Projeto Fazer o Bem Tá na Moda ultrapassa 600 mulheres beneficiadas
A campanha Fazer o Bem Tá na Moda, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), alcançou um marco importante: mais de 600 mulheres em situação de vulnerabilidade social beneficiadas ao longo de quatro edições. A última entrega ocorreu neste domingo (22) para mulheres participantes do Projeto Mantinha. O evento foi realizado na Chácara Semeador de Luz, na Estrutural. Ao todo, 100 mulheres — a maioria gestantes moradoras da Estrutural atendidas pelo Mantinha — receberam bolsas com peças de vestuário e acessórios de qualidade. Mais do que itens de moda, cada bolsa representa dignidade, oportunidade e a possibilidade de um novo começo. "A campanha mostra que é possível transformar realidades com criatividade e responsabilidade social" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania “A campanha mostra que é possível transformar realidades com criatividade e responsabilidade social. Cada bolsa entregue carrega esperança, geração de renda e fortalecimento da autoestima”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Como funciona a campanha Com foco na economia circular, a campanha começa pelo desapego. Mulheres com independência financeira, selecionadas pela Sejus, doam peças próprias — novas ou em excelente estado — e montam bolsas com produtos de qualidade. A campanha Fazer o Bem Tá na Moda une solidariedade e empreendedorismo para transformar a vida de mulheres em situação de vulnerabilidade social | Fotos : Jhonatan Vieira/Sejus-DF As bolsas utilizadas na ação são confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap), ampliando o alcance social da iniciativa ao promover capacitação profissional e ressocialização. As beneficiadas podem utilizar as peças para uso próprio ou revendê-las, gerando renda extra. Histórias que transformam Grávida de oito meses do quinto filho, a dona de casa Thailaine Lopes Barbosa, 31 anos, enxerga na campanha uma oportunidade de reforçar a renda familiar. Acostumada a vender peças pelas redes sociais, ela acredita que as bolsas podem impulsionar pequenos negócios online. “Às vezes não serve para mim, mas pode servir para outra pessoa. Dá para vender e gerar uma renda extra”, conta, destacando o incentivo ao espírito empreendedor. Daniele dos Santos Costa: "Vai me ajudar muito. Vou me sentir mais elegante e confiante para uma entrevista" Na segunda gestação, Daniele dos Santos Costa, 23 anos, ressalta o impacto direto na autoestima. Para ela, as peças recebidas serão importantes após o nascimento da filha, especialmente na busca por emprego. “Vai me ajudar muito. Vou me sentir mais elegante e confiante para uma entrevista”, afirma, emocionada com a oportunidade de recomeçar. Parceria [LEIA_TAMBEM]Coordenadora do Projeto Mantinha, Stela Lobato destaca que a parceria amplia oportunidades dentro da comunidade. Segundo ela, além do benefício material, a ação leva informação e aproxima as mulheres de direitos que muitas vezes desconhecem. Além do Projeto Mantinha, já foram beneficiadas mulheres atendidas pelo Grupo Cirandinha, Instituto Proeza, Instituto Maria do Barro e Instituto Inclusão de Desenvolvimento e Promoção Social. Com mais de 600 mulheres alcançadas, a campanha Fazer o Bem Tá na Moda se consolida como uma iniciativa que conecta poder público, iniciativa privada e sociedade civil em torno de um propósito comum: transformar solidariedade em autonomia e novos caminhos para quem mais precisa. *Com informações da Sejus-DF
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Bolsas confeccionadas por reeducandas ajudam mulheres em vulnerabilidade na campanha Fazer o Bem Tá na Moda
Foi lançada a segunda edição da campanha Fazer o Bem Tá na Moda, uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) que une moda, solidariedade e transformação social. Durante o lançamento, que ocorreu na tarde desta quarta-feira (18), mais de 100 pessoas se reuniram no Restaurante Piselli, para acompanhar a entrega das primeiras 50 bolsas da campanha, que até o fim do ano beneficiará 200 mulheres em situação de vulnerabilidade. Esta primeira leva será destinada às mulheres atendidas pelo Instituto Inclusão de Desenvolvimento e Promoção Social. Mais do que uma simples ação de arrecadação, a campanha aposta na economia circular, na ressocialização de mulheres privadas de liberdade e no incentivo ao empreendedorismo feminino como ferramentas de mudança. Cada bolsa distribuída carrega não apenas roupas, calçados e acessórios em excelente estado, mas também histórias de superação e recomeço, transformando o desapego em oportunidade. Durante o lançamento, que ocorreu na tarde desta quarta-feira (18), mais de 100 pessoas se reuniram para acompanhar a entrega das primeiras 50 bolsas da campanha | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Ressocialização como ponto de partida Um dos diferenciais da campanha é o processo de confecção das bolsas, realizado por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Sejus-DF. Para essas mulheres, o trabalho com a costura vai além de adquirir uma nova