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Jornada da Mulher Trabalhadora: 198 alunas concluem cursos em Ceilândia

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Quando entrou no curso de extensão de cílios, a professora Denise Dantas de Souza Pinto, de 40 anos, pensava em aprender a técnica para atender as duas filhas e reduzir uma despesa familiar. Ao concluir a formação, decidiu montar com uma delas, que também participou do projeto, um estúdio em casa e buscar as primeiras clientes entre as amigas das jovens. Cerimônia de formatura reuniu as alunas, familiares e equipes do curso na Praça da Bíblia, em Ceilândia | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “É por isso que cursos como este são tão importantes: eles qualificam as mulheres e dão oportunidades para que tenham trabalho, emprego e renda, possam sair de uma situação de violência e ter uma segunda chance” Governadora Celina Leão Denise esteve entre as 198 alunas que receberam, nesta sexta-feira (17), os certificados do projeto Jornada da Mulher Trabalhadora. A cerimônia, na Praça da Bíblia, em Ceilândia, contou com a presença da governadora Celina Leão. Durante o evento, a governadora defendeu que a qualificação profissional integre as políticas de proteção às mulheres: “É por isso que cursos como este são tão importantes: eles qualificam as mulheres e dão oportunidades para que tenham trabalho, emprego e renda, possam sair de uma situação de violência e ter uma segunda chance”. Cursos O edital destinou 210 vagas a Ceilândia, divididas igualmente entre as três modalidades. Cada uma teve turmas nos turnos matutino e vespertino, com até 35 participantes. Após a seleção inicial, um novo chamamento abriu 106 vagas que ainda não haviam sido preenchidas. Planaltina recebeu outras 210 oportunidades, totalizando 420 nas duas regiões administrativas. Para obter o certificado, as participantes precisavam cumprir pelo menos 75% da carga horária e ter o aproveitamento validado por avaliações teóricas e práticas. A seleção exigia idade mínima de 16 anos e residência no Distrito Federal, com preferência para mulheres de Ceilândia e Planaltina em situação de vulnerabilidade social, desempregadas ou trabalhadoras informais. Recém-formada, Denise Pinto conta que enfrentou jornada intensa durante a capacitação: “Os afazeres de casa ficavam esperando enquanto eu me dedicava ao curso” A rotina de Denise ficou mais intensa depois do início das aulas, e a terceira semana concentrou o momento mais difícil. “Olhei para minha filha e falei: ‘Não quero ir mais, estou cansada’”, lembra ela. “Os afazeres de casa ficavam esperando enquanto eu me dedicava ao curso. Ela e a professora me incentivaram a continuar. Valeu a pena demais”. Superação Ludilene Rodrigues concluiu o terceiro curso pelo projeto: “Tudo ficou diferente: minha autoestima, meu jeito de me comunicar e minha renda. Hoje incentivo outras mulheres a continuar, porque a independência emocional e financeira faz diferença” Para Ludilene Rodrigues, 37, o desafio teve outra dimensão. Dona de casa e mãe de três filhos, ela, que mora longe do local das aulas, precisou arcar com as passagens e reorganizar os horários e os cuidados com as crianças para frequentar a turma de alongamento de unhas. “Eu dizia que não conseguia, e a professora segurava a minha mão: ‘Você consegue, só precisa tentar mais um pouco’”, relata. “Eu não sabia que tinha talento; ela encontrou isso em mim e foi me moldando.” Antes do fim das aulas, ela recebeu de outra profissional a oferta de um local para trabalhar. “Já tenho clientes; agora preciso comprar o material para começar nesse espaço”, comemora. A formação atual foi a terceira concluída por Ludilene. Em 2022, ela fez o curso de trancista e passou a atuar na área. No ano seguinte, estudou maquiagem. “Tudo ficou diferente: minha autoestima, meu jeito de me comunicar e minha renda. Hoje incentivo outras mulheres a continuar, porque a independência emocional e financeira faz diferença”, ressalta. 

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Programa Meninas em Ação promove dia de secretária de Atendimento à Comunidade para estudante da rede pública

