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furto de cabos de energia

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Aumento de pena busca conter furtos de cabos de energia que afetam serviços essenciais no DF

O furto e o roubo de cabos de energia, telefonia e transmissão de dados, crimes que afetam milhares de moradores do Distrito Federal todos os anos, passam a ter punições mais severas. A mudança na legislação surge em meio ao aumento das ocorrências no DF, que em 2025 já ultrapassaram mil registros e provocaram interrupções no fornecimento de serviços essenciais. Dados da concessionária Neoenergia Brasília contabilizaram, pela primeira vez, não apenas os furtos efetivos, mas também as tentativas que, mesmo sem a subtração dos cabos, causaram danos à rede elétrica. Ao todo, foram registradas 1.108 ocorrências em 2025, uma média superior a três casos por dia, afetando mais de 100 mil clientes ao longo do ano. Cada ação criminosa provoca oscilações e interrupções no fornecimento de energia das regiões próximas | Fotos: Divulgação/Neoenergia O Plano Piloto concentrou o maior número de casos, com 602 ocorrências. Águas Claras vem em seguida, com 120 registros, sendo a segunda região mais impactada. Segundo a Neoenergia, cada ação criminosa provoca oscilações, interrupções no fornecimento e pode resultar na queima de equipamentos, além de demandar um trabalho complexo para recomposição da rede. Como uma das estratégias para coibir esse tipo de crime, a Polícia Civil do DF lançou um canal específico para denúncias anônimas relacionadas ao furto e roubo de cabos. As informações podem ser repassadas pelo telefone 197, com sigilo garantido, além de outros meios digitais. Segundo a corporação, a participação da população é fundamental para identificar os responsáveis e interromper esse tipo de prática criminosa. Por meio do 197, a PCDF disponibiliza quatro meios seguros para o recebimento de denúncias anônimas: o Disque-Denúncia, telefone 197 24 horas; o e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; o WhatsApp (61) 98626-1197; e o Denúncia On-line. A população pode informar sobre crimes que já ocorreram, que estejam em andamento ou que estejam sendo planejados, sem necessidade de se identificar. O serviço para recompor a rede elétrica é complicado e pode levar horas | Foto: Tony Oliveira “O furto de cabos atinge diretamente a população. Cada ocorrência provoca interrupções no fornecimento, oscilações e até queima de equipamentos, afetando milhares de clientes. O serviço para recompor a rede elétrica é complexo e pode levar horas, comprometendo a qualidade da energia entregue aos consumidores”, destaca o gerente da Neoenergia Brasília, Hudson Thiago. Mudança no perfil dos crimes Em 2025, foram contabilizados 391 furtos efetivos de cabos e equipamentos, número 49% maior do que o registrado no ano anterior. Apesar do aumento expressivo, o prejuízo financeiro estimado, de R$ 717,8 mil, foi menor do que em 2024, quando os danos chegaram a R$ 793,6 mil. A diferença, segundo a distribuidora, reflete uma mudança no perfil dos crimes, com foco em materiais de menor valor unitário, como fios de cobre, mais fáceis de subtrair e revender. O monitoramento da Neoenergia indica ainda que os crimes envolvem tanto pessoas em situação de rua quanto quadrilhas organizadas, que encomendam especificamente os materiais a serem furtados. Endurecimento da legislação A pena para roubo de cabos de energia pode chegar a 15 anos de prisão | Foto: Divulgação/Neoenergia Diante do impacto direto do crime na prestação de serviços essenciais, entrou em vigor a Lei nº 15.181/25, que aumenta as penas para os crimes de roubo, furto e receptação de cabos utilizados em energia, telefonia e transmissão de dados. No caso de roubo, a pena pode chegar a até 15 anos de prisão. Para furto, a reclusão passa a variar de dois a oito anos. A legislação também prevê punições mais severas para quem receptar ou utilizar materiais de origem criminosa.  [LEIA_TAMBEM]Para o delegado Lúcio Valente, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o endurecimento da lei é uma resposta necessária ao avanço desse tipo de crime. “O furto de cabos compromete serviços essenciais, gera prejuízos coletivos e impacta diretamente a segurança e a mobilidade urbana. Ao aumentar as penas, o Estado reforça o caráter dissuasório da norma e fortalece o enfrentamento a organizações criminosas que atuam de forma reiterada nesse tipo de delito”, afirma. Ações de combate e denúncias Além da mudança na legislação, o enfrentamento aos furtos de cabos no DF envolve ações integradas entre a Neoenergia e os órgãos de segurança pública. Em 2024, operações conjuntas contribuíram para a redução de 14% nos furtos efetivos em relação a 2023. Já em 2025, diante do novo crescimento, a concessionária intensificou o monitoramento e as rondas nas áreas mais afetadas. “É importante ressaltar que o furto de cabos de energia é uma questão de segurança pública. A Neoenergia vem contribuindo com ações de inteligência em parceria com a Secretaria de Segurança Pública para combater esse crime, que interfere diretamente na qualidade da energia e prejudica toda a população do Distrito Federal”, reforça Hudson Thiago.  

