High Tech Course chega à quarta semana com 2.760 inscritos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O High Tech Course chega à quarta semana de atividades com 2.760 inscrições e uma programação que continua oferecendo oportunidades para quem deseja aprender, se atualizar ou dar os primeiros passos no universo da tecnologia. Com atividades online e gratuitas, o projeto reúne conteúdos voltados tanto para quem está começando quanto para quem busca desenvolver novas competências profissionais. Ao longo da formação, os participantes podem explorar diferentes caminhos dentro do mercado digital, com cursos e oficinas sobre inteligência artificial, programação e desenvolvimento de software, design gráfico e digital, desenvolvimento de games, marketing digital, criação de conteúdo para internet, empregabilidade e carreira, empreendedorismo digital e ferramentas tecnológicas para negócios. A diversidade de temas permite que cada participante encontre conteúdos alinhados aos próprios interesses e objetivos A diversidade de temas permite que cada participante encontre conteúdos alinhados aos próprios interesses e objetivos. Para quem ainda não teve contato com a área, as atividades funcionam como uma porta de entrada para conhecer novas possibilidades. Já para quem tem alguma experiência, é uma oportunidade de ampliar conhecimentos e descobrir ferramentas que podem fazer diferença na trajetória profissional. Entre as atividades realizadas está a oficina de introdução à programação, que apresenta conceitos básicos e demonstra que não é necessário ter experiência anterior para começar a explorar esse campo. A proposta é tornar o conhecimento tecnológico mais próximo e acessível, estimulando os participantes a descobrirem novas habilidades e possibilidades de atuação. Os participantes podem compreender não apenas como utilizar novas tecnologias, mas também como elas estão transformando profissões, empresas e oportunidades de trabalho A formação também contempla conteúdos relacionados a carreira, empreendedorismo e ferramentas digitais para negócios, ampliando a experiência para além do aprendizado técnico. Dessa forma, os participantes podem compreender não apenas como utilizar novas tecnologias, mas também como elas estão transformando profissões, empresas e oportunidades de trabalho. Outro diferencial está nos recursos de acessibilidade oferecidos durante as atividades, como tradução e interpretação em Libras, legendagem, audiodescrição e ferramentas de acessibilidade digital. Por ser realizado online, o projeto também permite que interessados de diferentes regiões participem das formações sem precisar se deslocar. High Tech Course Inscrições: hightechcourse.com.br, conforme disponibilidade das turmas *Com informações da Secti-DF
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Projeto Gamifica certifica 80 alunos durante o GDF na Sua Porta
Fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto de Bombeiros de Responsabilidade Social (Ibres), o projeto Gamifica certificou, nesta quinta-feira (21), 80 alunos de 11 a 15 anos dos centros de ensino fundamental (CEFs) 407 e 507 de Samambaia. Acesso à formação tecnológica é o foco do projeto, que também investe em economia criativa | Foto: Divulgação/Secti-DF “O conhecimento abre portas e permite que esses jovens descubram seu potencial para construir o futuro que desejam” Leandro Reis, secretário-executivo da Secti-DF A capacitação abordou conhecimentos em produção audiovisual, comunicação digital, criatividade e novas tecnologias, preparando os participantes para um cenário cada vez mais conectado e dinâmico. As cerimônias de conclusão e certificação foram realizadas durante o programa GDF na Sua Porta, em Samambaia Sul. O evento faz parte da ampliação do Gamifica, com as carretas tecnológicas itinerantes que vão percorrer as 35 regiões administrativas do DF, promovendo capacitação gratuita em tecnologia, games e economia criativa. A iniciativa busca ampliar o acesso à formação tecnológica e criar novas oportunidades para jovens em diferentes regiões do DF. [LEIA_TAMBEM]“Quando investimos em capacitação tecnológica, estamos investindo em sonhos, talentos e possibilidades”, declarou o secretário-executivo Leandro Reis, que entregou os certificados. “O conhecimento abre portas e permite que esses jovens descubram seu potencial para construir o futuro que desejam.” Entre os estudantes certificados, a emoção e o entusiasmo marcaram a celebração. A aluna Lívia Leite, de 11 anos, elogiou a qualidade do curso e os conhecimentos adquiridos. “Eu achei tudo muito bom, porque tem muita qualidade e deu para aprender bastante coisa”, relatou. “Com certeza, vou aplicar os conhecimentos, principalmente de inteligência artificial”. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Brasília Game Hub completa um ano consolidando-se como polo de desenvolvimento de games na América Latina
