Saiba onde buscar ajuda em casos de violência contra a mulher no DF
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Distrito Federal contam com canais e unidades de atendimento para denúncias, emergência, acolhimento e assistência psicológica, social e jurídica. Os serviços podem ser acionados por telefone, aplicativos de mensagens, internet ou presencialmente. Em situações de emergência ou agressão em andamento, a orientação é acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190. Para denúncias que não exigem intervenção imediata, é possível recorrer ao Disque-Denúncia (telefone 197), da Polícia Civil, inclusive em casos relatados por terceiros. Há diversos pontos de atendimento e acolhimento para mulheres que passam por alguma situação de violência | Foto: Divulgação A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 também recebe denúncias e presta orientações gratuitamente, 24 horas por dia e de forma confidencial. Os relatos são encaminhados aos órgãos responsáveis. Registro de ocorrência O registro de ocorrência pode ser feito presencialmente em uma unidade da Polícia Civil ou pela internet, por meio do serviço Maria da Penha Online, na Delegacia Eletrônica. O DF conta com duas unidades da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), com funcionamento 24 horas: → Deam I – Plano Piloto EQS 204/205, telefone (61) 3103-1926 → Deam II – Ceilândia QNM 2, conjuntos G/H, Área Especial Telefone: (61) 3207-7391. Denúncias também podem ser encaminhadas ao telefone 197, ao aplicativo de mensagens (61) 98626-1197 e ao endereço eletrônico denuncia197@pcdf.df.gov.br. Estão em funcionamento seis unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam): Deam I (Asa Sul), Deam II (Ceilândia), 6ª DP (Paranoá), 11ª DP (Núcleo Bandeirante), 29ª DP (Riacho Fundo II) e 38ª DP (Vicente Pires). Acolhimento e proteção A Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, funciona 24 horas com serviços de acolhimento, atendimento psicossocial e encaminhamento para outros serviços. Para casos de risco, o espaço disponibiliza alojamento de passagem por até 48 horas. Os centros especializados de atendimento à mulher prestam atendimento psicológico, social e jurídico, além de orientação e encaminhamentos. Há unidades na 102 Sul, em Planaltina e no Plano Piloto (Ciob). O atendimento regular é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A Casa Abrigo oferece acolhimento sigiloso a mulheres em risco de morte e seus dependentes. O local disponibiliza assistência psicológica, jurídica, pedagógica e social, com permanência de até 90 dias, prorrogável conforme avaliação técnica. O encaminhamento para a estrutura é feito por delegacias de polícia, pela Casa da Mulher Brasileira ou por ordem judicial. A localização do espaço permanece sob sigilo por razões de segurança. Canais rápidos → 190: emergência e agressão em andamento → 180: Central de Atendimento à Mulher, 24 horas → 197: denúncias à Polícia Civil → (61) 98626-1197: WhatsApp da PCDF → Delegacia Eletrônica: registro de ocorrência de violência doméstica → (61) 98382-0130: Programa Direito Delas. Em caso de risco imediato, a recomendação é procurar um local seguro e acionar os serviços de emergência. Para situações que não exigem resposta policial imediata, a vítima ou familiares podem buscar os canais de denúncia e os serviços de acolhimento da rede pública.
