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Pesquisa traça impacto dos jogos de azar na população do DF

Com o objetivo de analisar os impactos dos jogos de azar na população que vive na capital do país, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF), lança o estudo “Apostadores no Distrito Federal  Diagnóstico comportamental e sociodemográfico”. A pesquisa identifica as modalidades de jogos praticadas, os motivos que levam as pessoas a fazerem apostas e os impactos sociais, financeiros e de saúde entre cidadãos maiores de 18 anos.  Estudo foca os impactos dos jogos de azar na estrutura das famílias | Arte: IPEDF “Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social” Manoel Barros, diretor-presidente do IPEDF O levantamento também avalia a percepção de pessoas que não participam dessas atividades. Os dados foram coletados por meio de questionários aplicados por pesquisadores uniformizados em locais de grande circulação, abrangendo todas as regiões administrativas do Distrito Federal. As informações, que permanecem sem identificação dos respondentes, foram analisadas segundo critérios como gênero e faixa de renda. “Os jogos de azar, especialmente no ambiente digital, deixaram de ser apenas uma prática recreativa e passaram a gerar impactos reais na vida das famílias, como endividamento, conflitos familiares e adoecimento emocional”, avalia o secretário da Família, Rodrigo Delmasso. “O estudo inédito nos permite compreender quem são os apostadores no DF, onde estão e como esse comportamento afeta a dinâmica familiar. Com dados técnicos, o GDF poderá formular políticas públicas preventivas, voltadas à educação financeira, à saúde mental e ao fortalecimento das famílias, protegendo especialmente os mais vulneráveis.” Políticas públicas Por sua vez, o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Barros, afirma: “O IPEDF tem como missão produzir informações qualificadas para orientar a tomada de decisão no âmbito das políticas públicas. Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social. Ao oferecer dados objetivos e territorializados, a pesquisa contribui para que o poder público atue de forma preventiva e baseada em evidências”. [LEIA_TAMBEM]Segundo a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado, a pesquisa responde a uma demanda crescente por informações qualificadas sobre o tema. “Com a rápida expansão das plataformas de jogos online e o fácil acesso às apostas, torna-se fundamental produzir um diagnóstico consistente sobre o perfil dos apostadores e sobre as possíveis consequências desse hábito na vida financeira, social e na saúde da população”, aponta. “O estudo permite compreender melhor esse fenômeno no contexto específico do Distrito Federal e subsidiar políticas públicas que consigam dar conta da problemática que envolve as apostas”. O objetivo do estudo é compreender o comportamento, as motivações e o perfil sociodemográfico dos apostadores (considerando gênero, renda e faixa etária) com mais de 18 anos. Dados gerais indicam que, no Brasil, a maior parte dos apostadores em plataformas de bets concentra-se entre jovens de 16 a 34 anos, embora também haja um volume expressivo de apostas entre aposentados. A pesquisa constitui uma resposta direta ao crescimento do endividamento associado aos jogos de azar e contribuirá para a construção de um diagnóstico específico da realidade da capital federal. Veja os dados apurados. *Com informações do IPEDF

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Certificação valoriza instituições com impactos sociais positivos

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) foi a única do país a receber o Selo Social nesta quarta-feira (28). A certificação reconhece e valoriza resultados obtidos por meio de impactos sociais realizados por empresas, órgãos públicos e organizações da sociedade civil. Das 104 organizações inscritas no DF para o selo de 2023, 65 foram certificadas. A cerimônia ocorreu no auditório da Escola Salesiana, a partir das 14h30. [Olho texto=”“O recebimento do Selo Social não apenas valida as ações sociais da instituição, mas também impulsiona uma série de benefícios, desde a imagem institucional até o engajamento com a comunidade e o estímulo à inovação. Além disso, o selo reflete não apenas a instituição como um todo, mas também o trabalho dedicado dos defensores públicos e servidores”” assinatura=”Celso Murilo Veiga de Britto, coordenador da Assessoria Especial da DPDF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Selo Social tem 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, como erradicação da pobreza, redução das desigualdades e da paz, justiça e instituições eficazes. Entre os temas de atuação estão o desenvolvimento territorial e o desenvolvimento de pessoas. O coordenador da Assessoria Especial da DPDF, Celso Murilo Veiga de Britto, comemorou a conquista do Selo Social pela instituição e destacou que a honraria evidencia o impacto positivo da Defensoria Pública na comunidade, mostrando que a instituição vai além das funções jurídicas e busca contribuir para o desenvolvimento social. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O recebimento do Selo Social não apenas valida as ações sociais da instituição, mas também impulsiona uma série de benefícios, desde a imagem institucional até o engajamento com a comunidade e o estímulo à inovação. Além disso, o selo reflete não apenas a instituição como um todo, mas também o trabalho dedicado dos defensores públicos e servidores”, festejou. A psicóloga e subsecretária de Atividade Psicossocial da DPDF, Roberta de Ávila, reforça que o reconhecimento melhora e inova as iniciativas sociais, impulsionando a busca por soluções mais eficazes. “Ao promover e divulgar as realizações sociais, a certificação envolve a comunidade local, criando uma conexão mais forte entre as organizações e as pessoas que se beneficiam de suas ações”, definiu. *Com informações da DPDF

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