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Jornada da Mulher Trabalhadora: 198 alunas concluem cursos em Ceilândia

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Quando entrou no curso de extensão de cílios, a professora Denise Dantas de Souza Pinto, de 40 anos, pensava em aprender a técnica para atender as duas filhas e reduzir uma despesa familiar. Ao concluir a formação, decidiu montar com uma delas, que também participou do projeto, um estúdio em casa e buscar as primeiras clientes entre as amigas das jovens. Cerimônia de formatura reuniu as alunas, familiares e equipes do curso na Praça da Bíblia, em Ceilândia | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “É por isso que cursos como este são tão importantes: eles qualificam as mulheres e dão oportunidades para que tenham trabalho, emprego e renda, possam sair de uma situação de violência e ter uma segunda chance” Governadora Celina Leão Denise esteve entre as 198 alunas que receberam, nesta sexta-feira (17), os certificados do projeto Jornada da Mulher Trabalhadora. A cerimônia, na Praça da Bíblia, em Ceilândia, contou com a presença da governadora Celina Leão. Durante o evento, a governadora defendeu que a qualificação profissional integre as políticas de proteção às mulheres: “É por isso que cursos como este são tão importantes: eles qualificam as mulheres e dão oportunidades para que tenham trabalho, emprego e renda, possam sair de uma situação de violência e ter uma segunda chance”. Cursos O edital destinou 210 vagas a Ceilândia, divididas igualmente entre as três modalidades. Cada uma teve turmas nos turnos matutino e vespertino, com até 35 participantes. Após a seleção inicial, um novo chamamento abriu 106 vagas que ainda não haviam sido preenchidas. Planaltina recebeu outras 210 oportunidades, totalizando 420 nas duas regiões administrativas. Para obter o certificado, as participantes precisavam cumprir pelo menos 75% da carga horária e ter o aproveitamento validado por avaliações teóricas e práticas. A seleção exigia idade mínima de 16 anos e residência no Distrito Federal, com preferência para mulheres de Ceilândia e Planaltina em situação de vulnerabilidade social, desempregadas ou trabalhadoras informais. Recém-formada, Denise Pinto conta que enfrentou jornada intensa durante a capacitação: “Os afazeres de casa ficavam esperando enquanto eu me dedicava ao curso” A rotina de Denise ficou mais intensa depois do início das aulas, e a terceira semana concentrou o momento mais difícil. “Olhei para minha filha e falei: ‘Não quero ir mais, estou cansada’”, lembra ela. “Os afazeres de casa ficavam esperando enquanto eu me dedicava ao curso. Ela e a professora me incentivaram a continuar. Valeu a pena demais”. Superação Ludilene Rodrigues concluiu o terceiro curso pelo projeto: “Tudo ficou diferente: minha autoestima, meu jeito de me comunicar e minha renda. Hoje incentivo outras mulheres a continuar, porque a independência emocional e financeira faz diferença” Para Ludilene Rodrigues, 37, o desafio teve outra dimensão. Dona de casa e mãe de três filhos, ela, que mora longe do local das aulas, precisou arcar com as passagens e reorganizar os horários e os cuidados com as crianças para frequentar a turma de alongamento de unhas. “Eu dizia que não conseguia, e a professora segurava a minha mão: ‘Você consegue, só precisa tentar mais um pouco’”, relata. “Eu não sabia que tinha talento; ela encontrou isso em mim e foi me moldando.” Antes do fim das aulas, ela recebeu de outra profissional a oferta de um local para trabalhar. “Já tenho clientes; agora preciso comprar o material para começar nesse espaço”, comemora. A formação atual foi a terceira concluída por Ludilene. Em 2022, ela fez o curso de trancista e passou a atuar na área. No ano seguinte, estudou maquiagem. “Tudo ficou diferente: minha autoestima, meu jeito de me comunicar e minha renda. Hoje incentivo outras mulheres a continuar, porque a independência emocional e financeira faz diferença”, ressalta. 

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Inscrições abertas para o curso de transporte coletivo de passageiros

Interessados em dirigir veículos de transporte coletivo de passageiros podem se inscrever no curso especializado do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). As aulas ocorrerão de 8 a 29 de abril, em dias úteis, das 18h às 22h20, na Escola Pública de Trânsito (EPT), localizada na 913 Sul. A capacitação tem carga horária de 50h/a. [LEIA_TAMBEM]As inscrições devem ser feitas na EPT, mediante agendamento pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços. Os interessados devem ter idade mínima de 21 anos e habilitação nas categorias D ou E, além de não estar com o direito de dirigir suspenso, com a Carteira Nacional de Habilitação cassada, nem cumprindo pena decorrente de crime de trânsito ou impedimento judicial. Serão oferecidas 20 vagas. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail nufor@detran.df.gov.br. O curso é gratuito para mulheres e para homens com inscrição ativa no CadÚnico. Outros homens também podem se inscrever mediante o pagamento de R$ 390.

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Curso capacita produtores na criação de abelhas nativas sem ferrão

A Emater-DF realizou, nesta terça-feira (17), o curso sobre Manejo e criação de abelhas nativas sem ferrão. A atividade reuniu cerca de 30 participantes de várias regiões administrativas do Distrito Federal, e teve como objetivo apresentar diferentes formas de se obter renda na meliponicultura. De acordo com o instrutor Carlos Morais, extensionista da Emater-DF, o objetivo principal foi mostrar que é possível criar abelhas de forma simples com viabilidade econômica. “Além de ter colmeias que podem gerar renda com a produção de mel, pólen, própolis e cera, por exemplo, também dá para ganhar dinheiro fabricando caixas e iscas”, ensina. Dividido em duas etapas, o curso teve uma parte teórica de manhã, no Centro de Formação Tecnológica e Desenvolvimento Profissional (Cefor), e uma parte prática de tarde, realizada no Jardins de Mel, no Núcleo Rural Vale do Palha, na região conhecida popularmente como Serrinha, no Lago Norte. A propriedade é administrada pelo casal Diana Schappo e Evandro Schappo — daí o DE com maiúsculas no nome, que corresponde às iniciais do nome do casal — e possui meio hectare onde habitam dezenas de espécies de abelhas. Mandaguari, jataí, mandaçaia, uruçu-amarela, dentre outras, convivem no rico minibioma erguido pelo casal. A atividade reuniu cerca de 30 participantes de várias regiões administrativas do Distrito Federal, e teve como objetivo apresentar diferentes formas de se obter renda na meliponicultura | Foto: Divulgação/Emater-DF “As abelhas daqui não polinizam apenas a propriedade, mas também a vizinhança. Algumas espécies de abelhas chegam a voar até 2 mil metros, beneficiando as produções locais de hortaliças e frutíferas”, explica Carlos Morais. A produtora Maria Elenice da Silva, moradora do núcleo rural Incra 6, em Brazlândia, se sentiu impulsionada a colocar em prática algo que já vinha planejando. “Pretendo construir um espaço parecido com este, com muito verde, natureza, um lugar onde as pessoas possam visitar e consumir mel e derivados”, vislumbra. Nice, como gosta de ser chamada, tem duas colmeias com abelhas jataí, além de espécies de árvores como jatobá e ipê. *Com informações da Emater-DF

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Primeiro curso do Empreender e Inovar de 2026 reúne 50 produtores rurais