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No Agosto Lilás, Dia da Mulher retorna com nova identidade visual e ações de acessibilidade
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promove a 36ª edição do Dia da Mulher. A ação está de volta, após pausa, em julho, para aprimoramento. Com a temática Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, a atividade busca ampliar o acesso à informação, aos direitos e à rede de proteção. Nesta edição, o projeto ganha nova identidade visual e terá, pela primera vez, intérprete de Libras para assegurar a inclusão e acessibilidade de deficientes auditivas. A ação ocorre na terça-feira (4/8), das 8h às 14h, no Nuclão — espaço de atendimento integrado localizado no Setor Comercial Norte (SCN) —, que fica na Quadra 01, Bloco G, Loja 01, no Edifício Rossi Esplanada Business. O evento conta com atendimento jurídico, orientações e acolhimento às participantes. Serão ofertados diversos serviços gratuitos prestados por instituições parceiras, ampliando o acesso às áreas social, de saúde, cidadania e bem-estar. A iniciativa busca proporcionar um atendimento integrado e humanizado, reunindo, em um só espaço, diferentes frentes de apoio às mulheres. Bazar da Mulher A instituição promove, ainda, a arrecadação de roupas, calçados e acessórios femininos, que serão destinados ao Bazar da Mulher. A iniciativa mensal disponibiliza gratuitamente os itens a mulheres em situação de vulnerabilidade social. A campanha também reforça a divulgação dos canais de denúncia. Mulheres em situação de violência, ou qualquer pessoa que deseje ajudar, podem acionar o Ligue 180, serviço gratuito e disponível 24 horas por dia. O atendimento também pode ser realizado via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180. A subdefensora pública-geral e coordenadora da ação, Nathália Sant’Ana de Rosa, ressalta o papel estratégico da iniciativa. “O Agosto Lilás é uma oportunidade essencial para dar visibilidade à violência contra a mulher e fortalecer a atuação integrada da rede de proteção. Na DPDF, trabalhamos para garantir não apenas o acesso à informação, mas também acolhimento qualificado e ações concretas que contribuam para a autonomia e a segurança dessas mulheres”, afirma. Ao longo do Agosto Lilás, a DPDF intensificará ações de conscientização e fortalecimento da rede de proteção, destacando que o enfrentamento à violência contra a mulher depende do engajamento de toda a sociedade. Confira aqui os serviços prestados. *Com informações da DPDF
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Governadora Celina Leão recebe a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, recebeu a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek – Empreendedorismo Cristão, na categoria Liderança Pública e Defesa da Mulher. A honraria foi concedida pela Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito (Abrahm), durante solenidade que, na quarta-feira (17), reuniu autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, representantes do setor empresarial, lideranças religiosas e personalidades de diversas áreas. A secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, representou a governadora Celina Leão na cerimônia | Foto: Divulgação/Sejuve-DF “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a Medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa” Regino Barros, comendador O reconhecimento destaca a trajetória pública de Celina Leão, marcada pela defesa dos direitos das mulheres, pelo fortalecimento das famílias e pela construção de políticas públicas voltadas à promoção da dignidade humana, da inclusão social e do desenvolvimento da população do Distrito Federal. O deputado federal Marco Feliciano foi quem entregou a honraria. “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa”, declarou o comendador Regino Barros, que presidiu a cerimônia. Políticas públicas A governadora foi representada pela secretária da Juventude do Distrito Federal, Fabiana Lacerda, que ressaltou a importância da homenagem: “Celina Leão tem conduzido sua vida pública com o propósito de transformar a vida das pessoas. Como ela costuma dizer, a política serve para promover transformação social. Sua luta em defesa das mulheres é incansável e tem gerado resultados concretos para quem mais precisa”. [LEIA_TAMBEM]Durante o discurso, Fabiana Lacerda também falou sobre a dimensão simbólica da homenagem: “Receber uma honraria que carrega o nome de Juscelino Kubitschek é algo extremamente significativo para todos que acreditam no potencial transformador de Brasília. JK sonhou uma capital moderna, inovadora e voltada para o desenvolvimento. Esse legado continua inspirando políticas públicas que geram oportunidades e promovem o crescimento da nossa cidade”. Criada há cerca de 25 anos, a Abrahm é uma instituição privada dedicada ao reconhecimento de personalidades, autoridades, empresários, profissionais liberais e lideranças que se destacam por suas contribuições à sociedade. A entidade promove homenagens e condecorações voltadas à valorização do empreendedorismo, da inovação, da cultura, da responsabilidade social, da diplomacia e do desenvolvimento humano. *Com informações da Secretaria da Juventude
