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Ferramenta torna registro de fraudes mais rápido e completo no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) desenvolveu uma nova ferramenta para agilizar o registro e aprimorar a investigação de crimes de fraude. A solução foi criada a partir de uma solicitação do Comitê de Crimes Patrimoniais da PCDF e é integrada à plataforma da delegacia eletrônica. Por meio de um questionário, o sistema orienta o cidadão de acordo com as características do fato e o auxilia na classificação da ocorrência, direcionando o registro para naturezas como estelionato, furto mediante fraude e outras fraudes. A plataforma também apresenta diferentes modalidades de golpes e utiliza uma trilha investigativa específica para cada situação. As perguntas são direcionadas para garantir, já no momento do registro, a coleta das informações necessárias à investigação. A nova funcionalidade busca tornar os registros mais completos desde o primeiro momento, reduzindo a necessidade de obtenção posterior de informações e contribuindo para investigações mais precisas e ágeis Entre os dados que passam a ser estruturados estão banco, agência, conta, informações do cartão, conta de destino, chave Pix e valor do prejuízo. Antes, mesmo quando as vítimas apresentavam relatos detalhados, essas informações nem sempre eram registradas, o que poderia exigir novas diligências para obtê-las e atrasar as investigações. Com os dados organizados, as unidades responsáveis poderão realizar análises de vínculos e investigações em lote, facilitando a identificação de conexões entre ocorrências e possíveis organizações criminosas. A ferramenta também permite que o comunicante ou a vítima envie documentos e outros arquivos relacionados ao fato. A nova funcionalidade busca tornar os registros mais completos desde o primeiro momento, reduzindo a necessidade de obtenção posterior de informações e contribuindo para investigações mais precisas e ágeis. O tempo estimado para concluir o registro de uma ocorrência pela nova ferramenta é de aproximadamente oito minutos.  

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Saiba onde buscar ajuda em casos de violência contra a mulher no DF

Mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Distrito Federal contam com canais e unidades de atendimento para denúncias, emergência, acolhimento e assistência psicológica, social e jurídica. Os serviços podem ser acionados por telefone, aplicativos de mensagens, internet ou presencialmente. Em situações de emergência ou agressão em andamento, a orientação é acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190. Para denúncias que não exigem intervenção imediata, é possível recorrer ao Disque-Denúncia (telefone 197), da Polícia Civil, inclusive em casos relatados por terceiros. Há diversos pontos de atendimento e acolhimento para mulheres que passam por alguma situação de violência | Foto: Divulgação A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 também recebe denúncias e presta orientações gratuitamente, 24 horas por dia e de forma confidencial. Os relatos são encaminhados aos órgãos responsáveis. Registro de ocorrência O registro de ocorrência pode ser feito presencialmente em uma unidade da Polícia Civil ou pela internet, por meio do serviço Maria da Penha Online, na Delegacia Eletrônica. O DF conta com duas unidades da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), com funcionamento 24 horas: → Deam I – Plano Piloto EQS 204/205, telefone (61) 3103-1926 → Deam II – Ceilândia QNM 2, conjuntos G/H, Área Especial Telefone: (61) 3207-7391. Denúncias também podem ser encaminhadas ao telefone 197, ao aplicativo de mensagens (61) 98626-1197 e ao endereço eletrônico denuncia197@pcdf.df.gov.br. Estão em funcionamento seis unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam): Deam I (Asa Sul), Deam II (Ceilândia), 6ª DP (Paranoá), 11ª DP (Núcleo Bandeirante), 29ª DP (Riacho Fundo II) e 38ª DP (Vicente Pires). Acolhimento e proteção A Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, funciona 24 horas com serviços de acolhimento, atendimento psicossocial e encaminhamento para outros serviços. Para casos de risco, o espaço disponibiliza alojamento de passagem por até 48 horas. Os centros especializados de atendimento à mulher prestam atendimento psicológico, social e jurídico, além de orientação e encaminhamentos. Há unidades na 102 Sul, em Planaltina e no Plano Piloto (Ciob). O atendimento regular é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A Casa Abrigo oferece acolhimento sigiloso a mulheres em risco de morte e seus dependentes. O local disponibiliza assistência psicológica, jurídica, pedagógica e social, com permanência de até 90 dias, prorrogável conforme avaliação técnica. O encaminhamento para a estrutura é feito por delegacias de polícia, pela Casa da Mulher Brasileira ou por ordem judicial. A localização do espaço permanece sob sigilo por razões de segurança. Canais rápidos → 190: emergência e agressão em andamento → 180: Central de Atendimento à Mulher, 24 horas → 197: denúncias à Polícia Civil → (61) 98626-1197: WhatsApp da PCDF → Delegacia Eletrônica: registro de ocorrência de violência doméstica → (61) 98382-0130: Programa Direito Delas. Em caso de risco imediato, a recomendação é procurar um local seguro e acionar os serviços de emergência. Para situações que não exigem resposta policial imediata, a vítima ou familiares podem buscar os canais de denúncia e os serviços de acolhimento da rede pública.  