O Brasília Game Hub completa seu primeiro ano de atuação, consolidando-se como um polo de desenvolvimento e aceleração de jogos eletrônicos na América Latina. O projeto alcançou resultados expressivos, como a atração de R$ 35 milhões em potenciais investimentos e a incubação de 14 estúdios na capital federal. O hub também foi responsável por realizar a maior maratona de desenvolvimento de jogos do país, que reuniu mais de quatro mil participantes — evento que recebeu reconhecimento da International Game Developers Association (IGDA). Além disso, foram realizadas mais de 250 rodadas de negócios que geraram R$ 7,5 milhões em conexões entre investidores e desenvolvedores locais. "Estamos investindo diretamente na capacitação tecnológica e na geração de empregos qualificados, posicionando Brasília de forma competitiva no cenário internacional de inovação" Rafael Vitorino, secretário de Ciencia, Tecnologia e Inovação Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o fortalecimento do setor de games é estratégico para o desenvolvimento tecnológico do Distrito Federal. “O Brasília Game Hub provou ser uma iniciativa fundamental para conectar a nossa produção local com o mercado global, como vimos nas rodadas de negócios e nas parcerias estabelecidas neste primeiro ano. Ao dobrarmos as metas para 2026 e ampliarmos a publicação de jogos independentes, estamos investindo diretamente na capacitação tecnológica e na geração de empregos qualificados, posicionando Brasília de forma competitiva no cenário internacional de inovação”, ressaltou. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Conecta Brasil. A estrutura do Brasília Game Hub opera em quatro eixos estratégicos que trabalham de forma integrada para potencializar o desenvolvimento do setor. O primeiro eixo concentra-se no desenvolvimento de jogos seguindo o Game Jam's, processo de ideação de jogos, enquanto o segundo eixo realiza a incubação presencial de empresas, oferecendo infraestrutura e orientação para que os estúdios transformem suas ideias em produtos viáveis. O terceiro eixo, dedicado à capacitação e aceleração, seleciona os melhores projetos e os prepara para o mercado global, com parcerias estratégicas estabelecidas internacionalmente. O quarto eixo, de acesso ao mercado, promove demodays, rodadas de negócios, cerimônias de premiação e publicação de jogos independentes, facilitando a conexão entre desenvolvedores e investidores internacionais, além de ampliar o alcance dos títulos brasileiros no mercado global. O Brasília Game Hub atua na economia criativa e na qualificação profissional | Foto: Divulgação/Secti-DF O presidente do Instituto Conecta Brasil, Eduardo Moreira, destacou o impacto do projeto na economia criativa da região. “Neste primeiro ano, conseguimos estruturar um ambiente propício para que os desenvolvedores locais pudessem transformar suas ideias em negócios viáveis e competitivos internacionalmente. A presença de estúdios interagindo e produzindo semanalmente em nosso espaço físico demonstra que Brasília tem potencial para ser o principal centro de exportação de jogos da América Latina”, afirmou. *Com informações da Secti-DF
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Projeto promove formação gratuita em audiovisual, inteligência artificial e jogos digitais no Distrito Federal
Realizada entre fevereiro e julho, a segunda edição do programa Play Curso será oferecida no formato online e ao vivo, permitindo a participação de moradores de todas as regiões administrativas do DF. Com mais de 150 horas de carga horária, a iniciativa reúne cursos práticos e teóricos que vão de fotografia digital e edição de vídeo a roteiros audiovisuais com inteligência artificial e desenvolvimento de jogos digitais. Ao todo, serão ofertadas até 450 vagas, distribuídas em 15 turmas, com certificação digital gratuita para os participantes que cumprirem a frequência mínima e as atividades propostas. As inscrições podem ser feitas por meio do site do programa, até junho, com divulgação nos canais oficiais do projeto. A segunda edição do Play Curso terá aulas de criação com IA, fotografia digital e roteiro, entre outras | Fotos: Divulgação/Secti O Play Curso II é um programa de formação tecnológica gratuito, realizado por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Cultural Estrela ELA (Icee), voltado à capacitação de jovens e adultos a partir de 12 anos, residentes no DF. A iniciativa foca as áreas de audiovisual, inteligência artificial, design e desenvolvimento de jogos digitais, ampliando o acesso à qualificação profissional e à inclusão digital em todo o território do Distrito Federal. “O projeto cria oportunidades reais, estimula a criatividade e prepara para os desafios e possibilidades da nova economia digital” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação “Ao levar conhecimento tecnológico de forma gratuita e acessível à população, o projeto cria oportunidades reais, estimula a criatividade e prepara para os desafios e possibilidades da nova economia digital”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Durante as formações, os participantes aplicarão os conteúdos em exercícios práticos e projetos autorais, com metodologias ativas que incentivam o protagonismo, a criatividade e o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. Entre os diferenciais do programa está a produção colaborativa de um documentário desenvolvido pelos próprios alunos em parceria com a equipe técnica do projeto. A experiência envolve todas as etapas da realização audiovisual, do roteiro à edição final, proporcionando vivência prática e contribuindo para a qualificação profissional dos