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GDF reforça saúde e educação com nomeações e obras durante o período eleitoral

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Durante o período eleitoral, as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) não pararam. No intervalo de 4 de julho a 23 de outubro, a rede pública de ensino teve 2.681 professores nomeados e a Saúde convocou 278 médicos. Obras em hospitais, unidades de pronto atendimento e creches seguiram em diferentes regiões administrativas. As ações ainda incluem um concurso com 10.604 vagas na Educação, a expansão da rede de urgência e emergência na Saúde e a publicação de recursos para cirurgias ortopédicas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Mais professores e preparação de novo concurso Na Educação, a nomeação de 2.681 professores, publicada em 2 de setembro, alcançou 28 especialidades do concurso de 2022. Desse total, 2.560 são da área de atividades, cujo cadastro de reserva foi integralmente convocado. As demais nomeações contemplaram disciplinas e áreas como língua portuguesa, matemática, ciências naturais, educação física, informática e Libras. Um novo concurso para a Secretaria de Educação prevê 10.604 oportunidades: 2.650 vagas imediatas e 7.954 para cadastro de reserva. A seleção abrangerá professores, pedagogos-orientadores educacionais, gestores e analistas em políticas públicas e gestão educacional. A escolha do Instituto Quadrix como banca organizadora foi divulgada em 15 de outubro. Na Saúde, a convocação de 278 médicos, em 11 de setembro, abriu caminho para novas contratações temporárias | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A educação pública precisa de profissionais concursados”, afirmou a governadora Celina Leão. A ampliação da estrutura escolar inclui o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) em construção na Cidade Nova, antiga Vila DVO, em Santa Maria. O contrato para concluir a obra é de R$ 4,745 milhões, e a unidade terá capacidade para atender 188 crianças em tempo integral. O projeto prevê dez salas de aula, distribuídas em dois blocos, além de espaços administrativos e de apoio. Será a oitava creche desse modelo na região. Médicos e unidades mais perto de casa     Na Saúde, a convocação de 278 médicos, em 11 de setembro, abriu caminho para novas contratações temporárias. A lista inclui 200 generalistas, 43 médicos de família e comunidade, 34 ginecologistas e um oncologista. A convocação prevê a atuação dos profissionais de família e comunidade nas unidades básicas de saúde (UBSs); a distribuição dos demais considera as necessidades da rede. A expansão da rede de urgência e emergência também passou pelos canteiros de obras. Em Taguatinga Sul, a primeira unidade de pronto atendimento (UPA) da região administrativa tem investimento de R$ 17,47 milhões e previsão de mais de 60 leitos, funcionamento durante 24 horas e tomógrafo próprio. No Sol Nascente, outra UPA está em construção, com investimento estimado em R$ 16,9 milhões. O projeto prevê 65 leitos, dos quais 33 para adultos e 32 para crianças, além de consultórios, salas de estabilização, laboratório, farmácia e diagnóstico por imagem. “Essa população do Sol Nascente e do Pôr do Sol, que hoje recorre a outra unidade de saúde, vai poder ter atendimento mais próximo de casa”, afirmou Celina Leão durante visita à obra. Na Estrutural, a construção da UBS 3 tem investimento de R$ 11,3 milhões. A unidade poderá abrigar até quatro equipes de saúde da família, com serviços de vacinação, curativos, saúde bucal e farmácia, entre outros atendimentos. Para a dona de casa Nariane Pinheiro, moradora da região desde o fim dos anos 1990, a proximidade faz diferença para quem depende de transporte ou tem dificuldade de locomoção. “Existem crianças que precisam de atendimento, idosos que não têm condições de ir andando, pegar um ônibus e se deslocar para outra UBS”, relatou. Com a nova estrutura, disse ela, “será possível ir andando e chegar até o local”. Obras em hospitais e recursos para cirurgias Nos hospitais, as intervenções alcançaram tanto áreas de atendimento quanto estruturas necessárias ao funcionamento das unidades. No Hospital Regional do Gama, o conjunto de reformas tem investimento projetado superior a R$ 2 milhões e inclui a unidade de terapia intensiva (UTI), urologia, radiologia, cozinha, refeitório e o núcleo responsável pelo armazenamento e pela distribuição de vacinas na região. A UTI recebeu nova cobertura e adequações internas. O hospital também passou por intervenções para receber um tomógrafo, com capacidade anunciada para oferecer mais 900 exames por mês à rede pública. Em Brazlândia, a reforma e ampliação do pronto-socorro entrou em nova etapa, com a contratação de serviços remanescentes, entre eles a construção da subestação elétrica. O orçamento global da obra é de R$ 20,2 milhões. O projeto inclui espaços para cirurgia ambulatorial, um novo bloco de internação da clínica cirúrgica e adequações em setores como laboratório, odontologia e agência transfusional. A execução por etapas permite manter os serviços de saúde durante as intervenções. Além das obras, o governo anunciou, em 6 de outubro, a destinação de R$ 50 milhões no orçamento para cirurgias ortopédicas eletivas, aquelas que podem ser agendadas. A estimativa apresentada foi de mais de três mil procedimentos para pacientes que aguardam atendimento. Na mesma reunião, a governadora autorizou o pagamento de R$ 46 milhões a hospitais privados credenciados à rede pública. Ao tratar das filas, Celina Leão ressaltou que o objetivo é reduzir o intervalo entre a indicação e a cirurgia. “A gente não pode falar em zerar a fila. Eu zero hoje e amanhã tem consulta, então outra pessoa volta para a fila. Mas o tempo de espera tem que ser razoável”, afirmou.

