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Programação reúne exposições, música, dança e encontro automotivo no DF

Atividades culturais e turísticas no Distrito Federal ocorrem entre esta quinta-feira (9) e a próxima quarta-feira (15) em museus, espaços culturais, biblioteca, áreas externas e no Parque da Cidade. A agenda inclui exposições, seminário sobre rock, apresentações de dança, feira, atividades formativas e encontro automotivo. No sábado (11), a partir das 21h, o estacionamento do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade sedia o Encontro Automotivo Solidário Fest Copa. A programação conta com cultura automotiva e apresentações de MC PH, MC Marks, DJ Tubas, Ana Flávia e Gabriella K. A entrada nas áreas comuns é gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Camarotes e a Área Influência Deboxe têm ingressos pagos.  Oficinas de artes plásticas e visuais, aulas de dança e de teatro e o Festival Inclusivo estão entra as atrações do Espaço Cultural Renato Russo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília  No Espaço Cultural Renato Russo, as atividades começam nesta quinta-feira, com exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h. Também nesta quinta, há o Festival Inclusivo na Praça Central, das 14h às 18h; aulas de dança com Ricardo Lira, na Sala de Atividades, das 10h às 13h, e das 17h às 20h; aulas de teatro 60+ do grupo Viva a Vida, na Sala Multiúso, das 9h às 11h; e evento Gnosis, na Sala Marco Antônio, das 18h às 22h. Na sexta-feira (10), a Galeria Rubens Valentim segue com a exposição das obras de estudantes, das 10h às 20h. A programação também inclui oficina de pintura com Roberta Camargo, no Galpão das Artes, das 14h às 15h; apresentação do Coral Intermezzo, na Sala Marco Antônio, das 19h às 22h; 1º Seminário Mercosul do Rock, no Galpão Hugo Rodas, das 14h às 22h; e Stand Up Demais, no Teatro de Bolso, das 19h às 22h. No fim de semana, as atividades no Espaço Cultural Renato Russo ficam distribuídas entre a Galeria Rubens Valentim, a Praça Central, o Galpão Hugo Rodas e a Sala Multiúso. → No sábado, há exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h; Feira Varanda BSB, na Praça Central, das 9h às 20h; 1º Seminário Mercosul do Rock, no Galpão Hugo Rodas e na Sala Multiúso, das 10h às 22h. → Domingo tem exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 14h; Feira Varanda BSB, na Praça Central, das 9h às 18h; 1º Seminário Mercosul do Rock, no Galpão Hugo Rodas e na Sala Multiúso, das 10h às 22h.  → Na terça-feira (14), a programação inclui exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h; aulas de dança com Ricardo Lira, na Sala de Atividades, das 10h às 13h e das 17h às 20h; aulas de teatro 60+ do Grupo Viva a Vida, na Sala Multiúso, das 9h às 11h; oficina de cenografia do Festival Inclusivo, no Galpão das Artes, das 14h às 18h; oficina de pintura com Roberta Camargo, no Galpão das Artes, das 14h às 15h. Aulas de balé, festival de inverno e mostra de dança fazem parte da programação do Complexo Cultural em Planaltina | Foto: Divulgação   Em Planaltina, o Complexo Cultural tem programação desta quinta-feira a domingo, com aulas, festival e mostra de dança. Na quinta e na sexta-feira, há aulas de balé das 8h às 11h. Ainda na quinta, o grupo Melhores do Mundo ocupa o espaço das 8h às 23h. Na sexta, a montagem do Festival de Inverno está prevista das 13h às 18h. No sábado, o festival ocorre das 14h às 21h. No domingo (12), a Mostra de Dança Vidart 15 anos ocorre das 9h às 21h.  Muído em Alejo ou Alejo em Miúdos e O Thyssen está de visita estão entre as exposições em cartaz no Museu da Nacional | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No Museu Nacional, seguem em cartaz as exposições Acervo Vetor: um recorte dos 20 anos do Museu Nacional da República, na Galeria 1, até o dia 17; O Nascimento do Tempo: a matéria em transformação e permanência, no mezanino, até a mesma data; Dípticos, Arte e Curadoria, na Galeria 2, até 9 de agosto; Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos, na Galeria 3, até 30 de agosto; e O Thyssen está de visita, na área externa, até o dia 19 deste mês. O Festival Latinidades ocupa o anexo e o Auditório 2 até sexta-feira (10).  Um dos destaques do roteiro cultural desta semana é o Memorial dos Povos Indígenas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O Memorial dos Povos Indígenas recebe as exposições Conexões Ancestrais e BDW 26 — Design que conecta territórios. Esta última segue até domingo. No Museu de Arte de Brasília, a programação vai até terça-feira, com mostra de longa duração do acervo do MAB, além das exposições Marés e Respiro, de Ingrid Haubrich; Rejuntes Afetivos, de Isabel Becker; e Demãos Bordadas. No Eixo Cultural Ibero-Americano, a sala de dança recebe ensaios e aulas do grupo Bailarinos de Brasília nesta quinta-feira, das 11h às 18h, e na sexta-feira, das 12h às 18h. Também nesta quinta, o Teatro Plínio Marcos recebe, às 20h, a apresentação Autobiografia, com Paulo Betti, dentro do projeto De Carona com a Cultura. O espaço ainda recebe, nesta quinta, visita acadêmica de 25 alunos e professores do curso de arquitetura e urbanismo da UniFaj, de Jaguariúna, em São Paulo.  Na Praça dos Três Poderes, o Panteão da Pátria segue, de quinta a quarta-feira (15), com a exposição Tancredo Neves e a Ilha de Realidade Virtual — Anna Nery. O Buraco do Jazz ocorre no gramado do Panteão na quinta e na sexta-feira. No Espaço Oscar Niemeyer, fica em cartaz, de quinta a quarta, a exposição Niemeyer por Niemeyer, de Kadu Niemeyer. Na sexta-feira, das 13h às 18h, o espaço fica reservado para atividade de extensão universitária vinculada ao programa educativo Praça dos Três Poderes. O Museu da Cidade recebe, no mesmo período, a exposição permanente História de Brasília em mármore. A Biblioteca Nacional de Brasília mantém, até o dia 31, a exposição Sertões, no segundo andar. A programação da semana inclui curso de grego clássico, lançamento de livro, curso de conversação em inglês e aulas de patinação urbana. → Na quinta-feira tem curso de grego clássico, com a professora Karen Sacconi, na Sala de Cursos. → Sexta-feira ocorre o lançamento do livro Entre o Mundo do Crime e do Trabalho: uma etnografia sobre a (re)construção de trajetórias de egressos prisionais no Brasil e no Canadá, no auditório e no foyer. → No sábado há curso de conversação em inglês, turmas básica e intermediária, no auditório; e aulas de patinação urbana, nos pilotis da Ala Sul. → Na terça-feira há aula do curso de grego clássico com a professora Karen Sacconi, na Sala de Cursos.