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Mutirão próximo ao CIL do Guará faz reparos na iluminação pública danificada por furto de cabos

A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) promoveu, nesta quarta-feira (27), um mutirão de manutenção na rede de iluminação pública próxima ao Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Guará. A ação foi motivada por furtos de cabos e rompimento da fiação subterrânea, que comprometeram o funcionamento das luminárias da região. Segundo técnicos da empresa, os danos também podem ter sido agravados por intervenções recentes em calçadas no entorno que possivelmente atingiram a rede elétrica subterrânea. Companhia foi acionada pelos moradores, prejudicados pelo furto de cabos de eletricidade; equipamentos foram substituídos | Foto: Divulgação/CEB IPes  A CEB IPes foi acionada e, de forma emergencial, iniciou a instalação de uma rede provisória aérea para restabelecer a iluminação no local sem a necessidade de quebrar o pavimento recém-reformado. Além dessa rede provisória, foram repostos cabos furtados e substituídas luminárias queimadas. [LEIA_TAMBEM]Como o local é de grande circulação de estudantes e moradores no período noturno, também serão instaladas luminárias de maior potência, reforçando a segurança e a visibilidade no entorno. “Nosso objetivo é garantir agilidade no atendimento e evitar que a população fique sem iluminação, especialmente em áreas com fluxo intenso de pedestres”, explica o diretor de Manutenção da CEB IPes, Paulo Afonso Machado. “A rede aérea provisória permitirá o funcionamento imediato, enquanto preparamos o projeto definitivo de restauração.” *Com informações da CEB IPes

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Após novo ato de vandalismo, passagem subterrânea na Quadra Lúcio Costa é recuperada

A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) finaliza, nesta semana, a recuperação da passagem subterrânea que liga a Quadra Lúcio Costa ao Guará I. O local, que permite a travessia segura de pedestres sob a EPTG, ficou totalmente às escuras após ter sido alvo de vandalismo. Local já foi alvo de furto e vandalismo, situação que pode ser denunciada pela população | Foto: Divulgação/CEB IPes Criminosos destruíram luminárias, arrancaram cabos e danificaram postes de iluminação. O prejuízo estimado pela companhia é de aproximadamente R$ 15 mil. Não é a primeira vez que a região sofre com esse tipo de ataque. [LEIA_TAMBEM]Para restabelecer a iluminação, a CEB precisou fazer manutenção em postes e instalar luminárias antifurto. Também foram executados serviços de reposição de cabos e dutos, garantindo o pleno funcionamento da iluminação no local. A companhia orienta a população: em caso de flagrante ou movimentação suspeita, a denúncia deve ser feita imediatamente à Polícia Militar, pelo telefone 190. *Com informações da CEB IPes

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GDF faz reparos em passarela próxima à Rodoviária do Plano Piloto após ato de vandalismo

