Resultados da pesquisa

espécies nativas

Thumbnail

Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado: ação planeja chegar a 150 mil mudas até 2030

O Distrito Federal conta com uma data dedicada ao plantio de espécies nativas: o Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, celebrado no primeiro domingo de dezembro. O marco foi instituído pelo Decreto Distrital nº 44.606/2023. Desde a criação da iniciativa, em 2023, cerca de 35 mil mudas do bioma já foram plantadas em diferentes regiões administrativas. A meta é ampliar esse número nos próximos anos, com previsão de 20 mil mudas em 2026 e de alcançar 150 mil até 2030. "Estamos investindo em políticas que unem preservação ambiental e participação da população. O plantio de espécies nativas do Cerrado é uma ação concreta que contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas e para a qualidade de vida no Distrito Federal", destacou a governadora Celina Leão. O Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, criado em 2023, já resultou no plantio de mais de 35 mil mudas em diferentes regiões do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília Em 2023, na primeira edição, foram plantadas 10 mil mudas, em ação coordenada entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Brasília Ambiental, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e as administrações regionais. No ano seguinte, outras 10 mil foram plantadas, com ampliação para 24 regiões administrativas. Já em 2025, a iniciativa registrou o melhor resultado, com 15 mil mudas plantadas em diversos pontos do DF. [LEIA_TAMBEM]Para os próximos anos, além do aumento no número de mudas, a Sema-DF prevê ampliar a participação popular, incluindo escolas públicas e privadas na ação. Também está prevista a identificação de áreas prioritárias para recuperação de áreas degradadas. “O Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado deixou de ser apenas uma ação simbólica e passou a ser uma política pública consistente, que promove recuperação ambiental, educação e engajamento da sociedade. Os resultados mostram que estamos no caminho certo para ampliar a cobertura vegetal e preservar o nosso bioma”, arrematou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.

Ler mais...

Thumbnail

Espécies do Cerrado florescem no Parque da Cidade

O processo de replantio de árvores nos estacionamentos 4 e 5 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília, já começa a apresentar resultados positivos. Após a retirada de 1.628 pinheiros antigos, em 2024, cerca de 3 mil mudas de 36 espécies nativas do Cerrado, adaptadas ao clima da região, foram plantadas no local e apresentam bom desenvolvimento. O trabalho foi realizado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela arborização em áreas públicas do Distrito Federal. Segundo a equipe técnica do Departamento de Parques e Jardins (DPJ), da Diretoria de Cidades, as mudas produzidas nos viveiros da companhia já apresentam flores, frutos e ultrapassam três metros de altura. As cerca de 3 mil mudas plantadas nos estacionamentos 4 e 5 do Parque da Cidade estão se desenvolvendo bem | Foto: Divulgação/Novacap Entre as espécies escolhidas estão ipês (branco, amarelo-petrópolis, amarelo-peludo, caraíba-amarelo, roxo e rosa), jacarandá-mimoso, pau-brasil, oiti, sapucaia, pequizeiro, baru, angico-branco-do-cerrado, pau-d’óleo, fisocalima, landim, cássia-chuva-de-ouro, pau-ferro, vinhático, louro-pardo, aroeira-vermelha, pata-de-vaca-rosa, mutamba, quaresmeira-roxa, imbiruçu, bálsamo, imburana, ingá-mirim, tamarindeiro, pitangueira e goiabeira, além de espécies de palmeiras como jerivá, guariroba, locuba, bismarckia-azul e veitchia. A seleção prioriza as características de solo e clima da região, conforme projeto original idealizado por Burle Marx. Desde o plantio, as mudas passam por manutenção rotineira e monitoramento técnico da companhia. Durante as vistorias, são identificadas árvores que precisam de ajustes no tutoramento, adubação ou controle de pragas, como formigas e cupins. Também é feita a reposição de mudas que não se desenvolveram adequadamente. “O plantio é apenas a primeira etapa. O acompanhamento contínuo das mudas garante que elas se desenvolvam de forma saudável e se adaptem da melhor forma. Nosso objetivo é fortalecer a presença de espécies do Cerrado e ampliar a biodiversidade nas áreas urbanas do Distrito Federal”, explica o diretor da Diretoria de Cidades, Raimundo Silva. Algumas das 36 espécies nativas do Cerrado plantadas nos locais já estão dando flores e frutos Renovação arbórea A substituição dos pinheiros também favoreceu o equilíbrio ambiental do parque. As espécies nativas do Cerrado contribuem para a biodiversidade e estimulam a presença de insetos, aves e outros animais. Além disso, a arborização melhora o microclima da área e a qualidade do espaço para os visitantes. O sombreamento mais intenso, no entanto, deve levar de 5 a 8 anos, a depender da espécie. O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, responsável pela administração do parque, afirma que a recuperação do Parque da Cidade com o plantio de espécies do Cerrado reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a sustentabilidade e a preservação ambiental. “Além de valorizar o bioma local, essa ação contribui diretamente para a qualidade dos espaços públicos utilizados pela população para esporte e lazer”, disse. [LEIA_TAMBEM]O Parque da Cidade é um dos principais pontos de lazer da capital. Frequentadora assídua, a professora Ana Paula Santos, de 52 anos, já percebeu e aprovou a mudança. “Passo por aqui quase todos os dias e já dá para ver lindas árvores crescendo. Fico feliz que priorizam espécies do cerrado, porque isso valoriza e impacta no nosso meio ambiente e parque”, afirma a moradora da Asa Sul. Os troncos dos antigos pinheiros foram transportados para o Pátio do Viveiro II da Novacap, localizado no Setor de Oficinas Norte (SOFN). Grande parte dos lotes de madeira já foi leiloada, e outra parte permanece na companhia, aguardando leilão. Todo o recurso arrecadado com a venda da madeira é destinado ao Tesouro do Distrito Federal. *Com informações da Novacap