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Programa debate enfrentamento à violência contra a mulher
A edição desta quinta-feira (11) do programa Tempo de Refletir recebeu a delegada titular especializada no Atendimento à Mulher de Águas Lindas de Goiás, Tamires Teixeira, para uma conversa sobre protagonismo feminino, autoestima, independência emocional e financeira e como esses fatores contribuem para o rompimento do ciclo da violência contra a mulher. A abertura foi conduzida pelo secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Junior, que apresentou a trajetória profissional da convidada. A delegada Tamires Teixeira ressalta a importância das políticas públicas voltadas para as mulheres, como o acolhimento oferecido às servidoras públicas no retorno da licença-maternidade | Foto: Divulgação/SEEC-DF “Mesmo vivendo em uma sociedade que ainda carrega traços do machismo, a mulher deve se impor, estabelecer limites e não aceitar nada que possa ferir sua dignidade” Tamires Teixeira, delegada titular especializada no Atendimento à Mulher de Águas Lindas de Goiás Durante o programa, Tamires destacou que o protagonismo feminino está relacionado à capacidade de a mulher assumir o controle da própria vida e não aceitar situações que violem sua dignidade. “Mesmo vivendo em uma sociedade que ainda carrega traços do machismo, a mulher deve se impor, estabelecer limites e não aceitar nada que possa ferir sua dignidade”, afirmou. A delegada também ressaltou a importância das políticas públicas voltadas para as mulheres e elogiou iniciativas do Governo do Distrito Federal, como o acolhimento oferecido às servidoras públicas no retorno da licença-maternidade. Ela destacou, em especial, o Berçário Institucional Buriti, que permite às mães deixarem seus filhos em um ambiente seguro e acolhedor durante a jornada de trabalho. Segundo Tamires, ações de apoio à maternidade e de valorização das mulheres representam importantes conquistas para a promoção da qualidade de vida no serviço público. A delegada Tamires também abordou o tema da violência psicológica: “É um crime que vai eliminando a identidade da mulher e sua autoconfiança, fazendo com que ela se torne emocionalmente dependente do agressor” “A violência não começa do nada, com agressão física ou ameaças. Ela aparece no controle das redes sociais, no ciúme excessivo confundido com cuidado e em outras atitudes que muitas vezes passam despercebidas” Tamires Teixeira, delegada titular especializada no Atendimento à Mulher de Águas Lindas de Goiás Críticas e humilhações Outro ponto abordado foi a relação entre autoestima e violência. Segundo Tamires, relacionamentos abusivos geralmente começam de forma sutil. “A violência não começa do nada, com agressão física ou ameaças. Ela aparece no controle das redes sociais, no ciúme excessivo confundido com cuidado e em outras atitudes que muitas vezes passam despercebidas”, explicou. A violência psicológica também foi tema da conversa. De acordo com a delegada, humilhações, críticas constantes e comentários depreciativos sobre a aparência ou características pessoais afetam diretamente a autoconfiança da vítima. “É um crime que vai eliminando a identidade da mulher e sua autoconfiança, fazendo com que ela se torne emocionalmente dependente do agressor”, alertou. [LEIA_TAMBEM]Tamires destacou, ainda, que a violência contra a mulher atinge todas as classes sociais e que a dependência financeira continua sendo um dos fatores que dificultam o rompimento de relacionamentos abusivos. “A independência financeira ajuda a mulher a sair desse ciclo. Por isso, as políticas públicas de proteção e acolhimento são tão importantes”, ressaltou. Ao final, a delegada reforçou a importância da educação como ferramenta de prevenção e lembrou que mulheres em situação de violência podem buscar ajuda por meio da Central de Atendimento à Mulher (180), das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, da Polícia Militar (190), da Polícia Civil (197) e do Disque 100. Serviço: Acesse o link e assista ao programa completo: https://www.youtube.com/live/w9JIliWEj3k?si=O2ljuZdZtAUrwBSg *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)
