DF registrou redução de 96% nos casos prováveis de dengue em 2025
O Distrito Federal fechou o ano epidemiológico de 2025 com uma queda de 96% nos casos prováveis de dengue, conforme aponta o boletim epidemiológico mensal nº 52, divulgado pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Os dados consideram as notificações registradas ao longo de todo o ano. Ao longo de 2025, foram registradas 24.759 notificações suspeitas de dengue no Distrito Federal. Desse total, 11.875 casos foram classificados como prováveis, dos quais 11.108 ocorreram entre moradores do DF. A comparação com 2024 — ano marcado por um cenário epidemiológico atípico, com alta circulação do vírus em diversas regiões do país — evidencia um quadro mais controlado em 2025. No ano anterior, haviam sido registrados 278.019 casos prováveis entre residentes no Distrito Federal, número significativamente superior ao observado neste ano. Ao longo do ano, 362 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências, além de atuar em locais públicos e áreas com maior circulação de pessoas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Segundo a diretora da Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Maria Alves Siqueira Malta, os indicadores relacionados à dengue são acompanhados de forma contínua pelas equipes técnicas. “Isso nos permite identificar tanto o aumento dos atendimentos quanto a mudança na predominância dos sorotipos em circulação”, explica. Ela acrescenta que, diante desse cenário, a secretaria vem fortalecendo a resposta para a nova sazonalidade, com a atualização do plano de contingência para dengue, chikungunya e zika, além da melhoria da qualidade dos dados de notificação e da reformulação do informe epidemiológico semanal. “Essas ações ampliam a capacidade de resposta do sistema de saúde e contribuem para a prevenção de casos graves”, conclui. A redução foi observada em todas as regiões de saúde do DF, indicando um comportamento mais uniforme da doença no território. O boletim também mostra que, em 2025, a maior parte dos registros ocorreu entre adultos jovens, especialmente na faixa etária de 20 a 29 anos, informação que contribui para direcionar as ações de prevenção e orientação à população. Os resultados refletem o trabalho permanente desenvolvido pela Secretaria de Saúde, com atuação contínua na Vigilância Epidemiológica, no monitoramento dos casos e nas ações da Vigilância Ambiental voltadas ao controle do mosquito transmissor. As iniciativas são realizadas ao longo de todo o ano, de forma integrada, envolvendo diferentes áreas da rede pública de saúde. As ações envolveram diferentes estratégias de controle e monitoramento do mosquito transmissor | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Apesar do cenário positivo, a SES-DF reforça a importância da manutenção dos cuidados, principalmente durante o verão. A dengue apresenta comportamento sazonal e tende a registrar maior ocorrência nos períodos mais quentes e chuvosos, quando aumentam as condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Equipes da SES-DF visitaram mais de 1,8 milhão de residências em 2025 Mesmo com a redução dos casos de dengue em 2025, a Secretaria de Saúde manteve ações contínuas de prevenção em todo o Distrito Federal. Ao longo do ano, 362 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências, além de atuar em locais públicos e áreas com maior circulação de pessoas.[LEIA_TAMBEM] As ações envolveram diferentes estratégias de controle e monitoramento do mosquito transmissor. Entre elas, a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) em pontos estratégicos, a instalação de mais de 3,2 mil estações disseminadoras de larvicidas e o uso de 3,8 mil ovitrampas para acompanhamento da presença do Aedes aegypti. O trabalho de campo contou ainda com o apoio de drones, utilizados no mapeamento de áreas consideradas prioritárias. A tecnologia permitiu a varredura de 22 regiões administrativas, com mais de 2,1 mil hectares analisados e a identificação de milhares de possíveis focos. Outra frente adotada foi o uso dos mosquitos com a bactéria Wolbachia, estratégia que contribui para reduzir a transmissão das arboviroses ao longo do tempo.