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Candangão Junino 2026 reúne cultura, tradição e grandes espetáculos em Santa Maria 

A etapa classificatória realizada em Santa Maria transformou o estacionamento do Ginásio de Esportes em um grande palco da cultura popular. Durante três dias de programação, 21 quadrilhas juninas encantaram o público com espetáculos que reuniram teatro, dança, música, figurinos e cenários, levando emoção e valorizando as tradições populares.  A cada apresentação, uma história diferente, inspirada nas raízes da cultura junina | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Santa Maria "Tivemos arquibancadas cheias, torcidas apaixonadas e apresentações de altíssimo nível. O Candangão Junino está cada vez mais consolidado como um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal e do país” Robson Vilela, presidente da Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno Ao final das apresentações, foram conhecidas as cinco quadrilhas mais bem colocadas da etapa. O primeiro lugar ficou com a Sabugo de Milho, seguida por Si Bobiá a Gente Pimba, Sanfona Lascada, Elite do Cerrado e Segue o Fogo, que completaram o grupo das classificadas. Nos destaques individuais, a Elite do Cerrado conquistou o prêmio de Melhor Marcador, enquanto Sabugo de Milho e Segue o Fogo dividiram o reconhecimento de Melhor Casal de Noivos. Cada apresentação contou uma história diferente, inspirada nas raízes da cultura junina, envolvendo o público do início ao fim. As torcidas deram um espetáculo à parte, colorindo as arquibancadas, cantando, vibrando e incentivando os grupos, criando um clima de festa que contagiou brincantes e espectadores. Por trás de cada apresentação existe um trabalho desenvolvido ao longo de meses. As quadrilhas reúnem dezenas de integrantes entre dançarinos, coreógrafos, costureiras, artesãos, cenógrafos e equipes de apoio, que dedicam boa parte do ano à produção de figurinos, cenários e coreografias para levar ao tablado espetáculos de alto nível.  Espetáculos reúnem teatro, dança, música, figurinos e cenários, valorizando tradições populares "Trouxe meus filhos para conhecerem esta tradição e ficamos encantados com as apresentações, a estrutura e a alegria das torcidas. Precisamos de mais eventos assim para a comunidade” Maria Assunção de Flores, dona de casa Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequajudfe), o Candangão Junino 2026 reúne os principais grupos juninos do Distrito Federal e Entorno e fortalece a cultura popular por meio de uma competição que movimenta artistas, comunidades e milhares de admiradores. O evento contou com o apoio da Administração de Santa Maria.  Superação de expectativas Para o presidente da Fequajudfe, Robson Vilela, a etapa de Santa Maria superou as expectativas e demonstrou a força do movimento junino. “Encerramos mais uma etapa com muito sucesso. Tivemos arquibancadas cheias, torcidas apaixonadas e apresentações de altíssimo nível. Ver as famílias prestigiando esse espetáculo gratuito mostra que o Candangão Junino está cada vez mais consolidado como um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal e do país”, disse. [LEIA_TAMBEM]Quem acompanhou de perto as apresentações também aprovou a organização do evento. A dona de casa Maria Assunção de Flores, de 46 anos, levou toda a família para prestigiar as quadrilhas e destacou a importância de iniciativas como essa. “É muito bonito ver um evento gratuito, organizado e seguro para toda a família. Trouxe meus filhos para conhecerem esta tradição e ficamos encantados com as apresentações, a estrutura e a alegria das torcidas. Precisamos de mais eventos assim para a comunidade.” Próximas etapas do Candangão Junino 2026 Grande Final – Ceilândia 📅 25 e 26 de julho Nacional Centro-Oeste – Ceilândia 📅 1º e 2 de agosto ⇒ Entrada gratuita ⇒ Estrutura com arquibancadas e praça de alimentação. ⇒ Transmissão ao vivo: http://www.youtube.com/@FequajuDFE  *Com informações da Administração Regional de Santa Maria

