Aberto edital para compra de novos aparelhos de monitoramento contínuo de sinais vitais
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu edital para a aquisição de 183 monitores multiparâmetros que vão reforçar a estrutura assistencial das unidades sob sua administração. Os equipamentos são fundamentais para o acompanhamento em tempo real dos sinais vitais de pacientes em estado crítico ou sob cuidados monitorados. Publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (20), o Edital nº 010/2026 prevê a compra dos aparelhos para atender à demanda de setores estratégicos, como unidades de terapia intensiva (UTIs), centros cirúrgicos e serviços de emergência. Aparelhos são utilizados para acompanhamento e monitoramento de vários indicadores clínicos | Foto: Divulgação/IgesDF Os equipamentos medem, registram e exibem simultaneamente dados como frequência cardíaca, saturação de oxigênio, pressão arterial, eletrocardiograma e temperatura corporal, entre outros indicadores clínicos. Além disso, também emitem alertas visuais e sonoros em caso de alterações nos parâmetros, permitindo resposta rápida das equipes assistenciais. Divisão por lotes A aquisição está dividida em dois lotes. O primeiro reúne 96 unidades de um monitor multiparâmetro de 15 polegadas, enquanto o segundo prevê a aquisição de 87 monitores com 12 polegadas. “Nosso objetivo é renovar a tecnologia hospitalar para ampliar os atendimentos e elevar a qualidade do serviço oferecido à rede pública do DF”, afirma a analista de compras do IgesDF, Rosemary Cândida. Prazo e regras [LEIA_TAMBEM]O período para acolhimento das propostas vai desta sexta-feira (20) a 5 de março. O acompanhamento de todos os atos processuais deve ser feito exclusivamente pelos canais oficiais do instituto. Os interessados devem ler atentamente o edital e suas especificações técnicas. O descumprimento contratual, por inexecução total ou parcial, atraso ou falhas na entrega do objeto, poderá sujeitar a empresa às penalidades previstas no artigo 147 do Regulamento de Compras e Contratações do IgesDF, além das disposições da Resolução da Diretoria Executiva nº DP.RDE.062/2024, que disciplina a gestão e fiscalização contratual e os procedimentos de apuração e aplicação de sanções. Confira o edital.
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Centros cirúrgicos recebem aparelhos de iluminação mais modernos
Com o objetivo de melhorar as salas cirúrgicas dos hospitais da rede e oferecer mais segurança aos pacientes e aos profissionais, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) fez a aquisição de oito novos focos cirúrgicos de teto. Os equipamentos já estão sendo entregues nas unidades hospitalares. O recurso utilizado é uma contrapartida das 26 instituições de ensino privadas conveniadas com a SES-DF, em troca da utilização dos cenários de ensino pelos seus estudantes | Fotos: Divulgação/SES-DF O foco cirúrgico de teto tem como objetivo iluminar todo o campo de concentração do ponto onde ocorre o procedimento. Montados na parede, sobre rodas ou fixadas no teto, a finalidade é iluminar a área cirúrgica de forma efetiva, sem que prejudique a mobilidade da equipe envolvida. “Estamos nos empenhando em fazer a substituição de aparelhos em situação de obsolescência. A ação pretende melhorar as condições da prestação do serviço à população, bem como sua eficiência, aumentando a confiabilidade”, explica o subsecretário de Infraestrutura da Saúde, Leonídio Neto. Investimento Cada foco cirúrgico custou o valor de R$ 38,4 mil, totalizando um investimento de R$ 307,2 mil. O recurso utilizado é uma contrapartida das 26 instituições de ensino privadas conveniadas com a SES-DF, em troca da utilização dos cenários de ensino pelos seus estudantes. Montados na parede, sobre rodas ou fixadas no teto, a finalidade é iluminar a área cirúrgica de forma efetiva, sem que prejudique a mobilidade da equipe envolvida “A substituição foi necessária e a troca levou em consideração os locais que estavam com focos cirúrgicos muito defasados. Agora, estamos com o processo em andamento para a troca no centro cirúrgico/obstétrico do Hospital da Região Leste (HRL)”, explica a diretora de Engenharia Clínica, Shirlene Pinheiro de Almeida. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os aparelhos serão distribuídos da seguinte forma: dois para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran); dois para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), um para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC); uma para o de Sobradinho (HRS); um para o de Planaltina (HRPL); e um para o de Samambaia (HRSam), totalizando oito aparelhos. “A chegada desses equipamentos vai contribuir muito com o hospital, pois teremos oito salas de cirurgias disponíveis. Antes, estávamos com seis por causa dos focos, que não possibilitavam a realização de procedimentos em duas das salas”, informa o diretor administrativo do Hran, Murillo Miguel Nunes. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Vigilância Sanitária do DF treina servidores de Pernambuco
