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Delegação do Distrito Federal é convocada para os Jogos da Juventude 2026

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A delegação do Distrito Federal foi convocada para os Jogos da Juventude 2026, que serão disputados entre os dias 15 de outubro e 4 de novembro, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Dada a importância da participação dos estudantes do DF e a necessidade de cumprimento da legislação aplicável, os atletas foram definidos com base na classificação final dos 66º Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF), realizados neste ano.  A publicação saiu no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) dessa quinta-feira (1º/10), nomeando 187 estudantes-atletas que disputarão medalhas na competição, acompanhados de 33 técnicos. No ano de 2025, foram convocados 180 atletas para participar do torneio. Na ocasião, o Distrito Federal levou para casa 24 medalhas. Dentre as 20 modalidades esportivas disputadas estão atletismo, judô, taekwondo, tênis de mesa, triatlo, águas abertas, natação, badminton, ciclismo, wrestling, handebol, voleibol, ginástica artística, ginástica rítmica, tiro com arco, basquetebol, futsal, vôlei de praia, esgrima, remo virtual indoor, entre outros. Em 2025, foram 4.700 competidores nos Jogos da Juventude, sendo 2.368 meninas e 2.332 meninos, equidade de gênero que será mantida na edição de 2026 | Foto: Divulgação/SEEDF Os estudantes-atletas do DF devem ficar atentos, pois o kit com os uniformes, bolsa de viagem, mala, entre outros itens, será entregue no dia 14 de outubro na reunião de pais e atletas na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Um novo capítulo para o esporte Este ano, os Jogos da Juventude serão realizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em parceria com o Governo do Paraná e a Prefeitura de Foz do Iguaçu. Nesta edição, o evento reunirá cerca de cinco mil atletas, um recorde na quantidade de estudantes-atletas, de 13 a 17 anos, das 27 unidades federativas e de três delegações internacionais que também participarão: Argentina, Japão e Paraguai. Em 2025, foram 4.700 competidores, sendo 2.368 meninas e 2.332 meninos, equidade de gênero que será mantida na edição de 2026.  O esporte desempenha um papel fundamental na formação dos estudantes-atletas ao promover valores como disciplina, respeito, responsabilidade, cooperação e superação. As competições proporcionam oportunidade de integração, troca de experiências com estudantes de outros estados e países, além do desenvolvimento pessoal, permitindo que os jovens aprendam a enfrentar desafios, vitórias, derrotas e fortaleçam o espírito de equipe.   *Com informações da SEEDF

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Paralimpíadas Escolares 2025: DF é vice-campeão no rúgbi em cadeira de rodas

A participação do Distrito Federal no rúgbi em cadeira de rodas foi um dos destaques das Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas no Centro Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Em uma disputa nacional marcada por intensidade e superação, a equipe brasiliense conquistou o segundo lugar no torneio, que reuniu atletas da capital, de São Paulo e da Paraíba (PB). O desempenho do time brasiliense mostrou força, organização e uma evolução nítida ao longo das partidas. As apresentações envolveram desde placares elásticos — como a vitória por 27 x 5 sobre a Paraíba — até confrontos duros e altamente competitivos, especialmente contra a equipe paulista. Equipe de Rugby em cadeira de rodas do Distrito Federal durante partida no Centro Paralímpico Brasileiro de São Paulo | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF Modalidade técnica transformadora O rúgbi em cadeira de rodas exige critérios específicos de elegibilidade, já que é direcionado a pessoas com deficiência física nos membros inferiores. Essa característica torna o crescimento da modalidade no ambiente escolar ainda mais significativo. O treinador Wezer Eduardo Oliveira explica a dimensão dessa transformação. “Eu me apaixonei pelo rúgbi e cada vez mais vejo o impacto que esse esporte tem, tanto na funcionalidade quanto na questão social. É um esporte extremamente técnico e físico, criado por tetraplégicos e depois expandido para pessoas com tetra-equivalência, como o Diogo, que tem metade do braço, e desmistifica a ideia de que essas pessoas não são capazes. Muito pelo contrário, eles jogam em alto nível", reforçou o técnico. [LEIA_TAMBEM]Impacto social A participação na competição nacional evidencia o amadurecimento dos atletas do DF, que puderam experimentar um torneio intenso, com jogos dinâmicos e contato direto com estratégias, regras e níveis técnicos mais sofisticados. Esse processo é potencializado pela estrutura da rede pública do Distrito Federal, que conta com iniciativas como o Centro Integrado de Educação Física (Cief). Essa base sólida possibilita aos estudantes evoluírem como atletas e também como cidadãos, reforçando autonomia, cooperação, disciplina e autoestima. Camisa 10 e referência do time, Diogo Souza foi porta-bandeira da delegação do DF na cerimônia de abertura das Paralimpíadas de 2025 Referência na quadra Entre as grandes histórias da participação brasiliense, destaca-se a atuação de Diogo Souza, 17 anos, número 10 da equipe e porta-bandeira do Distrito Federal na abertura do evento. Em todas as partidas do torneio, Diogo demonstrou garra, técnica e inteligência de jogo, sendo decisivo tanto nos momentos de pressão quanto nas vitórias elásticas. O desempenho do atleta simboliza o potencial e o impacto do esporte na formação dos jovens — um esportista que cresce dentro da competição, aprende com os desafios e inspira seus companheiros. "Gosto muito de esportes de adrenalina, as pancadas me cativam. Eu pratico o rúgbi desde criança, e já estou ansioso para participar das próximas competições", afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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