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Ação acolhe população em situação de rua nesta quinta-feira no Plano Piloto e em Taguatinga

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 32 endereços distintos no Plano Piloto e em Taguatinga. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (2), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Pessoas em situação de rua que vivem nessas regiões foram consultadas previamente, para mapeamento do público que será atendido e suas demandas | Foto: Divulgação/Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para a quinta-feira (2): 1. L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro; 2. 601 Norte; 3. SGAN 606, via L3 próximo à cerca dos módulos C, D e E; 4. SGAN 607, área verde; 5. SGAN 608, via L3, atrás do IDP; 6. L3 Norte, altura da 611;  7. Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago; 8. Ao lado do Clube da Aeronáutica; 9. Ao lado do posto Melhor;  10. Via L4 Norte, próximo a via N1 Leste; 11. Rua DFL, Casa 1.    Pontos de ação em Taguatinga: 1. Imediações do Centro Pop; 2. Área verde em frente ao pronto socorro do Hospital Regional de Taguatinga; 3. QNC, muro lateral do HRT, próximo à entrada do Banco de Leite Humano e à Promotoria de Justiça de Taguatinga; 4. QNC/QNF 01, área de mata localizada acima do campo de futebol de terra e próximo ao Senai;   5. QND 21/23, marquise da calçada em frente ao comércio local; 6. QNH Área Especial 178; 7. QNM 36, Setor M Norte; 8. QNM 34/36, em frente ao supermercado Bom Preço; 9. QNL 13, Bloco H; 10. QNL 04, Bloco D, próximo ao edifício Braz Viana; 11. Ponto de captação de água, córrego cortado, margem da Avenida Elmo Serejo; 12. CNB 03, marquise do Templo Budista; 13. Biblioteca Pública na Avenida Comercial; 14. C12, atrás do lote 13; 15. Quadra C7, marquise das Casas Bahia;  16. Quadra C5, marquise do Lote 6; 17. Quadra C3, marquise da Caixa Econômica; 18. Setor Hoteleiro; 19. Avenida Samdu Sul, na altura da QSB 12/13; 20. QSD 22/32, área de mata atrás da 3ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga; 21. CSG 13, atrás do atacadista Super Adega.    *Com informações da DF Legal

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Ação acolhe população em situação de rua nesta quinta-feira (25) no Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 8 endereços distintos do Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (25), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.  Durante a semana, as secretarias realizaram atendimentos prévios e mapearam o público que será atendido | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Via N2, próximo à 5ªDP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; 4. SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; 5. SGAN 913, entre o colégio Anjo da Guarda e a mesquita; 6. SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; 7. Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; 8.  SHCNW 302, interior da torre abandonada. *Com informações da DF Legal

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Ação acolhe população em situação de rua nesta segunda-feira no Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 12 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta segunda-feira (22), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Durante toda a semana, as secretarias fizeram atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para esta segunda-feira (22): 1. Proximidades da Torre de TV; 2. Torre de TV, subsolo; 3.  Setor Comercial Sul; 4. SHCS CLS 102 bloco A, ao lado da Drogasil; 5. CLS 303, atrás do Bloco D (loja Pepe Tintas); 6. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 7. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 8. SHCS CLS 305, ao lado da Drogasil; 9. Centro POP 903 Sul; 10. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 11. Entre as quadras 202/203, próximo ao campo de terra e estacionamento da estação de metrô; 12. SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão.  *Com informações do DF Legal