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Atenção com as chuvas! Vamos prevenir a dengue
Com as limpezas de bueiros e melhorias de drenagem em vários pontos do Distrito Federal, água da chuva parada para proliferar os mosquitos Aedes aegypti não tem mais vez. Pelo menos é o que acredita o servidor Clélio Tittonel Martins, de 57 anos, vítima da dengue em 2020 e 2021. Morador do condomínio Recanto Mineiro, em Vicente Pires, ele confia que as obras em sua cidade vão servir para reduzir pontos de água parada. Quando necessário, os agentes da Vigilância Ambiental fazem a aplicação de produtos químicos de maneira estratégica, ao invés do fumacê; a aplicação garante proteção por até 30 dias | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília “As obras são muito importantes, mas as pessoas precisam contribuir, não deixando água parada em suas casas”, disse, ao reforçar a importância de limpar as calhas, deixar vasilhas suspensas e não acumular lixo no quintal. O plano de combate à dengue no DF ataca as arboviroses – dengue, Zica e chikungunya – em várias frentes. A queda no número de casos de dengue, de acordo com o último boletim epidemiológico, foi de 68% e analisou o período entre 3 de janeiro e 25 de setembro deste ano. [Numeralha titulo_grande=”458″ texto=”profissionais da Vigilância Ambiental estão envolvidos diretamente nas ações preventivas contra a dengue” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Atualmente, com a infestação de mosquitos reduzida a um indicador abaixo de 1%, a transmissibilidade dos vírus despencou, diminuindo os possíveis atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde e as internações na rede de saúde do DF. Para dar continuidade à queda nos casos e internações por dengue, a Diretoria de Vigilância Ambiental, da Secretaria de Saúde, conta hoje com 458 profissionais envolvidos diretamente nas ações preventivas. O cuidado é considerado o principal meio de combate à dengue. De acordo com o diretor de Vigilância Ambiental, Jadir Costa Filho, a prevenção é o maior objetivo neste momento. Entre as ações estão orientações educativas aos moradores, como não acumular entulho e dar fim aos pontos em que pode haver acúmulo de água. Entre as ações preventivas, estão orientações educativas aos moradores, como dar fim aos pontos em que pode haver acúmulo de água | Foto: Divulgação O último boletim epidemiológico da Vigilância Ambiental acusa que, em 2021, Planaltina foi a única região administrativa a registrar aumento em número de casos prováveis, de 2.363 para 3.054, uma alta de 28,3%. Por outro lado, as maiores reduções ocorreram no Gama e em Santa Maria, com 96,9% e 96,1%, respectivamente. No geral, o total de casos acumulados deste ano, até o momento, é de 12.439, enquanto no mesmo período do ano passado chegou a 45.100, o que representa uma queda de 73,5%. Em Planaltina, onde houve maior incidência do número de casos, a cada 15 dias as equipes fazem vistoria em locais como ferros-velhos, quintais ou onde há acúmulo de lixo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Se necessário, é feita a aplicação de produtos químicos de maneira estratégica: ao invés do fumacê, que é disperso pelo vento, os agentes de vigilância ambiental aplicam um produto líquido capaz de impregnar as superfícies e garantir proteção por até 30 dias.
