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Com apoio do FAC, projeto abre inscrições para formação de novos talentos do rap no DF

Oficinas sobre técnicas de métrica e ritmo, mentorias com referências do hip-hop no cenário brasiliense e, para fechar com chave de ouro, gravação de um álbum coletivo. Esta é a proposta do projeto Turma do Flow – Vol. 1, promovido com incentivo do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Apresentada por quem entende de rima, a iniciativa busca fomentar o protagonismo de jovens artistas, com foco em MCs em contexto de vulnerabilidade social. Pessoas inscritas que forem selecionadas terão acesso gratuito a seis oficinas da Escola do Flow — Dominando o Rap | Foto: Divulgação “Projetos como o Turma do Flow são estratégicos porque atuam diretamente na formação, na inclusão e na profissionalização de novos talentos do hip-hop, especialmente em territórios mais vulneráveis” Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa interino Interessados em participar devem preencher um formulário online até o dia 27 deste mês. Em 9 de maio, haverá a seletiva presencial dos talentos, no Jovem de Expressão, em Ceilândia. Cada pessoa inscrita terá a oportunidade de se apresentar por dez minutos para jurados especializados, que vão observar domínio do ritmo e encaixe das palavras, presença de palco, construção lírica e originalidade. É necessário contribuir com 1 kg de alimento não perecível para doação à Cozinha Solidária do Sol Nascente. Serão selecionados 15 participantes, que terão acesso a seis oficinas gratuitas da Escola do Flow — Dominando o Rap, com carga horária de 24 horas, para aprender as principais técnicas da dança. Também haverá gravação profissional de faixas para o álbum coletivo e mentorias com referências do cenário brasiliense, além de entrega de certificado de participação. Todas as etapas contam com acessibilidade para pessoas com deficiência, intérprete em Libras e legendas. Capacitação AfroRagga, idealizador do projeto e coordenador da Escola do Flow:  “A ideia é capacitar ainda mais esses artistas, trazendo técnicas de rap, desde a escrita, expressão vocal para que eles entendam cada processo de uma composição” O idealizador do projeto e coordenador musical e pedagógico da Escola do Flow, AfroRagga, afirma que o objetivo é capacitar os artistas e democratizar o acesso ao ensino musical de qualidade. “A ideia é capacitar ainda mais esses artistas, trazendo técnicas de rap, desde a escrita, expressão vocal para que eles entendam cada processo de uma composição”, resume. “O melhor de tudo é que poderemos colocar em prática e vamos lançar o álbum ao final do projeto”. [LEIA_TAMBEM]Responsável pela elaboração do projeto, o produtor-executivo Julio Mafra reforça a importância do FAC: “Para nós, agentes culturais do DF, o FAC representa um instrumento essencial de fomento, que possibilita transformar ideias em ações concretas, ampliando o acesso à cultura e fortalecendo iniciativas independentes em todo território”. Essa iniciativa, lembra ele, prioriza jovens em situação de vulnerabilidade social. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto, o apoio do FAC demonstra o compromisso do GDF com ações que democratizam o acesso à cultura e valorizam a diversidade e a juventude. “Projetos como o Turma do Flow são estratégicos porque atuam diretamente na formação, na inclusão e na profissionalização de novos talentos do hip-hop, especialmente em territórios mais vulneráveis, fortalecendo a economia criativa e garantindo que esses artistas tenham condições reais de desenvolver sua trajetória com dignidade e protagonismo”, enfatiza. Turma do Flow – Vol. 1 → Inscrições abertas até o dia 27, neste formulário. → Data da seletiva: 9 de maio* → Horário: das 14h às 20h → Local: Jovem de Expressão – QNM 18/20, Praça do Cidadão, Ceilândia. * No dia da seletiva, cada participante deverá levar 1 kg de alimento não perecível para doação à Cozinha Solidária do Sol Nascente.  