A Emater-DF ofereceu, na quarta (4) e na quinta-feira (5), o curso de Gestão do Negócio Rural. Esta foi a primeira turma de 2026 do programa Empreender e Inovar, que apresentou os conceitos básicos da administração e gestão financeira do empreendimento aos produtores rurais participantes. Cerca de 50 pessoas de várias regiões do DF participaram da atividade, que aconteceu no Centro de Formação Tecnológica e Desenvolvimento Profissional (Cefor) da empresa. Segundo o extensionista e instrutor Carlos Goulart, o objetivo principal foi fazer o produtor rural se enxergar como um empreendedor. “Nosso foco é o plano de negócios, ou seja, mostrar que o produtor deve pensar a gestão financeira antes da produção em si”, explica. Carlos Goulart acrescenta que é necessária uma mudança de cultura, principalmente por parte dos agricultores familiares. “Eles são excelentes em conhecimentos técnicos, da produção, mas ainda existe um déficit na parte da gestão financeira”, pontua o extensionista da Emater-DF. Conceitos como valor do produto e precificação, planejamento estratégico, pesquisa de mercado, definição do público-alvo, análise da viabilidade econômica, controle financeiro, fluxo de caixa, estratégias de vendas e marketing digital estão entre os temas abordados no curso. Esta foi a primeira turma de 2026 do programa Empreender e Inovar, que apresentou os conceitos básicos da administração e gestão financeira do empreendimento aos produtores rurais participantes | Foto: Divulgação/Emater-DF Outro patamar Roselita Irani Camargo, conhecida como Rosinha, está participando do curso pela segunda vez. “Esse tipo de conhecimento é muito importante. Se eu soubesse desses conceitos antes, estaria em outro patamar. Mas ainda dá tempo de fortalecer meu negócio e atingir níveis melhores de vendas e lucratividade”, vislumbra a produtora, que produz biscoitos artesanais na região rural de Samambaia. Após o curso, os produtores que sentirem necessidade de um acompanhamento mais personalizado são orientados a procurar o escritório da Emater-DF, onde recebem atendimento e solicitar visitas — que podem ser semanais, quinzenais, mensais ou bimestrais. "Produzir bem é fundamental, mas o produtor também precisa saber gerir o seu negócio. Quando ele passa a planejar, entender custos, definir preços e olhar para o mercado de forma estratégica, aumenta as chances de melhorar a rentabilidade e garantir a sustentabilidade da propriedade. Com o programa Empreender e Inovar, a Emater-DF busca justamente fortalecer essa visão empreendedora no campo”, destaca o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, que acrescenta: "O papel da Emater-DF é justamente apoiar esse processo. Além da assistência técnica voltada à produção, nós também trabalhamos para fortalecer a gestão das propriedades, oferecendo capacitações, orientação e acompanhamento aos produtores." O programa Empreender e Inovar está em seu décimo ano e já possibilitou melhoras em vendas e lucros a diversos produtores do Distrito Federal, contribuindo para a sustentabilidade financeira e consequente aquecimento da economia rural. *Com informações da Emater-DF

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Curso gratuito de síndico no Itapoã Parque busca fortalecer protagonismo dos moradores

Depois de passar sete anos morando de aluguel em São Sebastião, Cristiano Rodrigues conquistou a casa própria no Itapoã Parque. A mudança veio em meio à pandemia, quando surgiu a oportunidade de adquirir o imóvel por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF). Há dois anos, ele vive no Condomínio 49 com a esposa. “No meu condomínio são oito prédios”, descreve ele. “Cada apartamento tem três quartos. Ao todo, são 128 famílias. Mas aqui tem condomínio para todos os lados. O Itapoã Parque está crescendo muito.” Curso Básico de Síndico, promovido pela Administração Regional do Itapoã com parcerias, ajuda na atualização dos profissionais administrativos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O ritmo acelerado de entregas habitacionais no Itapoã Parque trouxe não só novos moradores, mas também desafios para a administração dos condomínios. Até dezembro do ano passado, foram entregues 7.488 unidades habitacionais.  Quando o projeto estiver concluído, serão 12.112 apartamentos, distribuídos em 71 condomínios. Desses, 45 já estão ocupados, reunindo cerca de 30 mil pessoas. “Com o curso, esperamos melhorar a harmonia e a convivência dentro dos condomínios” Dilson Bulhões, administrador regional do Itapoã À medida que cada prédio abre suas portas, cresce a necessidade de síndicos preparados para garantir a gestão dos empreendimentos. Para lidar com essa demanda crescente, a Administração Regional do Itapoã lançou o Curso Básico de Síndico, em parceria com o Instituto Nacional dos Condomínios e Cidades Inteligentes e a Assosíndicos-DF. “A administração está presente na resolução de problemas entre síndicos e condôminos; e, com o curso, esperamos melhorar a harmonia e a convivência dentro dos condomínios”, explica o administrador do Itapoã, Dilson Bulhões. Segundo ele, o curso aborda gestão financeira e resolução de conflitos, além das atividades cotidianas do síndico. “Também inclui a interação com a administração regional e órgãos do Governo do Distrito Federal, principalmente o Serviço de Limpeza Urbana”, enumera. Gestão condominial Paulo Melo, coordenador do Curso Básico de Síndico: “O síndico, muitas vezes, faz tudo com boa vontade, mas sem preparo” O curso é gratuito — mediante a doação de dois quilos de alimento não perecível — , tem certificado com carga horária de 10 horas e contou com 70 inscritos nesta edição. Segundo o coordenador das atividades, Paulo Melo, o Distrito Federal tem passado por uma explosão de condomínios, o que aumenta a demanda por profissionais preparados. “O síndico, muitas vezes, faz tudo com boa vontade, mas sem preparo”, observa. “Em algum momento, ele pode se perder e acabar respondendo por isso. Por isso, o nosso objetivo é ajudar o síndico a se capacitar e adquirir conhecimento.” Aprimoramento Rebeca Matos já participou de outra capacitação sindical: “A área de condomínios muda com frequência, principalmente por causa das leis, por isso a gente precisa buscar sempre mais conhecimento para se atualizar e atender às novas demandas” Rebeca Matos, síndica do Condomínio 67 há dois anos, foi uma das participantes da formação. “Vim aprender um pouco mais”, conta. “Já fiz curso de formação de síndicos em 2024, mas a área de condomínios muda com frequência, principalmente por causa das leis. Por isso, a gente precisa buscar sempre mais conhecimento para se atualizar e atender às novas demandas”. [LEIA_TAMBEM]O primeiro dia de capacitação foi esta quarta-feira (25), no auditório da Escola Classe 502 do Itapoã Parque. Durante a aula inicial, os participantes receberam orientações sobre normas técnicas, convivência e organização do condomínio. As aulas abordam aspectos como legislação, administração, contabilidade, relações humanas e interpessoais, liderança e noções de engenharia, além das regras técnicas, como a ABNT 16.280. “O condomínio precisa prestar contas em assembleia e organizar balancetes”, esclarece Paulo Melo. O curso já percorreu outras regiões do Distrito Federal. No mês passado, no Guará, 223 participantes receberam certificados.  “A gente tem feito a formação de síndicos em várias regiões administrativas”, relata o presidente da Assosíndicos-DF, Emerson Tormann. “Esse curso já foi muito elogiado por muita gente em todo o Brasil, porque a gente faz esse trabalho de forma gratuita e sempre visando principalmente às legislações e às normas que estão em vigor e aquelas que estão por vir.”     