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Combate à dengue: DF está em alerta contra o mosquito Aedes aegypti
Edição de arte/Agência Brasília O Distrito Federal entrou em situação de alerta contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. Devido à época de chuvas, o índice de infestação predial (IIP) com larvas do vetor dessas doenças subiu de 0,2%, em agosto, para 1,48% em novembro. Lago Norte, Fercal, Lago Sul e Sobradinho II são as regiões administrativas com os maiores índices de infestação predial, de acordo com a Secretaria de Saúde. Em entrevista coletiva na sede da pasta nesta segunda-feira (26), o secretário Humberto Fonseca alertou sobre a importância de a população tomar consciência e fazer a vistoria para evitar aumento no número de casos em 2019. “Todos temos de agir para impedir que a larva do mosquito nasça e se prolifere.” A situação de alerta tem por base o mais recente Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa), que permite o conhecimento, de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas do mosquito. [Olho texto='”Todos temos de agir para impedir que a larva do mosquito (da dengue) nasça e se prolifere”‘ assinatura=”Humberto Fonseca, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo dados da Saúde, o Lago Norte teve 8,73% dos imóveis inspecionados com infestação, seguido da Fercal (5,41%), do Lago Sul (4,78%) e de Sobradinho II (4,54%). Cada região administrativa apresenta diferentes motivos para o aumento no índice. “Nos Lagos Norte e Sul, tivemos infestação maior em vasinhos de plantas, que acumulam água. Na Fercal, o maior número de focos foi encontrado no lixo e, em Sobradinho II, houve mais registros em reservatórios localizados no solo, como em barris e tonéis, para acumular água”, apontou Humberto Fonseca. No levantamento, os agentes de saúde entraram nas residências selecionadas, nos quarteirões sorteados e fizeram inspeção durante a visita domiciliar. Foram identificados e examinados os depósitos que reuniram as condições para proliferação do vetor Aedes aegypti, e aqueles com presença de larvas foram removidos, destruídos ou tratados e contabilizados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Até quinta-feira (29), serão desenvolvidas ações em várias cidades do DF, com foco na prevenção, no controle e no combate ao mosquito. O objetivo é mobilizar a comunidade, com ênfase no período chuvoso, em que há maior proliferação do inseto. Para atuar nessas iniciativas, foram treinados 350 militares do Corpo de Bombeiros do DF. Também participam as Secretarias das Cidades e de Educação, “mas é importante destacar que o trabalho tem de começar dentro de casa. Se todos, por exemplo, auxiliarem o vizinho no combate ao mosquito, também é prevenção”, destacou a subsecretária de Vigilância à Saúde, Beatriz Ruy. As iniciativas integram a Semana Distrital de Mobilização contra a Dengue e Outras Doenças Transmitidas pelo Aedes, que começou na sexta-feira (23) com o Fórum MobilizaDF: juntos contra o Aedes. O evento marcou o Dia D de Combate ao Aedes no Distrito Federal neste ano. Outro serviço que combate o mosquito da dengue é promovido pelo programa Cidades Limpas, coordenado pela Secretaria das Cidades. Feito em ciclos, ele é desencadeado em todas as 31 regiões do Distrito Federal. Além disso, em fevereiro deste ano, a Secretaria de Saúde publicou o Plano Integrado em Saúde para Prevenção, Controle e Enfrentamento da Dengue e Outras Arboviroses – 2018-2019. O objetivo é orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias para resposta solidária, tempestiva, coordenada e articulada entre as unidades e setores do Sistema Único de Saúde (SUS). O plano está sendo implementado nas regiões de saúde do Distrito Federal e reforçado no período de sazonalidade. Veja dicas da Secretaria de Saúde para evitar a reprodução do mosquito da dengue: Mantenha a caixa d’água fechada e com a limpeza em dia Não acumule água em potinhos de plantas. Utilize como estratégia o preenchimento com areia nos pratos Avalie se há água acumulada em calhas e faça a desobstrução caso haja materiais que impeçam o escoamento da água Caso armazene água em baldes e tonéis, certifique-se de que estejam bem fechados Faça limpeza semanal com água e sabão nos recipientes de armazenamento de água Guarde garrafas sempre viradas para baixo Mantenha as lixeiras e contêineres de lixo sempre fechados Não jogue lixo nas ruas ou terrenos baldios Brasília teve 1.913 casos prováveis de dengue em moradores locais No mais recente boletim epidemiológico, a Secretaria de Saúde registrou, em 2018, 1.913 casos prováveis de dengue em residentes do DF. Foram três casos graves e uma morte pela doença até o momento. No mesmo período de 2017, houve 21 ocorrências graves e 12 óbitos. “Tivemos uma redução acima de 50% em relação aos níveis do ano passado. Ainda temos tranquilidade no controle da dengue, mas esse é o momento de agir”, reforçou o secretário.
