Resultados da pesquisa

oftalmologia

Thumbnail

Aberta seleção para neurologia, psiquiatria e oftalmologia com salários de até R$ 16 mil 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Técnicos de enfermagem em neurologia, psiquiatras e oftalmologistas têm novas oportunidades em processos seletivos destinados à formação de cadastro de reserva, com remunerações que chegam a R$ 16.030,94. As contratações poderão ocorrer em regime indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 24 e 36 horas semanais.  Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho(a) em reunião escolar, auxílios maternidade e paternidade estendidos e auxílio-funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Veja abaixo.  ⇒ Técnico de enfermagem em neurologia O Edital  nº 071/2026 prevê cadastro de reserva com remuneração bruta de R$ 3.405,40 e carga horária mínima de 36 horas semanais.  Para participar, é necessário ter formação técnica em enfermagem reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses na assistência a pacientes internados. Também é exigida experiência mínima de seis meses em videoeletroencefalografia, exame conhecido como vídeo-EEG e utilizado para registrar, simultaneamente, a atividade elétrica cerebral e as manifestações clínicas do paciente. Entre os diferenciais estão experiência com pacientes neurológicos, certificação em Suporte Básico de Vida (BLS) ou Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) e curso complementar com ênfase em vídeo-EEG. ⇒ Psiquiatra O Edital nº 072/2026 contempla cadastro de reserva com remuneração bruta de R$ 16.030,94 e carga horária mínima de 24 horas semanais. Candidatos devem ter graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência completa ou título de especialista em psiquiatria e experiência mínima de seis meses na área. ⇒ Oftalmologista O Edital nº 073/2026 prevê cadastro de reserva com remuneração de R$ 13.359,56 e jornada mínima de 24 horas semanais. É necessário graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM, residência ou título de especialista em oftalmologia emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, além de experiência mínima de seis meses na especialidade. A seleção considera como diferencial fellowship com duração superior a 12 meses em áreas como retina e vítreo, glaucoma, córnea, catarata e cirurgia refrativa, plástica ocular, estrabismo, oftalmopediatria, neuro-oftalmologia, uveítes, oncologia ocular ou órbita. Inscrições As inscrições devem ser feitas exclusivamente neste link, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções.  

Ler mais...

Thumbnail

Com recursos de R$ 1,4 milhão, Hospital de Base amplia atendimento oftalmológico 

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu quatro novos equipamentos para exames e procedimentos oftalmológicos, em um investimento de R$ 1,4 milhão destinado pelo Ministério da Saúde por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Criado pelo governo federal, o PAC busca impulsionar o crescimento sustentável do país por meio da expansão e modernização da infraestrutura pública, incluindo investimentos destinados ao fortalecimento da rede assistencial do SUS. Novo equipamento, que começou a ser utilizado neste mês, permite mais precisão nos procedimentos oftalmológicos | Foto: Divulgação/IgesDF A medida vai ampliar a capacidade assistencial de um serviço que processa, em média, 330 cirurgias por mês pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de garantir mais precisão e segurança aos pacientes. “Conseguimos aumentar a quantidade de procedimentos realizados, reduzir custos e oferecer mais comodidade ao usuário”  Stefânia Diniz, chefe da Oftalmologia do HBDF  Entre os equipamentos entregues está um microscópio cirúrgico oftalmológico de última geração utilizado em procedimentos de alta complexidade, como cirurgias de catarata, glaucoma, córnea e retina. O aparelho começou a ser utilizado neste mês e representa um avanço tecnológico em relação aos equipamentos já existentes na unidade. Segundo o cirurgião oftalmológico Carlos José de Souza Júnior, do HBDF, a nova tecnologia proporciona melhor visualização das estruturas oculares, favorecendo a precisão dos procedimentos. “Nas cirurgias oftalmológicas, trabalhamos em um campo milimétrico”, explica. “Ter uma imagem mais clara e nítida permite que o profissional realize os procedimentos com maior segurança e destreza. Além disso, o equipamento tem sistema de vídeo com gravação, que também  contribuirá para a capacitação e o aprendizado das equipes”. Mais tratamentos  [LEIA_TAMBEM]Além do microscópio, o Hospital de Base, referência em oftalmologia de alta complexidade no Centro-Oeste, recebeu um fotocoagulador a laser, equipamento utilizado no tratamento de diversas doenças da retina. O aparelho é o primeiro do  tipo na unidade e permite que parte dos procedimentos seja realizada em ambiente ambulatorial, dispensando a ocupação de salas cirúrgicas. Desde a implantação, o equipamento já foi utilizado em cerca de 40 procedimentos. “O laser torna o tratamento mais acessível porque o paciente não precisa ser encaminhado para uma sala de cirurgia”, aponta a chefe da Oftalmologia do HBDF, Stefânia Diniz. “Conseguimos aumentar a quantidade de procedimentos realizados, reduzir custos e oferecer mais comodidade ao usuário.”  Também foram incorporados ao parque tecnológico da unidade um vitreófago com facoemulsificador — empregado em cirurgias de retina para tratar sangramentos, inflamações, infecções e descolamentos — e um biômetro óptico, utilizado para medições oculares essenciais no planejamento cirúrgico. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Programas deste GDF ampliam acesso a cirurgias e aceleram início de tratamento de pacientes com câncer