Ler mais...

Plantio de 3 mil mudas resgata projeto de Burle Marx no Parque da Cidade

O Bosque dos Pinheiros, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, começa a tomar cara nova. Após retirar os pinheiros por questões de segurança dos frequentadores, o Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou o plantio de três mil mudas de espécies nativas do Cerrado. A medida faz parte das ações de recuperação do segundo maior parque urbano do mundo e resgata o projeto original do paisagista Roberto Burle Marx. Árvores de diferentes espécies do Cerrado serão plantadas no lugar dos pinheiros, que apresentavam problemas | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília [Olho texto=”“Essa área vai voltar a ser um cartão-postal de nossa cidade – porém, a partir de agora, com um DNA tipicamente candango, por meio dessas espécies que vão colorir o bosque” ” assinatura=”Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para marcar a nova etapa do parque, o governador Ibaneis Rocha iniciou o plantio das espécies nesta quinta-feira (25) junto à Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), responsável pela ação. Para a área dos pinheiros – superior a seis campos de futebol – estão previstos exemplares de pau-brasil, acácia, ipê, bromélia, copaíba, jacarandá, palmeira e outras espécies produzidas nos viveiros da Novacap. Desta forma, o GDF aproxima o Cerrado dos mais de 14 mil frequentadores do local durante a semana e dos mais de 37 mil nos finais de semana. “Vamos ter aqui em Brasília um bosque nativo, um bosque bastante bonito que vai ajudar ainda mais a vida aqui no Parque da Cidade, que é um local muito visitado pela população, muito apreciado por todos do DF e aqueles que vêm de fora também;  é uma grande oportunidade para a cidade se renovar”, afirmou o governador Ibaneis Rocha durante o evento. “Essa área vai voltar a ser um cartão-postal de nossa cidade – porém, a partir de agora, com um DNA tipicamente candango, por meio dessas espécies que vão colorir o bosque”, reforçou o presidente da Novacap, Fernando Leite. A professora Maria Libana Bezerra comemorou: “Foi excelente essa iniciativa do governo, porque vai proporcionar à população mais um local com sombra, bem agradável” Frequentadora do Parque da Cidade, a professora Maria Libana Bezerra elogiou o trabalho: “Foi excelente essa iniciativa do governo, porque vai proporcionar à população mais um local com sombra, bem agradável. Antes não eram espécies do Cerrado, e agora teremos essas que representam Brasília. É um privilégio esse parque, e o GDF tem dado grande importância a essa melhoria. Temos visto o parque numa transformação”. Relembre o caso [Olho texto=”“Esse replantio é muito significativo na composição da história do Parque da Cidade” ” assinatura=”Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer” esquerda_direita_centro=”direita”] A decisão de retirar os pinheiros foi tomada pelo grupo de trabalho composto pela Novacap, Instituto Brasília Ambiental, Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) – que administra o Parque da Cidade. Para tanto, foi elaborado um plano de manejo que definiu todo o cronograma e a substituição das espécies. Muitos desses pinheiros, que possuíam em média 27,7 metros de altura, apresentavam risco de queda, rachaduras, buracos, ferimentos, fungos, brocas e cupins, entre outros problemas. Segundo técnicos, as árvores foram feitas para durar 20 anos no local, e muitas acumulavam 40 anos. A remoção começou em agosto de 2023, com a supressão de 1.628 pinheiros, seguida pela retirada total, em novembro. A Novacap foi a executora dessas ações. O material foi armazenado e será destinado a leilão público, enquanto os recursos serão encaminhados ao Tesouro do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Esse replantio é muito significativo na composição da história do Parque da Cidade”, aponta o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “É resgatar o projeto de paisagismo de Burle Marx e ao mesmo tempo garantir aos frequentadores uma área mais arborizada com espécies nativas de nossa região, além da segurança de quem passa pelo parque.”  Tecnologia e informação O plantio traz outra novidade, aliada à tecnologia e permitindo uma jornada ambiental aos frequentadores do parque: as árvores serão identificadas com QR codes exclusivos. Ao direcionar a câmera do celular para esses códigos, as pessoas terão acesso às principais informações sobre cada espécie. Desde o nome científico até a época de floração e colheita dos frutos, tudo estará ao alcance da tela. A inclusão de imagens detalhadas, que abrangem todas essas informações, facilitam a identificação futura de outras árvores da mesma espécie.   * Com informações da Novacap

Ler mais...