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Programa Meninas em Ação incentiva protagonismo feminino entre estudantes da rede pública de ensino
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, nesta sexta-feira (6), um encontro com estudantes participantes do programa Meninas em Ação, iniciativa voltada ao incentivo do protagonismo feminino entre alunas da rede pública. A ação foi organizada em parceria com as secretarias da Mulher (SMDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Relações Internacionais (Serinter-DF). A atividade reuniu jovens para debater igualdade de gênero, representatividade e enfrentamento à violência contra a mulher. Durante a programação, as estudantes participaram de palestras, rodas de conversa e atividades voltadas à orientação sobre vocações profissionais e à aproximação com mulheres que ocupam posições de liderança no setor público e em outras áreas da sociedade. Encontro tem como objetivo orientar as estudantes sobre vocações profissionais e aproximá-las de mulheres que ocupam posições de liderança | Foto: Mary Leal/SEEDF Participaram do encontro alunas do Centro de Ensino Médio (CEM) Setor Oeste, do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e do CEM 1 de Planaltina. Durante o encontro, a chefe de gabinete da Educação, Ana Paula Veloso, falou sobre a importância do protagonismo estudantil feminino na promoção de debates sobre igualdade e enfrentamento à violência contra a mulher no ambiente escolar. Segundo ela, as jovens selecionadas para o programa têm o papel de levar reflexões e atitudes positivas para suas comunidades escolares, atuando como exemplo de respeito, liderança e diálogo entre os colegas. “Vocês foram escolhidas para serem meninas em ação. Isso significa que são referência dentro da comunidade escolar. É importante levar essas discussões sobre violência contra a mulher, namoro abusivo e relações respeitosas para a escola e para os colegas. Vocês não estão aqui por acaso, foram selecionadas para viver essa experiência e inspirar outras meninas. Aproveitem cada oportunidade que a educação pública oferece e lembrem-se que vocês podem ganhar o mundo e ser o que quiserem”, afirmou. “O Meninas em Ação vem com a ideia de promover o empoderamento feminino para as meninas, ainda antes da fase adulta, com foco nas escolas locais, onde elas despertam o senso crítico, discutem e compartilham o dia a dia e as suas preparações para o futuro. É relevante despertar o sentimento de pertencimento a este lugar, para que se sintam representadas nestas cadeiras, nestes cargos, e vejam que é possível alcançá-los", comenta o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto. Representatividade e inclusão Camila Ferreira de Oliveira Santiago (à direita): "Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras" Entre as participantes estava a estudante Camila Ferreira de Oliveira Santiago, de 17 anos, do 3º ano do ensino médio no CEM 1 de Planaltina, participou das atividades e disse que o programa contribui para fortalecer a confiança das colegas da sala de aula e ampliar o debate sobre empoderamento e representatividade dentro e fora da escola. “Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras. Eu também penso muito sobre representatividade. Quando era criança, quase não via mulheres negras na TV e isso me fazia sentir deslocada. Hoje eu tenho muito orgulho da minha identidade e do meu cabelo, que é uma parte muito importante de quem eu sou”, contou. Combate à violência de gênero Durante o encontro, a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Secretaria de Justiça e Cidadania, Uiara Couto de Mendonça, ressaltou que o enfrentamento à violência contra a mulher passa pela informação e pelo fortalecimento das redes de apoio. Segundo ela, o trabalho desenvolvido pela subsecretaria busca orientar e acolher vítimas, oferecendo suporte para que consigam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. “Romper o ciclo da violência começa dentro de cada um de nós. Quando levamos informação, coragem e determinação, conseguimos transformar realidades e salvar vidas. Esse trabalho vai além de uma função, pois é uma missão de cuidar das pessoas e mostrar que cada uma de vocês também pode ocupar espaços de liderança e fazer a diferença na sociedade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O programa O Meninas em Ação é uma iniciativa voltada ao empoderamento feminino entre estudantes da rede pública do Distrito Federal. A proposta oferece às jovens a oportunidade de acompanhar, por um dia, mulheres