Centro Interescolar de Línguas 01 de Brasília celebra 32 premiações na Olimpíada de Espanhol
Estudantes do curso de espanhol do Centro Interescolar de Línguas (CIL) 01 de Brasília, unidade da rede pública vinculada à Secretaria de Educação (SEEDF), foram homenageados na semana passada, durante a cerimônia de entrega de certificados e medalhas da 2ª Olimpíada de Espanhol. A competição nacional, promovida pelo Instituto Philotimia em parceria com a Embaixada da Espanha no Brasil, é destinada a estudantes da educação básica e ao público em geral. Ana Júlia Dourado (D), uma das medalhistas: “Saber outras línguas é muito importante para a minha futura carreira profissional e também para me comunicar com pessoas de diferentes lugares e realizar viagens um dia” | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Ao todo, o CIL 01 conquistou 32 premiações, incluindo cinco medalhas de ouro, seis de prata, 12 de bronze, duas menções honrosas e sete certificados de participação. O resultado reforça a qualidade do ensino de idiomas ofertado pelos centros interescolares de línguas da SEEDF, referência na formação linguística de estudantes da rede pública do Distrito Federal. “O aprendizado de uma ou mais línguas tem impacto direto na trajetória acadêmica e profissional desses jovens” Jean François Sirino, secretário-executivo substituto da SEEDF A estudante Ana Júlia Fernandes Dourado, de 17 anos, que cursa o quarto semestre de espanhol e conquistou uma medalha de prata, afirmou que a premiação representa uma conquista pessoal e também o reconhecimento do ensino oferecido pela instituição. “É uma honra ter conquistado a medalha de prata”, afirmou. “Essa experiência vai ficar marcada na minha vida. Saber outras línguas é muito importante para a minha futura carreira profissional e também para me comunicar com pessoas de diferentes lugares e realizar viagens um dia.” “Essas 32 premiações dos nossos alunos só reforçam o compromisso da educação com a qualidade e a excelência”, ressaltou o secretário-executivo substituto da SEEDF, Jean François de Figueiredo Sirino. “Como ex-aluno do CIL, eu valorizo toda a comunidade escolar. O papel da escola é mostrar caminhos para que os estudantes possam alçar voos cada vez mais altos. O aprendizado de uma ou mais línguas tem impacto direto na trajetória acadêmica e profissional desses jovens.” Sirino também destacou a importância dos CILs na formação dos estudantes da rede pública. Segundo ele, iniciativas como o programa Pontes para o Mundo demonstram como o domínio de outros idiomas amplia oportunidades educacionais e profissionais. Olimpíadas de Espanhol [LEIA_TAMBEM]A Olimpíada de Espanhol integra ações voltadas para a valorização do ensino de idiomas e ao fortalecimento dos laços culturais entre Brasil e Espanha. A ação também estimula o protagonismo estudantil e o contato dos participantes com obras literárias e manifestações culturais do universo hispânico. A iniciativa visa a despertar o interesse dos estudantes pelo idioma e pelos contextos culturais que o cercam, fortalecendo o ensino de espanhol tanto em escolas regulares quanto em cursos de idiomas. A competição também estimula o raciocínio linguístico, a interpretação textual e a ampliação do vocabulário, explorando diferentes aspectos da língua, como gramática, variantes regionais e compreensão de textos. Além disso, a olimpíada reconhece alunos que se destacam no uso do espanhol, valoriza o trabalho de professores e instituições comprometidos com o ensino do idioma, promove o espírito esportivo no ambiente acadêmico-escolar e incentiva reflexões sobre a língua espanhola entre educandos e educadores. “Foi mais uma comprovação da qualidade do ensino de língua estrangeira em uma escola pública” Dóris Scolmeister, diretora do CIL 01 de Brasília As provas são online e abordam aspectos linguísticos e características próprias do idioma espanhol, com parte das questões organizada a partir de um pequeno texto literário previamente selecionado. A diretora do CIL 01, Dóris Scolmeister, comemorou o resultado e destacou o trabalho desenvolvido pela equipe pedagógica da instituição: “Foi mais uma comprovação da qualidade do ensino de língua estrangeira em uma escola pública. Hoje tivemos muitos premiados, o que demonstra a seriedade com que nossa equipe conduz o ensino do espanhol. Que venham mais medalhas para o CIL 01 de Brasília”. Representante da Embaixada da Espanha no Brasil, Pablo Tenés Brenot reforçou: “A olimpíada é um projeto muito importante para a Embaixada da Espanha. Nesta segunda edição, tivemos a participação de cerca de seis mil estudantes de 188 escolas de todo o Brasil. O principal objetivo é motivar o estudo do espanhol. Aprender uma língua é uma forma de abrir a mente, pensar de maneira diferente e observar o mundo por outras perspectivas. Além disso, buscamos fomentar o hábito da leitura”. *Com informações da Secretaria de Educação