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Ceilândia comemora aniversário nesta sexta-feira (27) 

A maior região administrativa do Distrito Federal celebra 55 anos nesta sexta-feira (27) com o tradicional corte do bolo, a partir das 9h, na Praça do Trabalhador, ao lado da administração regional local. A data celebra a cidade reconhecida por sua força cultural, diversidade e protagonismo popular, com forte presença das tradições nordestinas, do hip-hop e das manifestações comunitárias. Cidade é conhecida pela produção cultural e encontros comunitários | Foto: Arquivo/Agência Brasília  No sábado (28), as comemorações continuam com o desfile cívico, a partir das 8h, na via M1, reunindo escolas, forças de segurança e a comunidade local. “É um momento simbólico, de encontro das famílias e de valorização da nossa história”, afirma o administrador da cidade, Dilson Resende. “Ver nossas escolas, instituições e a comunidade nas ruas reforça o sentimento de pertencimento e mostra a força da nossa cidade”. Além das celebrações principais, a programação segue até o dia 29 com uma série de atividades culturais, esportivas e shows gratuitos na Praça do Trabalhador, reunindo artistas locais e nacionais. Entre os destaques estão apresentações musicais, eventos de hip-hop, campeonatos esportivos, oficinas culturais e encontros comunitários, reforçando o papel de Ceilândia como um dos grandes centros culturais do Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]Programação oficial ► Sexta-feira (27), a partir das 9h: corte oficial do bolo de aniversário Local: Praça do Trabalhador (ao lado da Administração Regional de Ceilândia) ► Sábado (28), a partir das 8h: desfile cívico-militar Local: Via M1 (em frente à Administração Regional de Ceilândia) As comemorações seguem até o dia 29 deste mês, com shows e atividades gratuitas.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Arte do grafite transforma espaços públicos de Ceilândia e cidade ganha monumentos interativos

Em comemoração aos 55 anos de Ceilândia, a cidade ganha cores, identidade e ainda mais vida por meio da arte urbana. Grafites assinados por artistas locais estão transformando praças e espaços públicos em verdadeiras galerias a céu aberto, reforçando a cultura do hip-hop e o sentimento de pertencimento da comunidade. Um dos destaques é o novo monumento I Love Cei, instalado em frente à Administração Regional de Ceilândia. O espaço, além de se tornar um ponto turístico e instagramável, também recebe uma ação especial de grafite em alusão ao aniversário da cidade.   Fernando Elom e Rivas Alves criaram obras que dialogam com o sentimento de pertencimento do ceilandense | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A intervenção, assinada por Fernando Elom e Rivas Alves, revela o potencial estético da parede localizada na área externa da administração regional, transformando o espaço em um novo marco visual da cidade. A obra dialoga diretamente com a população e valoriza a história de Ceilândia, reforçando a arte como instrumento de identidade, pertencimento e humanização dos espaços públicos. “Ceilândia sempre foi um berço da arte urbana. Poder participar dessa intervenção e ver nossa arte ganhar destaque em um espaço tão simbólico é motivo de orgulho. É uma forma de eternizar a identidade da cidade”, afirma o grafiteiro Fernando Elom. Segundo os artistas, a pintura busca levar mais cor, sensibilidade e beleza ao cotidiano urbano, rompendo com a rigidez da “selva de pedra” e despertando o olhar para os detalhes mais sutis. A proposta é transmitir conforto e paz, criando uma conexão afetiva com quem passa pelo local. Além disso, a Praça do Hip Hop, localizada na estação de metrô Ceilândia Centro, recebeu o monumento Eu Amo Hip Hop, fortalecendo ainda mais o vínculo da cidade com o movimento cultural que tem raízes profundas na região. "O grafite transforma, aproxima e dá voz à periferia" Rivas Alves, grafiteiro Rivas Alves destaca o impacto social do grafite: “O grafite transforma, aproxima e dá voz à periferia. Quando a gente pinta um espaço público, estamos dizendo que aquele lugar tem história, tem cultura e merece ser valorizado.” O administrador de Ceilândia, Dilson Resende, reforça a importância das intervenções para a cidade. “Estamos celebrando os 55 anos de Ceilândia com ações que valorizam nossa identidade cultural e nossos espaços públicos. A arte do grafite, aliada à revitalização das praças, traz mais vida, segurança e pertencimento para a população. São espaços que voltam a ser ocupados pelas famílias”, ressalta. Espaços que ganham nova vida Instalado em frente à Administração Regional de Ceilândia, painel promete ganhar as redes sociais [LEIA_TAMBEM]Outro ponto importante contemplado pelas ações do grafite é a Praça do Cidadão, na QNM 18/20, em Ceilândia Norte, que passa por um processo de reforma e pintura. O espaço, tradicional ponto de encontro da comunidade, recebeu pintura da quadra poliesportiva, arquibancadas e áreas de convivência, além de intervenções artísticas que levam mais cor e identidade ao local. “O objetivo da revitalização da Praça do Cidadão é resgatar a importância desse espaço para a comunidade. É um local vivo, muito utilizado para atividades culturais, práticas esportivas e convivência social, reunindo crianças, jovens, adultos e idosos”, destacou Fernando Elom. *Com informações da Administração de Ceilândia  

