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UTI do Hospital Regional de Santa Maria conquista selo nacional de qualidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) conquistou o Selo de Gestão de Indicadores de Qualidade e Desempenho, certificação concedida pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), em parceria com a Epimed Solutions. O reconhecimento contempla as UTIs I, II e III da unidade e atesta a qualidade do monitoramento de dados assistenciais utilizados para qualificar o cuidado prestado aos pacientes críticos.  ​​​Certificação contempla as UTIs I, II e III do HRSM e atesta a qualidade do monitoramento de dados assistenciais utilizados para qualificar o cuidado prestado aos pacientes críticos | Fotos: Divulgação/IgesDF "A conquista simultânea das três UTIs reforça a posição do hospital na rede pública de saúde do Distrito Federal como referência na gestão e no uso de dados assistenciais em terapia intensiva" Alberto Gurgel de Araújo, coordenador da UTI Adulto do Hospital Regional de Santa Maria A certificação é concedida às UTIs que acompanham de forma sistemática seus indicadores por meio do sistema Epimed Monitor, plataforma utilizada por hospitais de todo o país para monitorar resultados assistenciais e apoiar a tomada de decisões baseadas em evidências. A iniciativa está alinhada à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 7 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece requisitos mínimos para o funcionamento desses serviços no país.  Gestão de dados que fortalece a assistência Para o coordenador da UTI Adulto do HRSM, Alberto Gurgel de Araújo, o selo reconhece a maturidade da equipe na gestão das informações clínicas e no acompanhamento contínuo dos resultados assistenciais. "Não é um prêmio de desempenho absoluto, mas um atestado formal de maturidade na gestão da informação clínica", observa. "A conquista simultânea das três UTIs reforça a posição do hospital na rede pública de saúde do Distrito Federal como referência na gestão e no uso de dados assistenciais em terapia intensiva." Entre os indicadores monitorados estão a taxa de mortalidade, o tempo de permanência, a ocupação dos leitos, a incidência de infecções relacionadas à assistência, as reinternações, as lesões por pressão e os escores de gravidade dos pacientes. A certificação considera não apenas os resultados obtidos, mas também a regularidade, a qualidade e a completude das informações registradas ao longo do ano.  Coordenador da UTI Adulto do HRSM, Alberto Gurgel de Araújo, atribui a conquista ao trabalho integrado das equipes multiprofissionais do hospital  Segundo o coordenador, a conquista é resultado de um trabalho contínuo e integrado das equipes multiprofissionais, que mantêm rigor no registro e na análise dos dados assistenciais. "O alicerce desse reconhecimento é a disciplina e o acompanhamento permanente dos dados. Cada admissão, evolução clínica e alta precisa ser registrada de forma completa e no tempo adequado", explica Araújo.  Indicadores que fazem diferença no cuidado Os benefícios desse monitoramento chegam diretamente ao paciente. A análise sistemática dos indicadores permite identificar precocemente oportunidades de melhoria, corrigir processos antes que afetem a assistência e fortalecer a segurança do cuidado. Além de aumentar a segurança do paciente, esse acompanhamento contínuo contribui para o uso mais eficiente dos recursos da terapia intensiva, favorece a padronização das condutas assistenciais e permite que a equipe compare seus resultados com os de outras unidades de perfil semelhante em todo o país.  Essas informações orientam decisões clínicas e administrativas voltadas à melhoria contínua da assistência. "Com isso, reduzimos eventos adversos evitáveis, utilizamos os recursos da terapia intensiva de forma mais eficiente e ainda conseguimos comparar nossos resultados com os de outras UTIs de perfil semelhante em todo o país", explica Araújo. *Com informações do IgesDF  

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GDF renova sistema de tecnologia das unidades socioassistenciais