que ocupam cargos de liderança no Governo do Distrito Federal, em embaixadas ou no setor empresarial. Além dessa experiência prática, o programa promove ao longo do ano palestras, encontros e momentos de troca entre as participantes, incentivando o desenvolvimento pessoal, a construção de redes de contato e o conhecimento sobre diferentes áreas profissionais. A iniciativa busca aproximar as estudantes de espaços que, historicamente, ainda são majoritariamente ocupados por homens. Durante a preparação para cada edição, as alunas recebem orientações sobre o funcionamento das atividades, calendário e também sobre etiqueta e comportamento institucional. A seleção das participantes começa nas próprias escolas, com apoio da Secretaria de Educação, e passa por uma etapa final conduzida pelas secretarias parceiras do projeto. “Quando a estudante ocupa o lugar de uma mulher que já alcançou sucesso profissional, ela passa a enxergar que também pode chegar lá. Esse espelhamento é fundamental para mostrar que elas têm espaço e podem conquistar o que desejarem”, explica a assessora especial da Secretaria de Relações Internacionais, Ana Beatriz de Souza Guimarães. *Com informações da Secretaria de Educação
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Bloco das Caliandras anima idosos que frequentam centros de convivência do Gama
Promover um espaço de lazer e, ao mesmo tempo, trazer o tema da segurança da mulher no Carnaval e do combate à violência doméstica. Esse é o objetivo do tradicional Bloco das Caliandras. A tradicional comemoração de Carnaval este ano foi organizada pelas equipes dos centros de convivência e fortalecimento de vínculos (Cecon) Gama Sul e Gama Oeste, na última quinta-feira (27). As unidades são gerenciadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). O evento, realizado no Cecon Gama Oeste, reuniu cerca de 160 participantes das duas unidades. A comemoração é a finalização de um longo percurso, iniciado em outubro, com a realização de oficinas de musicalização, pintura, capoterapia e rodas de conversas com os usuários. Nesse período, foram trabalhados diversos temas envolvendo questões de gênero, como envelhecimento e carnaval, valores culturais e o papel das mulheres na sociedade. Percurso é como são chamados os projetos desenvolvidos no âmbito do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. A comemoração fecha o Carnaval e abre as homenagens pelo Dia Internacional da Mulher nos Cecons | Foto: Divulgação/Sedes-DF Segundo a chefe do Cecon Gama Sul, Flávia Mendes, esse é um projeto criado, inicialmente, para os grupos de idosos, que são formados em sua maioria por mulheres. “O Carnaval cai geralmente muito perto do Dia da Mulher [8 de março]. Então, a ideia é juntar todos esses temas, falar de carnaval, de gênero, de fortalecimento social e cultura. Elas estão vivendo o amadurecimento delas numa fase em que estão sendo debatidas questões que não eram discutidas quando elas eram jovens. Nós falamos sobre o lugar da mulher no carnaval, que também vem sendo ressignificado, como um espaço de lazer, importante para a saúde mental delas, além de ser um lugar seguro para elas se divertirem”, destaca. Neste ano, o Bloco das Caliandras teve apresentação musical do grupo Coco da Quebrada e dos participantes das oficinas de música, além da exposição de pinturas com o mural Mulheres do Samba. Frequentadora do Cecon Gama Oeste há nove anos, Maria do Socorro dos Santos, de 85 anos, fez questão de prestigiar. “Eu já vim aqui duas vezes. Gosto de tudo, a gente se diverte, dança. É tudo muito bom, muito animado. O que gostei mais foi do samba, sambei demais”, conta. Em meio à diversão, são abordados temas como a violência contra a mulher A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra ressaltou que “o Bloco das Caliandras representa um momento de resgate cultural, fortalecimento de vínculos e celebração de trocas intergeracionais.” A gestora continua: “Com essa atividade, os conviventes têm a oportunidade de superar suas próprias vulnerabilidades por meio da diversão." A chefe do Cecon Gama Oeste, Jaqueline Lima, lembra que, normalmente, os casos de violência contra a mulher aumentam no Carnaval. “A ideia dessa ação é unir forças e desenvolver ações e atividades com os nossos conviventes do serviço de convivência para tratar do tema da violência doméstica de forma lúdica. O nome Caliandras dialoga com as características da flor do cerrado, remete justamente à força da mulher e à resistência a contextos não favoráveis”. *Com informações da Sedes-DF
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Sessão solene comemora os quatro anos da Lei Mariana Ferrer