Thumbnail

Em defesa do meio ambiente, GDF planta mudas típicas

Nas 84 unidades de conservação administradas pelo Brasília Ambiental, a vegetação nativa ganha tratamento especial, garantindo assim sua conservação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Mesmo com uma área pequena para um país de dimensão continental como o Brasil, o Distrito Federal abriga uma vegetação muito diversificada em seus 5,8 mil quilômetros quadrados de extensão territorial. Aproximadamente 4,2 mil espécies de plantas terrestres, algas e fungos compõem a flora nativa local, riqueza protegida pelo GDF por políticas públicas ambientais. A preservação da vegetação local passa por três órgãos do governo: o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que realizam um trabalho que envolve conhecimento e conscientização sobre as espécies nativas, além do plantio e replantio de mudas que compõem a flora do DF. Educação ambiental como ferramenta Nas 84 unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental, a vegetação nativa ganha tratamento especial, garantindo assim sua conservação. Das matas de galeria às árvores retorcidas, passando pelas espécies arbustivas e de menor porte, os parques são um espelho da riqueza da flora do cerrado tipicamente candanga. “Através das unidades de conservação, aproveitamos o máximo de cerrado possível e, assim, conseguimos proteger essas espécies”, explica Ana Paula de Morais Lira Gouvêa, engenheira florestal do Brasília Ambiental e mestre em Botânica pela Universidade de Brasília (UnB). [Olho texto=”“Através das unidades de conservação, aproveitamos o máximo de cerrado possível e, assim, conseguimos proteger essas espécies”, explica Ana Paula de Morais Lira Gouvêa, engenheira florestal do Brasília Ambiental” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, o instituto exalta a vegetação nativa por meio de ações de conscientização, trazendo informação aliada à preservação ambiental. Uma delas foi a campanha Flores do Cerrado, que retratou 120 espécies protegidas em unidades de conservação e parques do DF, divididas pelas cores das pétalas. Em seu perfil no Instagram, todas as quartas o Brasília Ambiental também leva um pouco da vegetação nativa para as pessoas de maneira digital. A última postagem falou da Cambessedesia espora, um pequeno arbusto com flores amarelas típico do cerrado e que pode ser encontrado em locais como os parques Copaíbas (Lago Sul) e Boca da Mata (Taguatinga), além dos Monumentos Naturais Dom Bosco e do Descoberto. No Parque Olhos d’Água, uma das unidades de conservação do instituto, os visitantes que caminham pelas trilhas encontram placas de identificação ao lado de diversas árvores e arbustos, contendo informações como nome científico e período de floração e frutificação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No Parque Olhos d’Água, uma das unidades de conservação do instituto, os visitantes que caminham pelas trilhas encontram placas de identificação ao lado de diversas árvores e arbustos, contendo informações como nome científico e período de floração e frutificação. “É um trabalho de conscientização dos frequentadores muito importante, sendo feita essa conexão com a vegetação”, ressalta Ana Paula. Em se plantando, tudo dá Outra maneira que o governo atua para preservar as espécies nativas é com o plantio e replantio em diversas áreas do Distrito Federal. Em seus dois viveiros, a Novacap produz, anualmente, cerca de 2,3 milhões de mudas de flores e 200 mil mudas de árvores nativas do cerrado para atender às demandas das secretarias e administrações regionais. O plano de arborização da companhia é, entre o ano passado e este, plantar 100.000 mudas. “Os viveiros são os principais gestores de toda arborização do DF, pois de lá saem todas as mudas de árvores plantadas aqui desde a inauguração de Brasília”, explica o chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Raimundo Silva. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Por sua vez, a Sema executa três projetos para revitalizar áreas degradadas no DF, tendo como foco a recuperação de danos em áreas de preservação permanente (APPs) na orla do Lago Paranoá e a restauração de áreas de nascentes nas bacias dos rios Descoberto e Paranoá. Ao todo, nos 195 hectares cobertos pelas três iniciativas, a pasta pretende plantar cerca de 104 mil mudas de árvores e 300 mil semestres de espécies nativas do cerrado. A subsecretária de Assuntos Estratégicos da Sema, Márcia Coura, explica o impacto ambiental que o plantio significa para o DF: “Preservamos a biodiversidade, tanto da flora quanto da fauna, protegemos as margens do Lago e realizamos a manutenção e recuperação dos aquíferos, protegendo as nascentes”.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador