de áreas que uma pessoa teria dificuldades de atender. É um excelente investimento da pasta para a segurança de pacientes, servidores, prestadores de serviços e pessoas em geral”. Hoje, estão em operação 7.132 câmeras, mas o número total passará de 12 mil. A instalação dos sistemas de controle de acesso já foi realizada no Parque de Apoio da Saúde, localizado no SIA, e nas unidades do Gama e de Santa Maria. A previsão é de que em maio seja implantado também no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e no prédio da Administração Central da SES-DF. Ao todo, serão 1,2 mil leitores biométricos, 1,2 mil fechaduras eletromagnéticas, 592 novas cancelas de acesso com leitores faciais e 36 detectores de metais. Mais vigilantes De acordo com o subsecretário de Infraestrutura em Saúde da SES-DF, Leonídio Pinto Neto, os equipamentos são necessários para garantir a segurança de pacientes, acompanhantes e profissionais, além de ajudar a combater crimes como depredação de bens públicos. "Com o advento da tecnologia, esse serviço traz uma tranquilidade maior. A câmera coíbe o invasor, coíbe a pessoa que está pensando em cometer um ato ilícito", afirma o gestor.  O subsecretário lembra que a SES-DF também está em fase de ampliação do efetivo de vigilantes. Durante o dia, serão 732 postos de trabalho, sendo 147 com profissionais armados. À noite, serão 546 postos, incluindo 157 com profissionais armados. Tanto no período diurno quanto no noturno, haverá 32 profissionais motorizados.  "Trabalhamos em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), que também vai poder monitorar essas imagens e trazer uma maior agilidade na apuração de alguma ocorrência", acrescenta Neto.  [LEIA_TAMBEM] O serviço de segurança traz alguns requisitos, como seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), para garantir a privacidade de todas as pessoas que passam pelas unidades de saúde, bem como de quem faz o cadastro para acesso. Outro aspecto previsto no contrato é que, ao longo da vigência, a empresa deve fazer a modernização das tecnologias para versões mais novas que possam vir a ser lançadas. A manutenção dos equipamentos também já está prevista. A distribuição dos vigilantes e dos equipamentos em cada unidade de saúde tem como base as características de cada local, variando conforme a área total, os acessos e os pontos considerados sensíveis, como setores restritos, almoxarifados e farmácias. A Subsecretaria de Infraestrutura da SES-DF também fez a adaptação de pontos de energia, dutos, suportes e de redes de dados para permitir a instalação dos novos equipamentos. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Câmeras de segurança são instaladas nas UPAs do DF

Para reforçar a segurança de pacientes e colaboradores, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou a instalação de câmeras de vigilância em todas as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) do DF. As de Ceilândia, Recanto  das Emas, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho já receberam os equipamentos, que entram em fase de testes nesta semana. A expectativa é que, até o fim de julho, todas as 13 unidades estejam com o sistema de monitoramento 24 horas em funcionamento. Cada UPA será equipada com cerca de 40 câmeras, quantidade que pode variar conforme o porte e a estrutura do local. O sistema também permitirá acesso remoto às imagens em tempo real pelas equipes das unidades. O objetivo é proporcionar um ambiente mais seguro para todos, inclusive em situações de grande fluxo ou tensão. Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a presença das câmeras inibe comportamentos de risco e ajuda a agir com mais precisão sempre que necessário. O objetivo é proporcionar um ambiente mais seguro para todos, inclusive em situações de grande fluxo ou tensão | Foto: Divulgação/IgesDF “A instalação é parte de uma estratégia para ampliar a vigilância, prevenir situações de risco e aumentar a agilidade na tomada de decisões em casos de emergência. Segurança também é cuidado em saúde”, explica Monteiro. Segundo o cronograma, ainda em junho serão contempladas as UPAs de Brazlândia, Ceilândia II e Vicente Pires. Em julho, será a vez das unidades do Gama, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina e Riacho Fundo II. A divisão por fases leva em consideração a infraestrutura  existente e a capacidade de adaptação técnica imediata de cada local. Para garantir o funcionamento contínuo dos sistemas de vigilância, o Instituto prevê um investimento mensal de aproximadamente R$ 13 mil por unidade, valor destinado à manutenção e operação do serviço. *Com informações da Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Polícia Civil investiga incêndio criminoso em área de vegetação do Gama

