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cirurgias oftalmológicas

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OperaDF já registrou mais de 400 cirurgias oftalmológicas neste ano

De fevereiro a abril deste ano, mais de 400 cirurgias oftalmológicas foram feitas no âmbito do OperaDF, programa do Governo do Distrito Federal (GDF) criado para reduzir a fila de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). Com investimento de R$ 22 milhões originários de emenda parlamentar do deputado Rafael Prudente, mais de 6,5 mil procedimentos nos olhos devem ser realizados pelo programa. Lucídia Marinho: “Estou muito feliz de estar aqui, de ter recebido essa graça, de terem me chamado. Estou muito esperançosa de que agora vou enxergar tudo” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Até o momento, já foram autorizadas cerca de 1,5 mil cirurgias oftalmológicas. Os procedimentos eletivos incluem o implante de lente artificial, técnica utilizada na cirurgia de catarata, e a vitrectomia, indicada para quadros como descolamento de retina, hemorragia intraocular e corpos estranhos dentro do olho. Entre setembro de 2025 e março deste ano, o OperaDF já ultrapassou 23 mil cirurgias realizadas em toda a rede pública e por meio da contratação de hospitais particulares e anestesistas da rede privada. A iniciativa reorganiza a fila e amplia a capacidade de fazer intervenções vasculares, gerais, de cabeça e pescoço, urológicas e oftalmológicas pelo SUS. [LEIA_TAMBEM]Dentro do OperaDF, foram feitas 20 cirurgias de catarata em apenas um dia no Hospital de Olhos do DF. Uma das pacientes foi a aposentada Maria de Lourdes Souza, de 70 anos, que tinha dificuldades em ler letras muito pequenas ou em identificar de longe os ônibus que costumava pegar. “Eu já tinha feito cirurgia no olho esquerdo há uns 20 anos”, relatou. “Não tem muito tempo, eu fui fazer um tratamento médico, e a doutora me mandou ao oftalmologista. Lá descobri que eu estava com a catarata bem acentuada no olho direito — isso foi em janeiro. Dali, já me botaram na regulação.” Lucídia Marinho, 80, também elogiou o serviço: “Estou muito feliz de estar aqui, de ter recebido essa graça, de terem me chamado. Ontem mesmo fui avisada para vir. Por onde passei, fui bem-recebida. Estou muito esperançosa de que agora vou enxergar tudo”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Cirurgias oftalmológicas serão incluídas no programa OperaDF

O governador Ibaneis Rocha anunciou, nesta segunda-feira (16), a inclusão de cirurgias oftalmológicas no programa OperaDF. A previsão é que mais de 6,5 mil pacientes que aguardam procedimentos do tipo sejam atendidos. O investimento na ampliação do programa é de cerca de R$ 22 milhões, verba originária de emendas parlamentares do deputado federal Rafael Prudente. O governador Ibaneis Rocha entre o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, e o deputado federal Rafael Prudente | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “No ano passado, o deputado Rafael destinou, juntamente com os demais deputados do DF, R$ 150 milhões, que foram injetados diretamente na Saúde, o que possibilitou que a gente ampliasse o número de cirurgias no Distrito Federal”, lembrou o governador. “Agora vão ser investidos mais R$ 22 milhões, com grande parte desses recursos sendo destinados às cirurgias oftalmológicas. Serão, aproximadamente, 6,5 mil cirurgias realizadas já nesses próximos meses.” Contratações 23.657 Número de cirurgias eletivas na rede pública de saúde registradas de setembro de 2025 a janeiro deste ano Para cumprir essa meta, haverá a contratação de mais plantões de profissionais na rede pública, bem como pela parceria com nove hospitais da rede particular. “Já tem tempo que a gente trabalha para viabilizar esses recursos”, reforçou Rafael Prudente.  “Tem muita gente aguardando a cirurgia de catarata, que é o maior volume represado da Secretaria de Saúde, e a gente fica feliz agora de conseguir os recursos necessários para fazer mais cirurgias”, prosseguiu o deputado. “Acho que, com isso, a gente consegue zerar essa fila e melhorar a saúde das pessoas.” O OperaDF foi lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no ano passado para acelerar as cirurgias eletivas na rede pública de saúde, em diversas especialidades. Desde então, o número de procedimentos teve um aumento de 70,6%: de setembro de 2024 a janeiro de 2025, foram 13.865 (sendo 8.125 ambulatoriais e 5.740 com internação); já de setembro de 2025 a janeiro deste ano, a quantidade chegou a 23.657 (14.520 ambulatoriais e 9.137 com internação). [LEIA_TAMBEM]“Essa força-tarefa consiste em reforçar a nossa rede com contratualização de plantões de anestesistas — foram mais de 10,8 mil plantões contratualizados — e contratualizar com a rede privada cirurgias de menor complexidade”, explicou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. “A ideia é você tirar essa sobrecarga de cirurgias de menor complexidade dos nossos hospitais para que eles sejam fortalecidos em cirurgias de maior complexidade”, complementou o gestor. “E é justamente essa dinâmica que nos permitiu conseguir avançar nos números. Então, isso prova que essa união dos servidores e o matriciamento dos nossos processos possibilitam a gente fazer uma entrega maior.”  

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Saúde abre editais para contratação de anestesias e cirurgias oftalmológicas

A Secretaria de Saúde (SES-DF) publicou dois novos editais de credenciamento para contratação de serviços médicos de anestesiologia e de cirurgias oftalmológicas na rede complementar. A meta é contratar 11.234 cirurgias nos olhos e mais 10.800 procedimentos de anestesia para cirurgias gerais. Somados os contratos, o investimento total anual deve chegar a R$ 34 milhões. Editais abrangem os procedimentos da oftalmologia que vão desde a marcação de consulta aos cuidados pós-operatórios | Foto: Jhonatan Cantarelle/SES-DF A contratação de cirurgias oftalmológicas inclui a execução das cirurgias, insumos, consultas pré e pós-operatórias, consulta pré-anestésica e, se necessário, internação por até 48 horas, conforme avaliação médica. Já a prestação de serviços de anestesiologia atenderá às cirurgias eletivas feitas nos hospitais públicos geridos pela SES-DF, sob regime de turnos de seis horas de trabalho. O credenciamento de pessoas jurídicas interessadas é um método de contratação eficiente que permite a seleção contínua de prestadores de serviço. A modalidade assegura agilidade, ampliação da competitividade e atendimento às demandas de forma dinâmica. Para garantir participação na divisão automática de vagas, as empresas interessadas deverão enviar propostas até as 18h do dia 26 deste mês, pelo e-mail inexigibilidade.sesdf@saude.df.gov.br. Os editais estão disponíveis no site da SES-DF.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Força-tarefa vai realizar mais de mil cirurgias oftalmológicas no DF