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) participou, nesta terça-feira (24), de mais uma edição do programa Meninas em Ação, iniciativa do Governo do Distrito Federal voltada ao empoderamento feminino. Ao longo do dia, a estudante Kamilla Ferreira de Oliveira Santiago, de 17 anos, teve a oportunidade de acompanhar de perto a rotina da titular da pasta, Clara Roriz, em uma imersão nas atividades institucionais. A estudante Kamilla Ferreira de Oliveira Santiago ocupou de forma simbólica o cargo de secretária de Atendimento à Comunidade, nesta terça (24) | Foto: Divulgação/Seac-DF Aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de Planaltina, Kamilla iniciou a programação com uma recepção na sede da secretaria, seguida de um café da manhã com a equipe e uma reunião de alinhamento institucional. Durante o encontro, a estudante pôde conhecer o funcionamento interno da Seac-DF, entender a dinâmica dos setores e participar de discussões sobre as ações desenvolvidas pela pasta. Na sequência, Kamilla acompanhou a secretária em agenda externa, participando da inauguração da unidade do Na Hora em Samambaia. A atividade permitiu à estudante observar, na prática, a atuação do Governo do Distrito Federal na ampliação do acesso aos serviços públicos. Após almoço com a equipe, a programação seguiu com mais uma agenda externa: uma visita ao projeto Descobrindo Brasília, onde Kamilla conheceu de perto o funcionamento da iniciativa e sua importância para a valorização da história e da identidade local. Kamilla Santiago: "Ver de perto uma mulher ocupando um cargo de liderança inspira a gente. O mais satisfatório é chegar ao fim do dia e saber que foram realizadas diversas ações que ajudam a comunidade" Para a secretária Clara Roriz, a participação no programa reforça o compromisso do poder público com a formação de novas lideranças femininas: “Receber a Kamilla foi uma experiência muito enriquecedora. É fundamental abrirmos as portas do serviço público para que essas jovens compreendam que também podem ocupar espaços de decisão. O protagonismo feminino começa com oportunidades como essa, de vivência, escuta e aprendizado”. [LEIA_TAMBEM]A estudante também ressaltou a importância da experiência. "Foi muito especial. Eu senti um impacto muito grande ao ver como a secretaria ajuda a comunidade. Eu imaginava a função de secretária de Estado de forma diferente do que é, e hoje vi que, para cada ação, há o envolvimento de muitas pessoas. Ver de perto uma mulher ocupando um cargo de liderança inspira a gente. O mais satisfatório é chegar ao fim do dia e saber que foram realizadas diversas ações que ajudam a comunidade", afirmou. O dia foi encerrado com uma mensagem de incentivo da secretária à estudante, reforçando a importância da liderança jovem e da presença feminina em espaços de poder. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)

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Programa Meninas em Ação incentiva protagonismo feminino entre estudantes da rede pública de ensino

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, nesta sexta-feira (6), um encontro com estudantes participantes do programa Meninas em Ação, iniciativa voltada ao incentivo do protagonismo feminino entre alunas da rede pública. A ação foi organizada em parceria com as secretarias da Mulher (SMDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Relações Internacionais (Serinter-DF). A atividade reuniu jovens para debater igualdade de gênero, representatividade e enfrentamento à violência contra a mulher. Durante a programação, as estudantes participaram de palestras, rodas de conversa e atividades voltadas à orientação sobre vocações profissionais e à aproximação com mulheres que ocupam posições de liderança no setor público e em outras áreas da sociedade. Encontro tem como objetivo orientar as estudantes sobre vocações profissionais e aproximá-las de mulheres que ocupam posições de liderança | Foto: Mary Leal/SEEDF Participaram do encontro alunas do Centro de Ensino Médio (CEM) Setor Oeste, do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e do CEM 1 de Planaltina. Durante o encontro, a chefe de gabinete da Educação, Ana Paula Veloso, falou sobre a importância do protagonismo estudantil feminino na promoção de debates sobre igualdade e enfrentamento à violência contra a mulher no ambiente escolar. Segundo ela, as jovens selecionadas para o programa têm o papel de levar reflexões e atitudes positivas para suas comunidades escolares, atuando como exemplo de respeito, liderança e diálogo entre os colegas. “Vocês foram escolhidas para serem meninas em ação. Isso significa que são referência dentro da comunidade escolar. É importante levar essas discussões sobre violência contra a mulher, namoro abusivo e relações respeitosas para a escola e para os colegas. Vocês não estão aqui por acaso, foram selecionadas para viver essa experiência e inspirar outras meninas. Aproveitem cada oportunidade que a educação pública oferece e lembrem-se que vocês podem ganhar o mundo e ser o que quiserem”, afirmou. “O Meninas em Ação vem com a ideia de promover o empoderamento feminino para as meninas, ainda antes da fase adulta, com foco nas escolas locais, onde elas despertam o senso crítico, discutem e compartilham o dia a dia e as suas preparações para o futuro. É relevante despertar o sentimento de pertencimento a este lugar, para que se sintam representadas nestas cadeiras, nestes cargos, e vejam que é possível alcançá-los", comenta o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto.   Representatividade e inclusão Camila Ferreira de Oliveira Santiago (à direita): "Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras" Entre as participantes estava a estudante Camila Ferreira de Oliveira Santiago, de 17 anos, do 3º ano do ensino médio no CEM 1 de Planaltina, participou das atividades e disse que o programa contribui para fortalecer a confiança das colegas da sala de aula e ampliar o debate sobre empoderamento e representatividade dentro e fora da escola.  “Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras. Eu também penso muito sobre representatividade. Quando era criança, quase não via mulheres negras na TV e isso me fazia sentir deslocada. Hoje eu tenho muito orgulho da minha identidade e do meu cabelo, que é uma parte muito importante de quem eu sou”, contou. Combate à violência de gênero Durante o encontro, a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Secretaria de Justiça e Cidadania, Uiara Couto de Mendonça, ressaltou que o enfrentamento à violência contra a mulher passa pela informação e pelo fortalecimento das redes de apoio. Segundo ela, o trabalho desenvolvido pela subsecretaria busca orientar e acolher vítimas, oferecendo suporte para que consigam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. “Romper o ciclo da violência começa dentro de cada um de nós. Quando levamos informação, coragem e determinação, conseguimos transformar realidades e salvar vidas. Esse trabalho vai além de uma função, pois é uma missão de cuidar das pessoas e mostrar que cada uma de vocês também pode ocupar espaços de liderança e fazer a diferença na sociedade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O programa O Meninas em Ação é uma iniciativa voltada ao empoderamento feminino entre estudantes da rede pública do Distrito Federal. A proposta oferece às jovens a oportunidade de acompanhar, por um dia, mulheres que ocupam cargos de liderança no Governo do Distrito Federal, em embaixadas ou no setor empresarial. Além dessa experiência prática, o programa promove ao longo do ano palestras, encontros e momentos de troca entre as participantes, incentivando o desenvolvimento pessoal, a construção de redes de contato e o conhecimento sobre diferentes áreas profissionais. A iniciativa busca aproximar as estudantes de espaços que, historicamente, ainda são majoritariamente ocupados por homens. Durante a preparação para cada edição, as alunas recebem orientações sobre o funcionamento das atividades, calendário e também sobre etiqueta e comportamento institucional. A seleção das participantes começa nas próprias escolas, com apoio da Secretaria de Educação, e passa por uma etapa final conduzida pelas secretarias parceiras do projeto. “Quando a estudante ocupa o lugar de uma mulher que já alcançou sucesso profissional, ela passa a enxergar que também pode chegar lá. Esse espelhamento é fundamental para mostrar que elas têm espaço e podem conquistar o que desejarem”, explica a assessora especial da Secretaria de Relações Internacionais, Ana Beatriz de Souza Guimarães. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Programa Protagonista da Casa beneficia mais de 10 mil mulheres no DF em 2025

