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Governadora visita obras do novo Cepi do Taquari, que conta com investimento de R$ 8 milhões

O Governo do Distrito Federal (GDF) prepara a estreia de uma unidade do Centro de Educação para Primeira Infância (Cepi) no Setor Habitacional Taquari. A governadora Celina Leão visitou as obras da nova estrutura nesta segunda-feira (20/7) para verificar o progresso do trabalho. Com investimento de R$ 8 milhões, o espaço de 1.637 metros quadrados tem capacidade para atender 188 crianças de 4 meses a 3 anos em tempo integral. O projeto padrão inclui edificação térrea com dez salas de atividades, fraldários, lactário, refeitório, pátio coberto e playground. Celina Leão inspeciona as obras: pela primeira vez, Taquari terá uma creche pública | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Durante a visita, a governadora Celina Leão falou sobre a importância da entrega para a comunidade: “Começamos a agenda de hoje por esta creche aqui no Taquari, que nunca havia recebido esse equipamento público, e está quase pronta. Em setembro, nós vamos entregar esse equipamento”. O novo Cepi reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a educação infantil. Com a ampliação da rede e o esforço concentrado, foi possível atender toda a demanda por vagas em creches, com oferta para todas as crianças que aguardavam na fila. Em parte dos casos, porém, as vagas disponibilizadas não foram aceitas pelas famílias, principalmente por questões de localização. Construção Alinhado ao padrão do FNDE , novo Cepi vai contar com todos os recursos de acessibilidade  A nova estrutura também terá parquinho, pátio descoberto, arena com arquibancada, duchas infantis, guarita com sanitário, paraciclo, torneiras de jardim, grelhas para captação de água pluvial, castelo-d’água, central de gás, horta escolar, canteiros e área verde com tratamento paisagístico, além de estacionamento com vagas reservadas para pessoas com deficiência (PcD), idosos, motos e embarque/desembarque.  Seguindo o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o projeto prevê, ainda, salas multiúso e de direção, secretaria, sala de professores, solários, sala de amamentação, cozinha, despensa, rouparia, lavanderia, vestiários e copa para os funcionários. “São apenas alguns detalhes faltando, seguindo nosso compromisso de levar o atendimento e a oferta educacional para essa etapa da educação básica, cada vez mais próximo das residências das famílias” Iêdes Braga, secretária de Educação Durante a visita, a secretária de Educação, Iêdes Braga, ressaltou que a nova creche deve ter a oferta de vagas iniciada de imediato a partir da inauguração. “Nossa expectativa é retornar aqui em setembro já para a inauguração”, reforçou.  “São apenas alguns detalhes faltando, seguindo nosso compromisso de levar o atendimento e a oferta educacional para essa etapa da educação básica, cada vez mais próximo das residências das famílias”, prosseguiu a secretária. “A obra sendo entregue, inaugurada, a gente tem o processo de convocação para a OSC [Organização da Sociedade Civil], que vai gerenciar, e as inscrições serão feitas nos mesmos moldes das demais creches: pela região de ensino [o Cepi do Taquari ficará sob responsabilidade da Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto], pelo 156 ou, ainda, pelo site da Secretaria de Educação.” Esforço educacional A ampliação da rede de educação infantil tem sido uma das frentes do GDF para atender crianças desde os primeiros anos de vida e apoiar a rotina das famílias. De 2019 até agora, o governo construiu e inaugurou 28 Cepis em diferentes regiões administrativas, além de ampliar o atendimento por instituições parceiras e pelo Cartão Creche. A demanda por vagas em creches é dinâmica e se renova ao longo de todo o ano. O movimento ocorre tanto pela progressão natural das crianças entre as etapas de ensino — o que libera novos espaços na rede — quanto pela entrada constante de novas inscrições. A ampliação da oferta, com a abertura de unidades e a expansão de convênios, também contribui para aumentar a capacidade de atendimento. Nesse cenário, com a entrega de 28 Cepis e a ampliação do Cartão Creche, que garante vagas em instituições credenciadas, a permanência de crianças na chamada lista de espera não está relacionada, atualmente, à falta de oferta na rede pública. Em parte dos casos, a vaga é oferecida em uma unidade com disponibilidade, mas acaba sendo recusada pela família por não atender à localização desejada, como a proximidade da residência ou do trabalho. Pelo critério atual de acesso, definido em acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a recusa pode levar à retirada da criança da lista, com possibilidade de nova inscrição no ano seguinte. A medida busca tornar o preenchimento das vagas mais eficiente e priorizar o atendimento às famílias que aceitam as vagas ofertadas. 

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Educação de Jovens e Adultos chega ao sistema prisional

A educação dentro do sistema prisional do Distrito Federal ganhou um novo formato. A Secretaria de Educação (SEEDF) abriu a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade a distância, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), ampliando o acesso ao ensino para pessoas privadas de liberdade. Laboratórios de informática já foram instalados nas sete unidades prisionais do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Seape “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência” Lilian Sena, diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica  A iniciativa foi viabilizada com a instalação de laboratórios de informática nas sete unidades prisionais do DF, com financiamento do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A estrutura permite que as atividades ocorram em ambiente controlado, conciliando segurança e acesso à tecnologia. “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência”, ressalta a diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica, Lilian Sena. O modelo foi construído a partir de um projeto pedagógico elaborado pelo Centro Educacional 01 de Brasília em conjunto com a equipe técnica da administração penitenciária. A proposta amplia o alcance das ações educacionais já existentes e busca garantir continuidade nos estudos dentro das unidades. Tecnologia e acesso  [LEIA_TAMBEM]A experiência começou como projeto-piloto no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Nessa primeira etapa, 11 estudantes passaram a ter acesso à formação básica com apoio de professores e uso de recursos digitais, o que amplia as possibilidades de inclusão educacional e tecnológica. “Além de ampliar a oferta educacional nas prisões, a EJA a distância possibilita uma formação básica de qualidade para os custodiados que não tinham acesso à educação no CPP”, explica a diretora do Centro Educacional 01 de Brasília, Telma Cristiane. “Os 11 estudantes contemplados neste primeiro momento terão acesso à tecnologia, com suporte de professores qualificados. Tenho a certeza de que esse tipo de formação terá um impacto muito positivo na vida desses estudantes ao inseri-los no mundo digital, abrindo possibilidades sociais e profissionais para eles.” A proposta se insere em uma política mais ampla de reintegração social por meio da educação. A avaliação é que o acesso ao ensino e às ferramentas digitais contribui para a construção de novas perspectivas fora do sistema prisional. “Nosso entendimento é que o sistema prisional deve ser, ao mesmo tempo, espaço de responsabilização e de reconstrução de trajetórias. Essa iniciativa reforça o compromisso da secretaria em expandir projetos de estudo, trabalho e inclusão digital em toda a rede prisional do DF”, afirma o diretor de Políticas Penitenciárias da Seape, George Yves. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Rede pública de ensino do DF divulga resultados das matrículas para 2026

A Secretaria de Educação (SEEDF) divulgou os resultados das inscrições para novas matrículas e para o remanejamento de estudantes da rede pública de ensino para o ano letivo de 2026. Também foram publicados os resultados da modalidade Educação Profissional e Tecnológica (EPT). Veja aqui os resultados das vagas.  Matrículas poderão ser feitas até 9 de janeiro, diretamente na secretaria da escola indicada no resultado da inscrição | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF A lista informa a unidade escolar para a qual o estudante foi direcionado, de acordo com os critérios estabelecidos no processo de inscrição. A orientação é que pais, responsáveis e estudantes confiram atentamente o resultado para dar andamento à matrícula dentro do prazo definido. A matrícula para confirmação da vaga deverá ser feita diretamente na secretaria da unidade escolar indicada no resultado da inscrição entre 5 e 9 de janeiro. O não comparecimento dentro do período estabelecido pode acarretar a perda da vaga. Documentação obrigatória Para fazer a matrícula, o estudante deverá apresentar RG, Certidão de Nascimento ou documento oficial com foto, além do CPF. No caso de alunos com necessidades educacionais especiais, é obrigatória a apresentação de laudo médico no ato da matrícula. O responsável legal deverá apresentar RG ou CNH, CPF e a Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou histórico escolar do estudante. Também são exigidos comprovante de residência e/ou do local de trabalho informado na inscrição, duas fotos 3x4, comprovante de tipagem sanguínea e fator RH, conforme a Lei Distrital nº 4.379/2009, e carteira de vacinação, nos termos da Lei nº 6.345/2019, além do Número de Inscrição Social (NIS) do estudante. A SEEDF reforça que a apresentação completa da documentação dentro do prazo é essencial para a garantia da vaga.  *Com informações da Secretaria de Educação