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Resultado definitivo elege representantes do Comitê Permanente do Hip Hop do DF

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do DF (DODF) desta quarta-feira (21), o resultado definitivo da eleição que escolheu os representantes da sociedade civil para o Comitê Permanente do Hip Hop (CPH2). O processo, realizado de forma virtual, definiu titulares e suplentes para um mandato de três anos e consolida um novo ciclo de participação social na formulação de políticas públicas para o hip-hop no DF. A votação ocorreu por meio de formulário eletrônico, com voto secreto, individual e facultativo. Apenas eleitores previamente habilitados — agentes culturais com atuação comprovada no hip-hop no Distrito Federal ou na Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride) — puderam participar. Cada eleitor votou uma única vez, com controle de unicidade e garantia de sigilo absoluto. Votos duplicados ou de eleitores não habilitados foram desconsiderados, conforme as regras do edital. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a conclusão do processo reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a escuta ativa e a valorização da cultura urbana. “O hip-hop é uma potência cultural, social e econômica do Distrito Federal. Eleger representantes legítimos, a partir de um processo transparente e participativo, significa reconhecer quem constrói essa cultura todos os dias e abrir espaço real para o diálogo na definição das políticas públicas”, afirmou o secretário. O Comitê Permanente do Hip Hop é um espaço institucional de participação social que reúne representantes do poder público e da sociedade civil para debater, propor e acompanhar ações voltadas ao fortalecimento do movimento no DF. Com o resultado definitivo homologado, os eleitos passam a integrar o colegiado, contribuindo diretamente para a construção de políticas culturais mais inclusivas, diversas e conectadas com a realidade dos territórios culturais do Distrito Federal.   *Com informações da Secec-DF

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Hip Hop Comunidade ganha nova data: 13 de dezembro

A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) informa que a iniciativa Hip Hop Comunidade, que seria realizada neste sábado (29), no Eixão Sul, ganhou nova data: 13 de dezembro. Já a data da seletiva para as batalhas de dança ainda será divulgada pela Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF), que segue ajustando a programação, para entregar ao público um evento ainda mais completo, estruturado e participativo.  Mesmo com a alteração, a proposta permanece a mesma: levar para o Eixão Sul um dia dedicado à cultura urbana, ao lazer e à cidadania, fortalecendo o diálogo com a juventude e promovendo serviços que aproximam o Governo do Distrito Federal (GDF) das comunidades.  A iniciativa conta com o apoio da Administração Regional do Plano Piloto, da CAESB, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).  A ação reúne diferentes expressões do movimento hip-hop, como breakdance, grafite e música, e oferece uma série de atividades culturais, oficinas e apresentações que movimentarão o público. Além disso, durante todo o evento, a Seac-DF disponibilizará serviços gratuitos voltados ao autocuidado, bem-estar e recreação das famílias.  Projeto será realizado no dia 13 de dezembro, no Eixão Sul | Foto: Divulgação/Seac-DF Entre os atendimentos previstos estão limpeza de pele, massagem capilar e corporal, além do programa Atendimento em Movimento, que oferece orientação e escuta ativa à comunidade. Para as crianças, será montado um espaço lúdico e recreativo com pula-pula, castelo inflável, tobogã, cama elástica, piscina de bolinhas, pintura facial, esculturas de balões, pipoca e algodão-doce.  Para a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, o adiamento garante um evento ainda mais fortalecido e alinhado com o propósito da Seac-DF. “O Hip Hop Comunidade é uma celebração da cultura que nasce nas ruas e transforma vidas. Estamos ajustando a programação para oferecer uma experiência ainda melhor, que valorize a juventude, incentive a arte e fortaleça a cidadania. A nova data do evento já está confirmada para 13 de dezembro e, em breve, divulgaremos também o novo cronograma das batalhas. Contamos com a participação de toda a comunidade”, afirma Clara Roriz.  A ação Hip Hop Comunidade deve reunir artistas, famílias e admiradores da cultura urbana, consolidando-se como um espaço de celebração da diversidade e da criatividade do Distrito Federal.    *Com informações da Seac-DF

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Projeto gratuito leva aulas de capoeira, percussão e hip-hop para o Itapoã e Paranoá

Levar cultura e ancestralidade para crianças e adolescentes do Itapoã e do Paranoá é o principal objetivo do projeto Kombo Arte Afro. Em sua quinta edição, a iniciativa promoverá aulas de capoeira, hip-hop e percussão com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF). Podem participar estudantes de 9 a 14 anos. As aulas são gratuitas e ocorrem uma vez por semana, às quartas-feiras, das 14h às 17h. O projeto Kombo Arte Afro leva capoeira, percussão e hip-hop para crianças e jovens de 9 a 14 anos do Itapoã e do Paranoá | Foto: Ana Barbosa/Divulgação Os encontros começaram no dia 9 deste mês e seguem até o final de agosto, com duração total de cinco meses. Mesmo assim, quem estiver interessado ainda pode participar. Basta entrar em contato com o projeto pelo WhatsApp – no número (61) 98173-9986 – ou presencialmente, na Casa de Cultura Kanzuá do Batukenjé, na Quadra 378 do Itapoã. As aulas são ministradas neste mesmo local. Cada modalidade comporta até 20 alunos. Esta é a quinta edição do Kombo Arte Afro, que foi criado em 2012. A estreia da iniciativa foi voltada a crianças e adolescentes filhos de catadores da Estrutural, com aulas sobre artesanato a partir de materiais recicláveis. As edições posteriores ocorreram na Vila Telebrasília, Ceilândia e Itapoã. “O Kombo Arte Afro surgiu com a intenção de levar para as crianças a importância de identificar e valorizar as raízes africanas na cultura brasileira”, afirma o idealizador do projeto e professor de percussão, Mestre Celin. “Saber de onde vem o que nos faz brasileiros é fundamental para criarmos as bases dos futuros cidadãos, com pertencimento e empoderamento. Nós acreditamos que ao enaltecer nossas origens africanas ajudamos crianças e jovens a se entenderem como atores das mudanças que querem ver no mundo.” Nas aulas de percussão, os alunos aprendem a tocar instrumentos como surdo, repique, tarol, timbal e tamborim, entre outros produzidos com material de sucata, como chocalhos e minitambores. As turmas de capoeira e hip-hop trabalham os principais movimentos de cada uma das expressões tão significativas para a cultura brasileira. Projeto Kombo Arte Afro • Data: aulas às quartas-feiras, das 14h às 17h • Endereço: Ponto de Cultura Kanzuá Do Batukenjé, Quadra 378, Conjunto Q, Lote 3 – Itapoã • Público-alvo: crianças de 9 a 14 anos • Mais informações e inscrições pelo telefone (61) 98173-9986

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Encontro de Graffitti do DF terá oficinas e atrações musicais neste fim de semana

Ceilândia sediará o encerramento do 5º Encontro de Graffitti do Distrito Federal sábado (5) e domingo (6), das 17h às 22h. O evento inclui apresentações artísticas da cultura hip-hop na Praça dos Direitos. No local, artistas de grafite do DF criarão uma galeria a céu aberto e também auxiliarão e orientarão os jovens na criação de murais e instalações urbanas, promovendo a integração entre os jovens, a comunidade e a arte. O Encontro de Graffitti do DF terá oficinas criativas, atrações musicais e a criação de murais e instalações urbanas | Foto: Divulgação/Secec A edição deste ano conta com oficinas formativas em hip-hop (rap, MC, DJ, breaking, graffiti e empreendedorismo) com dois dias de encontro. Na ocasião, 80 grafiteiros contratados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) realizarão pinturas de grafite ao vivo com os oficineiros e artistas convidados. O encontro também vai receber atrações musicais locais e regionais. Os destaques desta edição são os DJs Ketlen, Jay Lee, Ocimar, Jappa, Marola e Janna Markynhos Smurphies; os rappers Liberdade Condicional, Coktel Molotov, Rivas Alibi, Tropa de Elite, Combatentes MCs, Crucial e a Cia de Dança Pegada Black, com apresentação de Laiz Cecilia. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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5º Encontro de Graffiti do DF e Ride inicia oficinas de hip-hop nesta terça

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Evolui celebrada por meio de Termo de Colaboração, está ofertando oficinas formativas em hip-hop (rap, MC, DJ, breaking, graffiti e empreendedorismo), às terças e quintas-feiras, durante o 5º Encontro de Graffiti do DF e Ride (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno). As atividades, presenciais e gratuitas, serão realizadas no Centro Cultural e Desportivo de Ceilândia e no Espaço Cultural Renato Russo, começando nesta terça-feira (20). “Por meio da realização do 5º Encontro de Graffiti do DF e Ride, a Secretaria de Cultura busca apoiar esse importante movimento cultural que se espalhou pelo mundo, influenciando a música, a dança, a arte e a sociedade”    Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Com a participação de 80 grafiteiros contratados pela Secec-DF, as atividades envolverão a realização de pinturas executadas pelos artistas selecionados, a pintura de um painel coletivo executado pelos alunos das oficinas, apresentações artísticas da cultura hip-hop, tais como DJs, dança e rap, e espaço para entretenimento de crianças. Cada oficina oferece 50 vagas e os interessados devem se inscrever pelo Sympla. O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, ressalta a importância de promover a cultura do hip-hop no Distrito Federal. “Por meio da realização do 5º Encontro de Graffiti do DF e Ride, a Secretaria de Cultura busca apoiar esse importante movimento cultural que se espalhou pelo mundo, influenciando a música, a dança, a arte e a sociedade”, disse. As oficinas de hip-hop fazem parte do 5º Encontro de Grafite do Distrito Federal, que tem como principais objetivos valorizar a cultura urbana e o movimento do grafite, proporcionar intercâmbio artístico-cultural, impulsionar interesse de segmentos da cadeia produtiva da cultura para a importância da economia criativa, incentivar o empreendedorismo e a formação nas áreas artísticas, valorizar artistas locais e a cultura hip hop, potencializar a ocupação cultural de espaços urbanos do Distrito Federal e democratizar o acesso à arte e cultura. Programação das oficinas no Espaço Renato Russo Endereço: Comércio Residencial Sul 508 Bloco A, Asa Sul – Oficina de DJ Datas: 20 e 22/8 (terça e quinta) Horário: 9h às 12h Carga horária: 6h Descrição: Entre no mundo dos beats e scratches com a orientação de Ocimar. Aprenda a manipular sons e ritmos, criando mixes e performances ao vivo que movimentam multidões e definem o som do hip-hop – Oficina de Breaking Datas: 27 e 29/8 (terça e quinta) Horário: 9h às 12h Carga horária: 6h Descrição: Jherio traz a energia do breaking para o Espaço Cultural Renato Russo. Aqui, você poderá se expressar por meio do corpo, aprendendo movimentos que são o coração da dança urbana – Oficina de Graffiti Datas: 3 e 5/9 (terça e quinta) e 10 e 12/9 (terça e quinta) Horário: 9h às 13h Carga horária: 8h Descrição: Soneca conduz essa oficina onde a arte urbana e o graffiti se encontram. Aprenda técnicas de composição, cor e estilo para criar murais que contam histórias e impactam o espaço público – Oficina de Empreendedorismo Datas: 17 e 19/9 (terça e quinta) Horário: 9h às 12h Carga horária: 6h Descrição: Natalia guia os participantes em uma jornada para transformar a criatividade em um negócio viável. Aprenda a navegar pelo mercado da cultura urbana e a construir uma carreira sólida dentro do hip-hop Programação das Oficinas no Centro Cultural e Desportivo de Ceilândia Endereço: Ceilândia Norte QNN 13, Ceilândia – Oficina de MC Datas: 20 e 22/8 (terça e quinta) Horário: 9h às 12h Carga horária: 6h – Oficina de Breaking Data: 3 e 5/9 (terça e quinta) Horário: 9h às 12h Carga horária: 6h – Oficina de Empreendedorismo Datas: 10 e 12/9 (terça e quinta) Horário: 9h às 12h Carga horária: 6h – Oficina de Graffiti Datas: 17 e 19/9 (terça e quinta) Horário: 8h às 12h Carga horária: 8h – Oficina de Graffiti Datas: 24 e 26/9 (terça e quinta) Horário: 8h às 12h Carga horária: 8h *Com informações da Secec-DF

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Grupo de trabalho promove mulheres por meio do hip-hop

Nesta quarta-feira (22), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) realizou a primeira reunião do grupo de trabalho (GT), instituído em 9 de maio, para a elaboração de políticas públicas das mulheres no hip-hop, e formado por 11 integrantes ー três representantes da SMDF e oito mulheres ligadas à cultura do hip-hop no DF. O objetivo da iniciativa é elaborar e executar ações, bem como apresentar propostas para promover o público feminino do Distrito Federal e valorizar a cultura hip-hop. Durante a reunião inaugural, foram discutidos os desafios enfrentados pelas mulheres no hip-hop e as estratégias para superá-los. O Grupo de trabalho visa o desenvolvimento artístico, o fortalecimento da autoestima e a criação de redes de apoio e solidariedade entre as participantes | Foto: Divulgação/ SMDF “É um momento histórico para nós, nossa expectativa é que traga muitos frutos em prol do propósito de fazer o hip-hop uma ferramenta de transformação na vida da nossa sociedade” Raíssa Miah, grafiteira O GT vai realizar workshops, ações e palestras para promover a inclusão e o empoderamento das artistas por meio da cultura hip-hop. As atividades que serão desenvolvidas visam não só o desenvolvimento artístico, mas também o fortalecimento da autoestima e a criação de redes de apoio e solidariedade entre as participantes. A subsecretária de Ações Temáticas e Participação Política, Dayanne Timóteo, destacou que esta é uma oportunidade de alcançar e levar iniciativas para um número maior do público feminino. “O hip-hop tem sido uma ferramenta poderosa de expressão e transformação social, e as mulheres têm desempenhado um papel crucial nesse cenário. Nosso objetivo é criar políticas que não apenas reconheçam, mas também incentivem e promovam a participação feminina no hip-hop”, afirmou a subsecretária. Outro ponto importante do GT, composto por oito entidades da sociedade civil, é promover a igualdade de gênero. Para Vera Veronika, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, a expectativa é grande por ser uma iniciativa inédita: “É a primeira vez que nós, mulheres da cultura hip-hop, estamos sendo ouvidas, respeitadas e valorizadas dentro de um aparelho político. É aqui que vamos dar o pontapé inicial para que todas as mulheres possam ser valorizadas e a cultura levada para todo o DF”, concluiu. A grafiteira Raissa Miah, que também compõe o GT, salientou a importância de fazer a cultura circular entre a comunidade de mulheres do DF. “Essa união, em prol do propósito de levar a cultura do hip-hop, é importantíssima. É um momento histórico para nós, nossa expectativa é que traga muitos frutos em prol do propósito de fazer o hip-hop uma ferramenta de transformação na vida da nossa sociedade”, finalizou. *Com informações da Secretaria da Mulher

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Grafite e dança são atrações na Estação Central do Metrô-DF

Uma das maiores referências do hip-hop nacional, o artista multimídia Rivas abriu, nesta sexta-feira (5), uma exposição na Estação Central do Metrô do Distrito Federal. A mostra tem 41 telas, que ficam penduradas no teto da estação e retratam os quatro elementos da cultura hip-hop – DJ, breaking, rap e grafite -, além de imagens simbólicas da trajetória do artista brasiliense que já tem 40 anos de imersão na cultura hip-hop, como produtor cultural, rapper, artista visual e arte-educador. A programação conta com apresentação de DJs, batalha de breaking, entrega de premiação e workshop de breaking e hip-hop | Fotos: Divulgação/Metrô-DF Parte do Projeto Rivas Vida Hip-Hop, elaborado por Rivas para marcar os 50 anos do hip-hop no mundo, celebrado em 2023, bem como o decreto que tornou o movimento patrimônio cultural e imaterial do DF, a exposição fica em cartaz até 5 de junho. A reedição da exposição marca o início do mês de aniversário de Brasília. O projeto também contempla outras frentes, como o Encontro de Bboys e Bgirls do DF e Entorno, que será realizado pela primeira vez em uma estação do Metrô do DF. A programação conta com apresentação de DJs, batalha de breaking, entrega de premiação e workshop de breaking e hip-hop. A primeira etapa será neste sábado (6), das 14h às 18h, na Estação Central. Haverá ainda uma segunda edição do evento no dia 4 de maio. Não é a primeira vez que o Metrô-DF aposta no grafite como elemento visual de impacto nas estações, que, além de embelezar os espaços, reforça os laços com a cultura da cidade. No ano passado, o muro externo da Estação Ceilândia Norte se transformou em um paredão cultural de 500 m², que recebeu intervenções de 12 artistas do grafite Segundo Rivas, que também é vice-presidente da Federação de Breaking do DF, era um sonho antigo trazer o evento para o Metrô-DF, que representa a cultura urbana como nenhum outro local. “O Metrô é a cara do hip-hop. Tem esse fluxo de gente o tempo todo e nossa arte é urbana. As pessoas podem parar para dar aquela desacelerada, olhando arte e dança”, diz. Produtora cultural e mulher de Rivas, Jane Alves, que também é uma militante da causa hip-hop e tem projetos sociais e educacionais, inclusive em escolas, a possibilidade de ocupação de um espaço como uma estação de Metrô é “uma celebração”. “Tem tudo a ver com a história do hip-hop”, conta. Ela lembra ainda que o breaking se tornou modalidade olímpica e Rivas formou muitos dançarinos que hoje são destaques internacionais. “Agora, precisamos formar atletas. E essa visibilidade vai atrair mais crianças e jovens para o esporte”, diz Jane. A parceria com o Metrô-DF é uma iniciativa da Gerência de Projetos Especiais do Metrô-DF, com apoio da Diretoria de Operação e Manutenção da companhia. A mostra tem 41 telas, que ficam penduradas no teto da estação e retratam os quatro elementos da cultura hip-hop Letícia Divina, gerente de Projetos Especiais, diz que o objetivo é fomentar a arte e a cultura do Distrito Federal. “Trazer exposições, espetáculos de dança, campanhas educativas e tantas outras manifestações culturais e artísticas transforma o espaço das estações. Além de mobilidade, podemos deixar o trajeto mais rico de experiências”, diz. Não é a primeira vez que o Metrô-DF aposta no grafite como elemento visual de impacto nas estações, que, além de embelezar os espaços, reforça os laços com a cultura da cidade. No ano passado, o muro externo da Estação Ceilândia Norte se transformou em um paredão cultural de 500 m², que recebeu intervenções de 12 artistas do grafite. A Estação Galeria, na Galeria dos Estados, tem um painel em grafite com cerca de 30 m² retratando a relação histórica entre o Brasil e Israel. A instalação é uma doação da embaixada israelense para o Governo do Distrito Federal em comemoração às relações amistosas entre os países. Serviço Exposição Rivas Vida Hip-Hop (grafite em telas) Na Estação Central do Metrô-DF De 5 de abril a 5 de junho Encontro de Bboys e Bgirls do DF e Entorno Na Estação Central do Metrô-DF Dias: 6 de abril e 4 de maio, das 14h às 18h *Com informações da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal

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