Representantes da Secretaria da Mulher (SMDF) participaram, nesta segunda-feira (18), da sessão solene realizada no Plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputados, em homenagem aos quatro anos da Lei Mariana Ferrer. O ato destacou a relevância da legislação e reafirmou o compromisso institucional com políticas públicas que assegurem dignidade, respeito e proteção às mulheres em todo o país. A blogueira e modelo Mariana Ferrer, que passou por constrangimento durante uma audiência judicial, compareceu à solenidade | Foto: Samuel Marques/SMDF “Nosso compromisso é fortalecer permanentemente as condições para que cada mulher seja respeitada e acolhida, sobretudo nos ambientes institucionais” Celina Leão, vice-governadora Sancionada em 2021, a Lei Mariana Ferrer surgiu como um marco na consolidação de diretrizes que garantem mais respeito e segurança às vítimas durante procedimentos judiciais. A norma representa um avanço ao estabelecer que vítimas não podem ser submetidas a constrangimentos, ataques morais ou argumentações discriminatórias, garantindo que o julgamento se concentre nos fatos e nas provas, e não em estereótipos ou desqualificações pessoais. Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a Lei Mariana Ferrer é um marco de proteção à dignidade das mulheres brasileiras. “Nosso compromisso é fortalecer permanentemente as condições para que cada mulher seja respeitada e acolhida, sobretudo nos ambientes institucionais”, afirma. Acolhimento O reconhecimento ao avanço da legislação se conecta diretamente ao trabalho diário da Secretaria da Mulher na construção de uma rede sólida e contínua de proteção. Entre as ações, destacam-se as unidades de atendimento que oferecem atendimento psicossocial e capacitação profissional em diversas regiões do DF, além da articulação da Rede de Proteção à Mulher. A secretária-executiva da SMDF, Jackeline Aguiar, reforça o impacto humano dessas políticas: “Cada mulher que encontra respeito, acolhimento e proteção no Estado representa uma história preservada. Quando garantimos que ela não seja humilhada ou descredibilizada, estamos construindo futuros e mostrando que o DF não tolera retrocessos na defesa das mulheres”. [LEIA_TAMBEM]Presente à sessão solene, Mariana Ferrer — blogueira e modelo cuja experiência motivou a mobilização nacional que resultou na lei que leva seu nome — acompanhou a homenagem no Plenário Ulysses Guimarães. Seu caso ganhou grande repercussão em 2020, quando ela expôs situações de desrespeito e constrangimento sofridas durante uma audiência judicial, fato que impulsionou o debate sobre a necessidade de garantir ambientes processuais mais seguros, respeitosos e livres de revitimização para todas as mulheres. Sua presença no evento reforçou o caráter simbólico da data e a importância da luta contínua por dignidade e justiça no tratamento das vítimas. Em 2024, o Supremo Tribunal Federal julgou a ADPF 1.107, proposta pela Procuradoria-Geral da República, e fixou parâmetros constitucionais importantes para a proteção de vítimas em processos penais. Por unanimidade, o STF definiu que é inconstitucional utilizar a vida pessoal, a vida sexual pregressa ou o modo de vida da vítima como meio de desqualificação durante investigações ou audiências. O tribunal também estabeleceu que magistrados têm o dever de impedir esse tipo de abordagem, reforçando a necessidade de ambientes processuais mais respeitosos e alinhados aos direitos fundamentais. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Projeto Mulher, Não se Cale! promove ação na Praça do Relógio para conscientizar sobre violência de gênero
Nesta semana, a 4ª edição do programa "Mulher, Não se Cale!", realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o Instituto Inside e Metrô-DF, promove ação na Estação Praça do Relógio, no centro de Taguatinga. A proposta é uma campanha de conscientização sobre o combate às diversas formas de violência praticadas contra as mulheres. O objetivo é orientar, apoiar e ampliar o debate sobre a importância desse tema junto à sociedade, alcançando o público no dia a dia. Com previsão de alcançar mais de 590 mil pessoas, a iniciativa segue até o dia 8 de janeiro de 2026. Para a vice-governadora do DF, Celina Leão, o enfrentamento da violência se faz com a participação da comunidade. “O nosso foco é mostrar para as mulheres que elas não estão sozinhas nesta luta. Além de levar informação e mostrar os tipos de violência e a importância da denúncia, as equipes também oferecem serviços de beleza, que fortalecem o autocuidado e a autoestima feminina, passos necessários para o empoderamento”. Com previsão