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Convênio firmado entre Educação e IFB oferece estágio para licenciandos do DF

A Secretaria de Educação (SEEDF) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) a renovação do Convênio de Concessão de Estágio Obrigatório nº 14/2025 com o Instituto Federal de Brasília (IFB). A medida garante que estudantes de licenciatura realizem estágio supervisionado, sem remuneração, nas escolas da rede pública e em unidades administrativas da pasta. “Essa colaboração fortalece a aproximação entre teoria e prática, permitindo que futuros professores compreendam o cotidiano das nossas escolas e contribuam para o aprimoramento das práticas pedagógicas”, afirmou a chefe da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), Linair Moura. O acordo, válido por cinco anos, atualiza a parceria iniciada em 2021 e contempla cursos presenciais e à distância, além de prever ações de cooperação técnica entre as instituições. A parceria abrange as licenciaturas presenciais em biologia, física, química, letras (espanhol, inglês e português), matemática, pedagogia, educação física, computação, dança, geografia, além dos cursos EaD. Convênio que garante vagas de estágio supervisionado para estudantes de licenciatura é renovado | Foto: Álvaro Henrique/SEEDF Prática pedagógica integrada O convênio amplia as possibilidades de formação dos licenciandos ao oferecer vivência direta na rotina da rede pública. Os estágios supervisionados permitem o desenvolvimento de competências essenciais ao exercício profissional, favorecendo uma formação alinhada às demandas reais da educação básica. A chefe do Núcleo de Convênios, Contratos e Estágios (NCCE/Eape), Tânia Cristina Porto, ressaltou que a colaboração representa um compromisso direto com a qualidade da formação docente. “Não estamos apenas formalizando um convênio, mas investindo no futuro da docência. Isso garante aos estudantes de licenciatura a oportunidade insubstituível de vivenciar a prática pedagógica em um ambiente real, complementando de forma crítica e humanizada sua formação teórica”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Ela destacou ainda o caráter colaborativo da parceria, que beneficia tanto os licenciandos quanto a rede pública. “Para a Secretaria de Educação é uma via de mão dupla: recebemos a energia, o conhecimento atualizado e as novas metodologias que vêm da academia, enriquecendo o dia a dia das nossas escolas. Ao mesmo tempo, contribuímos diretamente para a formação de professores mais preparados, engajados e conectados com a realidade da rede pública”, completou. A parceria também promove um ambiente de cooperação entre docentes do IFB e profissionais da SEEDF. Esse intercâmbio qualifica tanto as práticas pedagógicas das escolas quanto a formação acadêmica, estimulando inovação, atualização metodológica e o aperfeiçoamento contínuo dos processos educativos. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Revistas educativas do DF se destacam na 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

As revistas Com Censo e Com Censo Jovem, publicações da Secretaria de Educação (SEEDF), foram destaque na 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), realizada entre os dias 21 e 26 deste mês. A iniciativa, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, reuniu pesquisadores e projetos de fomento à ciência de todo o Brasil. Publicações são voltadas à produção científica acadêmica | Foto: Divulgação/SEEDF A participação comprovou a relevância da Com Censo Jovem, que desde 2022 promove a iniciação científica na educação básica. A publicação funciona como um veículo para divulgar artigos e relatos de experiências escritos pelos próprios estudantes sob a orientação de professores. Dessa maneira, o estímulo à pesquisa na rede pública é uma estratégia importante para o desenvolvimento do pensamento crítico dos jovens e para incentivá-los a tornarem-se futuros pesquisadores. [LEIA_TAMBEM]Bárbara Boaventura, professora de língua portuguesa e editora-chefe da Com Censo Jovem, reforça a influência do periódico para estimular a produção científica, especialmente entre o público mais jovem: “A revista é um veículo vanguardista de promoção da ciência no Brasil, visto que poucas publicações no país oferecem aos jovens a oportunidade de serem autores de textos acadêmicos”.  Formação de educadores Paralelamente, a revista Com Censo, que é publicada desde 2014, foca a produção científica de professores e pesquisadores de todo o Brasil. A iniciativa valoriza a produção acadêmica e contribui para a formação continuada dos educadores, divulgando dossiês temáticos relevantes para o campo da educação. A publicação já conta com 42 edições e foi avaliada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) como Qualis B1, indicador de excelência nacional, refletindo a seriedade e o valor acadêmico das produções científicas do periódico.  As edições de ambas as revistas estão disponíveis para acesso no portal de periódicos da Secretaria de Educação. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Dia Mundial da Alfabetização destaca que DF tem o menor índice de analfabetismo do país