habilidade; trata-se de um importante passo rumo à reintegração à sociedade. A cada três dias trabalhados, um dia é descontado da pena, e todas recebem um pagamento equivalente a três quartos do salário mínimo. A empresária Leila Bessa, que doou os tecidos para a confecção, compartilhou sua emoção e motivação. “Fiquei felicíssima com o convite da Secretaria. Sempre achei essencial ocupar a mente e oferecer oportunidades reais para essas mulheres. Doar tecidos que promovem a capacitação e ressocialização é uma honra. Além disso, doar itens em bom estado, capazes de transformar vidas, é um ato de amor. Tudo que se faz de bem retorna.” Desapego com propósito A iniciativa mobiliza 200 mulheres com independência financeira, que recebem uma bolsa personalizada para preenchê-la com roupas, sapatos e acessórios de uso pessoal, que elas já não utilizam mais. No evento, as 50 bolsas distribuídas deverão ser devolvidas preenchidas em até 15 dias. Os itens arrecadados serão destinados diretamente às mulheres atendidas pelo Instituto Inclusão, representando uma chance concreta de geração de renda e empreendedorismo. A jornalista e influenciadora Anna Paola Frade Pimenta da Veiga destacou o sentido do desapego com propósito A jornalista e influenciadora Anna Paola Frade Pimenta da Veiga, madrinha colaboradora da campanha, destacou a força transformadora da iniciativa. “Essa integração com as mulheres privadas de liberdade traz uma luz no fim do túnel, dando oportunidade de se reinventarem. O que elas precisam é que alguém estenda a mão. Do outro lado, são 200 mulheres que terão a chance de vender esses itens, fazer a diferença no fim do mês e transformar suas realidades. Eu, por exemplo, não vejo a hora de chegar em casa e encher a minha bolsa com o que tenho de melhor, itens que não uso mais e que podem impactar positivamente a vida de outra mulher. Esse é o verdadeiro sentido do desapego com propósito.” Impacto coletivo e transformador [LEIA_TAMBEM]Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora da campanha, o sucesso da primeira edição — que também beneficiou 200 mulheres — reafirma o poder da mobilização social com propósito. “Essa campanha representa transformação em diversas frentes: gera oportunidades para mulheres em vulnerabilidade, ressignifica o trabalho das reeducandas e mobiliza a sociedade pelo bem. Na primeira edição vimos vidas sendo transformadas; nesta nova etapa, o impacto será igualmente significativo. As mulheres que estão doando compreendem que o desapego com propósito é uma poderosa ferramenta de mudança.” Bazar solidário e autonomia As 50 primeiras bolsas recheadas com doações serão encaminhadas ao Instituto Inclusão de Desenvolvimento e Promoção Social, organização que acolhe pessoas em situação de rua encaminhadas pela Central de Vagas do GDF e oferece atendimento psicossocial, psicopedagógico e oficinas de capacitação. A pedagoga Taisa Oliveira, representante do instituto, ressaltou como a doação gera autonomia. “As bolsas serão destinadas a um bazar, e toda a verba arrecadada retornará para o acolhimento das mulheres atendidas pela instituição. São pessoas que estão recomeçando, e esse apoio faz toda a diferença.” Já os resultados da primeira edição comprovam o impacto da ação. “Recebemos as bolsas lacradas, com peças em excelente estado. Promovemos um bazar e o resultado foi incrível. As mulheres puderam vender os produtos, dando início a seus empreendimentos. Além de gerar renda, o processo elevou a autoestima e a esperança de muitas”, afirmou Kátia Ferreira, diretora do Instituto Proesa. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Segunda edição da campanha Fazer o Bem Tá na Moda beneficiará mais 200 mulheres em situação de vulnerabilidade
A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) lança, nesta terça-feira (17), a segunda edição da campanha Fazer o Bem Tá na Moda. A iniciativa une solidariedade, incentivo ao empreendedorismo feminino e geração de renda para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Na primeira edição, 200 mulheres foram beneficiadas com doações que ajudaram a transformar suas realidades. Agora, nesta nova etapa, outras 200 mulheres serão contempladas. As mulheres receberão bolsas com produtos que poderão ser usados para uso próprio ou como start de um negócio | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus [LEIA_TAMBEM]A campanha mobiliza 200 mulheres com independência financeira, que receberão, durante o evento desta terça, a bolsa personalizada da campanha. A missão delas será preenchê-la com roupas, sapatos e acessórios em ótimo estado. As bolsas devem ser entregues até o dia 30 de junho. Cada bolsa será destinada a uma das 200 mulheres atendidas pelo instituto Inclusão de Desenvolvimento e Promoção Social, entidade da sociedade civil parceira da campanha. As beneficiadas poderão dar um novo destino aos itens recebidos — seja o uso próprio, seja o ponto de partida para geração de renda e criação do próprio negócio. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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