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jovens em vulnerabilidade

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Jovens participam de ação socioambiental na Estrutural

Equipes do Instituto Brasília Ambiental participaram, na semana passada, de mais uma etapa do Programa de Educação Ambiental (PEA). Fruto de parceria com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a Engnova Engenharia e Consultoria, a iniciativa tem objetivo de fortalecer a participação comunitária e promover a sensibilização ambiental em diferentes públicos. Entre as atividades, um dos destaques foi o curso de criação e edição de vídeos, com carga horária de 20 horas, voltado aos jovens da Cidade Estrutural. A formação apresentou conhecimentos técnicos de produção audiovisual utilizando o celular. Grupo fez um passeio guiado ao Parque Nacional de Brasília, onde foram desenvolvidas atividades de aprendizado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades” Celina Leão, vice-governadora Durante as aulas, os jovens aprenderam noções de filmagem, elaboração de roteiros e edição de vídeos por meio de aplicativos, desenvolvendo conteúdos que abordam a própria realidade da comunidade. Um dos temas trabalhados foi o gerenciamento de resíduos, considerado um dos principais desafios ambientais da Cidade Estrutural. Licenciamento ambiental  Os programas de educação ambiental fazem parte das condicionantes dos processos de licenciamento ambiental, sendo estruturados com a participação da comunidade onde o empreendimento está inserido. As ações são definidas a partir do Diagnóstico Socioambiental Participativo, processo durante o qual moradores apresentam demandas e sugerem iniciativas voltadas à melhoria socioambiental do território. “Os PEAs são fundamentais para aproximar o desenvolvimento urbano da responsabilidade socioambiental”, aponta o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. ”A comunidade é diretamente afetada pelas intervenções e, por isso, é justo que haja investimento em projetos locais. Dessa forma, ampliamos o alcance da educação ambiental e fortalecemos a cultura de preservação no DF.” [LEIA_TAMBEM]Outra atividade do programa foi a entrega de 100 kits esportivos para crianças em situação de vulnerabilidade social, além de uma visita ao Parque Nacional de Brasília, proporcionando momentos de lazer, contato com a natureza e sensibilização ambiental. “Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Essas iniciativas despertam a consciência, criam oportunidades para os jovens e aproximam as pessoas da preservação do meio ambiente.” A educadora ambiental do instituto, Aline Barreto, reforça: “É importante que um Programa de Educação Ambiental tenha a participação da comunidade e também possa fortalecer projetos socioambientais que já existem, mas que necessitam de algum tipo de apoio”. *Com informações do Brasília Ambiental

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Oportunidades para jovens de unidades de acolhimento  

[Olho texto=”“Esse suporte é fundamental para que a pessoa possa iniciar essa caminhada rumo à autonomia” ” assinatura=”Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”direita”] Passava um pouco das 15h de quarta-feira (6), quando Ana Vitória Dias, de 18 anos, chegava de mais uma rotina de trabalho. Apesar do sorriso largo e sonoro revelado ao retirar a máscara de proteção na varanda de casa, a expressão cansada era de quem havia encarado uma rotina intensa sob o sol escaldante do DF. Porém, a felicidade era notória ao lembrar que completava uma semana de trabalho pelo Instituto Ipês – instituição parceira da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) no Serviço Especializado de Abordagem Social. “Fui chamada para ser jovem aprendiz, mas, no meu primeiro dia, surgiu uma vaga e eu fui efetivada”, contou. “Fui contratada, então, como facilitadora. Meu trabalho é entrevistar cidadãos em situação de rua, entender a necessidade deles e fazer os devidos encaminhamentos”. A jovem, que passou por diversas capacitações para se habilitar a aceitar a oportunidade de emprego, sonha em tornar-se psicóloga. Ana Vitória Dias já está encaminhada: “Meu trabalho é entrevistar cidadãos em situação de rua, entender a necessidade deles e fazer os devidos encaminhamentos” | Foto: Ádamo Dan/Sedes Com mais outras seis meninas quase da mesma idade dela, Ana Vitória vive na república para jovens que, mantida pela Sedes, é destinada a egressos das unidades de acolhimento de crianças e adolescentes do Governo do Distrito Federal (GDF). Após o pioneirismo nacional no lançamento das repúblicas LGBTI+, o GDF instalou a primeira de três residências para jovens em situação de vulnerabilidade social. As casas abrigam rapazes e moças, entre 18 e 21 anos, que até então viviam em unidades de acolhimento. A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, lembra que as repúblicas têm como foco quem completa a maior idade e ainda precisa de um suporte do estado para ter uma vida autônoma. “É a entrada desse cidadão na vida adulta”, explica. “Esse suporte é fundamental para que que a pessoa possa iniciar essa caminhada rumo à autonomia”. Melhorias [Olho texto=”No ar a partir das 11h pelos canais da Sedes no YouTube e no Instagram, série documental A Rua: da abordagem à autonomia mostra exemplos de superação” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Moradora de unidades de acolhimento desde os seis anos, devido a questões familiares, a facilitadora enfatiza: “Sou muito feliz aqui, pois foi onde tive várias oportunidades. Mas quero, um dia, ter minha própria casa e poder juntar, novamente, meus irmãos e minha mãe”. Também egresso de abrigos, Luiz Gustavo Aleixo, 18 anos, começou na abordagem social como jovem aprendiz, mas logo foi contratado como facilitador. “Lembro-me como hoje, foi no dia do meu aniversário”, conta. “O pessoal chegou com um bolo e com um papel, que era meu contrato. Foi emocionante”. O rapaz chegou a passar noites nas ruas, apesar de ter uma família. Porém, problemas de convivência no lar o faziam preferir não voltar. “Hoje, eu retomei o relacionamento com minha mãe e minha irmã; para o futuro, pretendo formar minha família e dar netos à minha mãe”, relata, emocionado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em dois anos de parceria com a Sedes, o Instituto Ipês integrou 15 jovens aprendizes, dos quais sete ainda prestam serviços, e três foram contratados como facilitadores. Além dos empregos gerados na abordagem social, há jovens que seguiram para outras atividades profissionais, como Estefane Mascarenhas, de 19 anos, que atua como manicure; e Maria Aparecida Silva, da mesma idade, contratada como atendente de supermercado. A maioria dessas histórias vai ao ar às 11h desta quinta-feira (7), no episódio 8 da série documental A Rua: da abordagem à autonomia, pelos canais da Sedes no YouTube e no Instagram. Produção oficial da Sedes, a obra aborda questões relacionadas à população em situação de rua observada com base em vários aspectos. Nesse capítulo, serão discutidas questões referentes ao combate ao trabalho infantil, acolhimento de crianças de adolescentes e Dia da Criança. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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