Com prêmios de até R$ 8 mil, GDF abre inscrições para hackathon de controle social
O Governo do Distrito Federal (GDF) abriu as inscrições para o 1º Hackathon em Controle Social do GDF – Desafio Participa DF, iniciativa que busca soluções tecnológicas inovadoras para fortalecer a participação cidadã, a transparência e o acesso à informação. A ação é realizada pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), que anunciou que as inscrições vão até 30 de janeiro de 2026, podendo ser feitas individualmente ou em equipes de até três pessoas. Podem participar desenvolvedores, designers, estudantes e profissionais da área de tecnologia com idade mínima de 18 anos, exceto servidores, colaboradores e estagiários da CGDF, além de parentes até o terceiro grau. O hackathon será 100% virtual e tem como foco o aprimoramento do Participa DF, plataforma que reúne, em um único ambiente, os serviços de Ouvidoria e de Acesso à Informação do Governo do Distrito Federal. O objetivo é facilitar a vida do cidadão, ampliar a acessibilidade e reforçar a proteção de dados no atendimento público. A ação é realizada pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), e as inscrições vão até 30 de janeiro de 2026, podendo ser feitas individualmente ou em equipes de até três pessoas | Foto: Divulgação/CGDF O Desafio Participa DF conta com duas categorias. A primeira, Acesso à Informação, propõe o desenvolvimento de modelos capazes de identificar automaticamente pedidos que contenham dados pessoais, contribuindo para uma classificação mais segura das solicitações. Já a categoria Ouvidoria desafia os participantes a criarem uma versão PWA do Participa DF, permitindo o envio de manifestações por texto, áudio, vídeo e imagem, com acessibilidade plena, protocolo automático e opção de anonimato. O resultado está previsto para o dia 23 de fevereiro de 2026, com transmissão pelo canal TV Controladoria DF, no YouTube. Em cada categoria, os três melhores projetos serão premiados com R$ 8 mil, R$ 5 mil e R$ 2 mil, destinados, respectivamente, ao primeiro, segundo e terceiro lugares. O regulamento completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site www.cg.df.gov.br. *Com informações da CGDF
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Tecnologia jovem atua a serviço da saúde
Painel do trabalho vencedor do Hackaton em Saúde Pública do DF | Foto: Divulgação A equipe FFA foi a vencedora do 1º Hackathon em Saúde Pública do DF – Combate à Dengue, encerrado na sexta-feira (13), no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da UnB (CDT). A maratona de inovação, que se desdobrou em cinco dias, buscou soluções tecnológicas para promover o controle e a prevenção da dengue no DF, considerando critérios como previsão e educação. A equipe vencedora levou o prêmio de R$ 6 mil e conquistou a oportunidade de ficar seis meses imersa no hotel de projetos do Parque Científico e Tecnológico (PCTec) da UnB, onde seus componentes poderão atuar diretamente com o grupo de pesquisas da saúde da universidade e aperfeiçoar a solução desenvolvida. O grupo desenvolveu o “Programa de educação sobre dengue, registro e orientação” (PedRO). A proposta consiste em uma plataforma multiferramenta voltada para coleta, análise e uso inteligente de informações para profissionais da saúde, agentes de vigilância e a população. Em tempo real O programa oferece três ambientes: aplicativo voltado para educação, orientação e ação social da população; ferramenta de sala de controle para gestores alimentada com informações em tempo real sobre focos, incidência da dengue, gráficos e mapas de geolocalização e, por fim, formulário a ser utilizado por profissionais e instituições de saúde para coleta de informações de pacientes. “É muito interessante ver o governo trazendo jovens para mostrar a inovação”, afirmou João Pedro Freitas, um os integrantes da FFA. “Com o dinheiro do prêmio, nós pretendemos formalizar uma startup e, com essa oportunidade de ficar incubados aqui no hotel de projetos do PCTec, esperamos poder aprimorar bastante a ferramenta que desenvolvemos.” Outras soluções O segundo lugar da maratona, premiado com R$ 3 mil, coube à equipe que desenvolveu a plataforma “Foco no foco – o combate é de todos”. No aplicativo, a ideia é integrar a sociedade, o governo e estabelecimentos comerciais das áreas administrativas, gerando bonificações para os usuários que poderiam ser trocados por serviços e produtos públicos e privados. A terceira colocação ficou para o projeto “e-Dengue”, que levou o prêmio de R$ 1 mil reais. O grupo se baseou no ciclo de vida completo do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, que dura somente sete dias, enquanto o tempo de análise e resposta das ações de vigilância leva, hoje, mais de 70 dias. A plataforma tem o objetivo de agilizar o processo de vigilância e fiscalização e de facilitar a análise estatística dos dados de monitoramento. Esse projeto também prevê um aplicativo para a comunidade baseado em educação, denúncia de focos e oferta de orientações. Já para os gestores, a plataforma prevê um painel alimentado pelas informações fornecidas pelo app com a construção de mapas de calor, geração de informações baseadas em geolocalização e gerenciamento por regiões. A maratona Ao todo, o hackathon contou com 34 participantes que, divididos em quatro equipes, passaram a semana recebendo instruções e mentorias de especialistas em Tecnologia da Informação (TI) e em Saúde para trabalhar em projetos de aplicativos, softwares e plataformas que possam atender à encomenda apresentada. De acordo com o regulamento, os participantes do hackaton cedem toda a propriedade intelectual decorrente das soluções desenvolvidas para a Fepecs, que poderá, a seu critério, promover a proteção, em nome próprio, dos direitos de propriedade intelectual das ferramentas. O objetivo é que o conhecimento e a tecnologia sejam incorporados à rotina de atuação do GDF, por meio da Secretaria de Saúde (SES) e da Fepecs, nas ações de combate à dengue. Desafio DF Esse foi o primeiro de uma série de hackathons que a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) pretende promover em busca de soluções para os problemas apresentados pelos diversos órgãos e instituições locais no âmbito do projeto chamado “Desafio DF”. Da Secretaria de Saúde (SES), por meio da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), veio a demanda que apresentou o combate à dengue como questão urgente de saúde pública. Além da FAPDF, participaram da elaboração do 1º Hackathon em Saúde Pública do DF a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), por meio das entidades promotoras da Mostra Brasília Mais TI e em parceria com o Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor), a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde do DF (Fepecs) e a UnB. * Com informações da FAPDF
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