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enfrentamento à violência

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Riacho Fundo II vai ganhar uma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher 

Em iniciativa da Secretaria da Mulher (SMDF), será inaugurado, em 4 de maio, o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam IV) no Riacho Fundo II.  Com capacidade para atender até 50 pessoas por dia, a nova unidade terá servidores especializados no atendimento às mulheres, como psicólogos, assistentes sociais, pedagogos, técnicos administrativos e gestores, ampliando a rede de acolhimento e proteção às mulheres em situação de violência. Centros de atendimento à mulher oferecem toda a estrutura de acolhimento e acompanhamento | Foto: Divulgação/SMDF  Os Ceams são unidades fundamentais na política pública de enfrentamento à violência contra a mulher. Nesses espaços, as mulheres encontram acolhimento humanizado e atendimento especializado, com suporte psicossocial, orientação jurídica e acompanhamento contínuo, respeitando suas histórias e promovendo autonomia e segurança. Expansão da rede A inauguração do Ceam IV integra um avanço expressivo na estrutura de atendimento do DF. Em apenas três anos, a rede da Secretaria da Mulher mais que dobrou, passando de 14 unidades, em 2023, para 31, em 2026. Esse crescimento significativo amplia o acesso aos serviços, descentraliza o atendimento e fortalece a proteção às mulheres em todas as regiões administrativas, garantindo que mais mulheres encontrem apoio perto de onde vivem. [LEIA_TAMBEM]Os equipamentos públicos da SMDF oferecem suporte completo às vítimas, atuando de forma integrada para garantir, além do atendimento imediato, o acompanhamento necessário para a reconstrução de suas vidas. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com políticas públicas efetivas de enfrentamento à violência, traduzido no slogan “GDF ao lado das mulheres”, que orienta ações concretas de cuidado, proteção e promoção da autonomia feminina em todo o DF. Serviço ► Inauguração do Centro Especializado de Atendimento à Mulher do Riacho Fundo II → Data: segunda-feira (4/5), às 10h30 → Local: QN 9A Conjunto 2 lotes 3/4 – Riacho Fundo II.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Núcleos integrados de atendimento à mulher têm atendimento ampliado 

Por meio da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher (Diam), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) registra mais um avanço no enfrentamento à violência de gênero, com a designação de agentes de polícia do sexo feminino específicas para atuar nas unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam). A medida faz parte da recente reestruturação da Diam e representa um ganho expressivo para a instituição e para a população feminina do Distrito Federal. Assim como as equipes de atendimento, instalações receberam reforço na infraestrutura | Foto: Divulgação/PCDF “Com a presença de chefias dedicadas, conseguimos fortalecer a estrutura dos núcleos, garantir maior qualidade no acolhimento e promover um atendimento mais eficaz e humanizado às mulheres em situação de violência” Karen Langkammer, diretora da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher A designação dessas chefias para os núcleos visa a qualificar, ampliar e aprimorar o atendimento prestado às mulheres em situação de violência doméstica e sexual. O impacto positivo da iniciativa já é perceptível: no primeiro trimestre deste ano, houve um aumento de 57,80% no número de atendimentos prestados, em comparação com o mesmo período do ano anterior. “A ampliação da estrutura com a implementação de um material humano específico e capacitado é um marco na história da Diam e dos Nuiams”, afirma a diretora da Diam, delegada Karen Langkammer. “Com a presença de chefias dedicadas, conseguimos fortalecer a estrutura dos núcleos, garantir maior qualidade no acolhimento e promover um atendimento mais eficaz e humanizado às mulheres em situação de violência no Distrito Federal.” Os Nuiams desempenham um papel importante na rede de proteção à mulher, atuando com escuta qualificada, orientação jurídica, acolhimento e encaminhamento das vítimas à rede de apoio. Esses espaços são estruturados para oferecer um atendimento humanizado e multidisciplinar, fortalecendo a autonomia e a reconstrução da vida das vítimas. Veja, abaixo, as unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher no DF.  ⇒ Delegacia Especial de Atendimento à Mulher I (Asa Sul) ⇒ Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Ceilândia) ⇒ 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) ⇒ 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante) ⇒ 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo) ⇒ 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires)   *Com informações da Polícia Civil do DF

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Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia celebra três anos de acolhimento