Nesta segunda-feira, 8 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para destacar a importância da leitura e da escrita para o desenvolvimento individual e social. No Distrito Federal, a data ganha relevância diante dos avanços registrados nos últimos anos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada neste ano mostra que apenas 1,8% da população do DF com 15 anos ou mais não sabe ler ou escrever — o menor índice do país. Nos primeiros anos escolares, a Prova DF apontou que 59,1% dos estudantes concluíram o 2º ano do ensino fundamental alfabetizados. A meta é alcançar 80% até 2030, conforme o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Nos primeiros anos escolares, a Prova DF apontou que 59,1% dos estudantes concluíram o 2º ano do ensino fundamental alfabetizados | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Segundo a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, o desafio é grande, mas os resultados indicam vitórias consistentes: “A alfabetização é a base de toda a trajetória escolar e precisa ser prioridade absoluta. E no DF estamos construindo um caminho sólido, em que cada criança e cada jovem tem o direito garantido de aprender”. Para fortalecer esse processo, a Secretaria de Educação (SEEDF) criou o Programa de Alfabetização e Letramento do DF — Alfaletrando, que atua em cinco eixos: governança e política distrital, formação de professores, infraestrutura, avaliação e reconhecimento de boas práticas. Educação infantil e primeiros anos A alfabetização nas escolas públicas do DF começa aos 6 anos do estudante e deve estar consolidada até o 3º ano do ensino fundamental. A rede tem investido em materiais pedagógicos, formação de professores e incentivo à leitura, com a criação de cantinhos de leitura e o compartilhamento de práticas exitosas em espaços, como o Fórum do Ensino Fundamental. A alfabetização nas escolas públicas do DF começa aos 6 anos e deve estar consolidada até o 3º ano do ensino fundamental  Essas ações são acompanhadas por avaliações regulares de fluência leitora, que utilizam recursos tecnológicos para medir com precisão o desempenho das crianças no 2º ano. A partir dos resultados, as equipes pedagógicas podem ajustar intervenções e estratégias em sala de aula. Segundo a SEEDF, essa integração entre tecnologia, formação de professores e acompanhamento pedagógico fortalece a alfabetização desde o início da trajetória escolar. Para a secretária Hélvia Paranaguá, o investimento precisa ser contínuo e coletivo: “A alfabetização é um pacto social. Cada ação, desde a formação de professores ao acolhimento de jovens e adultos, fortalece nossa missão de garantir que ninguém fique para trás”. Educação de Jovens e Adultos  Outra frente que auxilia ativamente na redução do analfabetismo é o DF Alfabetizado, destinado a jovens, adultos e idosos. No primeiro semestre de 2025, o programa abriu 53 turmas e atendeu a 1.350 pessoas; no segundo, já são 64 turmas em áreas urbanas e rurais. O DF Alfabetizado tem oferta descentralizada, alcançando locais como comunidades, assentamentos, núcleos rurais, casas de acolhimento e lares de idosos [LEIA_TAMBEM]O DF Alfabetizado tem como diferencial a oferta descentralizada, alcançando locais que as escolas tradicionais não atendem, como comunidades, assentamentos, núcleos rurais, casas de acolhimento e lares de idosos. A proposta é oferecer alfabetização básica e garantir a transição para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), ampliando as chances de conclusão da educação básica e de acesso a melhores oportunidades de trabalho e renda. Outra iniciativa é o Programa de Formação Continuada e em Serviço dos Profissionais da EJA e do DF Alfabetizado, que capacitou 1.400 educadores somente no primeiro semestre de 2025. A expectativa é que esses movimentos consolidem uma política distrital capaz de tornar o DF um território livre do analfabetismo. Nesse esforço, a secretaria já conta com adesão ao Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA, além da implantação do PNLD EJA, que distribuirá livros didáticos em 2026, incluindo conteúdos de cultura digital. *Com informações da Secretaria de Educação