A ampliação do acesso à saúde pública no Distrito Federal tem se refletido na redução do tempo de espera por procedimentos e no avanço de atendimentos especializados. Com iniciativas voltadas à organização da fila e à ampliação da oferta de serviços por meio de programas instituídos por este Governo do Distrito Federal (GDF), a rede registra resultados positivos tanto na efetivação de cirurgias quanto no início do tratamento de pacientes com câncer. Na área cirúrgica, o programa OperaDF alcançou a marca de 9 mil procedimentos feitos em apenas seis meses, entre setembro de 2025 e março de 2026. No mesmo período, houve redução de 44% no tempo de espera por cirurgias eletivas, resultado associado à reorganização da demanda e à ampliação da capacidade de atendimento. Nove hospitais foram credenciados para receber tratamento oftalmológico pelo OperaDF | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Entre as especialidades contempladas, a oftalmologia recebeu reforço com o credenciamento de nove hospitais, o que permitiu ampliar a oferta de procedimentos e acelerar o chamamento de pacientes. A medida contribui para dar mais fluidez à fila e garantir que os encaminhamentos ocorram de forma mais ágil, desde a consulta inicial até a realização da cirurgia. Os avanços também alcançam a área de oncologia. Com a implementação do programa “O Câncer Não Espera e o GDF também não”, o tempo para o primeiro atendimento caiu de 81 para 17 dias. Já o início do tratamento passou a ocorrer, em média, em até 24 dias após a identificação da necessidade terapêutica. Os esforços deste GDF reduziram o tempo de espera dos pacientes por procedimentos e aumentaram a eficiência do serviço de saúde oferecido | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde A estratégia envolve a integração dos serviços, a otimização dos fluxos e o uso de ferramentas que permitem organizar o acompanhamento dos pacientes, incluindo a comunicação direta sobre consultas, exames e etapas do tratamento. Com isso, a rede pública consegue reduzir intervalos críticos e oferecer respostas mais rápidas às pessoas que precisam de cuidado contínuo. Esses resultados são reflexos de um investimento contínuo por este GDF na ampliação da assistência e na melhoria da gestão da saúde pública, com foco em garantir mais eficiência, reduzir o tempo de espera e assegurar atendimento em tempo oportuno para a população do Distrito Federal.

Ler mais...

Thumbnail

Glaucoma evolui sem sintomas e já é a principal causa de cegueira irreversível no mundo