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Edital de vagas remanescentes da UnDF tem inscrições prorrogadas até o dia 11 

Interessados em concorrer a uma das 214 vagas remanescentes em 11 cursos de graduação da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) ganharam mais tempo para participar da seleção. As inscrições foram prorrogadas até o dia 11 deste mês e devem ser feitas exclusivamente pelo site da UnDF.  Arte: Divulgação/UnDF O edital foi lançado em 18 de dezembro, com vistas ao ingresso no primeiro semestre de 2026. As vagas são distribuídas nas modalidades ampla concorrência, cidadãos com 60 anos ou mais e pessoas em privação de liberdade que estejam em regime aberto, semiaberto ou em livramento condicional no Distrito Federal.  Distribuição de vagas De acordo com o edital, há vagas remanescentes para as graduações em matemática, letras – português e inglês, gestão ambiental, atuação cênica, produção cultural, dança, economia e nutrição. Confira aqui! Diferentemente dos processos seletivos tradicionais da UnDF, além de comprovar a conclusão do ensino médio, os candidatos deverão elaborar uma carta de intenção que será avaliada considerando critérios de apresentação pessoal, interesse pelo curso e impacto social e profissional. O modelo do documento está disponível para download no site da UnDF. No ato da inscrição, o candidato deverá preenchê-lo e enviá-lo em formato PDF, conforme as regras descritas no edital. Candidatos em privação de liberdade, que estejam em regime aberto, semiaberto ou em livramento condicional no DF devem apresentar alvará de soltura ou comprovante de cumprimento de pena, ou comprovar participação em uma das cinco últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL). Faça aqui sua inscrição.   *Com informações da UnDF

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Gisèle Santoro, referência da dança na capital federal, morre aos 86 anos

A cultura do Distrito Federal perdeu, nessa quinta-feira (9), uma de suas maiores referências artísticas. Gisèle Loïse Portinho Serzedello Corrêa, conhecida como Gisèle Santoro — bailarina, coreógrafa e professora que marcou a história da dança em Brasília — faleceu aos 86 anos, no Hospital Santa Helena, na Asa Norte. Grande referência da dança no Distrito Federal, Gisèle Santoro faleceu nessa quinta (9), na Asa Norte | Foto: Divulgação/Secec-DF Em junho deste ano, Gisèle foi agraciada com a Medalha do Mérito Distrital da Cultura “Seu Teodoro”, a maior honraria concedida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). O reconhecimento coroou uma trajetória de mais de seis décadas dedicadas à arte e à formação de gerações de bailarinos. Formada pela Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, chegou a Brasília em 1962, a convite da russa Eugenia Feodorova, criadora da Fundação Brasileira de Ballet. Na capital, conheceu o maestro Cláudio Santoro, com quem se casou e construiu uma parceria artística e pessoal que atravessou fronteiras. "Brasília perde uma mestra, mas sua obra permanece viva em cada bailarino que formou e inspirou" Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Em 1966, o casal foi forçado a deixar o Brasil em razão do regime militar. Exilados, viveram na França e, depois, na Alemanha, onde Gisèle permaneceu por sete anos no Teatro Municipal de Heidelberg, além de fundar uma escola de dança. De volta ao Brasil em 1978, Gisèle participou ativamente da inauguração do Teatro Nacional, colaborando na formação da orquestra, do coro e de outros departamentos da instituição. Também foi fundadora do Seminário Internacional de Dança de Brasília e criadora da Mostra de Dança de Brasília, eventos que consolidaram a capital como um dos polos mais importantes da dança no país. Gisèle contribuiu ainda para o ensino da dança clássica, formando diversas gerações de bailarinas e bailarinos no Centro de Dança do DF. “Tive a honra e o privilégio de reinaugurar o nosso Teatro Nacional ao lado de Dona Gisèle — um momento que levarei comigo para sempre. Foi mais que simbólico: foi um reencontro da arte com sua casa, com a presença de quem tanto lutou para que esse espaço existisse e florescesse. Sem dúvida, Gisèle Santoro foi uma das grandes construtoras da identidade cultural de Brasília. Sua dedicação à dança e à formação de artistas marcou gerações. Brasília perde uma mestra, mas sua obra permanece viva em cada bailarino que formou e inspirou. Sua partida deixa um vazio imenso, mas também uma herança inestimável”, enfatizou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, ressaltou que “a importância de Gisèle Santoro reside na sua incansável dedicação à cultura. Pianista, bailarina, professora, produtora: doou sua vida à cultura do DF e do Brasil”. O velório da artista será realizado neste sábado (11), no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em horário a ser confirmado. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Festival Itinerante da Juventude Negra leva oficinas e apresentações culturais a quatro regiões do DF

Com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab-DF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e do Ministério da Cultura, o Festival Itinerante da Juventude Negra já tem datas confirmadas para as oficinas e apresentações culturais que vão circular por quatro regiões administrativas do Distrito Federal em agosto. A iniciativa gratuita oferece formação artística em teatro, dança e circo, além de valorizar expressões culturais da juventude negra do DF por meio de uma seleção pública com premiação. Santa Maria, Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Taguatinga terão atividades do Festival Itinerante da Juventude Negra | Foto: José de Holanda A etapa inicial será em Santa Maria, com oficinas de 5 a 8 de agosto (terça a sexta-feira) e apresentações culturais em 8 e 9 de agosto (sexta e sábado), às 19h30. Em seguida, o festival passa por outras três regiões: Ceilândia, de 12 a 15 de agosto; Sol Nascente/Pôr do Sol, de 19 a 22 de agosto; e Taguatinga, de 26 a 29 de agosto. [LEIA_TAMBEM]As oficinas seguem a mesma grade horária em todas as localidades: → Teatro: das 9h às 11h30; → Dança: das 13h30 às 16h; → Circo: das 16h às 18h30. Serviço → Inscrições e programação completa neste link → WhatsApp: (61) 99874-5115 → Realização: Instituto Bem Viver DF. *Com informações da Secec-DF

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Projeto Circula Cultura chega a Taguatinga com três dias de música, dança e teatro

Com o sucesso da última edição do Circula Cultura, o projeto anuncia sua expansão para Taguatinga. As atividades ocorrerão no Taguaparque (Praça do Respeito), entre os dias 13 e 15 de junho, com muita música, dança e teatro. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Acolher, o Circula Cultura é um projeto que percorre 18 regiões administrativas do DF. O objetivo é promover arte, cultura e entretenimento como forma de valorizar a identidade local e impulsionar a economia criativa. Taguaparque recebe o projeto Circula Cultura, a partir desta sexta-feira (13), com muitas atividades culturais | Foto: Divulgação/Secec-DF O Circula Cultura é um projeto que vai além do entretenimento, atuando como um catalisador de transformação social e econômica. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a iniciativa comprova que a arte tem o poder de transformar vidas e unir comunidades. [LEIA_TAMBEM]Ao expandir sua programação para regiões como Taguatinga, o Circula Cultura democratiza o acesso à cultura de alta qualidade e dá voz aos talentos locais. Isso não só impulsiona a economia criativa, mas também fortalece a identidade cultural de cada localidade, reafirmando que a cultura é um direito universal e um pilar essencial para o desenvolvimento social. Serviço Circula Cultura em Taguatinga Datas: 13, 14 e 15 de junho de 2025 Local: Taguaparque - Praça do Respeito Programação diária Sexta-feira (13) | Público infantil  • 14h: Abertura do evento - DJ Gerson Deveras (e intervalos das apresentações) • Exposições de artesanato e bazar • 14h30: Artista local – Mamulengo Fuzuê • 15h30: Artista local – SQQ Rockids  • 18h: Encerramento Sábado (14)  • 11h – Abertura do evento - Deejay Ketlen (e intervalos das apresentações) • Brinquedos infláveis: até as 15h • Exposições de artesanato e bazar • 15h: Artista local – Bigornas Voadoras • 16h: Artista local – Sonda Mãe • 17h30: Artista regional – MC Bockaum • 18h50: Artista regional – Matheus MPC • 20h30: Encerramento Domingo (15)  • 11h: Abertura do evento - DJ Patty Peronti (e intervalos das apresentações) • Brinquedos infláveis: até as 15h • Exposições de artesanato e bazar • 15h: Artista local – Dimi Souza • 16h: Artista local – Diego Borges • 17h30: Artista regional - Banda Fuzo • 18h50: Artista regional - Art Sublime • 20h30: Encerramento *Com informações da Secec-DF

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Atividades de dança levam alegria e bem-estar a pacientes do Hospital da Criança de Brasília

“Na ponta do pé. Agora um plié. Muito bem! Dá uma voltinha”. Meninas e meninos mantêm os olhos focados nos comandos das professoras de balé. O cenário, porém, não é um estúdio ou uma academia, mas os corredores do Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB). Por um instante, os pacientes mirins focam em algo leve e lúdico. Uma das pacientes do HCB, Alice Ferreira Cruz se diverte com a ação de balé nos corredores do hospital | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Alice Ferreira Cruz, 9 anos, esticava os braços e tentava seguir cada passo. A pequena paciente foi diagnosticada com hiperplasia adrenal congênita – uma doença que afeta as glândulas suprarrenais, responsáveis pela produção de hormônios. Sob a supervisão de princesas e vilãs bailarinas, Alice pôde experimentar a dança, dando uma pausa na internação após a cistoscopia (exame que verifica a bexiga e a uretra). “Tentamos abrandar a seriedade do ambiente hospitalar e a ansiedade que vem com os procedimentos pelos quais elas precisam passar” Jessica Caeli, voluntária “Acho essa ação maravilhosa. Elas [as crianças] ficam mais alegres. Até eu fico! Estar aqui é bastante difícil para eles e para a gente”, conta a mãe de Alice, Ariane Ferreira de Oliveira, 40. Voluntário, o projeto Na Pontinha do Pé HCB foi criado em 2016 e idealizado pela médica Luciana Monte, pneumologista pediatra no HCB e aluna de balé clássico há mais de 20 anos. A ideia é proporcionar experiências e recreações para amenizar os sintomas psicológicos e emocionais decorrentes das doenças graves e seus tratamentos. Bailarina profissional e uma das voluntárias, Jessica Caeli, 40, explica que o trabalho por meio da dança busca ressignificar a internação. “O nosso lema é ‘aliviar a dor em cada passinho’. Tentamos abrandar a seriedade do ambiente hospitalar e a ansiedade que vem com os procedimentos pelos quais elas precisam passar”, diz. “Quando um paciente tem que tirar sangue, por exemplo, mas não quer, pois sente medo, o incentivamos com passos de balé: ‘Olha como a bailarina estica o braço'”, conta. Projeto é adaptado para todos os pacientes, independentemente de gênero e condição física Para todos As atividades começam com alongamentos típicos do balé. Aos poucos, os principais passos são inseridos, como o plié, skip e a ponta do pé. A música clássica está sempre presente, mas hits do momento são incluídos na aula. Personagens de contos de fadas também participam, com bailarinas fantasiadas, desta vez de Branca de Neve e Bruxa Má. “O projeto consiste em dar aulas de balé aqui mesmo na entrada do hospital. Para incluir todo mundo, adaptamos. E assim, meninos e meninas dançam e se divertem. Depois da aula, passamos pelos corredores da internação”, detalha Caeli. Pedro Henrique Gomes, de 3 anos, tenta aprender todos os passos Encantado, Pedro Henrique Gomes, 3, admirava as personagens de contos de fadas, enquanto tentava um plié. A mãe Elen Raissa Gomes Evangelista, 29, demonstrou gratidão: “Meu filho gostou demais. Ele passou por um procedimento para retirar a pele na bexiga e apenas chorava. Só tenho que agradecer o trabalho que elas fazem.” Origem dos passinhos O projeto iniciou após Monte enfrentar o desafio de convencer uma paciente de 2 anos a aceitar os tratamentos quando estava internada com pneumonia e insuficiência respiratória – ambas decorrentes de uma leucemia grave. O canal de interação encontrado foi o balé e, aos poucos, a pequena aceitou o uso da máscara de oxigênio e demais procedimentos. Na ocasião, a paciente havia confessado que o sonho era conhecer uma bailarina de verdade. As atividades se consolidaram e, desde então, são realizadas às sextas, exceto nos feriados, pela manhã ou à tarde, tanto nas dependências do ambulatório quanto na área da internação. A iniciativa atende qualquer criança de 1 a 18 anos e seus familiares, independente da condição física. Voluntários Sem fins lucrativos, o grupo é formado por voluntários. Para fazer parte, basta cumprir os seguintes requisitos: → Morar em Brasília; → Ter mais de 18 anos de idade; → Ter experiência com balé por pelo menos 5 anos; → Gostar de lidar com crianças; → Sentir-se à vontade em ambiente hospitalar; → Ter disponibilidade às sextas-feiras (horário da manhã ou da tarde) → Solicitar uma entrevista à coordenação geral por meio do e-mail: napontinhadope.hcb@gmail.com *Com informações da SES-DF  

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Evento em homenagem às servidoras marca encerramento do Mês da Mulher

O Governo do Distrito Federal (GDF) encerrou, na manhã desta segunda-feira (31), o Mês da Mulher, com a prestação de serviços, música ao vivo e distribuição de brindes para o grupo feminino. Em parceria com diferentes secretarias do governo, a iniciativa Celebra Mulher GDF atendeu cerca de mil pessoas na área externa do Anexo do Palácio do Buriti. O evento Celebra Mulher DF promoveu o atendimento de cerca de mil pessoas com serviços de beleza, vacinação e emissão de carteira de identidade, entre outros | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com o mote “Cuidar de quem cuida” e enfoque na mulher, a iniciativa visa a trazer mais descontração, integração e zelo para os servidores e empregados da administração direta e indireta do DF, como também para a comunidade. “Todo o ano a gente organiza, na primeira semana do Mês da Mulher, uma programação muito grande, e esse ano desejamos incrementar o evento com um encerramento e fechar com chave de ouro”, conta a chefe de gabinete da Secretaria de Economia (Seec-DF), Ledamar Resende. Ação foi realizada na área externa do Anexo do Palácio do Buriti “Além de encerrar o Mês da Mulher, nossa proposta é chamar a atenção para o cuidado com as pessoas. E o evento na sede do governo cumpre o objetivo de olhar para todas as servidoras do GDF”, aponta o secretário executivo de Valorização e Qualidade de Vida da Seec, Epitácio Júnior. Cuidado e integração “A gente se sente valorizada e percebe a atenção do governo em oferecer qualidade de vida para os funcionários”, comentou Ilma Naves O programação ofereceu uma variedade de serviços, incluindo tendas de autocuidado, aulas de dança, emissão de carteiras de identidade e aplicação de vacinas. As ações foram direcionadas principalmente para as mulheres, que compõem a maioria da força de trabalho, representando 67,21% dos 174.172 servidores e empregados públicos do DF. Niedja Taboada aproveitou os serviços de auriculoterapia e se vacinou contra a gripe “O GDF está sempre com as mulheres, cada vez mais valorizando nosso papel dentro da sociedade na questão das políticas públicas”, aponta a servidora pública Viviane Carneiro Silva, 51, sobre o evento. Ela acredita que a iniciativa é capaz de fortalecer o público feminino. “É muito bom, faz muito bem a gente ter essa união e saber que cada vez mais, nós, mulheres, estamos tomando nosso espaço, que já era nosso e será cada vez mais”, ressalta. Para a comissionada Niedja Taboada, 66, o momento é de integração entre as servidoras. “Esse momentos de eventos coletivos é importante para ter trocas entre as pessoas e conhecer outras realidades”, destaca a funcionária, que aproveitou os serviços de auriculoterapia e vacinação para a gripe. A servidora Ilma Naves, 66, também saiu satisfeita: “Eu achei uma iniciativa muito legal. A gente se valorizada e percebe a atenção do governo em oferecer qualidade de vida para os funcionários”. O evento em homenagem e reconhecimento às servidoras conta com a colaboração das secretarias de Comunicação (Secom-DF), Mulher (SMDF), Saúde (SES-DF), Turismo (Setur-DF), Atendimento à Comunidade (Seac-DF), Governo (Segov), Justiça e da Cidadania (Sejus-DF) e Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Também são parceiros Caesb, BRB, Inas, Iprev, IgesDF, IPEDF, Novacap, PMDF, CBMDF, Detran-DF e Casa Militar.

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Projeto apoiado pelo GDF cria escola de formação de bailarinos e primeiro corpo de baile do DF

Arte que exige leveza, precisão e, acima de tudo, dedicação, a dança clássica está em destaque no Quadradinho. Cerca de 90 crianças de 8 a 12 anos foram selecionadas para estrear a Escola de Formação de Bailarinos de Brasília, iniciativa que visa ofertar educação artística de excelência e formar novos talentos. As aulas já começaram e ocorrem no Centro de Dança, equipamento gerido pelo Governo do Distrito Federal (GDF). O espaço também é palco do primeiro corpo de baile profissional brasiliense, que se prepara para ocupar o palco da Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Um marco para a dança clássica da cidade, a Escola de Formação de Bailarinos de Brasília ensina cerca de 90 crianças de 8 a 12 anos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília As duas iniciativas são promovidas pela Cia Bailarinos de Brasília (CBB) com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), responsável pela gestão do Centro de Dança. A seletiva das crianças atendidas pela escola de formação e dos bailarinos para o grupo de alta performance ocorreu no começo deste ano. “A criação da escola e do corpo de baile são um marco para a dança clássica da nossa cidade. A oportunidade que esses jovens estão tendo abre perspectivas que antes poderiam ser inimagináveis. Muitas crianças sonham em praticar o balé clássico, mas não conseguem por falta de recursos, e com a escola estamos ampliando esse acesso”, observa a vice-governadora, Celina Leão. “Já o corpo de baile oferece um futuro promissor aos participantes a partir da profissionalização e do contato com os melhores professores na capital do país.” Novos talentos Ceci Borges elogia as aulas de dança e de música As atividades da escola iniciaram no final de fevereiro e contemplam diversos assuntos do universo da dança. Há aulas de balé clássico, dança contemporânea e danças folclóricas, preparação física, musicalidade, expressão e performance artística, história da dança e francês aplicado à dança. Desta forma, os alunos têm contato direto com o repertório clássico, aprendendo desde a teoria do balé até habilidades físicas como flexibilidade, força e equilíbrio. Os encontros ocorrem no contraturno escolar de segunda a sexta-feira. Segundo a diretora geral do projeto, Tereza Braga, crianças em situação de vulnerabilidade social têm acesso ao balé de modo completo, indo desde o básico aos principais e mais avançados passos da dança. “Entendemos que o preço das academias é bastante caro e muitas crianças não têm essa oportunidade. Esse é um projeto gratuito que pretende formar bailarinos para a cidade”, observa. Entre as alunas do horário vespertino, estão as estudantes Ceci Borges, 8 anos, e Julia Maria dos Anjos, 8. As meninas residem em Vicente Pires e no Sol Nascente, respectivamente, e aproveitam cada segundo da formação. “Já aprendemos muitas coisas. Temos aula de música, que é muito legal porque identificamos os sons. E tem a de dança urbana, em que a gente se movimenta muito”, comenta Cecí. Julia Maria dos Anjos diz que seu movimento preferido no balé é o plié As pequenas bailarinas ensaiam os passos em frente ao espelho, de olho na técnica e na precisão de cada elemento das coreografias. O movimento preferido de Julia é o plié. “Você põe os pés juntos e dobra a perna. É muito importante para o balé. Usamos na hora que vamos saltar, daí caímos no plié”, ensina ela. Referência “Estamos muito felizes com a criação do corpo de baile, que não existia na cidade, e de estrear com um espetáculo de autoria da própria companhia em um teatro novinho”, afirma o diretor artístico do grupo, Luiz Ruben Gonzalez (à direita) Para o corpo de baile profissional do DF, foram escolhidos 12 talentos – cinco homens e sete mulheres em duas audições, uma em Brasília e outra em São Paulo. O grupo se encontra desde fevereiro, de segunda a sexta-feira, e atualmente se dedica aos ensaios do primeiro espetáculo, que deve ocupar a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. O espaço foi reaberto por este GDF em dezembro do ano passado com investimento de R$ 70 milhões. “Estamos muito felizes com a criação do corpo de baile, que não existia na cidade, e de estrear com um espetáculo de autoria da própria companhia em um teatro novinho”, celebra o diretor artístico do grupo, Luis Ruben Gonzalez. Cubano, ele veio a Brasília pela primeira vez em 2004 e, desde então, se apresentou na Sala Villa-Lobos diversas vezes. Esta parte do teatro também será reformada por este GDF. O edital para licitação da obra foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em dezembro passado. Para o corpo de baile profissional do DF, foram escolhidos cinco homens e sete mulheres em duas audições, uma em Brasília e outra em São Paulo Gonzalez afirma que os bailarinos trabalham diuturnamente para levar a capital do país a novos patamares. “Temos uma rotina diária com preparação física, com alongamento, treinamento de força e de flexibilidade, e depois uma aula de balé, que prepara o grupo para trabalhar na mesma intensidade”, explica. Além das peças autorais, também haverá montagem de espetáculos de alto nível, como O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes. “Estar aqui tem sido realmente um dos maiores sonhos da minha vida”, diz a bailarina Inara Ramos, ao lado de Daniel Dantas Moradora do Gama, a bailarina Inara Ramos, 23, está animada com a chance de representar a cidade natal. “Ano passado eu estava trabalhando na Europa, mas com o sonho de voltar para o Brasil porque queria estar perto das pessoas que eu amo. Quando surgiu a audição eu falei ‘meu Deus, não posso perder essa oportunidade’. Estar aqui tem sido realmente um dos maiores sonhos da minha vida”, revelou. “É uma honra fazer parte disso e acho que é um pontapé inicial maravilhoso para a arte da cidade. Muitos de nós estamos começando agora em uma companhia profissional e estamos crescendo muito.” O bailarino Daniel Dantas, 18, não pensou duas vezes quando foi escolhido para o corpo de baile brasiliense e mudou-se de Cubatão, município de São Paulo, para a capital federal. “Abracei essa oportunidade para ter experiências fora de casa, fora da minha zona de conforto. Queria testar algo novo e acho que artisticamente e profissionalmente iria crescer mais. Já tivemos várias montagens coreográficas e os trabalhos vêm seguindo uma linha super árdua, mas que melhora a cada ensaio”, conclui ele. Participe Além das aulas da escola de formação e dos ensaios do grupo profissional, o Centro de Dança também oferece uma grade completa de aulas. As turmas são divulgadas na rede social do equipamento e enriquecem, cada vez mais, o cenário cultural da capital da República.  

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CEF Caseb une teatro e dança como incentivo à aprendizagem

No Centro de Ensino Fundamental (CEF) Caseb, na Asa Sul, o projeto Artes para Todos (PAT) une arte e movimento por meio da educação somática, abordagem que enfatiza a consciência do corpo e do movimento. Destinada a alunos do oitavo ano do ensino integral, a iniciativa oferece atividades semanais de alongamento, meditação e percepção corporal.  A preparação culmina em uma apresentação especial na Semana de Combate à Violência contra a Mulher, no dia 28 deste mês, e outra na Semana da Dança, em maio.    Júlia Sena (E), com a colega Naylla Sacramento, durante preparação para a Semana de Combate à Violência contra a Mulher: “Quando discutimos esses temas, conseguimos enxergar coisas que talvez passassem despercebidas em nossas vidas ou até dentro de casa”   | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A metodologia valoriza a escuta do próprio corpo, promovendo um aprendizado sensível e integrado, em que os alunos se preparam para a atuação em formato de teatro e dança. O processo envolve etapas como percepção, sensação e ação, permitindo que eles explorem suas potencialidades antes de entrarem em cena.  “Trabalhamos com a abordagem somática na educação em dança, o que auxilia os alunos no processo de aprendizagem” Cristiane Castro, idealizadora do projeto Os ensaios são conduzidos pela professora Cristiane Castro, idealizadora do projeto. Os alunos aprendem técnicas de alongamento, meditação e regulação do tônus muscular para se movimentar de forma mais natural e expressiva. Além de aprimorar a técnica de dança, a abordagem contribui para o bem-estar físico e emocional dos participantes.  “Trabalhamos com a abordagem somática na educação em dança, o que auxilia os alunos no processo de aprendizagem”, explica a professora. “Como o conhecimento e o movimento passam pela experiência corporal, eles desenvolvem maior consciência sobre os seus processos cognitivos. Isso contribui não apenas para as aulas de teatro e dança, mas também para disciplinas da base curricular comum, como Português, Matemática, História e Inglês.”    Apresentações artísticas     Com treino e dedicação, os estudantes preparam-se para as performances que vão apresentar na escola durante a Semana de Combate à Violência contra a Mulher, no dia 28, e a Semana de Dança, de 5 a 9 de maio. Eles desenvolveram uma coreografia especial para uma poesia temática sobre o tema e um ensaio sobre a música Triste, Louco ou Má, da banda Francisco El Hombre.    A estudante Júlia Damasceno Sena, 13, reforça a importância do tema no ambiente escolar: “É fundamental falar sobre as várias formas de violência contra a mulher em sala de aula, pois, às vezes, algumas meninas não percebem que certos comportamentos em relacionamentos podem ser abusivos. Quando discutimos esses temas, conseguimos enxergar coisas que talvez passassem despercebidas em nossas vidas ou até dentro de casa”.    Já Naylla Maria Sacramento, 12, explica como o projeto tem impactado no seu aprendizado: “Nas aulas, integramos técnicas como pilates solo, ioga e meditação, o que me ajuda a manter o foco e a atenção. Isso também melhora meu desempenho em algumas disciplinas”.   Arte que ensina  Durante todo o ano há atividades voltadas para diversas temáticas, entre as quais se destaca a arte. No sétimo ano, os alunos estudam danças populares de matrizes africanas e indígenas, especialmente no Mês da Consciência Negra, período em que a escola promove uma semana inteira de atividades sobre o tema. Cristiane Castro compartilha os resultados e defende que todo aprendizado passa pelo corpo.   “Quando os alunos percebem que não são apenas um corpo, mas que sua corporeidade está envolvida no processo de aprendizado, eles se desenvolvem melhor”, afirma. “Além disso, incentivamos a pesquisa na prática, permitindo que os alunos construam coreografias a partir de suas próprias vivências, e não apenas reproduzam movimentos virais das redes sociais, como os do TikTok.”    *Com informações da Secretaria de Educação

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