participantes. O encerramento ocorrerá em 29 de julho, com uma palestra sobre as oportunidades geradas pelo avanço tecnológico no mundo gamer, seguida da estreia oficial do documentário, em evento presencial no Recanto das Emas, com público estimado de 600 pessoas. Comprometido com a inclusão e a acessibilidade, o Play Curso II contará com intérpretes de Libras, materiais digitais acessíveis, suporte técnico contínuo e metodologias pedagógicas adaptadas, garantindo a participação equitativa de pessoas com deficiência e de públicos em situação de vulnerabilidade social. As aulas do Play Curso II terão acessibilidade, contando com intérpretes de Libras, materiais digitais acessíveis, suporte técnico contínuo e metodologias pedagógicas adaptadas Play Curso II Período dos cursos: de 23 de fevereiro a 12 de junho Inscrições: https://playcurso.com.br/inscricoes/ Encerramento: 29 de julho de 2026, com palestra e estreia de documentário [LEIA_TAMBEM]Cursos oferecidos Fotografia digital Crie com IA: Edição de fotos Design e inteligência artificial Roteiros audiovisuais com inteligência artificial Operador de câmera Edição de vídeo Inteligência artificial no dia a dia Desenvolvimento de jogos digitais com Roblox Studio. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Cerrado Tech leva três dias de ciência, games e imersão tecnológica a Sobradinho
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) leva oportunidades e conhecimento às regiões administrativas com a realização do Cerrado Tech 2025. De sexta (5) a domingo (7), o Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, recebe o festival gratuito que conecta ciência, tecnologia, empreendedorismo e experiências imersivas. Para participar, é necessário doar 1 kg de alimento e retirar os ingressos pelo Sympla. Fruto de parceria entre a Secti-DF e a OSC Líderes do Brasil, a iniciativa reforça o compromisso da pasta em democratizar o acesso à informação e aproximar estudantes, famílias e jovens talentos das oportunidades que moldam o futuro do DF. O festival democratiza o acesso à informação e à tecnologia | Foto: Divulgação/Secti Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, “levar tecnologia para perto das pessoas é transformar oportunidades em realidade. O Cerrado Tech mostra que a inovação não precisa estar distante. Nosso compromisso é abrir portas, inspirar jovens e fortalecer o ecossistema que impulsiona o Distrito Federal.” Com uma programação vibrante, o público poderá vivenciar oficinas práticas, desafios tecnológicos e atrações interativas que estimulam criatividade e aprendizado. Um dos grandes destaques é a presença do divulgador científico Sergio Sacani, criador do Space Today (@spacetoday), que participa dos três dias com bate-papos sobre astronomia e exploração espacial. O evento também oferece Planetário 360°, arena gamer, simuladores, realidade virtual, oficinas de robótica, programação, inteligência artificial e atividades focadas em sustentabilidade e economia circular, proporcionando experiências únicas para todas as idades. O público poderá vivenciar oficinas práticas, desafios tecnológicos e atrações interativas O festival inclui o hackathon Cerrado Tech, reunindo jovens talentos e entusiastas da tecnologia em torno de cinco desafios voltados ao futuro do Distrito Federal. As equipes contarão com mentorias especializadas e suporte técnico para transformar ideias em soluções reais. Os três melhores projetos serão reconhecidos com prêmios de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, estimulando novas iniciativas capazes de gerar impacto na região. A expectativa é reunir até 3 mil participantes durante os três dias. [LEIA_TAMBEM]Programação Sexta-feira (5) 14h — Palestras "Como começar na tecnologia"; "Mulheres na ciência e tecnologia"; e "Empreendedorismo digital para Jovens" 14h30 — Workshops "Programação para iniciantes"; "Design de games"; e "Criação de conteúdo digital" 16h — Bate-papo com o influenciador Sérgio Sacani Sábado (6) 14h30 — Workshops "Robótica educacional"; "Inteligência artificial básica"; "Web design responsivo"; "Como construir carreira em TI sem faculdade"; e "O futuro dos games e do metaverso" 16h30 — Bate-papo com o influenciador Sérgio Sacani Domingo (7) 14h30 — Workshops "Criatividade digital com IA"; "Games"; e "Economia circular e inovação sustentável" 16h30 — Bate-papo com o influenciador Sérgio Sacani Cerrado Tech 2025 Dias: De 5 a 7 de dezembro Horário: Das 14h às 19h Local: Estacionamento do Estádio Augustinho Lima Entrada gratuita mediante doação de 1 kg de alimento por dia *Com informações da Secti-DF
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Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga
Uma imersão completa no universo dos games, da ciência e da inovação: a primeira edição do Festival Next Level já começou. O evento gratuito ocorre no Alameda Shopping, em Taguatinga, até o dia 15 de dezembro, sempre das 9h às 21h, com oficinas, palestras, museu interativo e, claro, arenas gamers com jogos nacionais e internacionais. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e a Associação Nacional de Jogos, Campeonatos, Equipes e Jogadores Eletrônicos (Anjo Games). O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos. São disponibilizadas 150 vagas, distribuídas em 15 turmas, com emissão de certificado de conclusão, com encontros das 10h às 11h e das 14h às 15h. As inscrições devem ser feitas por este link. A grade educativa também é composta por palestras sobre o mercado da tecnologia. Serão abordados temas como: o panorama geral do setor, com noções sobre a indústria de jogos e as áreas de atuação dos novos talentos; a criatividade e os primeiros passos do design para jogos, desde a interface a identidade estética; o passo a passo para a construção do primeiro jogo; e as profissões do futuro, com foco nas carreiras emergentes em TI, games, inovação digital e desenvolvimento de software. O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Iniciativas como esta são estratégicas porque unem o lúdico ao aprendizado técnico”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “O Distrito Federal tem um potencial enorme na economia criativa e no desenvolvimento de jogos. O papel da Secretaria é justamente fomentar esse ecossistema, garantindo que nossas crianças e adolescentes tenham as ferramentas necessárias para serem não apenas consumidores, mas criadores de tecnologia.” O presidente da Anjo Games, Lucas Vinícius Bezerra da Silva, destaca que o objetivo do festival é unir lazer e profissionalização. “O Next Level não é um espaço apenas de entretenimento, mas também de formação. Nossa premissa é que os alunos possam transformar a paixão de jogar em profissão, por isso trazemos oficinas e palestras no ramo de desenvolvimento de jogos, ciência, tecnologia e inovação”, observa. “O mercado de desenvolvimento de jogos tem se expandido desde a era dos primeiros Playstations e Super Nintendo até os dias de hoje.” O vice-presidente da Anjo Games, Silezio Batista, reforça o papel do festival em conectar o público com oportunidades na indústria. “Hoje em dia, quem não tem o mínimo de noção de tecnologia, com certeza vai ficar para trás. Então, tentamos trazer isso ao alcance de todos, para a galera ver que existe um mercado surgindo, ainda mais com a chegada da inteligência artificial”, afirma. Os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, elogiaram o Festival Next Level Diversão Para quem gosta de tecnologia e videogames, o Festival Next Level é um paraíso. E os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, são prova disso. “Nos amarramos no FIFA do Playstation e nos computadores. A tecnologia está avançando muito e um lugar como esse é importante para as pessoas se familiarizarem”, diz Davi. O amigo elogia a localização do evento e a oferta de conhecimento gratuito: “Tem muitas escolas em volta do shopping, então fica fácil vir para cá depois da aula. As pessoas podem vir para brincar, se distrair, e também para aprender, até porque não tem como pensar no futuro e dispensar a tecnologia.” O evento disponibiliza cinco arenas temáticas: Arena PC Gamer, Arena Corrida, Arena Console, Arena Fliperama e Arena Just Dance, com títulos como Tekken, Mortal Kombat, Street Fighter, FIFA, PES, Gran Turismo, Automobilista, Valorant, League of Legends, Roblox e outros clássicos e sucessos atuais. Além disso, o público pode aproveitar o Museu do Videogame, que proporciona uma viagem nostálgica pela evolução da indústria, com consoles criados a partir dos anos 1980. Para garantir a participação de pessoas com deficiência, a organização oferece um controle adaptado. Com o dispositivo, o jogador pode movimentar o personagem sem as mãos, utilizando a cabeça ou os pés, por exemplo. Acesse mais informações sobre o Festival Next Level pelas redes sociais.
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Brasília sediará edição nacional da Campus Party pela primeira vez
Governo do Distrito Federal · BRASÍLIA SEDIARÁ EDIÇÃO NACIONAL DA CAMPUS PARTY PELA PRIMEIRA VEZ Brasília vai receber, pela primeira vez, a edição nacional da Campus Party Brasil. O evento, que ocorre de 18 a 22 de junho, na Arena BRB Mané Garrincha, foi lançado oficialmente nesta quinta-feira (8). Será a sétima edição da feira na capital federal, mas a primeira representando o país todo. Antes, a edição nacional era feita em São Paulo. “Brasília é a capital federal, agora é a capital da Campus Party nacional”, disse o diretor-geral da Campus Party Brasil, Tonico Novaes (à direita) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília "A Campus Party é um espaço para a troca de conhecimentos, muito aprendizado e estímulos para novas ideias. É um evento que promove a inclusão tecnológica, impulsiona o crescimento de startups, empresas e negócios ligados à inovação, e que a cada ano se fortalece em nossa cidade. Um evento imperdível", celebrou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman, destacou a evolução do engajamento em torno do evento. “A Campus Party Brasília era um evento muito importante da nossa cidade, estava no calendário e veio se destacando frente às outras edições do Brasil, sempre com muito público, sempre com muito engajamento. Brasília, então, naturalmente foi se tornando o espaço da Campus Party nacional, o que foi consolidado neste ano”, apontou. Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman destacou o engajamento do público nas edições locais da Campus Party O titular da pasta ainda elencou as razões pelas quais Brasília foi escolhida para sediar a edição nacional: “Somos conhecidos como uma capital política, mas a gente tem um grande número de empreendedores, estudantes, mestres, doutores, pesquisadores de altíssima qualidade, além da questão da segurança, da qualidade da internet e de tantas outras coisas que tornam a nossa cidade, por exemplo, a primeira do mundo em um ranking recente para os nômades digitais”. Sucesso “Temos o apoio do Governo do Distrito Federal para poder fazer a Campus nacional. Vai ser muito bacana para os brasileiros e também para nós, que curtimos muito vir para Brasília”, destacou o proprietário global da Campus Party, Francesco Farruggia Os bons números dos anos anteriores também foram determinantes para a capital federal receber a edição nacional. Em 2024, a sexta edição da Campus Party Brasília recebeu mais de 145 mil apaixonados por tecnologia. Foram mais de 500 palestras e workshops dedicados à cultura maker, aos games, à educação e ao empreendedorismo. Ao todo, foram mais de 400 horas de atividades. [LEIA_TAMBEM]“Não fomos nós [que fizemos a mudança], foram os brasileiros. Primeiro, o evento foi crescendo ano a ano, e hoje é o maior do Brasil. Segundo, os grandes eventos em todos os outros países se fazem nas capitais. E, terceiro, temos o apoio do Governo do Distrito Federal para poder fazer a Campus nacional, a Campus BR, em Brasília. Isso significa que vamos ter uma conotação internacional; palestrantes de maior valor, internacionais; caravanas de todo o Brasil; uma exposição na mídia fora do Brasil maior. Vai ser muito bacana para os brasileiros e também para nós, que curtimos muito vir para Brasília”, enfatizou Francesco Farruggia, proprietário global da Campus Party. “É a primeira edição nacional fora de São Paulo, fora do Sudeste. Eu acho que isso corrobora cada vez mais que Brasília é um grande polo de economia criativa, de inovação, de disrupção, de tecnologia, de empreendedorismo digital. E aí a Campus Party, que já vem fazendo uma grande história aqui em Brasília, vem se consolidando agora com a edição nacional aqui no Mané Garrincha”, emendou Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil. “Brasília é a capital federal, agora é a capital da Campus Party nacional.” Expectativa Lançamento da edição nacional da Campus Party Brasil ocorreu nesta quinta (8) O grande destaque da 17ª edição da Campus Party Brasil será a participação de Gabriele Mazzini, especialista em governança e regulamentação de inteligência artificial (IA) e responsável pela proposta da Lei de IA da União Europeia. A feira em Brasília também será sede da quarta edição do Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial, organizado pelo Instituto Campus Party em parceria com o Cappra Institute e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). “É muito importante estar trazendo para essa edição a discussão sobre o marco regulatório de inteligência artificial, que é o que está envolvido no dia a dia de todos nós, no Brasil e no mundo, e que realmente o Estado precisa discutir isso para facilitar com que as empresas possam produzir produtos de alta qualidade e inovadores, utilizando a inteligência artificial”, destacou o diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), Marco Antônio Costa Júnior. A analista de sistemas e cosplayer Thaís Souza celebra a edição nacional da Campus Party em Brasília: "A do ano passado foi revolucionária, espero que a deste ano seja estupenda“ Outros nomes confirmados no evento são o apresentador e escritor Marcelo Tas; Pedro Chiamulera, fundador da Comunidade AI Brasil e da Clear Sale; o influenciador Peter Jordan, fundador da Petaxxon; o empreendedor social Tiago Mochileiro, conhecido por sua atuação na área de educação; e Camila Farani, sócia-fundadora da G2 Capital e uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina. Também participam da programação Iberê Thenório, Bruno Playhard, Gordox, Muca, Carlos Afonso, Sergio Saccani e Michelle Schneider, entre outros. São esperadas ao menos 120 mil pessoas nos cinco dias de evento. Os ingressos já estão sendo vendidos pela internet. Participantes notórios de outras edições foram convidados a prestigiar o lançamento nesta quinta e revelaram estar com grandes expectativas para o evento. “Espero que a Campus seja um dos maiores eventos que a gente tem aqui em Brasília, ela é muito aguardada. A do ano passado foi revolucionária, espero que a deste ano seja estupenda“, projetou a analista de sistemas e cosplayer Thaís Souza. "Quando saiu a novidade de que a edição nacional vai ser aqui, a gente ficou sem palavras. Estamos muito felizes", disse o professor Demontier Camelo “A primeira vez que eu vim na Campus aqui em Brasília foi em 2018, através do convite de um amigo. Não conhecia nada da Campus e me apaixonei. No passado eu vim pela primeira vez trazendo alguns alunos, sou professor de um projeto de aprendizagem profissional, fiz o convite para os alunos e eles toparam”, contou o docente Demontier Camelo. “Foi uma surpresa [a mudança de sede da edição nacional]. Até então a gente estava naquela expectativa de quando é que sai a data, estava demorando. Quando saiu a novidade de que a edição nacional vai ser aqui, a gente ficou sem palavras. Estamos muito felizes, a expectativa está aumentando”, arrematou.