Ao completar os primeiros 12 meses de execução, o projeto Protagonista da Casa, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), consolida-se como uma importante iniciativa de capacitação, valorização profissional e promoção da autonomia financeira de mulheres em todo o DF. Somente em 2025, mais de 10 mil mulheres foram beneficiadas com os dois primeiros módulos do projeto, realizados em todas as regiões administrativas, com uma média de cinco turmas por semana, desde fevereiro. Capacitação proporciona às mulheres condições de aprimorar o planejamento doméstico e financeiro | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Cidades como Planaltina, Gama, Sobradinho, Santa Maria e Estrutural chegaram a receber o curso mais de uma vez, ampliando o alcance da iniciativa e garantindo que mais mulheres tivessem acesso à formação gratuita voltada tanto ao fortalecimento da economia doméstica quanto à profissionalização no mercado de trabalho. “O projeto nasceu para reconhecer o valor do trabalho realizado dentro dos lares e transformá-lo em oportunidade”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Quando oferecemos capacitação, promovemos autonomia, dignidade e a chance real de mudança de vida, com reflexos positivos para toda a família.” Organização do lar O primeiro módulo do Protagonista da Casa teve como foco a organização do lar, com um curso destinado a donas de casa e a profissionais que atuam como diaristas, empregadas domésticas e organizadoras. A formação apresentou técnicas de organização, gerenciamento doméstico e eficiência nos ambientes, contribuindo para a melhoria da rotina familiar e para a qualificação profissional das participantes. Glades de Souto participou de um dos módulos: “Agora sei como organizar melhor os armários, dispor os utensílios de forma mais eficiente e otimizar os espaços” Ministrado pela profissional de organização e gerenciamento doméstico Barbara Porto, o curso ofereceu ferramentas práticas para quem deseja aplicar os conhecimentos em casa ou transformar a organização em uma oportunidade de renda. “Organizar é criar ambientes mais funcionais, que facilitam a rotina e valorizam o trabalho de quem cuida do lar”, resume ela. Moradora de Santa Maria, a diarista Glades de Souto, de 56 anos, percebeu rapidamente os impactos da formação em sua rotina profissional: “Agora sei como organizar melhor os armários, dispor os utensílios de forma mais eficiente e otimizar os espaços. Isso melhora a qualidade do meu trabalho e me permite cobrar um valor mais justo pela faxina”. Educação financeira  Ginalva de Jesus, que já cursou dois módulos, resume o aprendizado: “São detalhes que fazem muita diferença no dia a dia e no reconhecimento do nosso trabalho” Já o segundo módulo do projeto trouxe conteúdos voltados ao orçamento doméstico funcional, com orientações sobre planejamento financeiro, economia residencial e organização das finanças do dia a dia. O objetivo foi fortalecer a autonomia financeira das participantes e incentivar hábitos mais conscientes em relação ao uso do dinheiro. De acordo com a professora e consultora de finanças pessoais Andressa de Paula, o curso promove uma mudança prática de comportamento. “As mulheres saem com uma mentalidade estruturada e começam imediatamente a colocar em prática o hábito de poupar, mesmo com pouco dinheiro”, explica. [LEIA_TAMBEM]Essa transformação também foi sentida pela empregada doméstica Ginalva Ramos de Jesus, 53, que participou dos dois módulos do projeto. Com muitos anos de profissão, ela diz ter aprendido noções de organização que nunca havia imaginado, como a forma correta de distribuir roupas de cama nos armários e separar os panos de chão usados dentro e fora da casa. “São detalhes que fazem muita diferença no dia a dia e no reconhecimento do nosso trabalho”, relata ela. Agora, empolgada com os ensinamentos de educação financeira, Ginalva pretende aplicar o que aprendeu para administrar melhor o dinheiro e garantir mais tranquilidade no dia a dia. Formação profissional avançada Em 2026, o Protagonista da Casa avança para uma nova fase. Os cursos foram retomados nesta semana com o Módulo 3, voltado à Teoria de Organização de Ambientes, aprofundando a formação das participantes e ampliando as possibilidades de atuação profissional. “No módulo, mostramos que organizar vai muito além de arrumar”, explica a organizadora profissional Yêdda Correia, responsável pelo Módulo 3. “As participantes aprendem os princípios da organização, como identificar as necessidades de cada ambiente e aplicar soluções práticas, seja para melhorar a rotina da casa, seja para atuar profissionalmente, com mais autonomia, qualidade de vida e valorização do trabalho.” *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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No Dia Internacional da Mulher Rural, GDF reforça políticas públicas para trabalhadoras do campo