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Brasília registra 707 casos prováveis de dengue neste ano
A Secretaria de Saúde registrou 707 casos prováveis de dengue em 2018, de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (11). Do total, 672 pacientes residem no Distrito Federal, e 35 são moradores de outras unidades da Federação. Segundo o informativo, a faixa etária que demonstra maior adoecimento é a de 20 a 49 anos (43,75% do total). Já as regiões administrativas do DF com mais incidência são: Itapoã, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Riacho Fundo I. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Neste ano, houve uma morte pela doença. No mesmo período de 2017, foram seis casos graves e três óbitos. O boletim da Saúde também apresenta dados sobre outras enfermidades causadas pelo mosquito Aedes aegypti: 24 casos prováveis de febre chikungunya, 9 de zika vírus e uma ocorrência confirmada de febre amarela. Edição: Raquel Flores
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DF teve 588 casos prováveis de dengue desde janeiro
De janeiro a março, foram registrados 588 casos prováveis de dengue em moradores de Brasília. A Secretaria de Saúde também identificou a doença em 33 residentes de outras unidades da Federação. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 14 da pasta, divulgado nessa quarta-feira (4), e são referentes à 13ª semana epidemiológica (de 25 a 31 de março). As regiões administrativas com o maior índice registrado de dengue são Planaltina (108); Samambaia (82); Paranoá (58); Itapoã (54); Taguatinga (47); Ceilândia (40) e São Sebastião (39). A faixa etária com maior incidência é de pessoas de 29 a 49 anos (44,71%), seguida por crianças e adolescentes de 5 a 19 anos (24,06%). Adultos e idosos de 50 a 80 anos representam 12,8% do total, e crianças menores de 5 anos são 18,43%. Até o fim de março, houve um caso grave e uma pessoa morreu por dengue. No mesmo período de 2017, foram quatro notificações graves e um óbito. Zika e chikungunya O boletim apresenta casos de febre chikungunya e de zika vírus — outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Nesse período, foram registrados 24 casos prováveis de febre chikungunya, sendo 23 em moradores do DF. As localidades que tiveram casos são Ceilândia, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, SCIA, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. O zika vírus foi diagnosticado em nove moradores do DF. Taguatinga teve quatro casos; Ceilândia, um; Recanto das Emas, um; Riacho Fundo I, um; Samambaia, um; e Santa Maria, um. Cuidados para evitar o Aedes aegypti O mosquito se reproduz na água. Para evitar a proliferação do inseto, é preciso tomar alguns cuidados para não desenvolver criadouros, entre eles: Eliminar objetos que possam acumular água, como embalagens usadas, potes e latas Colocar areia em pratinhos de plantas Evitar acúmulo de entulho Usar telas em janelas e em portas Manter a caixa d’água tampada Edição: Marina Mercante
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DF registra queda de 25% nos casos prováveis de dengue
De janeiro à primeira quinzena de março, a Secretaria de Saúde registrou 453 casos prováveis de dengue em residentes do Distrito Federal. O número representa uma queda de 25,37% em relação ao mesmo período do ano passado: 607. No caso de pessoas que moram em outras unidades da Federação, foram computadas 23 notificações prováveis neste ano. Em 2017, o montante era de 122 — 81,15% a mais. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (14) por meio do Informativo Epidemiológico nº 11. As regiões administrativas que registraram o maior número de casos foram Planaltina (95), Samambaia (61), Paranoá (45), Itapoã (44) e Taguatinga (33). O boletim aponta que a maioria dos registros se deu na faixa etária de 20 a 49 anos (42,57%). Não houve registro de casos graves ou óbitos no período. Febre chikungunya, zika vírus e febre amarela A febre chikungunya apresentou 15 incidências prováveis neste ano — 14 em moradores do Distrito Federal e uma de outra unidade federativa. Outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, a contaminação provável pelo zika vírus foi registrada em seis residentes do DF. Houve uma redução de um caso provável na capital federal em relação ao informativo anterior, devido ao encerramento de investigação como caso descartado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No caso da febre amarela, a Saúde contabilizou 42 casos notificados, dos quais 37 de habitantes locais. Desses, 35 foram descartados, um está em investigação e um já foi confirmado. O caso confirmado evoluiu para cura e não se deslocou para fora do DF nos 15 dias que antecederam o início dos sintomas. Os cinco casos suspeitos em residentes de fora foram descartados. Edição: Marina Mercante