Na expectativa pela cirurgia de catarata, Raimunda Alves da Silva, 78 anos, respondeu prontamente ao chamado da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Em acompanhamento no Hospital de Base, a idosa foi inserida na fila sob orientação do médico e já havia passado por todos os exames necessários quando foi chamada para o procedimento, realizado no último dia 8 de novembro. Na sala de espera, Emília Rodrigues, que teve a catarata agravada por problemas cardíacos, comemora: “Agora estou aqui para realizar a cirurgia, e é uma felicidade” | Foto: Larissa Lustoza/ Agência Saúde [Olho texto=”Hospital de Base, Hospital do Jardim Botânico, OftalMed e CBV/Hospital de Olhos estão credenciados pela SES para cirurgias oftalmológicas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] “Estou muito feliz”, conta ela. “Sinto muita gratidão pelos médicos do Hospital de Base e do Hospital Jardim Botânico [HJB], que me trataram e me receberam muito bem”. Raimunda é um dos pacientes da rede pública do DF beneficiados pela parceria com a rede complementar de saúde para agilizar a fila da regulação, medida prevista no Sistema Único de Saúde (SUS). No mesmo dia da cirurgia de Raimunda, o HJB – um dos hospitais selecionados por meio de edital da SES – operou outros 18 pacientes. Devido à pandemia, a lista de espera de vários procedimentos cirúrgicos ficou represada. Para dar celeridade, a secretaria abriu editais de credenciamento e firmou contratos com a rede complementar para executar as cirurgias eletivas. Além do HJB, estão credenciados para operações oftalmológicas as unidades hospitalares CBV/Hospital de Olhos e o OftalMed. Atendimento Aguardando na sala de espera pela cirurgia de catarata, Emília Rodrigues, 78, explica que teve catarata agravada por problemas cardíacos. Havia risco de cegueira, caso não tratasse a pressão alta. Por isso, primeiro a doença cardíaca foi controlada por meio do tratamento médico. “Estou melhor da pressão alta, tomo meus medicamentos para controlar, e agora estou aqui para realizar a cirurgia, e é uma felicidade”, afirma.  Sócio do HJD, o médico Mauro Hueb avalia que o contrato é um meio de contribuir com a sociedade: “O mais importante é estarmos atendendo ao usuário do SUS. É uma oportunidade da iniciativa privada, na área de saúde, de contribuir com o Estado e de disponibilizar ao setor público as horas ociosas da nossa estrutura”. Credenciamento Ao todo, as três instituições da rede complementar de saúde credenciadas farão 1.106 cirurgias oftalmológicas de pacientes do SUS. Os contratos firmados com a SES foram publicados em agosto deste ano, com investimento total superior a R$ 2,8 milhões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os três novos contratos preveem 350 cirurgias de catarata, 104 de estrabismo, 649 vitrectomias (retirada de parte ou de todo o vítreo dos olhos) e três retinopexias (procedimento para tratar descolamento de retina) Além das cirurgias, estão inclusos insumos, consultas pré e pós-operatórias, consulta pré-anestésica e, se necessário, internação por um período de até 48 horas, conforme avaliação médica. Além do edital na área de oftalmologia, foram lançados outros para procedimentos de coloproctologia, otorrinolaringologia, urologia, varizes e tireoide. No total, serão mais de 7 mil procedimentos ao longo de 2023 e 2024.  *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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GDF anuncia mais de mil cirurgias oftalmológicas

Mais de mil cirurgias oftalmológicas serão realizadas em hospitais da rede complementar da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). A assinatura de três contratos vai garantir a realização de 1.106 procedimentos. Seguindo o credenciamento lançado em junho, foram homologadas as propostas do Hospital de Olhos (CBV), do Hospital Dia e da Oftalmed. O investimento total supera os R$ 2,8 milhões. “Com os procedimentos contratados, vamos atender praticamente todos os pacientes em espera. Nossa rede continuará a realizar os serviços, mas, neste momento, esse reforço da rede complementar será fundamental para atender a uma demanda reprimida que cresceu durante a fase mais crítica da pandemia de covid-19”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. As cirurgias serão realizadas no Hospital de Olhos (CBV), no Hospital Dia e na OftalMed | Foto: Divulgação/ Secretaria de Saúde Serão realizadas cirurgias de catarata (350), estrabismo (104), vitrectomia (649) e retinopexia (3). O total de procedimentos foi dividido de forma proporcional e igualitária, de acordo com as normas vigentes e as propostas apresentadas pelas empresas aprovadas. O Hospital Dia fará 117 cirurgias de catarata. O OftalMed será responsável por 117 de catarata e 53 de estrabismo. Já o CBV será contratado para os 819 procedimentos restantes. O subsecretário de compras da SES-DF, Victor Ribeiro da Costa, destaca que as três instituições da rede complementar precisaram manter as exigências de qualificação econômico-financeira e habilitação fiscal, social, trabalhista e jurídica, além de análise técnica da própria secretaria. “Tivemos mais propostas que o número de vagas a serem contratadas. Isso significa que estamos com uma boa relação com a rede complementar, que reconhece a seriedade na condução dos contratos”, avalia. [Olho texto=”“Nossa rede continuará a realizar os serviços, mas, neste momento, esse reforço da rede complementar será fundamental para atender a uma demanda reprimida que cresceu durante a fase mais crítica da pandemia”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] População beneficiada A iniciativa vai beneficiar tanto adultos quanto crianças e idosos. Todos serão encaminhados para os hospitais da rede complementar, conforme as listas de prioridades organizadas pelo Complexo Regulador do Distrito Federal. A porta de entrada para quem precisa dessas cirurgias é a rede de Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde ocorre o primeiro atendimento. De lá, os profissionais de saúde direcionam os pacientes para um dos dez ambulatórios de oftalmologia, localizados nos hospitais regionais de Ceilândia (HRC), Taguatinga (HRT), Gama (HRG), Guará (HRGu), Asa Norte (Hran), Paranoá (HRL) e Sobradinho (HRS), além do Instituto Hospital de Base, do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e do Hospital Universitário de Brasília (HUB). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em paralelo aos procedimentos realizados na rede complementar, as unidades da SES-DF também continuarão a fazer cirurgias, sendo o Hran referência para crianças e o HRT o maior receptor de pacientes com catarata. Para os casos de emergências, como cortes, pancadas, queimaduras, conjuntivite e entrada de corpos estranhos nos olhos, os atendimentos ficam concentrados no Hospital de Base e no HRT, com pronto-socorro 24 horas, e o Hran, com funcionamento das 7h às 19h. As três unidades acolhem pacientes de todo o DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