Renato Marques tinha 30 anos quando procurou um oftalmologista para uma consulta simples: medir o grau dos óculos. Após os exames, recebeu o diagnóstico de glaucoma. Sem entender a gravidade da doença, usou o colírio prescrito por apenas um mês e interrompeu o tratamento. “Achei que estava curado”, relembra. Renato Marques foi diagnosticado com glaucoma: “Se eu soubesse antes que era algo tão sério, teria cuidado melhor e talvez evitado essa situação. Agora faço exames todos os anos” | Fotos: Divulgação/IgesDF Seis anos depois, ao retornar ao consultório para uma nova avaliação, descobriu que a doença havia avançado: “O médico explicou a gravidade da doença. Se eu soubesse antes que era algo tão sério, teria cuidado melhor e talvez evitado essa situação. Agora faço exames todos os anos”. Considerado a principal causa de cegueira irreversível no mundo, o glaucoma provoca degeneração progressiva do nervo óptico e perda permanente da visão. O problema é que a doença costuma evoluir de forma silenciosa e, na maioria das vezes, sem apresentar sintomas nas fases iniciais. “A única forma de identificar a doença precocemente é por meio de consultas regulares com o oftalmologista” Edney Moura Filho, oftalmologista do Hospital de Base  Segundo o oftalmologista Edney Resende Moura Filho, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), cerca de 90% dos pacientes não percebem sinais da doença no início. Entre os dias 8 e 14 deste mês é realizada a Semana Mundial do Glaucoma, iniciativa que busca ampliar a conscientização da população sobre os riscos da doença e reforçar a importância do diagnóstico precoce. Prevenção é fundamental O glaucoma é caracterizado pela lesão progressiva do nervo óptico, frequentemente associada ao aumento da pressão intraocular. Embora possa atingir pessoas de qualquer faixa etária, o risco aumenta com o avanço da idade. “A única forma de identificar a doença precocemente é por meio de consultas regulares com o oftalmologista”, explica Edney. Estimativas indicam que cerca de metade das pessoas com glaucoma no mundo não sabem que têm a condição. Por isso, especialistas recomendam atenção redobrada de pessoas que apresentam fatores de risco e devem manter acompanhamento oftalmológico regular. Entre os principais fatores estão histórico familiar, idade acima de 40 anos, uso prolongado de medicamentos à base de corticoide e traumas oculares prévios. A perda visual costuma ocorrer de forma gradual e silenciosa, o que contribui para o diagnóstico tardio. “Nem sempre começa obrigatoriamente pela visão periférica, mas é comum que o paciente já apresente perda de campo visual sem perceber, especialmente nas fases iniciais”, pontua o especialista. [LEIA_TAMBEM]Ao contrário da catarata, geralmente associada ao envelhecimento, o glaucoma pode surgir em qualquer idade, inclusive na infância. Foi o caso de Juliana Luzia de Souza, que nasceu com a doença devido a um fator genético. A suspeita surgiu ainda nos primeiros dias de vida, quando médicos perceberam alterações nos olhos da criança. Juliana passou pela primeira cirurgia aos três dias de vida e começou a usar óculos com apenas um mês. Hoje, aos 30 anos, já fez sete cirurgias e perdeu a visão do olho direito, mantendo apenas percepção de luz. “Como não tive a chance de fazer exames preventivos antes do diagnóstico, sei o quanto é importante realizar consultas regulares”, relata ela. “Assim é possível identificar a doença mais cedo e evitar que o quadro se agrave.” Acompanhamento contínuo A adesão ao tratamento é um dos principais desafios no controle do glaucoma. De acordo com o oftalmologista, a ausência de sintomas faz com que muitos pacientes interrompam o uso das medicações. Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com acompanhamento médico e tratamento adequado. Doença pode ser controlada com tratamento e acompanhamento médico  “Muitas pessoas param de usar o colírio por não perceberem melhora imediata ou por causa de efeitos colaterais, como irritação ocular; mesmo assim, o uso regular da medicação é essencial para evitar a progressão da doença”, orienta o médico.   Atendimento Em caso de suspeita de glaucoma ou de qualquer alteração na visão, é importante procurar avaliação médica. No Distrito Federal, o primeiro passo é buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após a avaliação inicial, caso seja necessário, o paciente será inserido no sistema de regulação e encaminhado para atendimento especializado. Consultas oftalmológicas regulares são a principal forma de prevenir a perda de visão causada pelo glaucoma. O diagnóstico precoce permite controlar a doença e reduzir o risco de cegueira. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Projeto Olhar Cidadão atende a 1,4 mil crianças e adolescentes na Estrutural e no Sol Nascente

