Simulado de emergência mobiliza comunidade e reforça cultura de prevenção no Setor de Inflamáveis do SIA
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A manhã de domingo (19/7) foi marcada por um importante exercício de preparação para emergências no Setor de Inflamáveis do SIA. O simulado reuniu órgãos do Governo do Distrito Federal, empresas da região e mais de mil moradores do Setor Aschagas, que participaram ativamente do evento, evacuando suas residências a pé e seguindo corretamente as orientações das equipes responsáveis pelo treinamento. A ação teve como objetivo testar os protocolos de resposta a ocorrências envolvendo vazamento de gases tóxicos e altamente inflamáveis, avaliar rotas de fuga, pontos de encontro e a integração entre os órgãos responsáveis pelo atendimento, além de orientar a população sobre como agir em uma eventual situação de emergência. Responsáveis pelo treinamento estimam que mais mil moradores participaram da simulação, deixando seus lares e seguindo as orientações das equipes responsáveis pela organização do evento | Fotos: Divulgação/SSP-DF O treinamento contou com a atuação integrada da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil, além do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), da Polícia Militar (PMDF), do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), da Administração Regional do SIA e de demais instituições parceiras. Durante o exercício, foram acionadas sirenes e executados procedimentos simulados de evacuação para reproduzir um cenário o mais próximo possível da realidade. Também houve bloqueio de vias, controle do tráfego e monitoramento das rotas de fuga. Da saída de casa aos pontos de encontro Antes do início do simulado, os moradores receberam orientações sobre os procedimentos de segurança e as medidas de autoproteção. Entre as recomendações estavam a evacuação exclusivamente a pé, seguindo as rotas de fuga previamente estabelecidas até os pontos de encontro, sem alterar o percurso definido, além da atenção especial a idosos e pessoas com necessidades específicas. As orientações foram seguidas durante toda a atividade, permitindo que o treinamento transcorresse de forma organizada e conforme previsto no plano de emergência. Na avaliação da SSP-DF, a comunidade entendeu a importância do exercício, o que resultou numa resposta eficiente à simulação de emergência A SSP-DF destacou que a comunidade compreendeu a importância da iniciativa desde as reuniões preparatórias realizadas nas últimas semanas e aderiu de forma expressiva ao treinamento. Segundo a pasta, a participação foi significativa e demonstrou que os moradores entenderam a importância de conhecer os protocolos de resposta para agir de forma segura até a chegada das equipes de emergência. A SSP-DF ressaltou ainda que, embora existam pontos a serem aperfeiçoados, o exercício apresentou resultados positivos e evidenciou uma resposta eficiente da população. A Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil da SSP-DF destacou que, em razão das atividades desenvolvidas no Setor de Inflamáveis, é essencial que a população esteja preparada para uma eventual ocorrência. Segundo o órgão, os moradores conhecem os riscos existentes na região e compreendem a importância de seguir protocolos previamente definidos para garantir uma evacuação segura. Fortalecimento da cultura de prevenção A Defesa Civil ressaltou ainda que a atuação integrada entre os órgãos envolvidos e o engajamento da comunidade foram decisivos para o sucesso do simulado. Exercícios como esse permitem aperfeiçoar os procedimentos de resposta e demonstram que, de forma organizada, é possível realizar uma evacuação com o mínimo de impactos em uma situação real. Representantes da comunidade avaliaram que o treinamento foi importante por orientar os moradores sobre como agir em casos de incêndio ou outras emergências, reforçando a preparação da população e a atuação conjunta entre os órgãos públicos e a comunidade. O simulado integra as ações permanentes de preparação desenvolvidas pelo Governo do Distrito Federal para fortalecer a cultura de prevenção, ampliar a capacidade de resposta dos órgãos públicos e garantir que a população esteja preparada para agir de forma organizada diante de eventuais situações de emergência. *Com informações da SSP-DF
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Inscrições abertas para etapa regional da I Conferência Distrital de Segurança Pública