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Curso forma mulheres rurais aptas a serem agentes de transformação social em suas comunidades

“Eu quero transbordar”. Esse é o desejo de Esther Baldez, do núcleo rural Boa Esperança, após mais um encontro do curso da Emater-DF Mulheres em Transformação. A formação tem cerca de 80 horas/aula e conta com a participação de 16 mulheres rurais que, como Esther, estão sendo acompanhadas desde o encerramento do Encontro Distrital de Mulheres Rurais, em novembro do ano passado. O curso foi estruturado em quatro eixos temáticos: Desenvolvimento humano e social; Gestão e empreendedorismo; Produção e sustentabilidade; e Organização social e econômica. A proposta foi trabalhar competências técnicas e socioemocionais de forma integrada, respeitando a realidade das mulheres do campo e valorizando seus saberes e trajetórias. “Eu vejo essa oportunidade como um investimento da Emater-DF em nós mulheres, que muitas vezes estamos escondidas lá no campo”, afirmou Esther. “E cada etapa do curso é uma forma de crescimento diferente. O que eu vou levar daqui é que eu quero ser um ser humano melhor para o meu próximo e colaborar onde eu estiver”, destacou a produtora. Para a extensionista rural e economista doméstica Selma Tavares, essa percepção é um dos resultados esperados quando esse projeto piloto foi construído. O projeto busca ir além do empoderamento simbólico e fornecer ferramentas práticas para que essas mulheres atuem como agentes de transformação em diferentes contextos, desde o empreendedorismo, fortalecimento das comunidades locais, até seus sonhos e projetos pessoais. O curso foi estruturado em quatro eixos temáticos: Desenvolvimento humano e social; Gestão e empreendedorismo; Produção e sustentabilidade; e Organização social e econômica | Foto: Divulgação/Emater-DF “A proposta desse curso surgiu a partir de uma viagem técnica a Santa Catarina, onde conhecemos experiências de gestão de sucesso que tiveram como base a qualificação das mulheres rurais”, explicou Selma. “Então, fizemos um trabalho de continuidade, desenvolvendo essas competências desde o compromisso de partilhar os aprendizados da viagem técnica, à época, até a construção do Encontro Distrital de Mulheres Rurais, chegando agora a essa primeira turma, em que vamos avaliar os resultados, a carga horária e outras questões para oferecer, em breve, uma nova edição do curso”, acrescenta a extensionista. Ao longo da capacitação, as participantes tiveram acesso a conteúdos voltados para liderança, planejamento, geração de renda, sustentabilidade e organização social e coletiva, criando bases para a ampliação de oportunidades e para uma atuação mais ativa em espaços produtivos e sociais. Para a produtora rural Francisca Maria Martins, do núcleo rural da Taquara, participante do curso, a experiência representou mais do que aprendizado técnico. “Para mim, está sendo maravilhoso de todas as formas. Só de estar aqui já é um presente: buscar conhecimento, abrir a mente para tantas coisas diferentes”, disse a produtora, conhecida como Patita. “O que mais me marcou foi saber que eu sou amada, aceita e aprovada. São essas palavras que ficaram na minha mente e que me ajudam a confiar em mim, no meu produto, e a saber que eu vou conseguir”, emociona-se. A certificação, marcada para o dia 25 de fevereiro, simboliza não apenas a conclusão de uma etapa formativa, mas o início de novas possibilidades de atuação dessas mulheres como protagonistas do desenvolvimento rural sustentável. Mulheres interessadas em ações de capacitação e orientação podem procurar o escritório local da Emater-DF mais próximo para obter informações sobre cursos e projetos em andamento. *Com informações da Emater-DF