Com o objetivo de garantir saúde visual e bucal à população, o Projeto Olhar Cidadão já beneficiou 1,4 mil crianças e adolescentes de 6 a 17 anos na Estrutural e no Sol Nascente/Pôr do Sol. A iniciativa é promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com a ONG Líderes do Brasil, e passou pelas duas regiões administrativas nos meses de janeiro e fevereiro, respectivamente. Em março, o projeto segue para Samambaia, oferecendo serviços gratuitos de odontologia e oftalmologia, com exames e distribuição de óculos de grau, que já foram entregues a 128 pacientes até o momento. Em Samambaia, os atendimentos serão entre os dias 2 e 3 de março, na Quadra 30, conjunto 8, lote 2. Depois, a estrutura será montada em Planaltina (23/3 a 3/4), Guará (6/4 a 17/4), Ceilândia (27/4 a 8/5), Itapoã (11/5 a 22/5) e Santa Maria (25/5 a 5/6). No total, serão oito regiões administrativas contempladas até junho deste ano, com funcionamento de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 18h. A expectativa é alcançar mais de 5,1 mil cidadãos, com prioridade a estudantes da rede pública, famílias em situação de vulnerabilidade social e crianças com dificuldades de aprendizagem, baixa visão ou deficiência. Até junho, o projeto deve passar por 8 regiões administrativas e atender a mais de 5 mil crianças e adolescentes | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A técnica socioeducativa e gestora da Sejus-DF, Fernanda Elisa Calvet Silveira, reforça que a assistência pode prevenir questões de saúde mais graves, desde a progressão de grau a questões dentárias sérias. “Até o momento os resultados têm sido muito positivos, com um número bem expressivo de atendimentos, promovendo bem-estar e fortalecendo o cuidado integral das crianças e adolescentes”, destaca. “Não estamos falando apenas de consultas, mas de impacto social. Problemas oftalmológicos não tratados comprometem o aprendizado escolar, e questões odontológicas afetam autoestima e desempenho.” Ao chegar ao local, os pais e responsáveis são orientados sobre o programa e recebem uma ficha para preencher com dados pessoais e o histórico de saúde dos pacientes. Depois, as crianças e adolescentes são avaliados por especialistas. Na área de oftalmologia, os médicos observam se há dificuldade para enxergar e, caso existam sinais de miopia ou astigmatismo, receitam óculos de grau, entregues gratuitamente. Na parte da saúde bucal, todos os atendimentos incluem limpeza dentária e, quando necessário, outros procedimentos básicos, como restauração e extração de dentes. "A gente ensina o pai a cuidar, orienta sobre a escovação desde cedo e também sobre hábitos que impactam a saúde, como o uso excessivo de telas e os cuidados com a visão" Thayza D'Avilla, coordenadora do projeto Olhar Cidadão Segundo a coordenadora do projeto, Thayza D'Avilla, os atendimentos também englobam recomendações sobre hábitos de higiene, como escovação e uso de fio dental, e cuidados para manter a saúde dos olhos. “O nosso foco é iniciar o tratamento e, principalmente, orientar. A gente ensina o pai a cuidar, orienta sobre a escovação desde cedo e também sobre hábitos que impactam a saúde, como o uso excessivo de telas e os cuidados com a visão”, explica. Moradora do Sol Nascente, a estudante Maria Eduarda Cardoso, 15 anos, recebeu um óculos de grau e está animada com o retorno do ano letivo. Ela conta que tinha dificuldades para ler o conteúdo escrito no quadro e sofria com dores de cabeça recorrentes. “Estava com essa dificuldade há um tempo, tinha que sentar mais perto da professora. Com o óculos, minha dor de cabeça parou e me sinto muito melhor”, comenta. A qualidade de vida de Cibele Veras melhorou com o projeto: "Eu tinha dificuldade para enxergar o quadro da escola, o ônibus e meus olhos coçavam muito" Quem também está de visual renovado graças aos óculos de grau é a estudante Cibele Veras, 14. Ela conta que escolheu um modelo que combinasse com sua personalidade, já que agora será parte da rotina. “Eu tinha dificuldade para enxergar o quadro da escola, o ônibus e meus olhos coçavam muito. Depois do exame, me chamaram para escolher a armação e, em uma semana, já me entregaram. Peguei uma de que eu gostei bastante”, diz. Maria de Lourdes Veras elogia o tratamento recebido: "Foi muito bom para nós e espero que ajude mais famílias também" [LEIA_TAMBEM]A mãe de Cibele, a dona de casa Maria de Lourdes Veras, 40, afirma que o projeto foi positivo também para o orçamento da família. Ela revela que não tinha condição de arcar com um tratamento particular para a filha. “Ela vinha reclamando, mas sempre ficava para depois por causa da situação apertada. Quando eu vi a tenda, já trouxe ela e no mesmo dia foi atendida. Foi muito bom para nós e espero que ajude mais famílias também”, ressalta. Para participar, basta se inscrever no site. É necessário inserir dados dos responsáveis e do menor de idade e escolher o dia e o turno da consulta. Quem preferir também pode agendar os procedimentos presencialmente. Basta comparecer ao local onde o projeto se encontra e apresentar os dados e documento original com foto do responsável e da criança ou adolescente. As vagas são limitadas e por ordem de chegada. Mais informações estão disponíveis no site do projeto ou no perfil Olhar Cidadão no Instagram.  