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Contrato com rede privada possibilitará 1.106 cirurgias oftalmológicas

A Secretaria de Saúde (SES) vai realizar 1.106 cirurgias oftalmológicas por meio de um edital de credenciamento para contratação de serviços em hospitais da rede privada. O investimento total supera os R$ 2,8 milhões. Serão feitas cirurgias de catarata (350), estrabismo (104), vitrectomia (649) e retinopexia (3). Nos dois primeiros casos, somente com esse programa, a SES tem a perspectiva de reduzir pela metade a lista de espera pelos procedimentos. [Olho texto=”Paralelamente aos procedimentos realizados na rede privada, as unidades da Secretaria de Saúde continuarão a realizar cirurgias oftalmológicas, sendo o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) referência para crianças, e o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), o maior receptor de pacientes com catarata” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, explica que as atuais listas de espera ainda são resultado da fase mais crítica da pandemia de covid-19, quando procedimentos eletivos precisaram ser adiados. Em 2020, foram 570 cirurgias oftalmológicas realizadas nas unidades da própria SES. Em 2021, foram 611 e, em 2022, a quantidade subiu para 802, ainda abaixo das mais de 1.600 realizadas em 2019, antes do período pandêmico. Em paralelo, a pasta trabalha para ampliar o número de procedimentos realizados em seus próprios hospitais. A gestora destaca os contratos com a iniciativa privada como uma forma de ampliar a capacidade de atendimento mais rapidamente. “Os hospitais privados já sabem o modus operandi que construímos juntos. Estamos trabalhando com o controle social, em um processo transparente e participativo, o que facilita o trabalho. Paralelamente a esse edital, temos a adesão ao projeto do Ministério da Saúde, que busca o enfrentamento das filas dos exames e das consultas”, afirma a secretária. Abordagem semelhante está em curso com as cirurgias de hérnia, retirada de vesícula e remoção de útero, com mais de três mil contratadas desde outubro de 2022. O Hospital Regional de Taguatinga (HRT) é referência para cirurgias de catarata na rede pública | Foto: Tony Winston/Agência Saúde Agora, com a contratação das cirurgias oftalmológicas, a expectativa é melhorar a qualidade de vida dos pacientes e evitar a piora dos quadros. “Qualquer usuário com indicação cirúrgica, em caso de demora prolongada, pode vir a apresentar complicações clínicas, por exemplo, nos olhos”, explica a diretora de Serviços de Urgências, Apoio Diagnóstico e Cirurgias da SES, Juliana de Souza. População beneficiada A iniciativa vai beneficiar tanto adultos quanto crianças e idosos. Todos serão encaminhados para os hospitais privados, conforme as listas de prioridades organizadas pelo Complexo Regulador do DF. A porta de entrada para quem precisa dessas cirurgias é a rede de unidades básicas de saúde (UBSs), onde ocorre o primeiro atendimento. Por lá, os profissionais encaminham os pacientes para um dos dez ambulatórios de oftalmologia, localizados nos hospitais regionais de Ceilândia, Taguatinga, Gama, Guará, Asa Norte, Paranoá e Sobradinho, além do Instituto Hospital de Base, do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e do Hospital Universitário de Brasília (HUB). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em paralelo aos procedimentos realizados na rede privada, as unidades da SES continuarão a realizar cirurgias, sendo o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) referência para crianças, e o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), o maior receptor de pacientes com catarata. Para os casos de emergências, como cortes, pancadas, queimaduras, conjuntivite e entrada de corpos estranhos nos olhos, os atendimentos ficam concentrados no Hospital de Base e no HRT, com pronto-socorro 24 horas, e no Hran, com funcionamento das 7h às 19h. As três unidades acolhem pacientes de todo o DF. Edital de credenciamento A contratação das instituições privadas para a realização das cirurgias oftalmológicas será feita por meio de edital de credenciamento, conforme publicação do Diário Oficial do DF do dia 16. As inscrições para as empresas estão abertas por 30 dias e incluem exigências de qualificação econômico-financeira e habilitações fiscal, social, trabalhista e jurídica. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Retomadas cirurgias oftalmológicas