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Alunos do Centro Interescolar de Línguas 01 de Brasília celebram formatura em cursos de idiomas
Os centros interescolares de línguas (CILs) do Distrito Federal estão com inscrições abertas para o próximo semestre letivo. O prazo começou no último dia 15 e segue até 9 de janeiro. Os benefícios do estudo de outras línguas além da nativa são inúmeros, e os estudantes que passam pelos CILs confirmam a qualidade do ensino e as mudanças de vida proporcionadas por meio da formação. O Centro Interescolar de Línguas (CIL) 01 de Brasília, que neste ano celebrou 50 anos de existência, formou, na última semana, 99 alunos nos cursos de inglês, francês, alemão e espanhol. A cerimônia marcou a conclusão do ciclo avançado do ensino de diferentes idiomas. Presente no evento, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, fez o discurso de abertura. Professora de língua inglesa, a gestora destacou os diversos benefícios proporcionados pelo aprendizado de um novo idioma. Presente no evento, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, fez o discurso de abertura. "A gente sabe dos inúmeros benefícios que o estudo de uma língua estrangeira traz para quem estuda. Benefícios cognitivos, sociais e culturais; a possibilidade de viajar com mais segurança, entendendo melhor o que se demanda em outro país; poder interagir, assistir a um filme ou a uma peça em outra língua. E um dos mais importantes é conhecer novas culturas e pessoas por meio desse estudo", afirmou. Hélvia destacou a trajetória do CIL 01 de Brasília, que comemorou 50 anos de existência em agosto deste ano, e agradeceu a participação na formatura. "É sempre muito significativo participar desse momento de conclusão de curso. No caso dos CILs, muitas vezes o aluno retorna para aprender uma outra língua", pontuou. A diretora do CIL 01, Dóris Scolmeister, agradeceu a presença da secretária no evento. "Somos gratos à SEEDF por todo o apoio e pela presença em nossos eventos. Este ano foi especial: comemoramos 50 anos de excelência e dedicação e, para coroar tudo, terminamos o semestre como a segunda melhor escola de espanhol do Brasil!", destacou. Avaliação positiva da qualidade do ensino Sara (à esquerda) formou-se em francês no CIL 01 de Brasília e pretende cursar japonês na rede pública Esse é justamente o plano da estudante de francês Sara Lasse, de 36 anos. A arquiteta conseguiu a vaga por meio do sorteio da comunidade e, desde 2021, estuda o idioma no CIL 01. Agora formada, ela já se inscreveu para concorrer a uma vaga no curso de japonês. "O ensino no CIL é muito bom. Antes de estudar francês na rede pública, eu já havia feito o curso em instituições particulares, e a qualidade do ensino não deixou a desejar de nenhuma forma", relatou. Ela também ressaltou o impacto do aprendizado de idiomas em sua trajetória pessoal e profissional. "A gente nunca perde ao conhecer outras culturas e se comunicar com outras pessoas. Usei esses idiomas e tive a oportunidade de conseguir vagas de trabalho, atuar como intérprete, conviver com pessoas de diferentes nacionalidades, e isso enriqueceu muito a minha vida pessoal", completou. O estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) Setor Leste, Ian Pedro Passos, de 18 anos, formou-se no curso de inglês e ressaltou a importância do idioma em sua vida. "O inglês ajuda em quase todas as áreas da vida, não só na acadêmica. O CIL me trouxe uma base de inglês maravilhosa, que eu demoraria muito mais tempo para aprender se fosse sozinho. Para mim, vai ajudar muito na vida profissional, porque pretendo ser programador, e o inglês é essencial nessa profissão", afirmou. *Com informações da SEEDF
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Educação promove 2ª Jornada de Línguas Estrangeiras da rede pública