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da administração regional do Plano Piloto, fez reparos em uma das passarelas que ligam a Rodoviária do Plano Piloto ao Setor Bancário Norte, nesta quarta-feira (26). A ação ocorreu após o trecho ter sido alvo de vândalos que, na segunda-feira (24), quebraram placas de concreto para furtar cabos de energia. “Eu passo por aqui todos os dias e cheguei a atravessar a via enquanto ela estava quebrada. Fico feliz que já arrumaram, estava com medo de me machucar”, diz a estudante Bruna Carneiro | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Segundo o administrador do Plano Piloto, Bruno Olímpio, atos de vandalismo como esse geram custos para a administração pública, que precisa arcar com gastos não previstos com pessoal e material. “Pedimos para que a população ajude na preservação do bem público, afinal é um espaço para todos usufruírem e que precisa ser cuidado por todos”, disse Olímpio. “É complicado eles quebrarem o chão de uma via pública, ainda mais aqui, que passa muita gente. Se fosse um cadeirante, uma pessoa com deficiência visual, como que ia passar aqui com tudo quebrado?” Alef Beckman, brigadista O ato de vandalismo prejudica a travessia diária de milhares de pedestres, inclusive pessoas com deficiência visual ou com mobilidade reduzida. “É complicado eles quebrarem o chão de uma via pública, ainda mais aqui, que passa muita gente. Se fosse um cadeirante, uma pessoa com deficiência visual, como que ia passar aqui com tudo quebrado?”, indagou o brigadista Alef Beckman. Luciano da Silva Pereira Ramalho, analista administrativo, passa pelo local diariamente e considera que a ação do GDF foi rápida para resolver o problema. “O conserto ocorreu em um tempo ótimo. A gente não está acostumado com essa presteza toda. Quando a gente fala de ação pública, é sempre bem mais demorado. Então, eu parabenizo e agradeço ao GDF”, afirmou. “Considero que o reparo foi rápido. Até porque foram cabos de energia e aqui é uma área estratégica, então a ação precisa ser mais rápida mesmo”, complementou Gonçalo Rodrigues, que é servidor público. A estudante Bruna Carneiro disse ter ficado apreensiva com o vandalismo, já que viu muitas pessoas optarem por usar a pista para atravessar o trecho. “Eu passo por aqui todos os dias e cheguei a atravessar a via enquanto ela estava quebrada. Fico feliz que já arrumaram, estava com medo de me machucar. Vi muita gente passar pela pista, é muito perigoso”, alertou. Furto de cabos O analista administrativo Luciano Ramalho elogiou a rapidez na solução do problema Segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB), de janeiro a maio deste ano, foi registrado o furto de quase 25 quilômetros de cabos, resultando em um prejuízo de mais de R$ 503 mil. No ano passado, mais de 89 km de cabos foram furtados. O prejuízo foi de R$ 1,8 milhão. De acordo com a CEB, o Plano Piloto é a região com o maior número de ocorrências de furtos de cabos no Distrito Federal. Em 2023, foram 270 casos. Neste ano, o número já ultrapassa 90. Dados sobre vandalismo Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), foram registradas 2.555 ocorrências de vandalismo na capital federal entre janeiro e maio deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, foram 2.363 registros. Do total de casos ocorridos neste ano, 179 foram cometidos contra patrimônio público. De janeiro a maio do ano passado, houve 137 registros com essa qualificadora. Para combater esse e outros crimes, a SSP-DF lançou o programa DF Mais Seguro, que tem como um de seus eixos o Cidade Mais Segura, que conta com ações voltadas à construção de espaços seguros, priorizando questões relacionadas a desordens, medo e insegurança da população. Canais de denúncia Caso alguém presencie algum tipo de vandalismo, a orientação é acionar a Polícia Militar (PMDF) pelo número 190. A Polícia Civil (PCDF) também disponibiliza quatro canais de atendimento para registro de ocorrências: – Denúncia online – E-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br – Telefone: 197, opção 0 (zero) – WhatsApp: (61) 98626-1197.

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Furtos de cabos e vandalismo desafiam integridade da rede elétrica do Distrito Federal