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Ação acolhe população em situação de rua nesta quarta-feira (17) no Plano Piloto e em Samambaia 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 54 endereços distintos no Plano Piloto e em Samambaia. A ação está prevista para ter início às 9h desta quarta-feira (17), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Além da oferta de serviços, operação oferece ajuda para aluguel, vagas em abrigos, programas de qualificação profissional e o cadastro para unidades habitacionais | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto nesta quarta-feira (17): 1. Setor Comercial Sul; 2. Buraco do Rato; 3. Eixo Rodoviário Sul (Eixão); 4. Entre as quadras 202/203, próximo ao campo de terra e estacionamento da estação do metrô; 5. SQS 303/304, área verde; 6. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 7. Centro POP 903 Sul; 8. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 a 905 e 702 a 705; 9.  Entre o Complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; 10. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; 11. Epia, em frente a Primetek, canteiro central; 12. Rodoviária Interestadual  13. Mata entre Abin e a Rodoviária; 14. Epia, em frente a concessionária Jeep, canteiro central e por trás da parada de ônibus.     Pontos de ação em Samambaia:  1. QD 201, próximo ao 37º GBM, grade do quartel dos bombeiros; 2. QD 201, em frente ao Condomínio Ilha de Páscoa; 3. QD 201, atrás do Supermercado Tático; 4. Quadra 202, Conjunto 2 e 5 e ao lado do metrô; 5. QR 102, em frente a estação de metrô; 6. Quadra 302, Centro Urbano; 7. Q 301, no muro do Estádio Rorizão; 8. QN 501, Conjunto 14, em frente à Avenida Principal; 9. QN 511, próximo ao Conjunto C; 10. QR 313, Conjuntos 12, 13, 23 e Loja 02; 11. QN 313, próximo ao Conjunto C, Lote 1; 12. QN 513, Área Especial 1; 13. QR 521, Praça do Cidadão; 14. QN 325, atrás do Conjunto B; 15. Quadra 127 e 225; 16. QR 425, no Balão - Primeira Avenida; 17. QR 423, próximo ao Conjunto 3, Lote 22 18. QN 419, próximo ao Creas; 19. QR 411, Conjunto D; 20. QS 409, atrás do Caic Helena Reis; 21. QN/QR 405, QN 403, Conjuntos F, G, 5; 22. QN 401, Conjunto I, próximo ao Colégio CCI; 23. QN 410, próximo ao Conjunto 01; 24. QR 608, obras da ciclovia; 25. QR 610, obras da ciclovia; 26. QN 402, em frente à Igreja Casa do Pai; 27. QI 416, área pública em frente ao conjunto 1; 28. QN 210 Conjunto D, Lote 2, em frente à Clínica Amor Saúde; 29. QR 210, em frente ao Conjunto 15, Área Pública Rede Fumas; 30. QS 116, Conjunto 6, próximo ao Centro Clínico de Samambaia; 31. QN 320, Conjunto 1; 32. QN 320, Conjunto 7, em frente ao Lote 04; 33. QR 516, conjuntos 13 e 23; 34. QR 512, próximo ao conjunto 9; 35. QR 510, Conjunto 4; 36. QS 512, atrás da escola e posto de saúde; 37. QR 310, conjuntos 11, 13 e 09; 38. QS 431, em frente ao conjunto E; 39. QR 433, Conjunto 01, Casa 15; 40. QR 833, próximo ao conjunto 04. *Com informações do DF Legal

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Tem ação de acolhimento da população em situação de rua nesta 3ª no Plano Piloto e em Planaltina