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga um incêndio criminoso ocorrido nessa quarta-feira (25), nas proximidades da DF-290, na altura do Núcleo Rural Ponte Alta, no Gama. Toda a ação dos suspeitos foi registrada por câmeras de segurança de um terreno vizinho à área queimada. Nas imagens, é possível observar o momento em que um veículo vermelho se aproxima. O motorista desacelera e estaciona pouco depois de uma estrada de terra. Em seguida, um homem desce do banco do passageiro, caminha em direção à área de vegetação e ateia fogo à mata. Logo depois, o suspeito retorna correndo, entra no veículo e foge do local. A investigação é conduzida pela Coordenação Especial de Proteção ao Meio Ambiente, à Ordem Urbanística e ao Animal (Cepema). Até a publicação desta reportagem, a corporação trabalhava para identificar os suspeitos. Ninguém foi preso. Além de atentar contra o meio ambiente, a prática de atear fogo em áreas de mata pode configurar crime ambiental previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), que impõe penas de detenção e multas a quem causar danos à flora De acordo com o Boletim de Ocorrência, uma testemunha do crime comunicou ter visto, por volta das 10h43, um início de fumaça na beira da rodovia e decidiu se aproximar. “No local, foram identificados dois focos de incêndio: o primeiro, aparentemente, recém-ateado, e o segundo já mais espalhado, com uma distância de aproximadamente 10 metros entre ambos”, diz o documento. À PCDF, a testemunha também relatou que as chamas haviam gerado “uma grande quantidade de fumaça” e, que, ao se aproximar da rodovia, se deparou com “as margens tomadas por chamas”. Além de atentar contra o meio ambiente, a prática de atear fogo em áreas de mata pode configurar crime ambiental previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), que impõe penas de detenção e multas a quem causar danos à flora. A ação também pode ser classificada como incêndio, tipificada no Código Penal (Art. 250), passível de punição para o autor, agravada em caso de incidente que coloque em risco a vida, a integridade física ou o patrimônio de terceiros. A ação também pode ser classificada como incêndio, tipificada no Código Penal (Art. 250), passível de punição para o autor, agravada em caso de incidente que coloque em risco a vida, a integridade física ou o patrimônio de terceiros | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Operação Curupira Recentemente, a PCDF instaurou a Operação Curupira para identificar e punir pessoas envolvidas em queimadas no Distrito Federal. A ação faz parte da força-tarefa montada pelo Governo do DF (GDF) para apurar a autoria dos incêndios criminosos que resultaram na devastação de áreas de vegetação e Cerrado da capital do País. O GDF convoca a população a denunciar os incêndios florestais na capital. Os cidadãos devem entrar em contato imediatamente com o número 193, o canal de emergência do CBMDF. Durante a ligação, é necessário passar informações como a localização exata do fato e as proporções das chamas e, se possível, relatos sobre as condições de acesso ao local e sobre a presença de suspeitos de autoria do crime. De acordo com o artigo 41 da Lei 9.605/98, provocar incêndio em mata ou floresta é tipificado como crime ambiental. Combate a incêndios florestais → 193 (Corpo de Bombeiros) → (61) 9224-7202 (Instituto Brasília Ambiental) Informações sobre autores de incêndios florestais → 190 (Polícia Militar) → 197 (Polícia Civil)

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Unidades de saúde adotam revista visual como medida de segurança complementar