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Começa o curso de aperfeiçoamento em Hortos Agroflorestais Medicinais

Em parceria com a Fiocruz, a  Secretaria de Saúde (SES-DF) deu início ao curso de aperfeiçoamento em Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Hamb). Ministrada na última semana pelo médico sanitarista Emerson Merhy — um dos protagonistas do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira, que deu origem ao Sistema Único de Saúde (SUS) —, a aula magna teve como tema “Ousar conduzir o próprio viver: para o desejo não há obstáculo”. O médico sanitarista Emerson Merhy proferiu a aula magna do curso: “É encantador ver as pessoas nos hortos dizendo quanta vida é produzida” | Fotos: Matheus de Oliveira/Agência Saúde-DF “Os hortos são uma busca por alternativas de tratamento que possam dar ao ser humano a sua dignidade” Robinson Parpinelli, subsecretário de Assistência à Saúde Durante sua explanação, Merhy falou da importância de ampliar o olhar sobre o cuidado em saúde: “Estamos muito prisioneiros a certas tecnologias de cuidado, e as geradas em outros lugares, como a agroecologia, acabam mostrando efeitos absolutamente mais produtivos. É encantador ver as pessoas nos hortos dizendo quanta vida é produzida”. Também presente à aula magna, o subsecretário de Atenção Integral à Saúde da SES-DF, Robinson Parpinelli, ressaltou os benefícios dos hortos: “A medicina pode ter várias vertentes e apostar em todas essas é uma obrigação institucional. Os hortos são uma busca por alternativas de tratamento que dão dignidade ao ser humano. São importantes não só como política pública, mas como ação social no envolvimento das pessoas no próprio autocuidado”. Políticas públicas O farmacêutico Felipe Tironi, da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Lago Norte, participou da aula e reforçou o impacto da iniciativa em sua prática profissional. “É transformador e motivador, é uma ressignificação do meu propósito de trabalho”, relatou. “É uma chance de poder mudar não só a minha vida, mas contribuir para uma mudança da vida dos outros e do ambiente”. Na avaliação do gerente de Práticas Integrativas em Saúde da SES-DF, Marcos Trajano, o curso fortalece as políticas públicas e prepara a rede para desafios futuros. “A crise climática requer que os nossos trabalhadores possam assumir uma posição de horizontalidade junto aos usuários que são cuidados por nós e junto aos gestores, em busca de soluções nos nossos territórios”, apontou. “Para isso, essa parceria interinstitucional é fundamental para os desafios atuais”. [LEIA_TAMBEM]A diretora-executiva da Escola Fiocruz de Governo, Luciana Sepúlveda, destacou que a formação contribui para manter os hortos ativos e atuantes no DF: “Desde a construção do horto, ele significa uma aposta em um modelo de saúde aberto à interface com outros setores, com o meio ambiente e a agroecologia. Ele materializa essa construção, mas precisa ter pessoas em torno dele que o coloquem em prática. Por isso, a importância dessa formação continuada”. Regulamentação Regulamentada este ano no âmbito da SES-DF, a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb) tem como objetivo desenvolver competências para implementação e uso dos hortos agroflorestais como tecnologias sociais de cuidado e promoção da saúde. Atualmente, a Rhamb conta com 34 unidades nas sete regiões de saúde, sendo 26  na SES-DF, cinco em outros serviços públicos e mais três em apoio a iniciativas comunitárias. Somente em 2025, já foram implantados cinco novos hortos, com previsão de superar a marca de 45 até o fim do ano. Os cursos de aperfeiçoamento, promovidos anualmente desde 2023, capacitam cerca de 50 servidores a cada nova edição. *Com informações da Secretaria de Saúde     LEGENDAS:   FOTO 1: Responsável por conduzir a aula magna, sanitarista Emerson Merhy foi um dos protagonistas do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira, que deu origem ao SUS. Foto: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF   FOTO 2: Participante da aula magna, o farmacêutico Felipe Tironi, reforçou impacto da iniciativa na sua vida profissional. "É transformador e motivador", relatou. Foto: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF   FOTO 3:  “Os hortos são uma busca por alternativas de tratamento que possam dar ao ser humano a sua dignidade”, apontou o subsecretário de Assistência à Saúde, Robinson Parpinelli. Foto: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF      