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) começou este ano com o parque tecnológico de sua estrutura renovado. Foram cerca de dois mil novos computadores e 119 notebooks, entre outros equipamentos, como nobreaks, webcam, headset, impressoras, além dos softwares atualizados que garantem mais recursos para armazenamento de informações, reuniões online com mais qualidade e monitoramento dos dados. Wi-fi está presente em todas as unidades do Cras e do Creas | Foto: Divulgação/Sedes-DF R$ 27 milhões Total investido pelo GDF entre 2019 e 2024 na renovação do parque tecnológico Os equipamentos estão sendo instalados em todas as unidades socioassistenciais e administrativas que compõem a estrutura da pasta. Segundo dados da secretaria, de 2019 a 2024, foram investidos cerca de R$ 27 milhões na renovação do parque tecnológico. “Os novos equipamentos e tecnologias garantem mais agilidade, transparência e qualidade nos atendimentos da ponta”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Temos, agora, suporte para aprimorar nossos serviços, ter mais segurança no monitoramento dos dados, além de trazer mais conforto para o servidor no seu dia a dia. Essa modernização do parque tecnológico da Sedes, com certeza, será um legado importante para os servidores da secretaria.” Renovação total A pasta adquiriu mais de 800 máquinas, e já há um cronograma para trocar nas unidades todos os computadores anteriores a 2018. “Todo o parque tecnológico anterior a esse período será descontinuado”, explica o subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente, Rodrigo Freitas. “Só teremos equipamentos de 2021 para cá. Com isso, teremos um ciclo de troca total nos últimos quatro anos de 100% do parque tecnológico. Todas as máquinas defasadas conseguimos substituir”. Segundo Freitas, nos últimos quatro anos, a Sedes-DF também instalou wi-fi em todas as unidades socioassistenciais para atender servidores e cidadãos. “Todas as unidades de Cras [Centro de Referência de Assistência Social] e Creas [Centro Especializado de Referência de Assistência Social] têm wi-fi”, detalha. “Estamos fazendo a aquisição de mais 160 equipamentos de wi-fi para expandir essas conexões. A nossa rede pode ser conectada pelos servidor e pelo visitante, ou seja, o cidadão que não tem internet no celular pode ir até uma das nossas unidades e utilizar gratuitamente a rede de internet se precisar”. Um dos avanços importantes foi a modernização do Sistema de Desenvolvimento Social (Sids), que é a base de dados onde as informações das famílias em vulnerabilidade social ficam armazenadas para avaliação da situação, concessão de benefícios socioassistenciais e acessos aos serviços da pasta. Mais agilidade “A partir da mudança no sistema, hoje temos muita agilidade para entregar novas funcionalidades”, assegura Rodrigo Freitas. “O sistema anterior era mais frágil. Compramos nova tecnologia para análise de dados, para produção de relatórios em tempo real. A ideia é que consigamos acessar e cruzar dados de forma mais ágil para as áreas técnicas e dar apoio para que a vigilância socioassistencial seja, de fato, implementada.” O sistema recém-implantado traz inovações importantes no dia a dia da secretaria, como o novo módulo da Central de Vagas, que permite direcionar melhor as oportunidades disponíveis para acolhimento institucional; e o módulo da recepção, que contabiliza os atendimentos prestados na recepção das unidades do Cras. Também foram inovados o módulo de folha de pagamento de benefícios, automação do fluxo do Cartão Prato Cheio, a gestão das cestas emergenciais e modelagem dos auxílios vulnerabilidade, calamidade e natalidade, entre outros. *Com informações da Sedes-DF

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Aplicativo vai gerenciar cuidados com a saúde de idosos do DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) deu um passo importante no campo da inovação tecnológica voltada para a saúde ao aprovar uma parceria com a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) para o desenvolvimento do projeto GENIIO-S. A iniciativa visa implementar uma plataforma digital que oferece aos idosos acesso a informações sobre saúde, orientações personalizadas e monitoramento de dados de saúde em tempo real. A ferramenta também será útil para cuidadores e familiares, que poderão acompanhar o estado de saúde dos seus idosos, promovendo um envelhecimento mais saudável e ativo. Aplicativo vai oferecer acesso a informações sobre saúde, orientações personalizadas e monitoramento de dados de saúde dos idosos em tempo real | Foto: Divulgação/FAPDF “O projeto GENIIO-S representa um importante avanço no campo da saúde e vai transformar a maneira como os idosos gerenciam a saúde no Distrito Federal, de um modo geral. Investir em cuidados preventivos reduz a necessidade de tratamentos mais caros e complexos”, disse o presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa Júnior. O DF, assim como o restante do Brasil, enfrenta um processo acelerado de envelhecimento populacional. Com a expectativa de vida em alta, cresce a demanda por políticas públicas e iniciativas que garantam um envelhecimento ativo e de qualidade. Pensando nisso, a FAPDF está disponibilizando R$ 700 mil, por meio de emenda parlamentar, para apoiar esta iniciativa. “O projeto está alinhado com os objetivos institucionais da Fundação, que busca promover o progresso científico e tecnológico em áreas cruciais, como saúde e educação para a população idosa”, afirmou o coordenador da área de Tecnológica e de Inovação da FAPDF, Gilmar dos Santos Marques. A iniciativa é parte do plano de trabalho “Desenvolvimento de Tecnologias para Gestão do Autocuidado”, que integra o Programa Educativo UniSER/UnB, uma colaboração entre a Universidade de Brasília (UnB) e parceiros estratégicos. O projeto começou a ser testado em 2021 na Unidade Básica de Saúde 06, em Ceilândia, envolvendo idosos da comunidade local. Os resultados iniciais foram animadores, com melhorias observadas em indicadores como índices bioquímicos, composição corporal e capacidade funcional dos participantes. O cronograma de desembolso e os procedimentos de fiscalização foram cuidadosamente analisados e considerados adequados, garantindo que os recursos sejam disponibilizados de acordo com as necessidades do projeto. A execução será monitorada por uma comissão designada, que avaliará o progresso físico e financeiro da parceria por meio de auditorias e visitas técnicas. *Com informações da FAPDF

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