Ler mais...

Thumbnail

GDF entrega novos equipamentos de hemodiálise e oftalmologia para a rede pública

A rede pública de saúde conta com novos equipamentos de hemodiálise e oftalmologia. Com investimento total de R$ 5.090.969, os 111 aparelhos foram entregues pela governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, nesta segunda-feira (12). A tecnologia chega para reforçar o atendimento a pacientes renais crônicos e ampliar diagnósticos e tratamentos especializados em oftalmologia e otorrinolaringologia em diferentes regiões do DF. Do total investido, R$ 4,7 milhões foram destinados à aquisição de 75 sistemas de hemodiálise, que vão reforçar o atendimento em hospitais estratégicos, enquanto R$ 388,9 mil contemplam equipamentos oftalmológicos e cadeiras otorrinolaringológicas. A distribuição prioriza unidades com maior demanda, ampliando a capacidade instalada e garantindo mais conforto e segurança a pacientes e profissionais de saúde. Durante a entrega, a governadora em exercício destacou o impacto direto da modernização na ponta do atendimento. “Isso vai dobrar a nossa capacidade. Hoje temos dois turnos de hemodiálise, e passaremos a fazer quatro. Vamos trocar todo o maquinário e dobrar a capacidade de atendimento. Isso vai trazer mais eficiência, mais eficácia e ampliar o número de leitos de UTI com suporte de hemodiálise”, afirmou Celina Leão. Do total investido, R$ 4,7 milhões foram destinados à aquisição de 75 sistemas de hemodiálise, que vão reforçar o atendimento em hospitais estratégicos, enquanto R$ 388,9 mil contemplam equipamentos oftalmológicos e cadeiras otorrinolaringológicas | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Segundo ela, a iniciativa também reduz custos com serviços terceirizados e fortalece a rede própria. “Diminuímos o custo com terceirizado, modernizamos o parque tecnológico e garantimos que o melhor esteja dentro da rede pública de saúde. No Hospital de Taguatinga, por exemplo, estamos fazendo uma reforma e em breve teremos um novo centro de hemodiálise, que será o maior do Centro-Oeste”, completou. Os 75 sistemas de hemodiálise serão distribuídos em unidades onde há esse tipo de atendimento, como nos hospitais regionais de Taguatinga, do Gama, de Sobradinho, da Asa Norte e de Planaltina. A entrega está prevista para os próximos dias, com instalação em até 15 dias após o recebimento, e a expectativa é que todos os equipamentos estejam em funcionamento até o fim do mês.   Já os 36 equipamentos de oftalmologia e otorrinolaringologia incluem oito oftalmoscópios binoculares indiretos, dois topógrafos de córnea, 13 colunas pantográficas oftalmológicas e 13 cadeiras otorrinolaringológicas, que serão distribuídos entre unidades como os hospitais regionais de Taguatinga, Asa Norte, Gama, Guará, Sobradinho, Planaltina, Ceilândia e o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Durante a entrega, a governadora em exercício Celina Leão destacou o impacto direto da modernização na ponta do atendimento Além de fortalecer o cuidado com pacientes renais, a iniciativa amplia o acesso a exames e tratamentos oftalmológicos, contribuindo para diagnósticos mais precoces e redução de encaminhamentos externos. Para quem está na ponta, o investimento reflete em mais rapidez no atendimento e maior capacidade de resposta do sistema de saúde. Mais estrutura na rede pública A governadora em exercício também conferiu de perto as outras aquisições da pasta para renovar a estrutura da rede. “O Distrito Federal vem trabalhando para renovar os equipamentos tecnológicos e também a frota. Hoje adquirimos 50 veículos de transporte que serão distribuídos na rede de saúde. Desde a década de 1980, não se tinha uma compra nesse montante”, anunciou o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Leonídio Neto. Segundo ele, os investimentos vão além dos equipamentos entregues nesta etapa. “Estamos organizando novas compras de ambulâncias, carros de vacina, veículos para transporte de medicamentos refrigerados e consultórios de rua. É uma renovação completa da frota, que mostra compromisso com os servidores, com as unidades de saúde e com a população”, afirmou.

