Após fortes chuvas, Ceilândia inicia força-tarefa emergencial
As fortes chuvas que atingiram Ceilândia na noite de sábado (28/2) provocaram alagamentos em diversos pontos da cidade e mobilizaram equipes da administração local, que permaneceram de plantão monitorando as áreas mais afetadas. “Percorremos a cidade para mapear os pontos mais críticos e definir as intervenções necessárias”, relata o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “Nossas equipes estiveram de plantão e continuarão mobilizadas para dar respostas rápidas à população.” Novacap utilizou um caminhão hidrojato de alta capacidade para limpar a tubulação; equipamento acelera a desobstrução da rede | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Na manhã deste domingo (1º), as equipes constataram acúmulo de lixo nas bocas de lobo. Muito desse material foi arrastado pelas enxurradas após ter sido descartado irregularmente em vias e espaços públicos. Os resíduos acabaram obstruindo a rede de captação de águas pluviais, comprometendo o escoamento da água da chuva e contribuindo para os pontos de alagamento. [LEIA_TAMBEM]Um caminhão hidrojato da Novacap, equipamento de alta potência utilizado para limpeza profunda da tubulação, já começou o serviço. A capacidade operacional do hidrojato equivale ao trabalho manual de aproximadamente 100 homens, o que acelera o processo de desobstrução da rede. “Estamos atuando de forma integrada com os órgãos do Governo do Distrito Federal para desobstruir a rede pluvial, recuperar as vias e minimizar os impactos causados pelas chuvas”, reforça o administrador. “A prioridade é garantir segurança e normalidade o mais rápido possível.” A partir desta segunda-feira (2), em parceria com a Novacap e o SLU, a Administração Regional de Ceilândia atuará em reparos de buracos, retirada de resíduos levados pela enxurrada e desobstrução de bocas de lobo, para restabelecer o funcionamento da rede de águas pluviais. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Bacia do Drenar DF começa a receber dissipadores e paisagismo
As escavações da bacia de detenção do Drenar DF estão praticamente concluídas e, assim, novas etapas da obra se aproximam, entre elas o plantio de grama, a instalação de alambrados e a construção de dissipadores de concreto para controlar a entrada e saída de água na bacia. O GDF está investindo R$ 174 milhões em recursos da Terracap para as obras do Drenar DF, projeto para acabar com os alagamentos e enxurradas provocados pelas chuvas | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Os dispositivos de concreto reduzem a força da água como dissipadores de energia. Acumulam a água na bacia e fazem uma filtragem, evitando que galhos, folhas e plástico sejam lançados no Lago Paranoá. A área da bacia também receberá 36.337,37 m² de grama do tipo batatais. Ao todo, são 7,68 km de túneis escavados entre 12 e 20 metros de profundidade, que irão complementar a rede de drenagem já existente. A obra é inteiramente subterrânea, construída no método tunnel liner “A escavação da bacia se aproximando dos 100% significa que a etapa de movimentação de terra da obra está praticamente concluída. Vamos gramar toda a bacia, todos aqueles degraus terão plantio de mudas, e também vamos fazer os dispositivos de concreto e instalar os alambrados”, detalha o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. Até agora, mais de 233 mil m³ de escavações foram feitas, o equivalente a 93 piscinas olímpicas. O projeto prevê a retirada de 245,8 mil m³ do local. Paralelamente a essas obras, a Agência de Desenvolvimento (Terracap), responsável pelo Drenar DF, vai construir uma praça e fazer o paisagismo na área batizada de Parque Urbano Internacional da Paz. Essa outra etapa será feita em uma nova licitação e terá paisagismo, ciclovia, plantio de árvores e calçamento. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ao todo, o GDF está investindo R$ 174 milhões em recursos da Terracap para as obras do Drenar DF, projeto para acabar com os alagamentos e enxurradas provocados pelas chuvas. São 7,68 km de túneis escavados entre 12 e 20 metros de profundidade, que irão complementar a rede de drenagem já existente. A obra é inteiramente subterrânea, construída no método tunnel liner, que não causa qualquer transtorno à população.
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Bocas de lobo da Avenida Elmo Serejo, em Ceilândia, passam por limpeza
O programa GDF Presente e a Administração Regional de Ceilândia executaram a limpeza de 50 bocas de lobo na Avenida Elmo Serejo. Uma equipe de 13 pessoas retirou descartáveis e terra das estruturas, localizadas a partir do viaduto do Metrô-DF, próximo à estação Ceilândia Sul, sentido Setor P. Sul. Os trabalhos de desobstrução das bocas de lobo foram executados por oito reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária | Foto: Divulgação/GDF Presente [Olho texto=”“Além de causar alagamentos, a enxurrada pode provocar erosões nas ruas, que não são pavimentadas, e dificultar a vida dos moradores”” assinatura=”Dilson Resende, administrador de Ceilândia” esquerda_direita_centro=”direita”] “É um trabalho importante para evitar enxurradas no Pôr do Sol, já que a água que desce pela Elmo Serejo vai para lá, passando pelo P. Sul”, explica o administrador da região, Dilson Resende. “Além de causar alagamentos, a enxurrada pode provocar erosões nas ruas, que não são pavimentadas, e dificultar a vida dos moradores”, completa o gestor. Confira outras ações do GDF Presente: O coordenador do Polo Oeste 2, Elton Walcacer, acrescenta que, além da limpeza das bocas de lobo, houve a reposição de tampas que foram deslocadas pelas enxurradas registradas no final do ano passado. “É mais segurança para os pedestres e ordem à zeladoria da avenida”, destaca ele. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A gerente de Manutenção e Conservação de Ceilândia, Tatiana Alves Souza, explica que todo o material encontrado nas bocas de lobo, principalmente descartáveis, é ensacado e disponibilizado para a coleta comum do SLU. “Já a terra é aproveitada como adubo. Espalhamos pelos canteiros da cidade, ao redor das árvores”, indica. A desobstrução das bocas de lobo será depois executada por um caminhão hidrojato da Novacap. Participaram do trabalho oito reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária.
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