O Dia Internacional da Mulher Rural, celebrado nesta quarta-feira (15), foi criado para reconhecer e valorizar o papel fundamental dessas mulheres na produção de alimentos, na preservação cultural e na sustentabilidade de suas comunidades. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), tem intensificado ações voltadas à promoção dos direitos das mulheres do campo e do Cerrado. No Brasil, estima-se que aproximadamente 14 milhões de mulheres rurais enfrentam desafios diários e buscam atenção especial em questões cruciais como segurança, saúde, acesso à água e à terra, dentre outras. No DF, segundo dados da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), mais de 9 mil mulheres estão cadastradas, consolidando a presença feminina nas atividades rurais. Esse número representa 41,6% do total de 18 mil propriedades rurais atendidas pela empresa. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), tem intensificado ações voltadas à promoção dos direitos das mulheres do campo e do Cerrado | Fotos: Divulgação/SMDF A governadora em exercício, Celina Leão, destaca a atuação do GDF para levar segurança, qualidade de vida e assistência para as mulheres rurais. “Nosso foco é dar continuidade aos projetos e reconhecer o trabalho importante das mulheres rurais no desenvolvimento da nossa cidade. Nossas políticas públicas fortalecem a união e promovem discussões que resultam em conquistas significativas”. Ações que beneficiam as mulheres do campo  O Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado, vinculado à Secretaria da Mulher, desempenha um papel importante na formulação e discussão de ações destinadas ao combate à violência contra a mulher. Além de promover a autonomia feminina, as reuniões contribuem também para a elaboração de políticas públicas que visam melhorar as condições de vida das mulheres rurais. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira é fundamental realizar políticas públicas focadas em atender as necessidades específicas dessas mulheres. “Temos o Programa Mais Direito Para as Mulheres do Campo e do Cerrado, que realiza serviços itinerantes nas comunidades rurais. Elas recebem acolhimento e atendimento, rodas de conversas e informações sobre a rede de proteção, direitos da mulher, tipos de violência e canais de denúncia”. Além de promover a autonomia feminina, os encontros contribuem para a elaboração de políticas públicas que visam melhorar as condições de vida das mulheres do campo O Projeto Agropecuária Sustentável: Mulheres transformando o Campo promove visitas técnicas, onde leva mulheres para um dia de imersão nas práticas sustentáveis da Fazenda Água Limpa (FAL), da Universidade de Brasília (UnB). A iniciativa é gratuita e voltada para produtoras rurais, estudantes e demais interessadas da comunidade do Distrito Federal e entorno, com o objetivo de fortalecer o conhecimento e a aplicação de inovações no campo. [LEIA_TAMBEM] Renata D´Aguiar, subsecretária de Promoção das Mulheres (SUBPM), destaca a importância da valorização do trabalho dessas mulheres. “A mulher rural é uma força produtiva essencial para nós. As ações visam promover o desenvolvimento das atividades do Cerrado, fortalecendo a autonomia financeira feminina. Elas são a força motriz do campo, guardiãs da cultura e provedoras de nossa mesa. Que o Dia Internacional das Mulheres Rurais nos inspire a continuar essa jornada com ainda mais dedicação e efetividade”. O acesso a serviços de saúde é um dos maiores desafios para as mulheres rurais, que muitas vezes enfrentam longas distâncias e falta de infraestrutura. Por isso, a ação itinerante Programa Sempre por Elas já alcançou, neste ano, mais de 570 mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica ou de violência em áreas urbanas e rurais do DF. Em parceria com o Sesc, Secretaria de Saúde, Defensoria Pública, Sedes (Cras Móvel), Mary Kay, Caesb e PCDF são oferecidos serviços de saúde, beleza, orientações jurídicas e encaminhamentos a serviços sociais.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Oficinas gratuitas capacitam mulheres em área técnicas de produção cultural no DF