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 25 endereços distintos no Plano Piloto e em Planaltina. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (16), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Durante a ação de acolhimento, as pessoas  em situação de rua receberão oferta de diversos em áreas, como saúde, assistência social e orientação sobre cuidados com animais domésticos | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizarão abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Eixo Rodoviário Norte (Eixão); 2. SQN 116, entrada da quadra; 3. Entre o Eixo W e o Eixão (em frente 115/116 Norte); 4. Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago; 5. DF-004, em frente Deck Norte; 6. SQN 416 bloco M/Via L2; 7. SQN 216, ao lado do bloco A e B; 8. L3 Norte, altura da 611 e adjacências; Pontos de ação em Planaltina:  1. Ao lado do Cemitério — SOF Conjunto C/D Lote 344; 2. Próximo ao Setor de Oficinas; 3. Ao lado da via oposta — SOF Quadra 1 Conjunto 1B, Jardim Roriz; 4. Área Pública em frente à Quadra 7 SRL, Jardim Roriz; 5. Quadra 6, Conjunto 6H, SRN-A — Jardim Roriz, ao lado da Escola Classe 13; 6. Próximo à Quadra 7 do Jardim Roriz, última entrada; 7. SRN Jardim Roriz, próximo à Quadra 1, Conjunto 2I; 8. Próximo ao viaduto da BR-020; 9. Parque Ecológico Sucupira; 10. Próximo ao Hipermercado Dia a Dia; 11. Próximo ao muro do Parque de Serviço — SOF; 12. Atrás da antiga garagem da Piracicabana; 13. Próximo ao Comper; 14. Restaurante Comunitário de Planaltina; 15. Próximo às entrequadras 10/20, Buritis II; 16. Próximo ao Centro de Ensino Especial 1; 17. Quadra 2, Conjunto 2I, Lote 48. *Com informações da DF Legal

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Redes de assistência social, educação e trabalho garantem ao DF o topo em ranking de desenvolvimento humano