Com objetivo de fortalecer e promover a segurança integral, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realizará, em novembro, a I Conferência Distrital de Segurança Pública (I Confedisp). O evento é a oportunidade para discutir e aprimorar a Política Distrital de Segurança Pública, incentivando a participação da população para definir diretrizes que irão nortear as ações de segurança no Distrito Federal nos próximos anos. “Compreender as realidades locais e identificar boas práticas será crucial para as deliberações que faremos juntos durante esta conferência. Para isso, contamos com a participação ativa de representantes da sociedade civil, das forças de segurança, de entidades de classe, Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), do setor produtivo, além de órgãos governamentais, organizações não governamentais, imprensa e instituições acadêmicas” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública Todo morador do DF interessado em participar desse processo de validação das ações de segurança pública poderá se inscrever na primeira fase da Confedisp até a próxima sexta-feira (18). A etapa regional começa no dia 21 de outubro e será realizada em diferentes regiões administrativas. Ao se inscrever, o morador poderá indicar a região e o dia da participação. A Confedisp será realizada em diferentes etapas, começando com as conferências regionais, culminando na etapa distrital, que será o ponto alto da conferência. Esta última etapa será composta por plenárias e painéis temáticos, prevista para ocorrer em novembro. “Compreender as realidades locais e identificar boas práticas será crucial para as deliberações que faremos juntos durante esta conferência. Para isso, contamos com a participação ativa de representantes da sociedade civil, das forças de segurança, de entidades de classe, Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), do setor produtivo, além de órgãos governamentais, organizações não governamentais, imprensa e instituições acadêmicas”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Poderão participar da I Confedisp representantes da sociedade civil, da segurança pública, entidades de classe e do poder público, Consegs, o setor produtivo, os órgãos governamentais e não governamentais, a imprensa e as instituições acadêmicas para debater diversos temas relacionados à segurança pública | Foto: Divulgação/SSP-DF Para Avelar, a participação na Confedisp é importante para que a sociedade possa atuar no exercício da segurança pública como responsabilidade de todos. “É algo que transcende o controle do crime para abordar as causas e as consequências da criminalidade, da violência e da segurança, promovendo-a por meio da articulação e atuação conjugada, mediante eixos de segurança que priorizam projetos, ações e serviços para a manutenção da ordem pública no âmbito da criminalidade, incluídas tanto questões de violência, como de insegurança”, completa. Pioneirismo O Distrito Federal é a primeira unidade federativa a promover esse tipo de debate junto à população, como explica o titular da SSP-DF. “Saímos na frente neste sentido. O nosso programa de política de segurança do DF, o DF Mais Seguro – Segurança Integral – tem este foco: o da integralidade, o da participação de todos por um espaço mais seguro e melhor para se viver”. A ampla participação irá possibilitar um evento de integração para melhor promoção e resposta às políticas de prevenção e enfrentamento à criminalidade e prevenção pela segurança pública e apresentação de boas práticas, preferencialmente do atendimento especializado e humanizado pela segurança pública. Preparação Nesta segunda-feira (14), cerca de 150 servidores das forças de segurança – polícias Civil (PCDF), e Militar do DF (PMDF), Corpo de Bombeiros (CBMDF) e Departamento de Trânsito (Detran-DF), servidores da SSP-DF e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) participaram da preparação para a Confedisp. Os servidores serão os pontos focais das instituições durante todo o processo de preparo e realização da I Confedisp. Para isso, passaram por uma capacitação, que inclui metodologia de ensino e discussão de temas afetos à segurança integral no DF. “É muito importante que todas as corporações vinculadas à segurança pública do DF possam participar da validação das políticas e entender a conferência, para envolver-se de forma qualitativa no processo. Vamos debater diversos temas, mas, principalmente, teremos a possibilidade de validar as políticas públicas de segurança. É importante que entendam o papel fundamental que cada um tem no processo”, explicou o subsecretário de Políticas Pública da SSP-DF, Jasiel Fernandes. *Com informações da SSP-DF
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Aberta consulta pública para projeto que atende autistas
O Programa Autonomia, inciativa da Secretaria da Família e Juventude do DF (SEFJ-DF) busca promover mais qualidade de vida e bem-estar a crianças, adolescentes e jovens que convivem com o diagnóstico de deficiência global no neurodesenvolvimento, ou sob investigação, no Transtorno do Espectro Autista (TEA). O documento conta com a participação da população na contribuição de ideias que aprimorem o seu formato, disponível no site da SEFJ. [Olho texto=”“Uma das principais razões pelas quais o Programa Autonomia é tão importante é porque ele se concentra no desenvolvimento das habilidades essenciais de vida e nas competências sociais das crianças autistas. Muitas vezes, essas crianças têm dificuldades em áreas como comunicação, interação social, habilidades motoras e adaptação a mudanças. O programa oferece um ambiente seguro e estruturado onde elas podem aprender e praticar essas habilidades de maneira progressiva e adaptada às necessidades individuais”” assinatura=”Rodrigo Delmasso, secretário da Família e Juventude” esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com a proposta da pasta, o Programa Autonomia é baseado no tripé terapia, paciente e família, oferecendo um acompanhamento especializado transdisciplinar integrado com terapias individuais e oficinas de grupo especializadas, de acordo com a necessidade de cada paciente determinada pelo plano terapêutico. O programa abrange as famílias dessas pessoas para maior autonomia na comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, utilização dos recursos da comunidade, saúde, segurança, habilidades acadêmicas, lazer e geração de renda. Para o secretário Rodrigo Delmasso, a criação de um programa como o proposto é fundamental para o desenvolvimento das crianças autistas com o suporte conveniente aos desafios que enfrentam. “Uma das principais razões pelas quais o Programa Autonomia é tão importante é porque ele se concentra no desenvolvimento das habilidades essenciais de vida e nas competências sociais das crianças autistas. Muitas vezes, essas crianças têm dificuldades em áreas como comunicação, interação social, habilidades motoras e adaptação a mudanças. O programa oferece um ambiente seguro e estruturado onde elas podem aprender e praticar essas habilidades de maneira progressiva e adaptada às necessidades individuais”, destacou. Outro aspecto importante do Autonomia é a promoção da inclusão e da participação das crianças autistas na sociedade. O programa visa capacitá-las a se tornarem membros ativos de suas comunidades, com oportunidades iguais de educação, trabalho e envolvimento cívico. Ao fornecer suporte individualizado e estratégias adaptadas, o programa ajuda as crianças autistas a superarem barreiras e a aproveitarem ao máximo suas habilidades e talentos. Participe também da consulta pública sobre programa de Bolsas de Estudos, o DF Superior, para jovens de até 29 anos que estudaram na rede pública de ensino. Diagnóstico [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O diagnóstico de autismo deve ser feito por um médico por meio da avaliação do quadro clínico. Os primeiros indícios de autismo são apresentados por volta dos 18 meses. No entanto, o diagnóstico conclusivo ocorre a partir dos 30 meses de vida da criança. Quanto mais precoce for o diagnóstico, mais rápido poderá ser introduzida a ajuda especializada. Estudos com base na análise de históricos indicam que há estimativa de que, a cada 59 crianças, uma é afetada por alguma forma de autismo. Além disso, a síndrome manifesta-se de três a quatro vezes mais em meninos. No Brasil, dois manuais são utilizados para o diagnóstico. O CID-10 é adotado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ele abrange todas as doenças, incluindo os transtornos mentais, e foi elaborado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O DSM-5 abrange apenas os transtornos mentais e tem sido mais utilizado em pesquisas, segundo dados da Associação Brasileira de Autismo Comportamento e Intervenção (Abraci-DF). *Com informações da Secretaria da Família e Juventude do DF
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