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base moderniza serviços de cardiologia e oftalmologia

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, na última sexta-feira (7), dois editais para a aquisição de novos equipamentos médico-hospitalares destinados aos serviços de cardiologia e oftalmologia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A iniciativa integra o plano de modernização tecnológica do instituto, com foco em eficiência assistencial, inovação e melhoria da qualidade do atendimento prestado pelo SUS. Empresas interessadas podem enviar propostas a partir desta segunda-feira (10) até as 23h55 do dia 25 deste mês, pela plataforma Apoio Cotações. O IgesDF lançou dois editais para a aquisição de equipamentos médico-hospitalares destinados aos serviços de oftalmologia e cardiologia do HBDF | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Cardiologia O Edital nº 78/2025 (186701602) prevê a aquisição de três tipos de equipamentos que fortalecerão o serviço de cardiologia do Hospital de Base, ampliando a capacidade de diagnóstico de doenças cardiovasculares e garantindo maior precisão na estratificação de risco e no acompanhamento de pacientes com quadros de alta complexidade. Serão adquiridos: • Eletrocardiógrafos, utilizados na realização de eletrocardiogramas para monitorar a atividade elétrica do coração; • Sistemas de monitorização tipo Holter, que registram continuamente o ritmo cardíaco ao longo de várias horas; [LEIA_TAMBEM]• Equipamentos para teste ergométrico, fundamentais na avaliação do desempenho cardíaco sob esforço físico. Oftalmologia Já o Edital nº 79/2025 (186668834) contempla a compra de modernos dispositivos oftalmológicos voltados à otimização de exames e procedimentos cirúrgicos. O investimento permitirá ampliar o acesso da população aos atendimentos especializados, reduzir o tempo de espera e elevar o padrão de qualidade e precisão diagnóstica do serviço de oftalmologia do HBDF. Com essa atualização tecnológica, os pacientes serão diretamente beneficiados com atendimentos mais seguros, confortáveis e eficazes, contribuindo para a redução da morbidade ocular e para o uso mais eficiente dos recursos assistenciais. Novas aquisições visam a melhorar a eficiência assistencial e a qualidade do atendimento no Hospital de Base do Distrito Federal Gestão estratégica e transparência As novas aquisições fazem parte da política de gestão estratégica do IgesDF, que prioriza a execução de emendas parlamentares e a substituição de equipamentos obsoletos, assegurando melhores condições de trabalho aos profissionais e excelência no cuidado aos pacientes. Segundo o analista de compras Pedro Nogueira, os convênios federais têm papel essencial nesse avanço. “Esses recursos permitem investir em novas tecnologias e melhorias que fazem diferença no dia a dia das unidades de saúde”, destaca. Os editais estão disponíveis no site do IgesDF, na plataforma de compras e no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), reafirmando o compromisso do instituto com a transparência e o uso responsável dos recursos públicos. Acesse: • Edital nº 79/2025 – Equipamentos de Oftalmologia; • Edital nº 78/2025 – Equipamentos de Cardiologia. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

Ler mais...