O Distrito Federal alcançou o topo do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil em 2024, com a marca histórica de 0,866, e conquistou a faixa de "muito alto desenvolvimento humano", acima do resultado nacional (0,805). Esse índice não é apenas uma estatística fria em um relatório. Por trás dos números que medem saúde, educação e renda estão milhares de vidas que encontram na rede de proteção e incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) a força necessária para reescrever as próprias histórias.  O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul chega a atender quase 30 mil famílias por ano  “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Entre 2021 e 2024, o índice brasiliense teve avanço de 0,043, ou 5,2%, quando ficou em 0,823. Em 2012, o resultado do DF era de 0,824. O IDHM, uma adaptação do índice global para avaliar a realidade das unidades federativas e municípios, avalia o bem-estar e o progresso de longo prazo da população. A escala varia de 0 a 1 e é calculada com base no desempenho em três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: a garantia de uma vida longa e saudável (longevidade e saúde), o acesso ao conhecimento (educação) e um padrão de vida decente (renda e trabalho). O Radar IDHM 2024 é o documento com os dados mais recentes. A publicação é elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sustentar esse topo e transformar o vigor econômico em bem-estar social nas regiões administrativas, o GDF atua de forma integrada: a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lidera uma rede de proteção com programas inovadores como o Cartão Prato Cheio e o DF Social, que garantem segurança alimentar e dignidade; a Secretaria de Educação impulsiona os índices educacionais com a menor taxa de analfabetismo do país e o avanço histórico do programa Alfaletrando, que já alfabetizou 65% das crianças até o 2º ano; enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet) fecha o ciclo de desenvolvimento humano, ao fomentar a autonomia financeira por meio da capacitação profissional do QualificaDF e da revitalização comunitária do RenovaDF.  Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação” Luz no fim do túnel A cozinheira Diana Patrícia Moura sabe bem o que esse amparo significa. Diagnosticada com uma doença grave em outubro do ano passado, ela se viu impossibilitada de trabalhar. Sem renda, morando de aluguel e focada no tratamento médico, o medo da fome bateu à porta. A resposta veio por meio do Cartão Prato Cheio, que garante R$ 250 mensais para a compra de alimentos a 130 mil famílias no DF, em 18 parcelas. "Vai ajudar muito, porque tem que pagar aluguel, né? Fora o aluguel, o mais caro é a comida. Então, vai ser bem-vindo", desabafa a moradora de Samambaia Sul, agora com a tranquilidade de ter o alimento garantido durante sua luta pela saúde.  O diferencial de acolher os cidadãos nos momentos mais críticos e garantir o mínimo para recomeçar é o que sustenta essa ampla rede de apoio. A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, explica que para muitas pessoas o Estado é a única porta possível a bater. “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa, com o benefício do Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás e o DF Social, que complementam a renda e reduzem o impacto nos orçamentos dessas pessoas”.   Tamires Nigre, mãe de recém-nascida, sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio O amparo, no entanto, não se restringe à transferência de renda, mas exige um olhar humanizado que atua na raiz do bem-estar social. “Seja com um pernoite no Hotel Social para garantir dignidade e oportunidades para outras políticas públicas ou com acompanhamento adequado dos Cras, além de garantir direitos, essas políticas socioassistenciais reconstroem vidas e também previnem vulnerabilidades e reduzem as mazelas, melhorando a qualidade de vida para toda a população do DF”, complementa a secretária.  "A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda"   Tamires Negre, dona de casa, mãe de recém-nascida Essa reconstrução de vidas busca, acima de tudo, construir uma ponte para a autonomia. Tamires Negre, mãe de uma recém-nascida de apenas 22 dias, vive em uma casa com seis pessoas e já sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio. Agora, a dona de casa precisa da Bolsa Natalidade, que oferece kit com enxoval e R$ 200 para famílias vulneráveis, para ajudar nas despesas com a bebê. "Ajuda muito. A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda", relata a moradora de Samambaia Norte, que encontra na rede de assistência um amparo para o desgaste físico e mental da maternidade.  Nas trincheiras do atendimento diário, gestores testemunham essas transformações de perto. Paolo Sousa, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul — unidade que chega a atender quase 30 mil famílias por ano —, explica a dimensão desse impacto. "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”, relata.  Autonomia e desligamento dos benefícios O objetivo central, no entanto, é devolver a independência aos cidadãos. O diretor se emociona ao contar sobre as famílias que pedem o desligamento voluntário dos benefícios porque alcançaram a autonomia. “O nosso trabalho gera frutos", comemora. Ele relembra o agradecimento recente de uma mãe atendida na unidade: "Ela falou: 'Muito obrigado, porque vocês, enquanto equipamento público, nos proporcionaram acesso ao estudo'. Com o dinheiro que ela recebia, ela se qualificou, conseguiu pagar um estudo mínimo para a filha, que depois passou em um concurso”, conta Sousa.  Avanço alcançado pelas famílias depois de receber desmistifica preconceito de muitas pessoas sobre os programas sociais  Para o diretor, o avanço real dessas pessoas desmistifica qualquer preconceito sobre os programas sociais. "Isso tira a ideia que, infelizmente, muitas pessoas têm de que quem recebe algum benefício fica acomodado. Não, isso não existe. Hoje os números mostram a diferença. Os programas de transferência de renda trazem, sim, autonomia para que essas famílias consigam sair da insegurança alimentar e gerir a própria vida", completa. Educação é o pontapé inicial Para que as famílias consigam dar esse salto definitivo, a base educacional é imprescindível. Hoje, o DF tem a menor taxa de analfabetismo do país para maiores de 15 anos e pode celebrar a marca de 65% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice que supera a meta nacional.  "Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”  Iêdes Soares Braga, secretária de Educação interina Ao refletir sobre como essas salas de aula constroem a liderança do DF no desenvolvimento humano, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatiza que o conhecimento é o principal instrumento de transformação social e desenvolvimento humano. “Quando ampliamos o acesso à escola, fortalecemos a alfabetização, garantimos a permanência dos estudantes e investimos na formação profissional, estamos impactando diretamente a qualidade de vida da população." Os avanços educacionais do Distrito Federal refletem não apenas em melhores indicadores de escolaridade, mas também em mais oportunidades, geração de renda, inclusão social e perspectivas de futuro para nossos jovens. Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”, avalia a secretária. Novos capítulos [LEIA_TAMBEM]Com cidadãos amparados e educados, as portas do mercado se abrem, completando o ciclo virtuoso que impulsiona o IDHM. Apenas nos primeiros meses de 2026, as agências do Trabalhador disponibilizaram quase 25 mil vagas de emprego. Em paralelo, o vigor econômico se comprova nos números do programa Emprega DF, programa de incentivo do GDF que dá benefícios fiscais a empresas que investem, mantêm e geram emprego no DF. Além de alcançar firmas já instaladas na capital federal, a iniciativa procura atrair novos empreendimentos e, assim, alavancar a economia local. Entre 2019 e 2024, houve aumento superior a 3.200% na geração de empregos diretos (saltando de 321 para 10.608 postos), além de crescimento dos investimentos de empresas, de R$ 37,1 milhões para R$ 189,3 milhões.  O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, explica a engrenagem por trás dessa economia pulsante: “O Distrito Federal tem se consolidado como um lugar cada vez mais atrativo para viver, trabalhar e investir. Além da localização estratégica e da diversidade econômica, o DF conta com pessoas empreendedoras e dispostas a aproveitar novas oportunidades. A expectativa é seguir ampliando a geração de empregos, fortalecendo os negócios locais e levando mais qualificação profissional para todas as regiões administrativas. Quando criamos oportunidades perto de onde as pessoas vivem, impulsionamos o desenvolvimento e melhoramos a qualidade de vida de toda a população".