A sala do Espaço Jovem de Expressão, em Ceilândia, se transformou em um ambiente de troca, conhecimento e empoderamento feminino nesta segunda-feira (30), com o início das oficinas práticas e teóricas oferecidas pelo projeto Luz, Som e Ação. A iniciativa promove capacitação gratuita nas áreas de roadie (técnica de palco) e técnica de iluminação, voltada exclusivamente para mulheres. Projeto Luz, Som e Ação oferece oficinas práticas e teóricas, exclusivamente para mulheres, nas áreas de roadie (técnica de palco) e técnica de iluminação | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Realizada pela Guia Acessibilidade Inclusiva com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), a ação conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), do Instituto Federal de Brasília (IFB) e do Jovem de Expressão. “Estamos há 15 anos no mercado de produção e esses aportes financeiros são fundamentais. Com o incentivo, conseguimos remunerar toda a equipe e atender o maior número de pessoas possível”, avalia a idealizadora do projeto, Ellen Oliveira. Segundo a produtora cultural, o projeto surgiu da necessidade de ampliar a presença feminina em funções técnicas no setor cultural, tradicionalmente ocupadas por homens. “Temos um festival de samba, já na sexta edição, que é todo pautado na equidade de gênero e sempre enfrentamos dificuldade para contratar mulheres em áreas como direção de palco, roadie, iluminação e áudio. Então pensamos: por que não criar um curso voltado especificamente para garantir esse protagonismo feminino?”, explica Ellen Durante as aulas, as participantes aprendem conceitos básicos de eletricidade, a história da luz no teatro e técnicas práticas com refletores, dimmers e mesas de luz. Segundo a facilitadora Zizi Antunes, o objetivo é formar profissionais capazes de atuar com segurança e excelência em eventos culturais: “A expectativa é que elas saiam daqui com uma experiência rica e transformadora. Nas aulas práticas, as alunas vão manusear equipamentos profissionais e, no último dia, ainda vão criar um instrumento de iluminação para levar como recordação”. Com carga horária de 15 horas, os cursos são realizados em cinco encontros consecutivos, de segunda a sexta-feira, e oferecem certificação ao final. A procura superou as expectativas: foram 116 inscrições – 51 para a oficina de roadie e 65 para a de iluminação –, apesar de inicialmente serem previstas apenas 40 vagas. As capacitações são ministradas no IFB Recanto das Emas (curso de roadie, das 9h às 12h) e no Espaço Jovem de Expressão, em Ceilândia (curso de iluminação, das 10h às 13h). Todas as aulas contam com intérpretes de Libras e audiodescrição, garantindo acessibilidade plena. A facilitadora Zizi Antunes explica que os cursos visam formar profissionais capazes de atuar com excelência em eventos culturais: “A expectativa é que elas saiam daqui com uma experiência rica e transformadora" Transformar realidades e ampliar oportunidades A gerente de imobiliária Sâmela Borges, 33, recém-formada em um curso de fotografia, aproveitou a oportunidade para ampliar seus conhecimentos técnicos. “Esse curso vai me dar mais autonomia nos ensaios fotográficos e contribuir para o que estou planejando na minha carreira”, relata. Além de expandir os conhecimentos, a proposta também é importante na inclusão do público feminino no mercado de trabalho: “É muito bom ter um curso de qualidade, com um conteúdo rico, gratuito e de fácil acesso, que possibilita às mulheres preencherem esses espaços masculinos”, acrescenta Sâmela. Recém-formada em um curso de fotografia, Sâmela Borges aproveitou para ampliar seus conhecimentos: “Esse curso vai me dar mais autonomia nos ensaios fotográficos" Já para a técnica de audiovisual, Nathalia Oliveira, 28, as aulas ajudarão a dar um olhar mais artístico para área em que já atua: “Não existe imagem sem luz. Então, quando temos uma iluminação bem feita, bem configurada, conseguimos transmitir sensações e mostrar todos os detalhes que queremos. Acredito que esse curso vai ser muito importante para eu desenvolver minha criatividade e acrescentar mais técnicas ao meu repertório”. Além de promover formação técnica de qualidade, o Luz, Som e Ação – Formação Técnica para Mulheres está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com foco nos ODS 4 (Educação de Qualidade) e 5 (Igualdade de Gênero). Mais do que ensinar, a iniciativa busca gerar pertencimento, autonomia e visibilidade para mulheres que desejam ocupar novos espaços na cadeia produtiva da cultura.