Thumbnail

Período de seca no DF exige maior cuidado com a saúde ocular

Durante os meses de estiagem no Distrito Federal, é comum o aumento das queixas relacionadas à saúde dos olhos. O clima seco, somado ao aumento da poeira e dos ventos mais intensos, compromete a lubrificação natural da superfície ocular. O resultado é ardência, coceira, vermelhidão, sensação de areia nos olhos e até mesmo visão embaçada. Essa condição é conhecida como síndrome do olho seco e exige atenção, especialmente nesta época do ano. Oftalmologista da Secretaria de Saúde não recomenda o uso de soro fisiológico nos olhos; é preferível usar colírios lubrificantes, que são mais seguros e eficazes | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF De acordo com o oftalmologista Frederico Loss, da Secretaria de Saúde (SES-DF), a diminuição da umidade relativa do ar prejudica a formação e a estabilidade do filme lacrimal — uma camada fina de proteção que recobre os olhos. Sem essa proteção, a superfície ocular fica mais vulnerável a irritações, inflamações e infecções. "Um sintoma frequente e que costuma confundir muitas pessoas é o lacrimejamento excessivo. Apesar de parecer um sinal de hidratação, na verdade, é uma resposta do organismo à secura ocular: são lágrimas reflexas que não cumprem a função protetora do filme lacrimal", explica o médico.  Público mais suscetível Alguns grupos são mais vulneráveis aos efeitos do clima seco sobre os olhos. Idosos, por exemplo, já produzem menos lágrimas naturalmente. Usuários de lentes de contato estão entre os mais afetados, assim como pessoas que permanecem longos períodos em ambientes com ar-condicionado ou nas telas (como computadores e celulares), além de pacientes com doenças autoimunes. Crianças e pessoas com alergias respiratórias também tendem a apresentar mais sintomas durante o período da seca. Para aliviar os desconfortos, a principal orientação é o uso de produtos com lágrimas artificiais, que podem ser adquiridos em farmácias sem a necessidade de prescrição médica. “Essa é a recomendação mais importante que podemos dar à população. Para a maioria dos pacientes, esse cuidado simples já traz grande alívio e previne complicações”, destaca Loss.  Não use soro nos olhos O médico da SES-DF reforça ainda sobre a utilização do soro fisiológico, prática comum, mas inadequada, para lubrificar os olhos. O soro, depois de aberto, é facilmente contaminado por fungos e bactérias e deve ser descartado no mesmo dia. Além disso, não tem a viscosidade ideal para manter a hidratação da superfície ocular. Caso os sintomas persistam mesmo com o uso de colírios lubrificantes, é fundamental procurar um oftalmologista. A negligência no tratamento pode levar a complicações mais sérias, como lesões na córnea, infecções e perda de acuidade visual, comprometendo a qualidade de vida e o desempenho nas atividades diárias. Na rede pública do DF, o primeiro contato e avaliação são feitos na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. Para descobrir qual é a sua, basta clicar neste link e colocar o CEP da residência.  *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

Dia da Saúde Ocular: Vigilante do Metrô de Brasília recupera 90% da visão após cirurgia no Hospital de Base

Nesta quinta-feira (10), Dia da Saúde Ocular, uma história de superação chama a atenção para a importância do cuidado com os olhos e do acesso a um atendimento público de qualidade. Funcionário do Metrô de Brasília, o vigilante Edivan Barbosa Gonzaga, de 57 anos,  recuperou 90% da visão após uma cirurgia complexa realizada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Edivan Gonzaga recuperou a visão, que estava quase totalmente comprometida: “Graças à equipe do Base, voltei a enxergar; foi uma das maiores alegrias da minha vida” | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF  “Já tinham me dito que não tinha mais jeito, que eu ia perder a visão”, conta. “Consegui ser atendido no Hospital de Base, e tudo mudou.”  Na rede privada, onde o vigilante fez as primeiras consultas, os custos com a cirurgia ultrapassavam R$ 40 mil, um valor fora da realidade dele. Foi no Hospital de Base que Edivan encontrou não só atendimento, mas esperança. “Graças à equipe do Base, voltei a enxergar; foi uma das maiores alegrias da minha vida.” Cirurgia de alta complexidade O procedimento foi realizado pela oftalmologista Stefânia Diniz, especialista em cirurgia plástica ocular do IgesDF. A médica relata que Edivan chegou com um quadro avançado e urgente da doença, que já estava comprimindo o nervo óptico, uma estrutura essencial para a visão. O paciente foi internado de forma imediata, iniciou tratamento com medicamentos aplicados diretamente na veia e foi operado por uma equipe multidisciplinar de oftalmologia. O procedimento foi considerado um sucesso. “A doença ocular tireoidiana [DOT] causa inflamação e aumento dos tecidos ao redor dos olhos, comprometendo a visão”, explica Stefânia. “No caso dele, foi feita uma cirurgia para aliviar a pressão nos olhos, o que ajudou na recuperação da visão.” Prevenção, o melhor caminho A oftalmologista Stefânia Diniz, do Hospital de Base, alerta: “A recomendação é que a primeira avaliação oftalmológica seja feita ainda nos primeiros meses de vida” Segundo a oftalmologista responsável pelo caso, esse tipo de doença pode evoluir rapidamente. Muitos problemas oculares, porém, são silenciosos e podem ser prevenidos ou tratados com um diagnóstico precoce.  “A recomendação é que a primeira avaliação oftalmológica seja feita ainda nos primeiros meses de vida”, alerta a médica. “Muitas vezes, a criança não manifesta sintomas porque aquilo é o que ela conhece como normal. Só o exame pode detectar alterações.” [LEIA_TAMBEM]Em qualquer idade, sintomas como ardência, vermelhidão, dor, visão turva ou olhos saltados devem ser avaliados por um profissional. Pacientes com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, também precisam de acompanhamento regular, já que essas condições  podem comprometer a saúde ocular. A frequência das consultas varia de acordo com cada pessoa. Quem não tem sintomas ou fatores de risco deve consultar o oftalmologista a cada dois anos. Já pacientes com doenças pré-existentes ou histórico familiar precisam ser acompanhados anualmente. Em casos  com sintomas agudos, a orientação é buscar atendimento imediato. Uma nova vida Após meses de incertezas e limitações, Edivan voltou à rotina no trabalho e na vida social. “Hoje vejo o rosto das pessoas, o meu próprio rosto no espelho; isso é liberdade, isso é saúde”, comemora.  Mais do que enxergar, ele reencontrou a alegria de viver. “A gente corre atrás de dinheiro, cargo, mas quando perde a saúde percebe o que realmente importa. Deus dá a visão de graça, e só quem quase perdeu sabe o valor que isso tem”. Stefânia Diniz faz coro a ele: “É gratificante ver pacientes retomando sua autonomia. Casos como o do Edivan mostram o impacto positivo de um atendimento técnico, especializado e comprometido com a vida”.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Rede pública de saúde do DF oferece prevenção para problemas oftalmológicos