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Estudantes da rede pública do DF aprendem se divertindo no cinema

Nesta terça-feira (26), cerca de 1,2 mil crianças da rede pública de ensino do Distrito Federal ocuparam as poltronas do Cine Brasília para assistir à Mostra Calanguinho, seleção de curtas-metragens nacionais voltada ao público infantojuvenil. A ação faz parte do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Seec-DF), que desta vez uniu forças ao Festival Curta Brasília para levar o Gira Curta às escolas públicas de forma gratuita. "Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público" Ilane Nogueira, coordenadora do projeto Territórios Culturais A docente e coordenadora do projeto Territórios Culturais dentro da SEEDF, Ilane Nogueira, ressaltou que a iniciativa vai muito além de um passeio. Para ela, existe uma intencionalidade clara na proposta: “Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público, um espaço que pertence a todos. Nesse processo, fortalecem-se também a educação patrimonial e a preservação ao estimular o cuidado, o sentimento de pertencimento e a valorização da memória e da cultura". A SEEDF atua como elemento-chave da iniciativa, disponibilizando professores da rede para mediar as atividades pedagógicas nos espaços culturais e garantindo que o acesso à arte faça parte da formação integral dos estudantes. Segundo Ilane, o material didático é enviado às escolas com antecedência para que os professores preparem os discentes antes da visita, tornando o momento ainda mais significativo.  A parceria com o Curta Brasília surgiu da articulação entre o projeto e a direção do festival, que disponibilizou a Mostra Calanguinho, programação especialmente pensada para crianças com filmes de até uma hora de duração, todos de produção nacional. Programação diversa A programação é escolhida de acordo com a faixa etária e com a escolaridade das crianças | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A programação reuniu seis títulos de animações e ficções que exploram temas como meio ambiente, autismo, pertencimento e aventura. A escolha dos filmes não foi aleatória. Ilane Nogueira explicou que há um cuidado para oferecer diversidade temática e adequação à faixa etária. Foram selecionados os títulos Uma cidade diferente, Quando as ondas do mar desligam; Abrakbça — fruto desse chão; Lagrimar, Pipa e as ruínas do resouro e Mundinho.  [LEIA_TAMBEM]As sessões, exibidas às 9h30 e às 14h30, contaram, ainda, com a participação do Palhaço Ximbica, apresentador da Mostra Calanguinho, que animou as crianças antes e durante as exibições. Para os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, muitos fazendo sua primeira visita ao cinema de rua, o impacto foi imediato. Alice Victoria Alves, de  9 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 27 de Ceilândia, não escondeu o entusiasmo. “O que eu achei mais legal foi Mundinho, porque ele dá educação às crianças”, contou. O Gira Curta integra o Festival Curta Brasília, criado em 2012, que já circulou por 16 regiões administrativas do DF, por estados brasileiros e até pela França. A 14ª edição do festival está prevista para dezembro, com diversas ações itinerantes ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Cultura popular e tecnologia chegam à Estrutural com o projeto Filhos da Terra

