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Teste do pezinho já registrou, no DF, mais de 15,4 mil coletas neste ano 

De janeiro deste ano até este momento, a rede de saúde pública do Distrito Federal registrou mais de 15,4 mil coletas do teste do pezinho, que tem a capacidade de detectar doenças raras em recém-nascidos. Segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF), a cada ano são feitos aproximadamente 40 mil procedimentos.  Procedimento é feito a partir da coleta de gotas de sangue do calcanhar do bebê | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  “Ao identificarmos resultados positivos, conseguimos diagnosticar, intervir e tratar com antecedência” Victor Araújo, responsável técnico distrital em triagem natal da Secretaria de Saúde  Em 2023, a rede ampliou o escopo do teste, que passou a incluir doenças lisossomais, imunodeficiência combinada grave (Scid, sigla em inglês) e atrofia muscular espinhal (AME). No total, são 62 condições rastreadas de forma completa e moderna. O teste do pezinho é um exame simples, feito a partir de gotas de sangue coletadas do calcanhar do bebê, sendo disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A triagem deve ser feita nos primeiros dias de vida, uma vez que muitas doenças que o teste pode detectar não apresentam sintomas logo no início. “Ao identificarmos resultados positivos, conseguimos diagnosticar, intervir e tratar com antecedência”, explica Victor Araújo, responsável técnico distrital em triagem natal da SES-DF. “Esse fluxo pode mudar a maneira como determinada doença impactará a vida daquela criança.” Entre os benefícios dessa triagem está também o uso do recurso público em ações e exames preventivos, evitando que possíveis doenças futuras gerem mais desgaste aos familiares e custos à rede pública.  Acompanhamento contínuo Em média, o serviço de triagem neonatal recebe mensalmente 4 mil cartões de coletas As amostras do programa de triagem neonatal provêm de unidades da SES-DF espalhadas por todas as regiões da capital federal, como hospitais, maternidades, casas de parto e unidades básicas de saúde (UBSs). O serviço recebe, em média, 4 mil cartões de coletas por mês.  Geralmente, a primeira amostra é feita entre 24 e 48h após o nascimento. Crianças internadas, como prematuros ou aquelas em unidades de terapia intensiva neonatal (Utins), seguem protocolos específicos, com até três coletas sequenciais em períodos determinados.  [LEIA_TAMBEM]Ao chegar ao laboratório, cada amostra recebe um código único, que funciona como uma identidade dentro do sistema. Essa classificação acompanha todo o histórico do bebê, especialmente nos casos em que há diagnóstico positivo, exames confirmatórios e acompanhamento contínuo. Quando há suspeita de alteração, a equipe entra em contato com a família, que é orientada a ir ao Hospital de Apoio de Brasília (HAB). Na unidade, o bebê passa por uma segunda coleta para eliminar todos os fatores pré-analíticos (falhas na primeira amostra, no transporte do material etc.) e garantir um resultado mais fiel. “É importante que os pais acompanhem os resultados”, lembra Victor Araújo. De acordo com o gestor, desde 2023, os responsáveis pelo bebê conseguem monitorar a produção desse laudo em tempo real, com acesso à plataforma, por meio deste link. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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SLU altera horário de coleta de lixo em Brazlândia, Ceilândia, Samambaia e Taguatinga

A partir da próxima segunda-feira (18), as coletas seletivas e convencionais de Brazlândia, Ceilândia, Samambaia e Taguatinga passarão por mudanças. Atualmente, o lixo nessas regiões administrativas é recolhido por funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) em dias alternados da semana, pela manhã e à noite. Com a mudança, as ações de recolhimento de lixo passarão por ajustes, devendo todos os usuários do sistema ficarem atentos às alterações. Agentes do serviço estiveram em Samambaia, nesta terça-feira (12), para alertar a comunidade da região sobre a mudança e reforçar a mobilização que já é feita de forma contínua para jogar o lixo no horário adequado | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília As mudanças acontecerão em todo o Distrito Federal. Por isso, o SLU orienta a população a checar os horários das coletas no site do serviço ou no aplicativo SLU Coleta DF, disponível na Apple Store e na Play Store. “A diminuição da velocidade do veículo, por exemplo, acarreta um atraso, mas não quer dizer que o caminhão não vai passar para coletar o lixo. O cronograma será seguido”, garante Everaldo Araújo, subdiretor de Limpeza Urbana Os ajustes no horário das coletas foram necessários para atender a Norma Regulamentadora 38 (NR 38), que estabelece os requisitos e as medidas de prevenção para garantir as condições de segurança e saúde dos trabalhadores nas atividades de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Um dos serviços que mais teve impacto com a NR 38 foi o da coleta porta a porta. Na prática, os garis não poderão mais transitar na área externa do caminhão de coleta, nem subir e descer do veículo, apenas se ele estiver parado. Outra mudança é a que estabelece que o caminhão dirija a 10 km/h durante o período de recolhimento de lixo. O motorista William Francisco Batista Moura abriu o portão de casa para receber orientações do SLU “A diminuição da velocidade do veículo, por exemplo, acarreta um atraso, mas não quer dizer que o caminhão não vai passar para coletar o lixo. O cronograma será seguido. A coleta se inicia às 19h e segue durante toda a noite. É uma forma de garantir a segurança e saúde dos garis. E há importância em levar essa conscientização para a população para não colocar o lixo fora de horário”, explica Everaldo Araújo, subdiretor de Limpeza Urbana. O motorista William Francisco Batista Moura, 41, abriu o portão de casa para receber orientações do SLU. Agentes do serviço estiveram em Samambaia, nesta terça-feira (12), para alertar a comunidade da região sobre a mudança e reforçar a mobilização que já é feita de forma contínua para jogar o lixo no horário adequado. “A orientação foi perfeita, não ficou nenhuma dúvida. Acho até melhor que a coleta seja à noite por conta de mau cheiro e a questão visual. Auxilia tanto para a limpeza da cidade quanto para a qualidade de vida da população”, relata. Outro morador de Samambaia que também foi orientado foi o estudante Jairo Lopes, 38. “É importante conscientizar a população para colocar o lixo no horário correto e evitar que o lixo acumule e animais rasguem as sacolas, por exemplo. Ajuda a manter a rua limpa”, diz.

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