de alcançar mais de 590 mil pessoas, a iniciativa segue até o dia 8 de janeiro de 2026 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As ações são divididas em três frentes: a primeira é a campanha educativa, que circula por oito estações estratégicas do metrô, como Taguatinga Sul, Shopping e Samambaia Sul, com cartazes, banners e adesivos, incluindo os trens. A segunda frente é o estande itinerante, que percorreu dez estações até 18 de outubro, distribuindo materiais informativos e promovendo a mobilização social. A terceira é o estande da beleza, que é fixo e oferece serviços gratuitos de maquiagem, massagem e orientações sobre canais de denúncia, passando pelas estações Galeria, Praça do Relógio e Ceilândia Centro. "A violência contra a mulher é responsabilidade de todos. Muitas mulheres são vítimas de assédio no transporte público. Estamos alertando, por meio desta campanha, sobre onde buscar ajuda nessas situações. Temos políticas públicas, com equipamentos que garantem apoio e segurança às vítimas de abuso”, disse a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. "A violência contra a mulher é responsabilidade de todos. Muitas mulheres são vítimas de assédio no transporte público. Estamos alertando, por meio desta campanha, sobre onde buscar ajuda nessas situações. Temos políticas públicas, com equipamentos que garantem apoio e segurança às vítimas de abuso” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Onde buscar ajuda Se você está passando por uma situação de violência, denuncie por meio do 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online. Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico à mulher disponíveis no DF: - Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF; - Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania; - Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia; - Centro de Referência da Mulher Brasileira; - Centro Especializado de Atendimento à Mulher; - Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. Mais informações no site: mulher.df.gov.br *Com informações da Secretaria da Mulher
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Mais de 300 alunos de Ceilândia participam de curso sobre combate à violência contra a mulher
Mais de 300 estudantes do Centro de Ensino Fundamental 19 (CEF 19), em Ceilândia, receberam nesta quarta-feira (8) os certificados de participação no Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV), promovido pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF). A iniciativa tem como propósito despertar a consciência dos jovens sobre o combate à violência contra a mulher e fortalecer ações de prevenção por meio da educação. Desenvolvido pela Assessoria Especial de Políticas Públicas para Homens (Assesph), o PPV estimula o diálogo entre meninos e meninas sobre igualdade de gênero, respeito e empatia. Durante o programa, os alunos participaram de oficinas e atividades que abordaram temas como os diferentes tipos de violência, a Lei Maria da Penha, diversidade e o papel do homem na construção de uma sociedade mais justa. A vice-governadora do DF, Celina Leão, destacou que a certificação dos estudantes representa um avanço no combate à violência contra a mulher. “Esse projeto reforça o compromisso do GDF com a prevenção. As ações precisam chegar até os homens também. Fazemos reflexões direcionadas sobre a Lei Maria da Penha e sobre o combate ao feminicídio. É essencial reeducar esses homens quanto ao próprio comportamento e a forma de lidar com as suas emoções”, afirmou. Voltado para jovens de 15 a 21 anos, o programa utiliza oficinas, jogos e atividades lúdicas realizadas dentro e fora das escolas. A metodologia também alcança homens adultos que não cometeram violência, orientando-os sobre a legislação de proteção à mulher e incentivando-os a se tornarem multiplicadores dessas informações em suas comunidades. Voltado para jovens de 15 a 21 anos, o programa utiliza oficinas, jogos e atividades lúdicas realizadas dentro e fora das escolas | Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou a importância do PPV para formar uma geração mais consciente e ativa contra a violência. “Precisamos contar com os jovens na transformação da cultura machista. É muito importante conscientizar os homens também no combate à violência doméstica. Essa luta vai além do atendimento exclusivo à vítima. É preciso estar atento aos sinais da violência”. Formação que transforma O projeto ainda oferece acolhimento e reabilitação para agressores, com foco na educação, capacitação profissional e reinserção no mercado de trabalho. As ações incluem conversas, palestras sobre saúde masculina