Operação Cripto Gato desativa mineradora clandestina e evita prejuízo de mais de R$ 1,5 milhão no DF
Em parceria com equipes da 30ª Delegacia de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a Neoenergia deflagrou, nesta quarta-feira (18), a terceira fase da Operação Cripto Gato. A força-tarefa identificou e desativou uma mineradora de criptomoedas que funcionava de forma clandestina em São Sebastião, com desvio direto de energia. Em ação conjunta, a distribuidora de energia e a Polícia Civil desmantelaram o esquema da mineradora, que causava prejuízo mensal equivalente ao consumo de mais de 10 mil residências | Foto: Divulgação/Neoenergia “As ações de combate ao furto de energia continuarão em todo o Distrito Federal, garantindo segurança e qualidade no fornecimento” Wilson Matias, supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia Foram apreendidas 160 máquinas de mineração que operavam ininterruptamente, além de um transformador. O local foi interditado, e a PCDF instaurou inquérito para apurar possíveis crimes relacionados à atividade. O esquema, denominado pela PCDF como Satoshi Fase II, causava instabilidade no fornecimento da região, afetando residências, comércios e produtores rurais. A estimativa é de impacto financeiro superior a R$ 1,5 milhão, com consumo irregular equivalente ao de mais de 10 mil moradias por mês. “Temos intensificado a fiscalização sobre esse tipo de atividade diante das irregularidades identificadas”, afirma o supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia, Wilson Matias. “A mineração de criptomoedas exige alta demanda energética e infraestrutura adequada. No imóvel vistoriado, os equipamentos estavam conectados de forma irregular, sem medição, o que sobrecarregava o sistema e aumentava o risco de falhas e danos. As ações de combate ao furto de energia continuarão em todo o Distrito Federal, garantindo segurança e qualidade no fornecimento.” [LEIA_TAMBEM]A primeira etapa da Cripto Gato ocorreu em janeiro deste ano, quando duas mineradoras foram desativadas, com prejuízo estimado em R$ 400 mil e consumo equivalente ao de cerca de 3 mil residências por mês. Já na segunda fase, no fim de fevereiro, a operação fechou três unidades, com perdas estimadas em R$ 5 milhões e consumo comparável ao de aproximadamente 34 mil unidades residenciais mensais. Segurança O furto de energia, conhecido como “gato”, coloca em risco a vida de quem o pratica e da população. Além de ser perigoso, compromete o fornecimento de energia da região, podendo causar sobrecarga na rede, danos aos equipamentos e interrupções no abastecimento. Furtar energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. O apoio da comunidade é fundamental para combater esse tipo de prática. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais da Neoenergia: telefone 116 ou presencialmente em nossas lojas de atendimento. *Com informações da Neoenergia
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Operação CriptoGato desativa três mineradoras clandestinas e evita prejuízo superior a R$ 5 milhões no DF
Fruto de parceria entre a Neoenergia e a 30ª Delegacia de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal, a segunda fase da operação CriptoGato identificou e desativou três mineradoras de criptomoedas que funcionavam de forma clandestina em São Sebastião (DF), com desvio direto de energia. A ação ocorreu na segunda-feira (23). Após a interdição dos estabelecimentos irregulares, seus responsáveis foram detidos e encaminhados à delegacia | Foto: Divulgação/Neoenergia “A mineração de criptomoedas demanda elevada carga elétrica e estrutura dedicada” Wilson Matias, supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia Durante a fiscalização, foram apreendidas 384 máquinas de mineração que operavam ininterruptamente, 24 horas por dia. Os estabelecimentos foram interditados, tendo sido os responsáveis detidos e encaminhados à delegacia. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar possíveis crimes associados à atividade. O esquema provocava instabilidade no fornecimento da região, afetando residências, comércios e produtores rurais. A estimativa é de um impacto financeiro superior a R$ 5 milhões, além de um consumo irregular equivalente ao atendimento de cerca de 34 mil moradias por mês. Prejuízos “A mineração de criptomoedas demanda elevada carga elétrica e estrutura dedicada”, explica Wilson Matias, supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia. “Nos imóveis vistoriados, os equipamentos estavam conectados de maneira irregular, sem medição, o que sobrecarregava o sistema e aumentava o risco de falhas e danos.” [LEIA_TAMBEM]Após o trabalho técnico da distribuidora, foram emitidos termos de ocorrência de irregularidade (TOIs) para cobrança da energia desviada, e as ligações clandestinas foram regularizadas. A primeira etapa da operação CriptoGato ocorreu em janeiro deste ano, quando duas mineradoras foram desativadas. Na ocasião, o prejuízo estimado foi de R$ 400 mil, com volume de consumo comparável ao de aproximadamente 3 mil unidades residenciais mensais. Segurança O furto de energia, conhecido como “gato”, coloca em risco a vida de quem o pratica e da população. Além de ser perigoso, compromete o fornecimento de energia da região, podendo causar sobrecarga na rede, danos aos equipamentos e interrupções no abastecimento. Furtar energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. O apoio da comunidade é fundamental para combater esse tipo de prática. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais da Neoenergia: telefone 116 ou presencialmente, nas lojas de atendimento. *Com informações da Neoenergia
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