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Detran-DF lança curso de capacitação em transporte de passageiros

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com as inscrições abertas para a primeira turma do curso Capacitação em Cursos Especializados de Trânsito para Homens — Transporte de Passageiros, que será realizado de 17 de setembro a 6 de outubro, das 18h às 22h30, na unidade do Detran da 913 Sul. Estão sendo oferecidas 20 vagas. O curso é gratuito e para participar, é necessário estar cadastrado no CadÚnico, apresentando a Folha de Resumo e CNH válida na categoria D.  O projeto tem como objetivo principal favorecer a inserção desse público no mercado de trabalho por meio de cursos que combinam teoria e prática. A iniciativa capacita condutores para a atuação profissional na área de trânsito, promove a educação para o trânsito e atualiza conhecimentos sobre legislação, direção defensiva e convivência entre os diferentes usuários das vias. O curso é gratuito e para participar, é necessário estar cadastrado no CadÚnico, apresentando a Folha de Resumo e CNH válida na categoria D | Foto: Divulgação/Detran-DF “O nosso objetivo é oferecer capacitação de qualidade e abrir portas para o mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que promovemos uma cultura de trânsito mais seguro e consciente”, afirma o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. O curso terá 50 horas/aula, com prova ao final de cada módulo, seguindo o mesmo modelo aplicado nos cursos voltados para mulheres. Inscrições As inscrições podem ser feitas no Núcleo de Formação e Cursos de Trânsito (Nufor), na unidade da 913 Sul, mediante agendamento pelo Portal de Serviços, na aba Serviços de Educação — Cursos e Provas. Documentação necessária É necessário ter em mãos a inscrição do CadÚnico (Folha de Resumo) disponível no site Gov.br: https://encurtador.com.br/DxtIo, CPF, RG e CNH válida na categoria D. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Mestrado na UnB forma servidores do DF para atuar em projetos estratégicos

Dez servidores efetivos da Secretaria de Economia começaram, nesta sexta-feira (22), um curso de mestrado profissional em Computação Aplicada (PPCA) na Universidade de Brasília (UnB). O objetivo é formar uma equipe de líderes técnicos e inovadores para atuar em projetos estratégicos na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do GDF. A iniciativa começou com uma "provocação" da Procuradoria-Geral (PGDF), que sugeriu à Secretaria Executiva de Gestão da Estratégia (SGE) a criação de mecanismos de capacitação e aperfeiçoamento profissional. A ideia era formar líderes técnicos e inovadores para atuar em projetos estratégicos - e neste caso específico da primeira turma, optou-se pela Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do GDF. “Queremos aprimorar a gestão pública com base em dados, automação, inteligência artificial e soluções digitais”, diz o secretário-executivo Otávio Veríssimo, da SGE. “Por isso, os servidores-alunos vão aplicar a pesquisa acadêmica em problemas reais, gerando impacto direto na eficiência, eficácia e efetividade das políticas públicas do GDF”, acrescenta. O mestrado profissional em Computação Aplicada (PPCA) foi montado por meio de contrato celebrado com a Fundação Universidade de Brasília (FUB), sob a interveniência da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). A partir daí, técnicos da SGE acionaram todas as demais secretarias-executivas da Secretaria de Economia, pedindo indicações de nomes para se candidatar. “Quando o governo investe na formação de servidores, fortalece a capacidade técnica da equipe e, consequentemente, há melhorias na prestação dos serviços na administração pública. Nesse caso particular, o GDF está investindo também em resultados imediatos, soluções digitais mais eficientes para o cidadão, uma vez que cada um dos servidores deverá apresentar um trabalho nesse sentido”, avalia o secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho. Objetivo do curso é formar um time de líderes técnicos e inovadores para atuar em projetos estratégicos na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do GDF | Foto: Divulgação/Seec-DF Processo seletivo Os servidores selecionados (40, numa primeira etapa) passaram por processo seletivo rigoroso, com análise de pré-projeto, entrevista, currículo Lattes e histórico escolar. Foram propostas três linhas estratégicas de pesquisa: Ciência de Dados, Engenharia de Software e Gestão de Riscos. E quais são os resultados esperados? Desenvolvimento de soluções inovadoras para serviços digitais do GDF, como inteligência artificial no Portal da Receita, novos sistemas de gestão orçamentária e de pessoas, e aprimoramento de plataformas estratégicas. Com isso, a capacidade técnica de toda a Seec, inclusive da Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic-DF) - responsável por prover soluções de TI e automação de processos para todo o GDF - será fortalecida. Assim, os servidores poderão, com o mestrado, disseminar mais competências críticas em dados, riscos e engenharia de software dentro da Seec.[LEIA_TAMBEM] O mestrado profissional é mais um investimento alinhado ao Mapa Estratégico do Distrito Federal 2023-2026, que prioriza a ampliação do uso de soluções tecnológicas a serviço do cidadão e do Estado, e à política de formação e capacitação continuada dos servidores distritais. O programa é de 24 meses, com carga horária de 360h. *Com informações da Secretaria de Economia

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Policiais militares participam de curso de prevenção à violência doméstica e familiar

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deu início, na quarta-feira (20), à VIII edição do Curso de Especialização em Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica e Familiar (Provid). Com carga horária de 160 horas-aula, o curso tem como objetivo capacitar policiais militares para o atendimento especializado a mulheres em situação de risco extremo, reincidência de violências e feminicídio. Nesta edição, a turma é composta por 34 alunos, sendo 30 policiais militares do DF e quatro policiais militares do Acre. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades civis e militares, entre elas o coronel da reserva remunerada Bilmar Angeles, secretário executivo de Gestão Integrada da Secretaria de Segurança Pública do DF; o coronel Vânio Martins Escobar, comandante do 4º Comando de Policiamento Regional da PMDF; o tenente-coronel Arantes, comandante do 16º Batalhão; o tenente-coronel Nunes, comandante do Batalhão Rural; o tenente-coronel Carmo, comandante do Batalhão de Trânsito; e o tenente-coronel Siqueira, que representou o deputado distrital Hermeto. Nesta edição, a turma é composta por 34 alunos, sendo 30 policiais militares do DF e quatro policiais militares do Acre | Foto: Divulgação/PMDF [LEIA_TAMBEM]A palestra inaugural foi ministrada por Fabriziane Zapata, juíza titular do Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar do Riacho Fundo, que destacou a importância da integração entre os órgãos de segurança pública e o Poder Judiciário na proteção da vida e no enfrentamento à violência doméstica. O Provid é um modelo de policiamento especializado da PMDF, voltado exclusivamente para a prevenção e atendimento de ocorrências relacionadas à violência doméstica e familiar. Somente em 2025, até o início de agosto, foram registrados 1.554 atendimentos diretos a mulheres em situação de violência, além de 230 ações preventivas, consolidando-se como referência no combate à violência contra a mulher e na proteção à vida. A realização da VIII edição do curso reafirma o compromisso da Polícia Militar do Distrito Federal com a qualificação de seu efetivo e com a promoção de uma sociedade mais segura e justa, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

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