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Dengue teve 312 casos prováveis no ano
A Secretaria de Saúde registrou 312 casos prováveis de dengue desde o início de 2018. Desses, 17 são de moradores de outras unidades da Federação. Em fevereiro, a incidência da doença aumentou em quatro regiões administrativas: São Sebastião, Riacho Fundo I, Sobradinho II e Santa Maria. As informações estão no Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya, Zika Vírus e Febre Amarela nº 8, divulgado nesta terça-feira (20). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A distribuição por idade, entre os residentes do Distrito Federal, demonstra que a maioria dos pacientes tem de 20 a 49 anos (50,37%). A faixa etária de 5 a 19 anos ficou com 22,47% do total; a de 50 e maiores de 80 anos, com 14,10%, e a de crianças menores de 5 anos, com 13,07%. De acordo com a secretaria, não houve notificações de morte por dengue neste ano. Febre chikungunya, zika vírus e febre amarela Desde janeiro, foram identificados 11 casos prováveis de febre chikungunya — dois de pacientes que moram fora do DF —, e dez de zika vírus, entre eles, um de outras unidades federativas. Nesse período, a Saúde registrou 25 suspeitas de febre amarela, das quais 21 de habitantes locais. Dessas, 16 foram descartadas, e cinco são investigadas. As outras quatro suspeitas, das 25, também foram desconsideradas. Das cinco ocorrências em investigação, uma levou à morte do paciente. Edição: Raquel Flores
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DF registra 46 suspeitas de dengue nas duas primeiras semanas de 2018
Brasília teve 46 suspeitas de dengue registradas até 13 de janeiro, último dia da segunda semana epidemiológica de 2018. São 41 moradores locais e cinco residentes em Goiás. No mesmo período, em 2017, foram 103 casos prováveis. O comparativo mostra queda de 55,34%. As ocorrências ficaram distribuídas por Águas Claras (1), Ceilândia (1), Gama (2), Guará (1), Itapoã (3), Lago Norte (1), Lago Sul (1), Paranoá (6), Planaltina (9), Riacho Fundo I (1), Riacho Fundo II (1), Samambaia (2), Santa Maria (1), São Sebastião (2), Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (2), Sobradinho (1) e Taguatinga (6). Assim como em 2017, não houve registro de morte por dengue na cidade nas duas primeiras semanas do ano. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A febre chikungunya e o zika vírus, doenças transmitidas pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, tiveram um e dois casos registrados, respectivamente. A chikungunya foi no Riacho Fundo II, assim como um dos casos de zika – o outro ocorreu no Paranoá. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 3 de 2018, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (17). Edição: Marina Mercante
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Brasília teve nove suspeitas de dengue na primeira semana de 2018
Brasília teve nove suspeitas de dengue registradas até 6 de janeiro, quando terminou a primeira semana epidemiológica de 2018. Todos os pacientes são moradores locais. No mesmo período, em 2017, foram 41 casos prováveis. O comparativo mostra queda de 78,05%. Neste ano, as ocorrências ficaram distribuídas nas regiões administrativas do Guará (1), do Riacho Fundo I (1), de Sobradinho (1), de Taguatinga (1), de Planaltina (3) e de Samambaia (2). Até a primeira semana de 2018, não houve registro de morte por dengue na cidade. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 2 de 2018, divulgado pela Secretária de Saúde nesta quarta-feira (10). A febre chikungunya e o zika vírus, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue, não tiveram casos prováveis até 6 de janeiro. Veja a íntegra do Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya e Zika nº 2 de 2018. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Edição: Raquel Flores
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Ações contra mosquito da dengue são intensificadas no período de férias
A Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde começou o primeiro ciclo de visitas domiciliares de 2018 para orientar os moradores sobre os cuidados contra proliferação do mosquito Aedes aegypti, que pode transmitir dengue, febre chikungunya e zika vírus. Visitas de agentes para orientação de moradores e combate a focos de dengue foram retomadas na última terça-feira (2). Equipes da Diretoria de Vigilância Ambeintal em Saúde estiveram nesta quinta-feira (4) em Ceilândia. As visitas, que começaram na terça-feira (2) e ocorrem durante todo o ano, são intensificadas na época de chuva, quando o número de depósitos de água aumenta. O cuidado aumenta mesmo quando a casa está vazia, como ocorre geralmente em dezembro e em janeiro, meses de férias. Nesses casos, os agentes costumam retornar mais de uma vez durante o dia. Caso realmente não encontrem ninguém em casa, voltam de novo durante a semana ou antes do fim do ciclo de visitas àquela região. O itinerário cumprido pelas equipes é separado por zonas, e cada ciclo demora em torno de 60 dias para ser concluído. Para garantir que não haja focos do mosquito na ausência de pessoas nas residências, a orientação a moradores que pretendem viajar é feita em novembro. “Sugerimos que entreguem a chave a alguém e não deixem nada exposto que possa juntar água”, ensina o agente de saúde do Núcleo de Vigilância Ambiental de Ceilândia Joselito da Silva Rocha. [Olho texto=”“A população está tomando muito cuidado, já aprendeu como fazer e as pessoas se tornaram agentes de saúde da própria casa”” assinatura=”Joselito da Silva Rocha, agente de saúde do Núcleo de Vigilância Ambiental de Ceilândia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Moradora de Ceilândia, a aposentada Antônia Araújo Pereira, de 66 anos, além de cuidar para que não haja água parada em casa, aproveita para ver se a rotina dos vizinhos está em ordem. “Eu vejo que eles sempre deixam tudo fechadinho. Gostam de sair, mas é tudo muito bem organizado.” Ela, assim como grande parte dos moradores da região, armazena água da chuva para auxiliar no racionamento. “Sempre mantenho os galões fechados e não ficam parados por muito tempo”, explica. O que guarda é usado para lavar o quintal e limpar o interior da casa. “A população está tomando muito cuidado, já aprendeu como fazer e as pessoas se tornaram agentes de saúde da própria casa”, avalia Joselito da Silva Rocha ao se referir à população de Ceilândia. A região administrativa teve uma queda de 72,97% nos casos prováveis de dengue em 2017, com relação ao ano anterior. Foram 529 registros, contra 1.975. Terrenos vazios também são cuidados pela Vigilância Somado às visitas aos domicílios, os agentes de saúde observam o armazenamento do lixo fora de casa e a condição de terrenos baldios. Além de registrar e acabar com possíveis focos, os profissionais solicitam a presença do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Caso seja encontrada uma larva, coletam uma amostra, que é levada para o laboratório para verificar o porcentual positivo para Aedes aegypti. Para impedir que o mosquito se reproduza, é utilizado um larvicida, que atrofia a larva. Rocha orienta que os cuidados devem ser diários, pois os mosquitos podem se desenvolver em duas horas. Por isso, é importante, além de secar ou tapar depósitos de água, verificar ralos, pneus e vasos de plantas. Em Ceilândia, esses são os principais locais notados pela Vigilância. DF teve queda de 76,22% em 2017 O DF registrou 4.213 casos prováveis de dengue em 2017. Em comparação com o ano anterior, que apresentou 17.718 registros, houve queda de 76,22%. As informações são do primeiro informativo epidemiológico de 2018, divulgado ontem pela Secretaria de Saúde. [Numeralha titulo_grande=”4.213″ texto=”Quantidade de casos prováveis de dengue no DF em 2017″ esquerda_direita_centro=”direita”] A maior parte dos casos prováveis é de pessoas com idade de 20 a 49 anos (51%), seguidos pelas faixas etárias entre 5 e 19 anos (23%) e de 50 a até maiores de 80 anos (17%). Crianças menores de 5 anos representam 9% dos registros. Foram identificados 21 casos graves e 12 óbitos por dengue em 2017, em residentes no DF. O boletim também mostra os casos suspeitos de febre chikungunya e zika vírus. O documento indica 160 casos prováveis da febre, dos quais 130 residem no Distrito Federal, e 30 em outras unidades da Federação. Em ambas as situações, houve queda em relação ao ano anterior. Quanto à doença aguda pelo zika vírus, foram 88 registros de casos prováveis — 65 residentes no DF, e 23 em outras unidades da Federação.
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