Procedimentos voltam a ser realizados após a confirmação da queda de casos de Covid-19 | Foto: Breno Esaki/SES A Secretaria de Saúde (SES), retomou, nesta semana, o atendimento para  cirurgias eletivas oftalmológicas em três hospitais: Base, Gama e Taguatinga. As operações haviam sido suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus. A partir dos dados que sinalizam a estabilidade do número de casos de Covid-19 e diante da tendência de queda da doença, os procedimentos recomeçaram com a meta de zerar a fila de espera, que hoje é de 2.101 pacientes, dos quais 1.211 aguardam por cirurgia de retina e 267 por operação de catarata. [Numeralha titulo_grande=”2101″ texto=”Número de pacientes em fila de espera para cirurgias eletivas oftalmológicas ” esquerda_direita_centro=”centro”] As cirurgias eletivas foram suspensas na rede pública de saúde em 29 de junho, em pleno pico da pandemia no Distrito Federal. A medida foi adotada diante da necessidade de concentrar os esforços de urgência e emergência no atendimento a pacientes com a Covid-19. Apenas as cirurgias oncológicas, cardiovasculares e transplantes continuaram. Seguem sendo feitas as cirurgias oftalmológicas de urgência, como trauma ocular, mas, durante o período crítico da pandemia deixaram de ser realizados os procedimentos eletivos em catarata, glaucoma, retina, plástica ocular, estrabismo, córnea, pterígio e calázio. Todas essas atividades, agora, estão sendo retomadas. Outras cirurgias O secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, adiantou que a SES planeja retomar outras cirurgias eletivas nos próximos dias, o que deverá ser feito de forma gradual e com toda a segurança, tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, conforme previsto no Plano de Contingência do Distrito Federal. Sanchez destaca que o atual cenário de estabilidade e a projeção de queda dos casos de coronavírus são alguns dos principais motivos que levaram a pasta a retomar as cirurgias eletivas oftalmológicas. Também pesou na decisão o fato de esse tipo de procedimento não exigir a internação do paciente, ao contrário de casos oncológicos. “Todos esses fatores contribuíram para que retomássemos as cirurgias oftalmológicas antes de evoluir para outros procedimentos”, explica. O secretário adjunto lembra ainda que, no início da pandemia, a taxa de transmissão da Covid-19 estava em 3,10 – o que significa que uma pessoa infectada transmitia a doença para três outras pessoas. Em setembro, esse indicador caiu para 0,82. “Quando o índice fica abaixo de 1,00, consideramos que a situação está estável”, orienta. Rede pública O atendimento oftalmológico está sendo prestado nos hospitais regionais do Guará (HRGu), Sobradinho (HRS), Gama (HRG), Ceilândia (HRC), Taguatinga (HRT), Samambaia (HRSam), Base e Hospital da Região Leste (HRL). Juntas, essas unidades têm capacidade para cerca de 1.150 procedimentos por mês. Já o atendimento oftalmológico geral pediátrico é prestado nos hospitais regionais de Taguatinga, Guará, Hospital Materno Infantil (Hmib) e Hospital da Região Leste. Juntos, somam quase 180 atendimentos por mês. O Hospital Regional da Asa Norte (Hran), por ser a unidade de referência no DF para Covid-19, teve o serviço de ambulatório oftalmológico e os profissionais direcionados para o HRT e para o Hospital de Base. * Com informações da SES

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