e campanhas de conscientização em locais de grande concentração de homens, como canteiros de obras e oficinas mecânicas. Para o chefe da Assesph, Will Godoy, o impacto do PPV vai muito além da sala de aula. “O PPV tem uma importância fundamental no combate à violência contra a mulher porque foca na prevenção. Já são mais de 1.500 homens que participaram da iniciativa, e o programa tem feito a diferença na vida dos alunos”, afirmou. Entre os formandos, o estudante Davi Rodrigues, de 14 anos, falou sobre o aprendizado que levará para a vida. "É muito importante, porque ele fala sobre os tipos de violência. Eu entendi que eu tenho que respeitar as mulheres. Para construir um mundo melhor, o homem precisa ajudar a combater a violência contra a mulher", concluiu. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Palestra ‘Desafio não é brincadeira’ alerta sobre riscos digitais e integra programação do Agosto Lilás
Agência Brasília · PALESTRA ‘DESAFIO NÃO É BRINCADEIRA’ ALERTA SOBRE RISCOS DIGITAIS E INTEGRA PROGRAMAÇÃO DO AGOSTO LILÁS A Secretaria da Mulher (SMDF) reforçou o ciclo de palestras “Desafio não é brincadeira”, que integra o calendário da pasta, com mais de 100 ações do Agosto Lilás. Voltados para pais, responsáveis, educadores e líderes comunitários, os encontros abordam temas como ciberbullying, estupro virtual, automutilação e aliciamento por meio de jogos e desafios online. Promovida pela Subsecretaria de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina, a palestra abrange um público diversificado | Foto: Henrique Araújo/SMDF “Quando falamos em violência contra a mulher, precisamos lembrar que a prevenção começa na infância e na adolescência” Celina Leão, vice-governadora A iniciativa tem o objetivo de proteger crianças e adolescentes dos riscos crescentes no ambiente digital e intensificar as ações de prevenção e esclarecimento sobre crimes virtuais e desafios perigosos que circulam nas redes sociais. O projeto é conduzido pela subsecretária de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina, Sandra Faraj, que apresenta palestras interativas e distribui cartilhas digitais com dicas de segurança. Os eventos contam ainda com apoio de psicóloga, delegado de crimes cibernéticos, conselheiros tutelares e representantes do governo. “Quando falamos em violência contra a mulher, precisamos lembrar que a prevenção começa na infância e na adolescência”, enfatiza a vice-governadora Celina Leão. “Proteger nossas crianças no mundo virtual é proteger as mulheres do presente e do futuro. O Agosto Lilás é também um momento de reflexão sobre como todos podemos agir para impedir que a violência se instale.” Rede de cuidado “O ambiente digital é parte da vida das famílias, mas ele também traz riscos sérios, que precisam ser conhecidos e enfrentados” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Com entrada gratuita, as palestras são proferidas em escolas, igrejas e grupos comunitários, abordando temas como golpes digitais, assédio, fraudes e armadilhas emocionais, além de fomentar redes de apoio, lideranças femininas e mulheres multiplicadoras digitais. “O ambiente digital é parte da vida das famílias, mas ele também traz riscos sérios, que precisam ser conhecidos e enfrentados”, alerta a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Com ‘Desafio não é brincadeira’, estamos capacitando pais e responsáveis para protegerem suas crianças e jovens, fortalecendo a rede de cuidado e proteção em todo o DF.” [LEIA_TAMBEM]O projeto já percorreu diversas regiões administrativas e alcançou mais de 1,5 mil famílias em apenas três meses. “A cada palestra, escutamos histórias reais de pais e mães que não sabiam como proteger seus filhos na internet; é urgente levar essa orientação a todos os cantos do Distrito Federal”, reforça a subsecretária de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina. Programação Quarta-feira (13), às 19h – Paranoá (Centro de Atletismo) Quinta (14), às 18h30 – Águas Claras (COC) Sexta (15), às 9h e às 11h – Ceilândia (Centro Educacional 14) Sábado (16), às 9h – Paranoá (CEF 01) Domingo (18), às 10h e às 14h – Paranoá (Ensino Médio do Paranoá) Dia 19, às 9h e às 10h45 – Taguatinga (CED 06) Dia 19 , às 19h – Taguatinga (CED 06) Dia 20, às 9h – Taguatinga (CEM 05) Dia 21, às 9h e 15h – Taguatinga (CEM 05) Dia 22, às 9h e 15h – Taguatinga (CEM 05) Dia 23, às 9h30 – Asa Norte (CED 105 Norte) Dia 28, às 19h – Asa Sul (Colégio Santo Antônio) Dia 29, às 20h – Lago Oeste (Igreja Cristo para as Nações) Dia 30, às 9h – Asa Sul (Escola Classe 111). *Com informações da Secretaria da Mulher
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