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Artesãs do Banco de Talentos exibem suas criações em shopping de Brasília

Combinando criatividade, resiliência e empreendedorismo, o projeto Banco de Talentos vem se destacando como um catalisador de mudanças para mulheres em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal. Em comemoração ao mês das mães, o projeto estará em exposição no Boulevard Shopping até o dia 28 deste mês, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 13h às 19h. Os visitantes encontrarão uma ampla variedade de produtos — de amigurumis (técnica japonesa de criar pequenos brinquedos e objetos tridimensionais usando crochê ou tricô) a panos de prato, bordados, bonecas e itens de decoração —, todos a preços acessíveis. A mostra é uma oportunidade de presentear quem amamos enquanto apoiamos mulheres que transformaram desafios em arte. Além de incentivar o artesanato, o projeto Banco de Talentos ajuda mulheres a se profissionalizar e a deixar a vulnerabilidade social | Fotos: Divulgação/Sejus Coordenado pela Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav), da Sejus, o Banco de Talentos é uma iniciativa que estimula a comercialização de produtos e serviços de mulheres atendidas pelo programa Direito Delas. Aberto a mulheres de todas as idades, o projeto acolhe desde jovens aprendizes até senhoras experientes em situação de vulnerabilidade. Além disso, oferece, de forma gratuita, espaços para exposição de trabalhos manuais, permitindo que as artesãs mostrem seus talentos e comercializem suas peças. A secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, enfatiza a relevância do projeto: “O empreendedorismo pode oferecer uma saída para mulheres em situação de vulnerabilidade social e violência doméstica, ajudando-as a conquistar independência financeira e superar ciclos de abuso. Essa iniciativa também fortalece a autoestima e a confiança, encorajando-as a buscar apoio e reconstruir suas vidas”. Superação e transformação Marcelina Carvalho encontrou a esperança ao se dedicar à atividade do amigurumi Marcelina Carvalho, uma das expositoras, descobriu no projeto uma nova perspectiva de vida. Após dez anos desempregada, ela aprendeu a técnica japonesa do amigurumi, que hoje é a sua única fonte de renda. “Essa é minha primeira edição no Banco de Talentos. Espero ganhar visibilidade, participar de feiras e conhecer novos lugares. Esse projeto me deu esperança”, diz. Graça Rosa, por sua vez, destaca que a maior mudança proporcionada pelo projeto vai além do financeiro. “Ajudou na minha saúde psicológica. Depois da pandemia, o mercado ficou difícil, e aqui encontrei apoio. Esse espaço é essencial para a nossa sobrevivência emocional”, afirma. Banco de Talentos O projeto disponibiliza espaços gratuitos, por meio de parcerias com entidades ou iniciativas públicas e privadas, para a comercialização de serviços e produtos confeccionados por mulheres que participam dos núcleos do Direito Delas. Atualmente, o programa opera em 11 núcleos espalhados pelo Distrito Federal, oferecendo assistência social, psicológica e jurídica em Ceilândia, Estrutural, Guará, Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Gama e Samambaia. Com mais de mil mulheres envolvidas, o Banco de Talentos continua crescendo. Somente este ano, já foram realizadas 17 exposições, totalizando 310 mulheres beneficiadas. Muitas delas fazem parte do programa Direito Delas, que oferece suporte social, psicológico e jurídico a vítimas de violência doméstica, ampliando possibilidades de autonomia e superação. *Com informações da Sejus

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De aluna a governadora por um dia: estudante da rede pública vive bastidores do poder no DF

Começar o dia na academia poderia ser um simples cumprimento de rotina. Mas, para Júlia Lopes, de 17 anos, foi o combustível para viver seu dia como governadora ao lado de Celina Leão, que está no exercício da função. Foi o primeiro compromisso desta terça-feira (15), numa jornada intensa, que começou antes do nascer do sol e seguiu com reuniões, entrevistas e visitas institucionais, tudo como parte do projeto Meninas em Ação.   Selecionada entre 30 alunas da rede pública do Distrito Federal, Júlia foi a protagonista do dia. Estudante do Centro de Ensino Médio Setor Oeste (Cemso), ela vivenciou de perto a rotina de quem ocupa um dos cargos de maior responsabilidade do governo local. “Foi uma experiência incrível. Eu estava pensando: ‘Meu Deus, como é que eu vou treinar com a Celina Leão?’ Nunca tinha ido à academia, então até nisso o projeto me proporcionou uma oportunidade nova”, contou, ainda empolgada. Selecionada entre 30 alunas da rede pública do Distrito Federal, Júlia foi a protagonista do dia ao lado da governadora em exercício Celina Leão | Foto: Renato Alves/Agência Brasília   Idealizado pela Secretaria de Relações Internacionais, em parceria com as secretarias de Educação e da Mulher, o Meninas em Ação tem como principal objetivo promover o empoderamento feminino e incentivar o protagonismo das estudantes da rede pública. O projeto-piloto, lançado em março durante o Mês da Mulher, selecionou alunas de até 18 anos com domínio de inglês ou espanhol e que cursam o 3º ano do ensino médio. A agenda de Júlia incluiu ainda participação em um programa de rádio ao lado da governadora em exercício. “Foi minha primeira experiência com rádio e podcast. A agenda está cheia e eu estou muito animada. É importante participar dessas experiências públicas, ver como o DF está andando. Muitas vezes a gente só vê a notícia e, pessoalmente, é outra coisa. Ver na carne como funciona tudo isso é muito significativo”, destacou. Ao lado de Celina, ela também conheceu os bastidores da tomada de decisões, conversou com autoridades e se encantou com a dimensão da responsabilidade pública. “A Júlia me acompanhou desde as 6h da manhã. Fiquei encantada com a disposição, o olhar crítico, o talento. Ela desenha super bem, tem domínio de línguas, é uma jovem com múltiplas habilidades. Isso enche a gente de esperança”, disse a governadora . [LEIA_TAMBEM]Celina Leão ainda destacou a importância de o projeto alcançar jovens com altas habilidades. “Ela tem uma percepção bem apurada da vida. Isso mostra o potencial da nossa rede pública de ensino para formar cidadãos preparados para o mercado de trabalho, para a produção de conteúdo, para a tecnologia.” Com duração de sete meses, o Meninas em Ação terá atividades até outubro, com a proposta de colocar alunas em cargos de liderança por um dia, acompanhando mulheres que atuam no poder público, em embaixadas, organismos internacionais e empresas. A inspiração veio do movimento internacional Girls Takeover, criado no Dia Internacional da Menina, em 11 de outubro, para reforçar a igualdade de gênero por meio da representação feminina na tomada de decisões. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, já se prepara para receber a próxima estudante. “Serei a próxima a participar desse projeto, que é um sucesso. Dar protagonismo para essas meninas é permitir que elas visualizem possibilidades. Elas vão se inspirar e escolher o que querem ser no futuro”, afirmou. “A selecionada será secretária de Educação por um dia, acompanhando de perto todas as decisões que tomamos.”

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Diretores de escolas de Samambaia recebem orientações sobre enfrentamento à violência doméstica

Para orientar e sensibilizar crianças e adolescentes sobre a importância do respeito aos direitos das mulheres e o combate à violência de gênero, a Secretaria da Mulher (SMDF) promoveu, nesta quarta-feira (9), a palestra “O papel dos gestores de educação no enfrentamento da violência doméstica”. Participaram 100 diretores de escolas de Samambaia, região que recebe o projeto no mesmo espaço onde ocorre outra importante iniciativa: o programa Mães Mais Que Especiais. Durante o evento, a vice-governadora Celina Leão lembrou: “Nós sabemos que as crianças são multiplicadoras natas” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Ações como essa reforçam a importância do ambiente escolar como espaço para conscientização, empoderamento feminino e, também, acolhimento às vítimas – um importante trabalho que inclui ainda os cuidados com as mães atípicas” Celina Leão, vice-governadora O objetivo do encontro, realizado em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), foi capacitar e sensibilizar líderes escolares sobre a atuação das escolas na prevenção e combate à violência contra mulheres no ambiente escolar e na comunidade. Os diretores receberam informações importantes sobre ações da SMDF voltadas para acolhimento e proteção das mulheres, como o programa Maria da Penha vai à Escola e o Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV). Alice Macera, diretora do CED 619 de Samambaia: “Nosso trabalho também é observar para poder ajudar, quando for o caso” Acolhimento “Nós sabemos que as crianças são multiplicadoras natas”, declarou a vice-governadora Celina Leão. “Elas cobram em casa o que aprendem na escola. Ações como essa reforçam a importância do ambiente escolar como espaço para conscientização, empoderamento feminino e, também, acolhimento às vítimas – um importante trabalho que inclui ainda os cuidados com as mães atípicas, por meio do Mães Mais Que Especiais.” “O caminho para o fim da violência é a educação. Aqui somos multiplicadores da paz, e os caminhos que queremos multiplicar são o da prevenção e da proteção das mulheres” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Diretora do Centro Educacional 619 de Samambaia, Alice Macera avalia que as informações recebidas durante a palestra são importantes para intensificar as ações no ambiente escolar. “Nosso trabalho também é observar para poder ajudar, quando for o caso”, pontuou.  “Esses cursos são muito importantes, pois as informações se tornam mais robustas para que a gente possa passar para as mães e as famílias”. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, reforçou: “O caminho para o fim da violência é a educação. Aqui somos multiplicadores da paz, e os caminhos que queremos multiplicar são o da prevenção e o da proteção das mulheres. Ambiente escolar Já a diretora da Escola Classe 121 de Samambaia, Elaine Moraes, lembrou que, mesmo entre as crianças menores, muitas convivem com diferentes formas de violência, ainda que não seja a física. “Eles são muito atentos e reportam o que acontece nas escolas, então nós recebemos essas informações e passamos para eles com uma linguagem adequada, de modo que eles passem a perceber episódios de violência como não naturais”. Esses projetos evidenciam a importância do ambiente escolar como espaço de conscientização, empoderamento feminino e acolhimento de vítimas. “A gente tem esse olhar especial”, disse a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Vamos atender e trabalhar para ajudar essas mulheres que tanto precisam”. Durante o evento, as gestoras e gestores escolares também puderam conhecer a estrutura e o funcionamento dos comitês de proteção à mulher, criados para acolher, orientar e encaminhar mulheres vítimas de violência. Os comitês já estão em funcionamento em diversas regiões do DF, como Itapoã, Ceilândia, Estrutural, Sobradinho e Lago Norte, e contam com profissionais capacitados para atendimento e escuta qualificada.  

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Projeto Mulheres da Areia Brasília promove esporte e empoderamento feminino

O Mulheres da Areia Brasília chega para movimentar Águas Claras, Guará e Plano Piloto entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A iniciativa, fruto de uma parceria entre a Secretaria da Mulher (SMDF) e a Associação Brasiliense de Apoio ao Esporte (Abae), promove inclusão, diversidade e bem-estar físico e mental, unindo esporte, cultura e conscientização no enfrentamento à violência contra a mulher. Com três etapas programadas, o evento inclui competições esportivas exclusivamente femininas nas modalidades de vôlei de praia, futevôlei e beach tennis. Ao todo, 144 mulheres vão participar diretamente das atividades que integram esporte, cultura e saúde integral. O projeto reforça a igualdade de gênero e incentiva a participação ativa das mulheres em diversas esferas sociais. Com três etapas programadas, o evento inclui competições esportivas exclusivamente femininas nas modalidades de vôlei de praia, futevôlei e beach tennis | Foto: Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a relevância das ações para o fortalecimento feminino no Distrito Federal. “A inclusão feminina no esporte é uma forma poderosa de promover saúde, autoconfiança e conscientização. Por meio desse programa, queremos não apenas levar informações, mas também criar um ambiente seguro e inspirador, onde as mulheres possam se expressar e desenvolver suas habilidades, seja no esporte, na cultura ou no empreendedorismo”, ressaltou. Calendário de atividades Etapa Plano Piloto: A última etapa ocorrerá, 8 e 9 de fevereiro de 2025, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, com competições de vôlei de praia e beach tennis | Foto: Divulgação/SMDF Etapa Águas Claras: O lançamento do evento acontece no dia 28 de dezembro de 2024, na Arena Oásis, com a participação de 12 duplas competindo no vôlei de praia. As duplas serão compostas de uma atleta iniciante e uma atleta intermediária. Etapa Guará: De 1º a 2 de fevereiro de 2025, o campeonato de futevôlei será realizado na Praça da Bandeira. Etapa Plano Piloto: A última etapa ocorrerá, 8 e 9 de fevereiro de 2025, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, com competições de vôlei de praia e beach tennis. Todas as etapas são abertas ao público. Além das competições, o projeto oferece palestras sobre saúde emocional, direitos das mulheres e empreendedorismo, além de serviços de bem-estar, como maquiagem e massagem. A proposta de criar um evento voltado exclusivamente para o público feminino reafirma o compromisso com a igualdade de gênero e a promoção de uma sociedade livre de discriminações. O Mulheres da Areia teve também apoio da deputada distrital Dayse Amarilio, por meio de uma emenda parlamentar no valor de R$ 500 mil. A parlamentar destaca que o projeto é a oportunidade de criar um ambiente seguro e inspirador onde mulheres possam se expressar, desenvolver habilidades e ampliar possibilidades no esporte, na cultura ou no empreendedorismo. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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