Após passar por alguns casos de transtornos na segurança de suas unidades, como furtos de aparelhos essenciais para realização de exames, enxovais da internação e, em um único caso extremo, uma tentativa de assassinato, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF) vem implementando a revista visual desde o ano de 2020, de forma gradativa. Além da revista visual, unidades como o Hospital de Base possuem câmeras de segurança em pontos estratégicos que ajudam a identificar possíveis problemas | Fotos: Davidyson Damasceno/IgesDF A diretoria da instituição solicitou que fossem realizados diversos estudos, consultas jurídicas, conversas com representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), além de treinamento de equipes e orientação de colaboradores, pacientes e acompanhantes para a necessidade de se implementar a revista visual de forma definitiva. “Como ainda não temos um detector de metais em nossas unidades, a alternativa ainda é a revista visual, prática realizada já há muito tempo em unidades de saúde da rede particular e o qual estamos espelhando para minimizar não somente os danos financeiros, mas também qualquer prejuízos à população, que sofre com a suspensão de exames quando um equipamento importante é furtado da unidade”, explica Gustavo Magno, gerente-geral de Engenharia Clínica, Hotelaria e Segurança do IgesDF. “Os membros da nossa equipe de segurança são orientados a não colocarem a mão em nada, a não ser que identifiquem alguma irregularidade” Gustavo Magno, gerente-geral de Engenharia Clínica, Hotelaria e Segurança do IgesDF Em 2021, a revista foi implementada para pacientes e acompanhantes no Hospital Regional de Santa Maria. Em meados de 2022, o Hospital de Base passou a realizar o mesmo tipo de medida de segurança, ainda de forma educativa e não obrigatória. No dia 9 de abril deste ano, a revista visual foi implementada de forma definitiva, aleatória, porém obrigatória a todos os usuários e colaboradores do instituto, sem discriminação de cargo ou profissão. Nos principais pontos de acesso das unidades do IgesDF, a equipe de segurança solicita aos usuários e colaboradores, de forma gentil e nada vexatória, que mostrem o conteúdo interno de bolsas, sacolas e mochilas. “Os membros da nossa equipe de segurança são orientados a não colocarem a mão em nada, a não ser que identifiquem alguma irregularidade” explica Gustavo. Resultados Diariamente, a equipe de segurança apresenta um relatório sobre o que foi encontrado de objetos irregulares que tentavam entrar nas unidades. “Já foram achadas e retidas diversas armas brancas como facas e facões, tesouras e outros objetos de corte e perfuração, que podem colocar em risco a vida e a segurança de usuários e colaboradores”, afirma Gustavo. Medidas de segurança adotadas em unidades de saúde garantem não apenas a proteção de pacientes e colaboradores, mas também dos recursos usados pelos próprios hospitais, como enxovais e equipamentos médicos Na saída das unidades já foram retidos vários enxovais como toalhas, cobertores, lençóis e outros itens, inclusive equipamentos médicos. “Em 19 de abril de 2023, tivemos o notório e amplamente divulgado caso de endoscópios que foram roubados do Hospital de Base, no valor de R$480 mil reais. Esses aparelhos são necessários para realizar exames importantes e o seu furto trouxe um prejuízo enorme para a população, tanto financeiro como assistencial. Acreditamos que se a revista visual estivesse sendo realizada de forma permanente na época, talvez tivéssemos impedido ou coibido esse furto”, explica Gustavo. Além dos vigilantes, o Hospital de Base possui câmeras de segurança em pontos estratégicos que ajudam a identificar possíveis problemas. “Contamos com sistemas de vigilância por vídeo e controle de acesso”, lembra Gustavo. “A prática da revista visual é uma iniciativa para garantir a segurança de todos” Radam Nakai, chefe da Assessoria Jurídica do IgesDF As imagens do circuito de TV mostram a efetividade das revistas, com o registro dos itens recuperados ou retidos e também a maneira como a equipe de segurança aborda os usuários ou colaboradores revistados. “A medida de revista visual, juntamente com outros planos de segurança, recentemente ajudaram a prender colaboradores que estavam desviando medicamentos no centro de distribuição do IgesDF”, lembra Gustavo. Segundo o chefe da Assessoria Jurídica do IgesDF, Radam Nakai, “a prática da revista visual é uma iniciativa para garantir a segurança de todos. Estamos também dedicados a conscientizar e treinar nossos colaboradores para promover uma cultura de segurança em nossas unidades”. De acordo com o Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, diretor-presidente do IgesDF, “ao adotar estas medidas, buscamos proteger nossos recursos e garantir não só o atendimento dos usuários, como a proteção de todos os envolvidos em nossas atividades, contribuindo para um ambiente mais seguro e acolhedor para colaboradores e pacientes”. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF)