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Programa de saúde mental contempla estudantes da rede pública

A Secretaria de Educação (SEEDF) publicou, nesta quarta-feira (9), a Portaria nº 754, que institui o Programa de Saúde Mental dos Estudantes (PSME). A iniciativa tem como objetivo fortalecer a saúde mental de crianças e jovens da rede pública de ensino, promovendo ações e projetos que estimulem o desenvolvimento integral em um ambiente escolar mais saudável, acolhedor e inclusivo. O Programa de Saúde Mental dos Estudantes atenderá alunos de todas as etapas e modalidades da educação básica | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Acreditamos que cuidar da saúde mental é tão essencial quanto garantir o acesso ao conhecimento”, afirma a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus. “O programa é uma resposta concreta à necessidade de construir espaços escolares mais humanos, onde o estudante se sinta seguro para aprender e se desenvolver.” O PSME foi desenhado para atuar em diferentes frentes, com ações preventivas e de intervenção precoce que consideram a complexidade das situações escolares. Entre os principais objetivos estão a conscientização sobre a importância do acolhimento, a implementação de atividades de educação emocional e o incentivo à participação ativa dos estudantes nas ações desenvolvidas. O PSME atenderá estudantes de todas as etapas e modalidades da educação básica, garantindo que as ações sejam inclusivas e adequadas às diferentes faixas etárias e contextos sociais. Envolvendo diretamente estudantes, educadores, gestores e famílias, o programa está alinhado à realidade dos alunos, considerando também marcadores sociais como classe, raça, gênero e território. “É fundamental que nossas ações reconheçam as diferenças e construam espaços de acolhimento que respeitem a diversidade de cada estudante”, pontua Larisse Cavalcante, diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF. Diretrizes e parcerias Entre as diretrizes do programa, estão o estímulo ao desenvolvimento de competências socioemocionais, a redução de estigmas sobre saúde mental e a articulação com políticas públicas de saúde e assistência social. A SEEDF prevê a integração do PSME ao Programa Saúde na Escola (PSE) e a elaboração de campanhas educativas para conscientizar a comunidade escolar sobre o tema. [LEIA_TAMBEM]“Queremos que as escolas se tornem verdadeiros polos de promoção da saúde mental, com ações contínuas e diálogo aberto com toda a comunidade”, afirma Larisse. A coordenação do programa caberá à Gerência de Projetos de Saúde do Estudante (GPSE), vinculada à Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante (Diase), da Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais (Suape). Apoio às Políticas Educacionais A equipe executora será composta por psicólogos efetivos da rede, que atuarão de forma técnica e estratégica para desenvolver projetos coletivos, sem a oferta de psicoterapia individual, permanecendo sob responsabilidade da rede de saúde, quando necessário. “Nosso papel é trabalhar com ações preventivas e de promoção da saúde mental, criando uma cultura de cuidado dentro das escolas”, explica Larisse. As coordenações regionais de ensino (CREs) terão um compromisso fundamental com o acompanhamento das ações e com o estímulo à adesão das escolas ao programa. Já as unidades escolares serão responsáveis por integrar as ações ao seu projeto político-pedagógico (PPP) e articular a participação da comunidade escolar. Intervenção em crises  O PSME também prevê intervenções em situações de crise, como rodas de bate-papo, atendimentos em grupo e ações de apoio à comunidade escolar. As escolas poderão solicitar o suporte por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), com articulação entre a equipe técnica e a rede de saúde e assistência social. Além das intervenções emergenciais, os projetos do programa trabalharão temas como prevenção ao uso de substâncias psicoativas, promoção de relações saudáveis, equidade de gênero, diversidade e valorização da vida. As ações serão planejadas para garantir continuidade e impacto real na saúde emocional dos estudantes.   *Com informações da Secretaria de Educação    

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