Intercâmbio cultural, valorização da diversidade e aprimoramento do ensino de idiomas marcaram a 2ª Jornada de Línguas Estrangeiras da rede pública, realizada na quarta-feira (20), na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). A iniciativa da Secretaria de Educação (SEEDF), promovida por meio da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), tem como objetivo a capacitação de professores dos centros interescolares de línguas (CILs) e demais educadores da rede sobre as temáticas apresentadas. Dulcinete Alvim, diretora de Educação Inclusiva da SEEDF, enfatizou, durante o encontro: “A inclusão não é apenas um direito, mas uma responsabilidade nossa como gestores e educadores” | Foto: André Amendoeira/SEEDF Com o tema “Ensino e aprendizagem de línguas para a inclusão e a diversidade”, o encontro contou com mesas-redondas, oficinas e a participação de representantes de embaixadas parceiras — Alemanha, Espanha, Argentina, França, Japão, Mali e Congo. A programação permitiu ao público conhecer mais sobre a língua, cultura e tradições dos países, fortalecendo a compreensão sobre diversidade e internacionalização. “É fundamental que o CIL seja um espaço de acolhimento, onde estudantes com deficiência e imigrantes possam aprender línguas e sentir-se parte da sociedade” Érica Martins, diretora de Educação em Tempo Integral De acordo com a diretora de Educação Inclusiva da SEEDF, Dulcinete Alvim, a jornada representa a ampliação do acesso aos CILs para todos, em especial pessoas com deficiência e imigrantes. “Temos uma sociedade muito diversificada, e esses sujeitos devem estar presentes em todos os espaços educacionais”, avaliou a gestora. “A inclusão não é apenas um direito, mas uma responsabilidade nossa como gestores e educadores”. Por sua vez, a diretora de Educação em Tempo Integral da Subin, Érica Martins, lembrou que a inclusão envolve também diversidade de gênero, raça e integração de imigrantes: “É fundamental que o CIL seja um espaço de acolhimento, onde estudantes com deficiência e imigrantes possam aprender línguas e sentir-se parte da sociedade”. Programação Durante a programação, os professores de línguas participaram de oficinas sobre diversidade cultural, inclusão, preconceito de classe, gênero, identidade e letramento crítico. A docente de francês da rede pública Valesca Porto, especialista em ensino de línguas, ministrou uma atividade voltada para gênero e identidade. “Compreender essas questões é fundamental para que o professor transforme a sala de aula em um espaço de inclusão, reflexão e respeito à diversidade”, explicou. A venezuelana Diana Ysabel Mundaraín, aluna do CIL Guará na modalidade Português como Língua de Acolhimento (Plac), participou da mesa-redonda e falou sobre o apoio emocional recebido no aprendizado do português. “Esta escola é fundamental”, relatou. “Nós, imigrantes forçados, chegamos aqui trazendo um pedaço do mundo antigo e também as dores. E, ao interagir no CIL, compartilhamos histórias, perspectivas e visões que expandem os horizontes de todos, principalmente ao ter contato com outros imigrantes de diferentes países”. [LEIA_TAMBEM]O também venezuelano Marcos Aldemar, do CIL Guará, contou que está no Brasil há nove anos e já morou em Manaus (AM) e em cidades de Roraima (RR), onde aprendeu português, principalmente pela gramática. Segundo ele, o CIL oferece aprendizado próximo da vivência social, promovendo a inserção real dos imigrantes. “Essa nova experiência com a Escola de Línguas no Guará foi totalmente incrível”, disse. “É muito estimulante estar com colegas de outras nacionalidades, como africanos e colombianos. Nós experimentamos a música, a culinária do Brasil e também de outros países”. A representante da Assessoria de Relações Internacionais do Distrito Federal, Maria Luiza Lourenço, ressaltou a parceria com a SEEDF e destacou Brasília como capital plural, sede de cerca de 140 embaixadas e referência em acolhimento de imigrantes e refugiados. “Nosso papel é aproximar as embaixadas do GDF e das escolas, fortalecendo a troca cultural e o intercâmbio de conhecimentos”, pontuou. “Além disso, a rede de apoio existente no Distrito Federal facilita a inserção de refugiados e imigrantes, oportunizando a integração e a construção de uma nova vida”. *Com informações da Secretaria de Educação
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