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140 novas câmeras de videomonitoramento reforçam segurança no DF

Com o objetivo de ampliar e modernizar o Projeto de Videomonitoramento Urbano do Distrito Federal (PVU), o GDF adquiriu mais de 140 novas câmeras de segurança. Para isso, investiu R$ 1 milhão, recurso do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) que foi repassado ao Fundo de Segurança Pública do Distrito Federal (FuspDF). [Olho texto=”“O programa de videomonitoramento é uma ferramenta que otimiza o emprego de policiamento e atua multiplicando o olhar das forças de segurança em todo DF”” assinatura=”Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] Novas aquisições ocorrerão ao longo de 2023, com o objetivo de monitorar toda a área urbana do DF. A compra dos novos equipamentos foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) desta quinta-feira (1º). As novas câmeras resultarão em um policiamento mais eficiente nas regiões administrativas que ainda não contam com o sistema de segurança. A instalação dos equipamentos deverá ter início este ano. No extrato do contrato de prestação de serviço, foi determinada ainda, por licitação, uma empresa responsável pela implantação, ampliação e manutenção das câmeras de videomonitoramento, pelo valor de R$ 5.125.554,89. Atualmente, estão instaladas 964 câmeras de monitoramento fixas e móveis em 24 regiões administrativas do DF | Fotos: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília De acordo com o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo, a nova aquisição é uma das prioridades do governo e fortalece a segurança em todo o DF. “O programa de videomonitoramento é uma ferramenta que otimiza o emprego de policiamento e atua multiplicando o olhar das forças de segurança em todo DF”, afirma. Danilo explica que o aumento do número de câmeras contribui diretamente com a redução da criminalidade, “pois, além do melhor emprego do policiamento, pode contribuir com a elucidação de crimes”. “O uso das câmeras contribui de forma eficiente com o trabalho realizado pelas forças de segurança, com investigações realizadas pela Polícia Civil e órgãos do Judiciário, como Ministério Público e tribunais, e ações de policiamento da Polícia Militar. O objetivo é que todo o DF seja monitorado”, completa. Segurança em tempo real As imagens das câmeras de segurança são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) O Projeto de Videomonitoramento Urbano do Distrito Federal teve início em 2013 e, atualmente, estão instaladas 964 câmeras de monitoramento fixas e móveis em 24 regiões administrativas do DF. As imagens são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), por dez Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs), o que garante mais agilidade no atendimento à população. A previsão é que sejam instaladas câmeras em todas as regiões administrativas do DF. As câmeras são de alta resolução, seguindo o mesmo modelo do que já vem sendo utilizado. As imagens são encaminhadas para o Ciob e também são direcionadas às CMRs, instaladas em batalhões da PMDF. “A tecnologia de ponta permite atuarmos de forma mais assertiva. O acesso às imagens 24 horas por dia contribui, ainda, com o trabalho dos órgãos que compõem o Ciob”, ressalta o secretário Executivo de Segurança Pública, Milton Neves. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O principal critério para a definição dos locais em que os equipamentos são instalados são as áreas de interesse permanente, definidas com base em levantamentos realizados pela SSP, e, também, com orientação de responsáveis por batalhões e delegacias. Os estudos apontam as chamadas “manchas criminais”, em que é possível detectar dias, horários e locais de maior incidência de crimes. As câmeras também são instaladas em áreas de grande circulação de pessoas e de veículos, bem como nas principais vias de acessos das regiões administrativas. O uso das imagens captadas pelas câmeras de segurança pode contribuir com o encurtamento do tempo de investigação e consequente responsabilização mais rápida do infrator. Sempre que divulgadas as imagens de suspeitos, muito rapidamente surgem denúncias com informações fundamentais para a investigação. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF

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