O projeto Filhos da Terra — Circuito de Educação Patrimonial segue sua programação no Distrito Federal e realiza, nos dias 14 e 15, uma série de atividades no CEF 2, na Cidade Estrutural. A iniciativa promove ações que integram cultura popular, tecnologia e educação patrimonial, com foco em estudantes de 10 a 15 anos do ensino fundamental I e II da rede pública. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC-DF) e apoio do Instituto Neoenergia e da Neoenergia Brasília, o projeto prevê alcançar cerca de 2,5 mil estudantes em três regiões administrativas. O projeto Filhos da Terra proporciona o diálogo entre a educação e a tecnologia | Foto: Divulgação/Secec-DF “O projeto Filhos da Terra representa exatamente o que a secretaria acredita: que a cultura pode dialogar com a educação e a tecnologia para fortalecer o sentimento de pertencimento das novas gerações. Ao levar experiências de educação patrimonial para estudantes da rede pública, especialmente em cidades como a Estrutural, ampliamos o acesso à cultura e valorizamos as manifestações populares brasileiras como parte fundamental da nossa identidade coletiva”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A proposta pedagógica combina atividades presenciais e recursos digitais para aproximar os jovens do patrimônio imaterial brasileiro. A programação reúne apresentações de cultura popular, conversas, vivências interativas e experiências com jogos digitais educativos que abordam manifestações como o maracatu e a congada. Atividades culturais também farão parte do projeto Na quinta-feira (14), as atividades serão realizadas das 9h30 às 14h, com apresentação cultural do Grupo de Capoeira da Mestra Monica, que leva ao público expressões tradicionais como capoeira, maculelê e sambadeiras, promovendo o contato direto com manifestações culturais brasileiras e fortalecendo a valorização das identidades locais. Já na sexta-feira (15), a programação segue no período da tarde com conversas e atividades de jogos digitais, incentivando o diálogo, a troca de experiências e a interação dos estudantes com conteúdos educativos de forma dinâmica e participativa. Um dos destaques do projeto é a atividade Game On, que utiliza estratégias de gamificação para estimular o engajamento dos estudantes. Por meio de jogos digitais, os participantes exploram elementos simbólicos, personagens e narrativas de tradições populares brasileiras em uma experiência lúdica e educativa. O projeto também contempla a formação de professores e educadores Além das ações com os estudantes, o projeto contempla a formação de professores e educadores, com acesso a videoaulas que apresentam a metodologia e as trilhas de conhecimento propostas. Como suporte pedagógico, as escolas recebem exemplares da coleção Cadernos de Cultura, que reúne registros de manifestações tradicionais brasileiras e pode ser utilizada em atividades em sala de aula. Durante as atividades, são disponibilizados tablets com acesso à internet para garantir a participação dos estudantes nas experiências digitais. Os participantes também recebem materiais educativos, incluindo conteúdos sobre o uso consciente da energia, ampliando o alcance das ações para além do ambiente escolar. O projeto é idealizado pelo fotojornalista e produtor cultural Eraldo Peres, que há quase uma década desenvolve iniciativas voltadas à documentação e valorização das culturas populares brasileiras. O Filhos da Terra já foi reconhecido nacionalmente, tendo sido finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Definida comissão julgadora do programa Jovem Senador 2026 no DF

A Secretaria de Educação (SEEDF) constituiu a comissão julgadora para selecionar as redações na etapa distrital do programa Jovem Senador 2026. As três melhores redações do Distrito Federal serão escolhidas até o dia 29 de maio e seguirão para a etapa nacional, coordenada pelo Senado Federal. A comissão é composta por três servidores da Diretoria de Ensino Médio (Diem) e da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb). A equipe foi formada em conformidade com o regulamento do programa, com os seguintes representantes: · Augusto Perdigão Barros · Carina de Aquino Calheiros · Leandro Pereira Mendes Os jovens senadores de 2025 viveram a experiência de acompanhar de perto a rotina do Senado Federal durante uma semana | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Neste ano, os estudantes devem produzir redações com o tema “Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável”. Na etapa regional, foi encaminhada à Diem uma redação representando cada Coordenação Regional de Ensino (CRE). Dessas, três serão selecionadas para a etapa nacional. É vedada a participação de estudantes que tenham sido jovens senadores em edições anteriores ou que sejam parentes até segundo grau, em linha reta, colateral ou por afinidade, de senador, de secretário de Educação do seu estado ou do Distrito Federal, ou de integrantes da equipe organizadora do programa Jovem Senador no Senado Federal, de coordenadores estaduais do programa e de membros das comissões julgadoras das escolas, das regionais de ensino, das secretarias de Educação e do Senado Federal. [LEIA_TAMBEM]As próximas datas do programa são: · Anúncio da escolha do jovem senador representante do DF pelo Senado Federal: até o dia 12 de junho; · Resultado nacional pelo Senado Federal: até o dia 26 de junho. Ao fim da etapa nacional, os autores das 27 redações selecionadas — um de cada unidade da federação — e seus professores orientadores terão a oportunidade de passar uma semana no Senado Federal, de 17 a 21 de agosto, e vivenciar de perto o ambiente legislativo. Em cada etapa, serão observados os critérios de avaliação previstos no regulamento do programa. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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