A Vigilância Sanitária do Distrito Federal, que compõe a estrutura da Secretaria de Saúde (SES-DF), está capacitando uma equipe de fiscais da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), com duração de cinco dias. O órgão de fiscalização sanitária brasiliense é considerado referência no trabalho de inspeção em centros cirúrgicos, UTIs e centros de material esterilizado e de radiologia. Equipe da Vigilância Sanitária do DF, que é referência no país em roteiros de inspeção da Anvisa, treina servidores de Pernambuco | Foto: Divulgação/SES-DF O diretor de Vigilância Sanitária, André Godoy, explica que o objetivo dos treinamentos é capacitar os integrantes no Sistema Nacional da Vigilância Sanitária no Brasil. As equipes multidisciplinares da subsecretaria formada por servidores de alta qualidade justificam o êxito no serviço do DF. “Temos médicos, enfermeiros, nutricionistas, biólogos, farmacêuticos, auditores, especialistas com anos de experiência, um físico que coordena o grupo de radiações ionizantes”, exemplifica. O setor conta ainda com uma Gerência de Serviços de Saúde, que coordena a atividade em articulação com outras áreas técnicas, as Gerências de Risco, a de Medicamentos e a de Alimentos. Prática de inspeção em centro cirúrgico foi uma das atividades realizadas pelo grupo | Foto: Ingrid Soares/Agência Saúde-DF Somando todos esses atributos, o DF tornou-se exemplo no cumprimento dos roteiros de Inspeção (ROI) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esses roteiros são aplicados em ambientes como radioterapia, centro de materiais esterilizados, centros cirúrgicos, unidades de Terapia Intensiva (UTIs), urgências e emergências. Nesses locais, é preciso observar itens como registro de limpeza, validade de medicamentos, qualificação e quantidade de pessoal, adequação da estrutura, climatização e manutenção de equipamentos. Como parte do treinamento, que começou na segunda-feira (21) e encerra nesta sexta-feira (25), o grupo de quatro servidores de Pernambuco esteve no centro cirúrgico de um hospital privado. Acompanhando a visita, o auditor da Vigilância Sanitária Manoel Silva Neto ressaltou a importância da troca de experiências. “No caso do Distrito Federal, pela proximidade com a Anvisa, servimos de piloto para a aplicação de algumas metodologias de trabalho.” O modelo de ROI foi desenhado há cerca de cinco anos pela Anvisa e o DF entrou como piloto. “Por isso, guardamos uma expertise maior na aplicação desse roteiro e na inspeção desses ambientes críticos”, acrescenta Neto. A visita ao centro cirúrgico foi usada para mostrar um serviço que atende aos critérios exigidos. “Mas é preciso buscar sempre alguma falha e evitar expor pacientes a riscos de infecção, de reabordagem e intercorrências. O nosso objetivo é esse”, enfatiza o auditor. “O foco é sempre a segurança das pessoas”, complementa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na troca de experiências, a equipe do DF também compartilhou com os visitantes termos que são usados e um roteiro de perguntas aplicadas para averiguar se os locais estão ou não em conformidade com o marco legal. Além disso, a Vigilância Sanitária do DF destaca que os profissionais devem buscar evidências da veracidade dos dados. Médica pediatra da equipe de instrução do centro cirúrgico da SES-DF, Maria Cristina Scandiuzzi participou do treinamento. “Esse tipo de evento é extremamente importante. Embora exista um roteiro estruturado, essa experiência prática faz toda a diferença para agregar conhecimento e práticas na rotina diária”, avalia. No cronograma de atividades, os servidores recifenses visitarão outras unidades, como o Hospital das Forças Armadas (HFA), para conferir, na prática, a vigilância de diferentes áreas. No próximo mês está planejada a capacitação de uma turma do Tocantins. *Com informações da Secretaria de Saúde
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