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Pixel Show é sucesso de público na capital federal
Entre os dias 22 e 24 de novembro, mais de 15 mil pessoas visitaram o subsolo da Arena BRB Mané Garrincha para participar do Festival Internacional de Criatividade Pixel Show. Com 18 edições consagradas em São Paulo – e quatro em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador –, a 19ª ocorreu pela primeira vez na capital federal e foi sucesso de público, com palestras, workshops, exposições, negócios criativos e mais de uma centena de atrações gratuitas para todas as idades. O evento fez tanto sucesso que já tem data marcada para 2025: será entre 28 e 30 de novembro. Mais de 15 mil pessoas visitaram o Festival Internacional de Arte, Criatividade e Inovação Pixel Show nesse último final de semana, na Arena BRB Mané Garrincha | Foto: Divulgação/Secti-DF “Essa primeira edição do Pixel Show foi um grande sucesso na capital federal. A visita do público evidencia que a chegada do evento à cidade fortaleceu a criatividade e a inovação já existentes em Brasília. Estamos com as datas fechadas para o ano que vem. O público brasiliense poderá aproveitar mais uma edição do maior festival internacional de economia criativa do nosso continente”, comentou Tonico Novaes, sócio do Pixel Show. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) trouxe o Pixel Show à capital federal por ser o principal evento do ecossistema de economia criativa da América Latina. “O Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games. Nós acreditamos que o Pixel Show é um evento diferente, já que não traz apenas exposições, mas, sim, experiências. Sem dúvida, o festival pode se tornar referência em economia criativa da nossa cidade”, afirmou o titular da pasta, Leonardo Reisman. Especificamente sobre o mercado de games, o último estudo da Associação Brasileira de Games (Abragames), realizado em 2023, revela que o Brasil conta com 1.042 estúdios ativos. Desses, 17% operam há mais de 10 anos, enquanto 19% têm menos de dois anos de atividade. Além disso, 85% dos estúdios já fazem parte da economia formal. O festival tangibiliza o quanto o hobby pode se transformar em profissão e se tornar a principal fonte de renda das pessoas. Um exemplo é o arquiteto Wilker Marcelino, 31 anos, sócio e proprietário da Virtual Arenas. Criada há dois anos com um investimento de R$ 50 mil, a empresa atingiu um faturamento de R$ 400 mil em 2024, sempre participando de eventos pelo Brasil. “Depois que eu comecei a faculdade, parei de jogar. Com a pandemia, muitas obras em São Paulo foram paralisadas e precisei buscar uma renda extra. Foi quando descobri os jogos de realidade virtual, como o laser tag, onde os jogadores usam óculos de VR. Formei uma parceria com um estúdio vietnamita e trouxe essa tecnologia para o Brasil”, contou Marcelino. Para o criador e organizador do evento, Simon Szacher, o objetivo de fomentar o cenário criativo de Brasília foi cumprido. “Celebramos a arte e a inovação com diversos expositores, designers e criadores de diversas áreas. Esperamos que a edição do ano que vem seja mais um sucesso de criatividade, inspiração e inovação para todo o público da capital”, concluiu. Sucesso de público, o festival contou com palestras, workshops, exposições, negócios criativos e mais de uma centena de atrações gratuitas para todas as idades Redes sociais O engenheiro de software Orkut Buyukkökten, criador da rede social que leva seu nome e que deu início ao ambiente de relacionamento online que conhecemos hoje, foi um dos principais palestrantes deste domingo (24). Orkut falou sobre como a tecnologia e as redes sociais reformularam, negativamente, a essência da conexão entre os seres humanos – segundo dados da TIC Kids Online Brasil 2024, 83% das crianças e adolescentes brasileiros que usam internet têm contas em redes sociais. “Em 2009, um em cada dez adolescentes utilizavam mídias sociais todos os dias. Três anos depois, passou para três em cada quatorze. Hoje em dia, as redes sociais, como o Instagram e o Facebook, colocam o lucro acima de tudo. Elas estimulam a raiva nas pessoas para lucrar em cima disso, fomentando a depressão, cultura do cancelamento e fake news. Eu acredito que as redes sociais podem unir as pessoas e melhorar a nossa felicidade. Podemos mudar sua trajetória negativa para uma trajetória positiva e ter um arco de redenção nessa história”, avaliou Orkut. O espaço do festival contou com 160 atrações em um ambiente que prestigiou o trabalho de inúmeros artistas e criadores independentes O engenheiro também comentou sobre a sua vinda à Brasília e a importância da realização de eventos como o Pixel Show para fortalecer comunidades presenciais. “Mais do que nunca, precisamos nos encontrar cara a cara e estarmos juntos no mesmo espaço. Somos todos estudantes da vida e a melhor forma de aprendermos não é estando online, mas unidos em comunidades como a que esse festival oferece. Eu amo o Brasil, é minha primeira vez em Brasília e estou impressionado com o quanto a cidade é bonita e organizada. Mal posso esperar para estar aqui novamente”, ressaltou. Scarlett Rocha, produtora de conteúdo de 33 anos, acompanhou a palestra do Orkut Buyukkökten e participou do seu Meet & Greet. Ela conta que durante a adolescência colecionava as revistas de arte e criatividade Zupi, que faz parte do evento. “Eu sigo as redes sociais do Pixel Show e, quando vi que o Orkut ia participar, tive que marcar presença. Eu quero vir nas próximas edições para conhecer e ter contato com palestrantes que não conheceríamos se não fosse por conta do evento”, disse. O Pixel Show já tem data marcada para retornar à capital federal em 2025: o festival será entre 28 e 30 de novembro Atrações O espaço do festival contou com 160 atrações em um ambiente que prestigiou o trabalho de inúmeros artistas e criadores independentes. Os brasilienses puderam desfrutar de concurso de cosplay, inúmeras apresentações gratuitas, exposições de artistas, experiências imersivas, área gastronômica, criação de games e muito mais. O Pixel Show destaca a economia criativa além dos dispositivos, como o Sobradinho de Sérgio Free, que foi um dos espaços mais visitados. Sérgio, nascido em Jequié (BA), mudou-se para São Paulo aos 4 anos e começou a expressar sua arte aos 11, influenciado por um grupo de pichadores do bairro onde morava, o Tucuruvi. Em tamanho natural (5 metros de altura por 3 metros de largura), quem passou pelo Sobradinho posou para fotos na janela, ao lado do palhaço Bozo. Foi um dos espaços mais instagramáveis do evento. “Fazer essa instalação no Pixel Show foi muito importante, porque remete à minha memória de infância, aos primeiros sobradinhos que vi quando cheguei em São Paulo”, revelou Sérgio. “Há sete anos eu vivo da minha arte e estar aqui é uma forma de mostrar a evolução do meu trabalho. O convite de expor em um festival dessa magnitude valoriza o currículo. Para mim, o evento traz um mar de inspiração, criatividade e novas informações.” *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal
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Maior festival de criatividade e inovação da América Latina chega a Brasília nesta sexta (22)
Entre os dias 22 e 24 de novembro, o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show, que já contou com 18 edições em São Paulo, desembarca na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, com palestras, workshops e exposições de artistas e de negócios criativos, além de uma programação gratuita para todos os públicos e idades. O Festival Internacional de Criatividade Pixel Show contará com uma arena multiuso, que será palco de apresentações de criativos, palestras de curta duração, cosplay e apresentações musicais | Foto: Divulgação/Secti-DF Com mais de 160 atrações em três dias e uma expectativa de público de mais de 30 mil pessoas, o Pixel Show promete transformar a capital do país em um polo de inovação e criatividade. Para o criador e organizador do evento, Simon Szacher, será uma oportunidade de reunir artistas, designers, gamers e criativos de diferentes áreas no coração do país, em um ambiente que celebra a arte em todas as suas formas. “Levar o Pixel Show para Brasília é uma conquista sem precedentes, pois a cidade tem um potencial criativo enorme, com o cenário artístico e cultural em plena expansão. É o local ideal para o nosso objetivo de democratizar o acesso à economia criativa e cultural, e inspirar pessoas de todas as idades a explorarem sua própria criatividade”, explica. “O DF tem hoje mais de 130 mil agentes criativos em diferentes áreas. Acreditamos que o Pixel Show será um grande impulso para fortalecer e expandir esse ecossistema” Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Com 95% da programação gratuita, o festival contará com uma arena multiuso, que será palco de apresentações de criativos, palestras de curta duração, cosplay e apresentações musicais, além de sessões de animação. Serão cerca de 20 palestras Sharp Talks, além de 10 workshops para ajudar os criativos a desenvolverem seus dons e trabalharem com esse talento. A área gratuita trará também mais de 100 expositores, em um ambiente com espaço Makers para prestigiar o trabalho de artistas e criadores independentes e autorais, pockets shows, produtores e criadores de games, festival gastronômico com um food park, exposição de artistas diversos, festival de tattoo, exposição de criações inéditas, experiências tecnológicas e digitais com muita inovação, experiências imersivas XR, simuladores e muito mais. “A economia criativa é fundamental para o desenvolvimento do Distrito Federal. Ela não apenas gera empregos e movimenta a economia local, mas também fortalece nossa identidade cultural e posiciona Brasília como um polo de referência nacional e internacional”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman. “O DF tem hoje mais de 130 mil agentes criativos em diferentes áreas. Acreditamos que o Pixel Show será um grande impulso para fortalecer e expandir esse ecossistema.” Palestrantes confirmados Nomes internacionais e nacionais de peso já confirmaram presença no auditório principal do Pixel Show para falar sobre ilustração, design gráfico, efeitos visuais de cinema, mídias sociais, games e publicidade, mostrando sua diversidade de formas e tendências. Todas as palestras serão silenciosas, com uso de fones individuais para interação das atrações. Entre os nomes que passarão pelo auditório principal estão: Orkut Buyukkokten, engenheiro de software criador da rede social que leva o nome dele; Gemma O’Brien, artista australiana mundialmente reconhecida pelo seu trabalho em lettering, ilustração e design tipográfico, tendo no currículo colaborações com marcas como Nike, Adobe e QANTAS; David Carson, designer gráfico e ex-surfista, considerado um dos criativos mais influentes dos anos 90; Jordan Soles, vice-presidente de Desenvolvimento Tecnológico da Rodeo FX, empresa canadense de efeitos visuais para cinema, televisão e publicidade, famosa por ser a criadora dos efeitos da série Game of Thrones; Felipe Grimaldi, designer gráfico e influencer digital; Marcos Mello, artista que há 21 anos ministra os cursos de tipografia e letterpress que são referências nessa área; e Daniel Melim, reconhecido pelas intervenções urbanas que realiza utilizando o stencil. Workshops O Pixel Show também traz uma programação de workshops que une aprendizado prático e inspirações visuais, oferecendo aos participantes a chance de explorar técnicas variadas ao lado de artistas e profissionais do mercado criativo. Cada atividade será uma imersão de até três horas, com temas que vão desde diagramação e ilustração até aquarela, graffiti, lambe-lambe, stencil, estamparia e design thinking. Confira alguns dos destaques deste ano. • Interferência, Desenho e Fotografia – Com o artista visual Toninho Euzébio, o workshop é destinado a estudantes da rede pública de ensino. A oficina abordará a técnica de interferência, que mistura desenho e fotografia. No processo, haverá uma atividade de desenvolvimento de personagem e as crianças serão provocadas a criarem suas interferências, com base nas obras do artista com uso de material que será distribuído. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa • Workshop Maker – Ministrado por Henri Coelho, engenheiro mecatrônico e fundador da Robolivre, a oficina é voltada para jovens de 10 a 16 anos. Os participantes aprenderão sobre a tecnologia de corte a laser e criarão seus próprios DinoPets – miniaturas de dinossauros feitas em MDF e personalizadas com tintas, canetas e giz, introduzindo o público jovem ao universo da fabricação digital. • Workshop de Técnica Mista – Michel Ramalho, diretor de arte e quadrinista com vasta experiência no meio audiovisual, vai explorar o uso de diferentes materiais, como aquarela, lápis de cor e giz pastel. O objetivo é criar obras fluidas por meio de processos práticos de pintura, com ou sem lineart, permitindo uma finalização mais solta e orgânica. • Tipografia e Street Art – Workshop com Alexandre Soma, designer editorial e colagista, que trará sua expertise em diagramação e projeção visual, além de experiências com design gráfico e motion. • Workshop de Origami – Marcio Okabe irá comandar esta oficina de origami completamente diferente. Os participantes irão aprender a fazer a Torus de origami, uma peça interativa incrível para estimular a criatividade, feita a partir de um papel retangular de 64 cm x 13 cm e marcado na cortadora laser. Experiências Inúmeras experiências interativas estão programadas para esta edição do evento, com destaque para: → O game Arkave, uma plataforma de jogos em realidade virtual inédita no Brasil; → Parede de Colorir, uma projeção interativa que permite aos participantes explorar sua criatividade ao pintar desenhos disponíveis ao seu próprio gosto; → Ringue dos Robôs, uma mistura de brincadeira com a prática de robótica, em que o objetivo é estourar a bexiga que o outro robô está segurando. → Exposição Meu Primeiro Videogame, com mais de 250 consoles de diversas gerações em seu acervo; → Laser animes, uma experiência que usa tecnologia laser junto com um tablete e uma caneta de desenho. O público vai criar um desenho e fazer pequenas e simples animações; → Neon Space, onde os visitantes poderão desenhar, escrever e pintar usando tintas fluorescentes que em ambiente com luz negra; → Kinect Vibes, que permitirá ao visitante transformar sua imagem em um avatar digital que se altera de três em três minutos. Nomes de peso já confirmaram presença no auditório principal do Pixel Show para falar sobre ilustração, design gráfico, efeitos visuais de cinema, mídias sociais e games Sobre o festival O Pixel Show é o mais antigo do Brasil e o maior festival de criatividade da América Latina e ocorre anualmente em São Paulo, desde 2005, sempre no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2019, o evento reuniu mais de 53 mil pessoas. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, o festival foi assistido por mais de 130 mil pessoas, que geraram mais de 5 milhões de impressões em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, o Pixel Show chega a sua 19ª edição, desta vez em Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador. Festival Internacional de Criatividade Pixel Show 2024 – 19ª Edição • Data – De 22 e 24 de novembro, das 9h às 21h • Local – Arena BRB Mané Garrincha • Mais informações: pixelshow.co *Com informações da Secretaria de Ciências, Tecnologia e Inovação
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Gamifica DF chega ao Sol Nascente e Recanto das Emas em agosto
Maior nicho do entretenimento no mundo em termos de receita, o mercado de games tem sido bem explorado no Distrito Federal. Uma das inúmeras iniciativas parte exatamente da administração pública, por meio do projeto Gamifica DF, no qual o Governo do Distrito Federal (GDF) investe R$ 9 milhões para capacitar mais de 6 mil pessoas. Projeto investe no incentivo aos jogos eletrônicos por meio de cursos em três modalidades | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O projeto passou pela Asa Norte e está em andamento em Águas Claras e no Varjão. Em agosto, as vagas serão abertas no Sol Nascente/Pôr do Sol e no Recanto das Emas. Para quem deseja se matricular no curso, basta acessar o Instagram do projeto ou o site Gamifica. O projeto é destinado a pessoas de 14 a 60 anos com ensino fundamental completo. “Na primeira rodada, tivemos aceitação e demanda maiores do que o esperado, então decidimos fazer mais dois ciclos do Gamifica DF” Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Fruto de parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti) com a ONG Líderes do Brasil, a iniciativa tem o objetivo de impulsionar o setor de jogos eletrônicos do DF, oferecendo cursos com certificado divididos em três modalidades: Marketing aplicado a jogos eletrônicos, Desenvolvimento de jogos eletrônicos e Designer de jogos eletrônicos. A iniciativa tem dado certo, tanto que a pasta vai aumentar a oferta. “Vamos triplicar o programa”, anuncia o titular da Secti, Leonardo Reisman. “Na primeira rodada, tivemos aceitação e demanda maiores do que o esperado, então decidimos fazer mais dois ciclos do Gamifica DF, com 15 unidades abertas em 15 regiões administrativas”. O secretário comemora os resultados: “Nós temos programas de capacitação em tecnologias gerais, ciência de dados, mas percebemos que o jovem precisa de um estímulo para frequentar esses programas. E esse estímulo através dos games deu muito certo. A indústria está com uma crescente muito grande, e até passa em oferta de emprego as indústrias fonográfica e musical. Aí você junta isso com a atratividade do game e o fato de os jovens se profissionalizarem”. Segundo Reisman, atualmente há 40 estúdios na capital, o que coloca o Distrito Federal no Top 10 do país em número de empresas de desenvolvimento de jogos. “O faturamento no DF passou de R$ 7,7 milhões em 2021 para quase R$ 9 milhões em 2022”, ressalta.
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