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Delegacia Eletrônica da PCDF completa oito anos com mais de 1,6 milhão de atendimentos

A Delegacia Eletrônica da Polícia Civil do Distrito Federal (DPEL/PCDF) completou oito anos de operação com um total acumulado de 1.661.581 ocorrências desde a inauguração. A plataforma virtual, vinculada ao Departamento de Inteligência, Tecnologia e Gestão da Informação (DGI/PCDF), alcançou um marco significativo em 22 de abril de 2025, ao registrar, analisar e homologar 1.028 ocorrências policiais em um único dia. O Maria da Penha Online, desenvolvido por servidores da própria DPEL em 2021, foi premiado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública por suas características de privacidade, pronto atendimento e celeridade, permitindo que a vítima registre a ocorrência quando e onde desejar | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Transformada em unidade autônoma em 2017, a Delegacia Eletrônica atualmente responde por cerca de 60% de todos os registros de ocorrências na PCDF. O objetivo principal é oferecer à população agilidade, conveniência e segurança no registro de ocorrências, otimizando o fluxo nas delegacias físicas e permitindo que os policiais se concentrem em atividades investigativas. A plataforma e os protocolos de registro online da Delegacia Eletrônica são reconhecidos pela modernidade e agilidade, servindo de modelo para outras polícias civis do Brasil. Entre os serviços oferecidos, destaca-se nacionalmente o Projeto Maria da Penha Online, que possibilita o processamento e encaminhamento virtual de ocorrências e pedidos de medidas protetivas ao Poder Judiciário.  "A Delegacia Eletrônica é um projeto estratégico da Polícia Civil do Distrito Federal, que segue em constante aprimoramento visando garantir a celeridade no registro, análise e homologação das ocorrências policiais, garantindo exponencial redução no tempo de resposta ao combate aos crimes no Distrito Federal", afirma o diretor da Delegacia Eletrônica (DP Eletrônica), Haendel Fonseca. A Delegacia Eletrônica atualmente responde por cerca de 60% de todos os registros de ocorrências na PCDF "Nos casos de vítimas em situações de vulnerabilidade, violência doméstica, às mulheres, crianças, adolescentes e idosos , os pedidos de medidas protetivas são encaminhados online ao TJDFT, com tempo de resposta e deferimento pelo Poder Judiciário em até 1h, após o registro pelas vítimas", acrescenta o diretor. O Maria da Penha Online, desenvolvido por servidores da própria DPEL em 2021, foi premiado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública por suas características de privacidade, pronto atendimento e celeridade, permitindo que a vítima registre a ocorrência quando e onde desejar. Atualmente, o posto policial virtual é a terceira unidade que mais recebe ocorrências de violência contra a mulher na PCDF, com um tempo médio de resposta entre o registro e a decisão judicial de duas horas, e um índice de deferimento de 89% nas medidas protetivas instruídas eletronicamente. [LEIA_TAMBEM]A Delegacia Eletrônica acolhe todas as naturezas criminais, inclusive acionando prontamente em casos graves, como crimes violentos contra a vida. Os registros virtuais possuem o mesmo valor legal dos presenciais, sendo analisados individualmente e encaminhados às delegacias de apuração, garantindo a integração com as demais unidades da PCDF. A plataforma permite que as vítimas descrevam os fatos em texto de sua autoria, preservando sua intimidade. Além de ser um canal importante para situações graves e emergenciais, a Delegacia Eletrônica também é responsável pela recepção de fatos que geram prisões em flagrante e casos de socorro a vítimas, via sistema de saúde do Distrito Federal. A unidade se destaca pela presteza no atendimento à população mais vulnerável, como crianças, idosos, mulheres e pessoas com deficiência, além de dar prioridade a casos de desaparecimento de pessoas, garantindo que as ocorrências sejam analisadas imediatamente e concluídas apenas quando a vítima recebe proteção e o risco é encerrado. Em constante aprimoramento, a Delegacia Eletrônica tem investido na automatização dos registros mais demandados pela população, como os casos de fraudes, tornando o processo mais intuitivo. Recentemente, foi desenvolvido o registro automatizado de fatos atípicos, porém judicialmente relevantes, que deverão ser registrados exclusivamente de forma virtual. A DPEL proporciona um atendimento rápido e que respeita a autonomia da vítima, sem a necessidade de deslocamento a unidades policiais. Em 2025, a plataforma já homologou 100 mil ocorrências. A Delegacia Eletrônica se estabelece, assim, como um canal de atendimento acessível e um recurso funcional para a sociedade do Distrito Federal. *Com informações da PCDF  

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