Localizada no coração de Ceilândia, a Casa da Mulher Brasileira (CMB) celebra três anos de dedicação à capacitação, promoção e enfrentamento à violência contra as mulheres do Distrito Federal. Desde a inauguração, em 22 de abril de 2021, o espaço, administrado pela Secretaria da Mulher (SMDF), tem sido um ponto de referência para milhares de mulheres em busca de apoio, oferecendo mais de 24 mil atendimentos ao longo desse período. Nos últimos três anos, a casa tem sido um refúgio de esperança e apoio para milhares de mulheres de todo o DF que enfrentam situações de violência e vulnerabilidade. O acolhimento é dividido em dois eixos: capacitação e enfrentamento à violência. Uma equipe multidisciplinar dedicada e sensível atende as necessidades das mulheres. Na Casa da Mulher Brasileira, uma equipe multidisciplinar atende o público feminino nos eixos de capacitação e enfrentamento à violência | Foto: Vinícius de Melo/ SMDF A secretária da mulher, Giselle Ferreira, reforça que os números de atendimentos refletem o impacto significativo que a CMB tem tido na comunidade. “Desde a sua abertura, milhares de mulheres encontraram apoio emocional, orientação jurídica e assistência prática para superar os desafios que enfrentam em suas vidas. Mais do que isso, elas têm recebido a oportunidade de se capacitar profissionalmente, ganhando as ferramentas necessárias para se tornarem independentes e alcançarem seus objetivos”, disse. Promoção e capacitação Além de fornecer um ambiente seguro e acolhedor para mulheres em situações de vulnerabilidade e violência, o espaço tem se destacado pelo compromisso em capacitar e promover o empoderamento feminino. Mais de 10 mil atendimentos foram realizados neste eixo desde a abertura. Por meio de uma variedade de programas e iniciativas, como o Empreende Mais Mulher e o Projeto Mão na Massa, a iniciativa tem ajudado mulheres de todas as origens a desenvolver habilidades, adquirir conhecimentos e encontrar oportunidades para um futuro melhor. Yanca Silva faz o curso de recepcionista: “Além da capacitação aqui, também posso contar com acompanhamento psicossocial, atendimentos de saúde, exames preventivos e o dia da beleza para levantar nossa autoestima” | Foto: Divulgação/ SMDF Concluindo o curso de recepcionista na CMB, Yanca Silva, 26 anos, destaca que o local é uma chave de esperança para uma porta de oportunidades. “Aqui eu pude de fato me dedicar ao curso, já que o local conta com brinquedoteca para meu filho. Além da capacitação aqui, também posso contar com acompanhamento psicossocial, atendimentos de saúde, exames preventivos e o dia da beleza para levantar nossa autoestima”, completa. O compromisso do local com a capacitação e promoção das mulheres é evidente em cada aspecto do funcionamento. Desde os cursos de capacitação profissional oferecidos regularmente até as parcerias com instituições locais para fornecer oportunidades de emprego, a casa tem se esforçado para garantir que cada mulher que passa por suas portas tenha as melhores chances possíveis de sucesso. Enfrentamento à violência Elizabete dos Santos: “Um espaço como esse nos ensina a viver de novo” | Foto: Divulgação/ SMDF A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia tem desempenhado um papel fundamental na oferta de suporte e orientação para aquelas que buscam uma saída para a violência doméstica. Ao longo do funcionamento, o local já realizou cerca de 14 mil atendimentos no eixo de enfrentamento à violência realizados por uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogos, assistentes sociais e pedagogos, dedicada e sensível às necessidades das mulheres. Esses acolhimentos representam não apenas números, mas histórias de coragem e resiliência de mulheres que buscaram ajuda para se libertar de relacionamentos abusivos. A subsecretária de enfrentamento à violência, Maíra Castro, reforça que o perfil das mulheres assistidas é diverso. “Cada atendimento é único. Em grande maioria, as mulheres demoram a entender que estão em um ambiente de violência doméstica. E a casa, por meio dos profissionais, tem a capacidade de acolher e proporcionar o apoio que elas precisam”, disse. Com o auxílio de conversas individuais, grupos de apoio e atividades terapêuticas, as mulheres são encorajadas a reconhecer sua própria força e capacidade de mudança. Além disso, o atendimento inclui assistência jurídica para lidar com processos legais relacionados à violência doméstica, apoio psicológico para lidar com traumas emocionais e orientação sobre como acessar recursos e serviços de apoio externos. Nesses três anos, a Casa da Mulher Brasileira teve impacto significativo na vida das mulheres da comunidade. Elizabete dos Santos, de 39 anos, que frequenta a casa, pontua que o acolhimento realizado é essencial. “Um espaço como esse, que traz segurança de volta à vida, nos ensina a viver de novo e sermos acolhidas por profissionais que entendem a situação, é algo aliviante”, declara. *Com informações da Secretaria da Mulher

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Observatório vai subsidiar governo em políticas públicas para mulheres

Arte: Secretaria da Mulher   Em uma ação integrada por órgãos públicos e cinco secretarias, o Governo do Distrito Federal (GDF) colocou no ar nesta segunda-feira (29) o Observatório da Mulher. O portal, disponibilizado também em versão mobile (para smartphones), traz pelo menos 50 gráficos com dados relacionados ao sexo feminino no DF em áreas como segurança pública, saúde, educação e assistência social (veja o lançamento do portal no vídeo abaixo). A ferramenta subsidiará o GDF no desenvolvimento de políticas públicas integradas voltadas para a mulher, envolvendo diversos órgãos e secretarias do governo distrital. “Trata-se do primeiro portal do país com informações apresentadas em um único espaço e que auxiliarão não só o governo como a imprensa de forma clara e transparente”, informa a secretária da Mulher, Ericka Filippelli. Quem acessar o portal encontrará orientações que ajudam na identificação de todo e qualquer tipo de agressão contra a mulher por meio da Cartilha da Mulher – disponível na ferramenta. O Observatório também conta com estatísticas da participação feminina nos programas elaborados pela Secretaria da Mulher (SM) para incentivo ao empreendedorismo e à autonomia econômica. Dados sobre o panorama da Covid-19 e informações da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher no DF compõem as informações apresentadas. Assista ao vídeo: Ação coordenada Além da SM, que encabeça a proposta, fazem parte da produção e do abastecimento de dados do Observatório a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e as pastas de Segurança Pública, Saúde, Educação e Assistência Social. Um comitê integrado com representantes de todas as secretarias foi formado para discutir as ações governamentais que serão desenvolvidas em prol da causa feminina. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) conta com uma câmera técnica que monitora os números de feminicídio no DF e auxilia na apresentação de dados do portal. “Trabalhar políticas voltadas às causas das mulheres não se limita à segurança, mas a uma visão ampliada de todos os direitos e conquistas garantidos a elas”, ressalta o secretário de Segurança, Anderson Torres.

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