Os furtos de cabos e atos de vandalismo a postes de iluminação pública comprometem a integridade da rede elétrica da capital e aumentam significativamente os riscos de choques elétricos para a população. Somente ano passado, a Companhia Energética de Brasília (CEB Ipes) contabilizou o furto de mais de 89 km de cabos – um prejuízo estimado em R$ 1,8 milhão aos cofres públicos. Até março deste ano, segundo a empresa, outros 9 km de fiações foram furtados, implicando um gasto adicional de R$ 200 mil para reposição dos materiais. Hoje, a região administrativa líder em incidência de casos é o Plano Piloto. Foram 270 ocorrências registradas na localidade ao longo do ano passado e outras 50 apenas nos três primeiros meses de 2024. Em seguida, está Sobradinho, com 70 episódios em 2023 e sete neste ano. Além do prejuízo aos cofres públicos, os ataques à infraestrutura elétrica de iluminação pública da capital representam uma ameaça direta à segurança dos cidadãos | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília O presidente da CEB Ipes, Edison Garcia, adverte que, além do prejuízo aos cofres públicos, os ataques à infraestrutura elétrica de iluminação pública da capital representam uma ameaça direta à segurança dos cidadãos. “Os criminosos quebram as portas de acesso para manutenção e cortam a fiação. Com o vandalismo, os fios ficam expostos e podem encostar na estrutura de metal, eletrificando o poste”, explica. Cuidado redobrado Segundo o tenente Mauro Coimbra, do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), os atendimentos a vítimas de choques elétricos fazem parte da rotina da corporação. “Especialmente em época de chuva, é muito comum atuarmos nesse tipo de ocorrência”, detalha. O bombeiro afirma que os casos mais graves envolvem situações em que a vítima não consegue se desprender da fonte da descarga elétrica. “O choque pode levar a uma contração muscular. Nessas situações, o ideal é não interferir, pois o risco de receber esse mesmo choque elétrico é imediato”, enfatiza, acrescentando que é preciso acionar o socorro do CBMDF pelo telefone 193. “Choques podem causar desde uma simples queimadura no ponto de contato até a parada cardiorrespiratória, perda da consciência e queimaduras de grande extensão” Franklin Pereira dos Santos, chefe de Cirurgia Geral do HRSM O médico Franklin Pereira dos Santos, chefe do serviço de cirurgia-geral do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), alerta para as diferentes reações que o organismo pode apresentar após um episódio de exposição à energia elétrica: “Dependendo da corrente elétrica, de qual foi a fonte ao qual o paciente foi exposto, a intensidade muda. Choques podem causar desde uma simples queimadura no ponto de contato até a parada cardiorrespiratória, perda da consciência e queimaduras de grande extensão”. O profissional de saúde afirma que, em caso de choques elétricos, o monitoramento da vítima é imprescindível. “Isso porque a queimadura pode não estar limitada àquele ponto de contato. A energia elétrica percorre todo o corpo do paciente. Um sinal muito comum em casos graves é a urina na cor escura, indicando que houve uma lesão grave no organismo. Trata-se de um reflexo mais grave com repercussão no músculo esquelético e renal do paciente”, acrescenta. Denuncie Flagrou alguma ocorrência de furto de cabos ou vandalismo a postes de iluminação pública? Denuncie a prática à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) pelo telefone 190. Ao identificar algum ponto de iluminação pública que precisa de manutenção, é importante notificar a CEB Ipes pelos canais oficiais de atendimento: telefone 155, aplicativo Ilumina DF e site.

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Prejuízo com furto de cabos de energia supera R$ 300 mil neste ano

[Olho texto=”“Os recursos que a CEB tem destinado para reposição de cabos furtados e postes derrubados deixam de ser investidos na modernização do Parque de Iluminação Pública, na substituição de luminárias convencionais por modelos em LED ou na expansão da estrutura de iluminação pública nas regiões administrativas recém-regularizadas”” assinatura=”Edison Garcia, presidente da CEB” esquerda_direita_centro=”direita”] O furto de cabos de energia no Distrito Federal é sinônimo de prejuízo para a população. Apenas de janeiro a março deste ano, já foram extraviados 13.922 metros de fiação, totalizando gasto de R$ 332.040. Em 2022, o valor perdido chega a R$ 1.067.359,15, por conta do furto de 45.439 metros de cabos. O vandalismo não tem limites: nesta terça-feira (16), foram derrubados dois postes na BR-060, que vai para Goiânia. A Companhia Energética de Brasília (CEB) teve conhecimento do ocorrido e encontrou os postes no chão, sem os cabos de energia. Um prejuízo de R$ 12.800, que atinge todos os cidadãos. É que os valores implementados na manutenção do Parque de Iluminação Pública são divididos em rateio aos consumidores, por intermédio da cobrança da contribuição de iluminação pública (CIP). O custo médio de reposição de um poste de 16 metros com duas luminárias é de R$ 6.400. Nesta terça (16), por exemplo, a CEB teve conhecimento de dois postes derrubados na BR-060: prejuízo de R$ 12.800 | Foto: Divulgação/CEB Segundo o presidente da CEB, Edison Garcia, os episódios recorrentes de furtos de cabos prejudicam, principalmente, o cidadão brasiliense. Ele afirma que o montante utilizado na reposição dos equipamentos poderia ser revertido na eficientização energética ou na instalação de novos postes, conforme solicitações da própria população. “Os recursos que a CEB tem destinado para reposição de cabos furtados e postes derrubados deixam de ser investidos na modernização do parque, na substituição de luminárias convencionais por modelos em LED ou na expansão da estrutura de iluminação pública nas regiões administrativas recém-regularizadas, a exemplo da região do Morro da Cruz, em São Sebastião”, pontuou Garcia. A CEB Ipes é a empresa responsável pela iluminação pública na capital federal. A companhia registra, em ocorrências policiais, todos os episódios de furtos de cabos ou danificação dos postes. A investigação e repressão dos crimes são de responsabilidade das polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF). Denúncias podem ser feitas pelo número 190 ou no batalhão mais próximo da residência. O sigilo é garantido.

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