As consultas regulares ao oftalmologista são fundamentais para a saúde ocular. Mesmo que não haja sintomas claros, os exames periódicos podem detectar problemas evitando futuras complicações. A recomendação é que os exames sejam realizados anualmente, principalmente após os 40 anos, mas isso pode variar dependendo do histórico familiar ou das condições de saúde do paciente. Segundo o oftalmologista Danillo Almeida, gerente dos Serviços Cirúrgicos do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), os problemas mais comuns que afetam a visão incluem ametropias (miopia, hipermetropia e astigmatismo), catarata, glaucoma e retinopatia diabética. Consultas periódicas com o oftalmologista podem identificar doenças silenciosas a tempo de evitar um problema mais grave | Fotos: Agência Saúde “Muitas dessas doenças se desenvolvem de forma silenciosa. Glaucoma e retinopatia diabética, por exemplo, não costumam apresentar sintomas no início, mas podem levar à cegueira se não forem tratadas a tempo. Consultar um oftalmologista regularmente é a melhor forma de se proteger”, explica o médico. No Hospital de Base, além dos atendimentos de emergência e alta complexidade, são realizados exames pré-operatórios, cirurgias de catarata, avaliação de fundo de olho e cirurgias para casos graves de glaucoma. Danillo reforça que a maioria dos pacientes com glaucoma pode ser tratada com colírios, sem necessidade de cirurgia, ao contrário da catarata, cujo tratamento é essencialmente cirúrgico. Cirurgias como a de catarata são realizadas no Hospital de Base de Brasília Outro problema comum, especialmente no inverno, são as conjuntivites, geralmente causadas por vírus. O médico alerta sobre os riscos do uso indiscriminado de colírios antibióticos sem orientação especializada.  [LEIA_TAMBEM]Quando procurar o oftalmologista Crianças ⇒ Primeira consulta entre 6 meses e 1 ano, para avaliar o desenvolvimento visual ⇒ Aos 3 anos, exame completo antes da fase escolar ⇒ A partir dos 6 anos, consultas anuais Para adultos ⇒ Exames a cada dois anos, ou conforme orientação médica ⇒ Após os 40 anos, todos devem fazer avaliação para detecção precoce do glaucoma ⇒ Quem tem histórico familiar de glaucoma deve iniciar o rastreio aos 35 anos Para idosos ⇒ A partir dos 65 anos, o ideal é manter consultas anuais ⇒ Pacientes com doenças crônicas, como diabetes ou hipertensão, devem redobrar os cuidados, realizando exames com maior frequência. *Com informações do IgesDF  

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador