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Agropecuária do DF mantém patamar histórico e movimenta R$ 5,8 bilhões em 2025

A agropecuária do Distrito Federal segue demonstrando força e estabilidade. Em 2025, o Valor Bruto da Produção (VBP) alcançou R$ 5,8 bilhões, mantendo patamar semelhante ao registrado em 2024. Desde 2016, início da série histórica do levantamento, a riqueza gerada no campo mais que dobrou, saindo de R$ 2,3 bilhões para os atuais R$ 5,8 bilhões.  Produção de hortaliças: o campo segue como um dos pilares da economia do Distrito Federal | Fotos: Divulgação/Emater-DF  O indicador é calculado anualmente pela Emater-DF com base nos dados de mais de 300 cadeias produtivas rurais do Distrito Federal. Da produção de grãos às hortaliças, passando pela pecuária, fruticultura, floricultura e silvicultura, o campo segue como um dos pilares da economia do Distrito Federal.  “Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto, construído diariamente pelos produtores e técnicos da Emater-DF. É um retrato da riqueza gerada pelas famílias rurais e da importância econômica da agropecuária para o abastecimento e geração de renda no DF” Cleison Duval, presidente da Emater-DF  Elaborado pela Emater-DF, o relatório consolida informações levantadas diretamente nas propriedades rurais pelos extensionistas da empresa, que são repassadas à Gerência de Desenvolvimento Econômico (Gedec) e calculados com base nos preços médios de comercialização apurados pela Gerência de Comercialização e Organização Rural (Gecor). O resultado oferece um retrato detalhado da riqueza gerada no campo e da contribuição da agropecuária para a economia do Distrito Federal.  Força da pecuária A pecuária segue como a principal atividade econômica rural do DF, respondendo por aproximadamente R$ 2,2 bilhões do VBP total. O segmento é impulsionado principalmente pela carne de ave industrial, produção de ovos férteis de galinha, carne de suíno industrial e carne bovina. As grandes culturas aparecem em seguida, movimentando cerca de R$ 1,7 bilhão, com destaque para soja, milho, feijão e milho destinado à silagem. O resultado reforça a importância do DF como importante polo produtor de grãos do país. A olericultura, tradicional vocação agrícola da região, gerou aproximadamente R$ 1,4 bilhão, sendo o DF autossuficiente na produção de hortaliças/folhosas. Entre as culturas de maior valor econômico estão tomate, alface, morango, couve e cenoura.   Para a Emater-DF, o levantamento evidencia a capacidade produtiva do campo e o trabalho conjunto realizado para transformar conhecimento técnico em resultados econômicos A floricultura também registrou desempenho expressivo, com cerca de R$ 265 milhões em produção, consolidando o DF como grande mercado consumidor de plantas ornamentais e flores. Já a fruticultura respondeu por aproximadamente R$ 240 milhões, enquanto a silvicultura somou cerca de R$ 28 milhões, demonstrando a diversidade das atividades desenvolvidas pelos produtores rurais do Distrito Federal.  Indicadores da força do agro [LEIA_TAMBEM]Para o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, o levantamento evidencia a capacidade produtiva do campo e o trabalho conjunto realizado para transformar conhecimento técnico em resultados econômicos. “O Valor Bruto da Produção Agropecuária é um dos principais indicadores da força do agro no Distrito Federal", observa."Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto, construído diariamente pelos produtores e técnicos da Emater-DF. É um retrato da riqueza gerada pelas famílias rurais e da importância econômica da agropecuária para o abastecimento e geração de renda no DF”. De acordo com Jair Tostes, da Gerência de Desenvolvimento Econômico da Emater-DF, responsável pela consolidação dos dados, as cadeias estão divididas em seis grupos: grandes culturas (grãos), fruticultura, olericultura (hortaliças), floricultura, silvicultura e pecuária. “Na média, o Valor Bruto da Produção se manteve estável, mas algumas cadeias tiveram aumento significativo”, aponta o extensionista. O técnico cita como exemplo a pecuária, que inclui 21 produtos — como carne suína e bovina, ovos, leite, entre outros. “O VBP total da pecuária foi de R$ 2,2 bilhões, e, de 2024 pra cá, tivemos uma elevação da produção de 5,05%”, aponta Jair. Além de mensurar o valor bruto na agropecuária, o relatório serve como ferramenta estratégica para o planejamento de políticas públicas, identificação de tendências produtivas e definição de ações voltadas para o fortalecimento do setor rural. *Com informações da Emater-DF

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Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF

A força feminina está presente no campo do Distrito Federal: 35% dos quase 22,5 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) são mulheres. Além disso, das cerca de 18 mil propriedades rurais cadastradas, 6.543 têm mulheres como proprietárias ou coproprietárias. São elas que cuidam de plantações, semeiam o futuro e transformam a matéria-prima em produtos que ganham o mundo, em programas de compras institucionais, feiras e festivais de agropecuária.  Rozelita Urany Camargo, a Rosinha, exibe sobre uma mesa guloseimas que produz na agroindústria familiar, com assistência da Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF O trabalho conta com apoio direto da Emater-DF, com assistência técnica completa, do planejamento à comercialização dos produtos in natura e da agroindústria, cursos sobre empreendedorismo e atividades não agrícolas, além de atividades comunitárias voltadas à inclusão social e cidadania. Nos primeiros seis meses deste ano, foram promovidos 29.929 atendimentos a 3.781 produtoras rurais nas áreas social, ambiental e econômica.  “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança” Aécio Prado, extensionista da Emater-DF “Atualmente, grande parte das propriedades são gerenciadas por mulheres, e a Emater-DF atua não só na parte produtiva, ensinando a produzir, na agricultura e na pecuária, mas também de forma social, prezando pelo desenvolvimento sociofamiliar, com a ampliação da nossa oferta de cursos e treinamentos, que vão desde empreendedorismo, panificação, ao cuidado com a saúde”, explica o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “O encontro distrital é o coroamento desse trabalho, em que enfatizamos como acreditamos nessas mulheres e damos espaço para que possam construir relações e trocar experiências.” Com o apoio técnico, a confeiteira Rozelita Urany Camargo, 54 anos, conseguiu expandir a produção e os canais de venda. Filha de produtores rurais, ela aprendeu a mexer com a terra ainda criança, mas encantou-se pela cozinha e hoje produz bolos, pães, tortas e biscoitos. “Os meus pais nos sustentaram com tudo daqui da terra. Plantavam milho, mandioca, faziam farinha e rapadura”, diz.  Rosinha, como é chamada por amigos e familiares, começou a ter suporte direto da Emater-DF em 2021, por indicação de uma irmã. “Meus pais tinham essa chácara há muito tempo, eu nasci aqui, e eles já tinham assistência desde aquela época. Depois que minha mãe faleceu, eu estava perdida, até que o Aécio chegou aqui, provou meus biscoitos e falou: 'Onde é que você estava escondida?'. Foi aquela luzinha no final do túnel”, recorda. [LEIA_TAMBEM]Aécio Prado, a quem ela se refere, é o extensionista responsável por prestar assistência a Rosinha e a outras propriedades de Samambaia. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança”, afirma ele. “Temos profissionais especializados para atuar em todas as etapas da produção, desde a infraestrutura até o produto final”.  No caso de agroindústrias familiares como a de Rosinha, o acompanhamento começa ainda na fase de planejamento, incluindo orientação para obtenção de licenças, adequação às normas sanitárias, elaboração de projetos, capacitações e acesso a mercados institucionais. “Se a pessoa não tem estrutura, a gente começa pela planta baixa, acompanha a aprovação do projeto, a construção da agroindústria e todo o processo de regularização”, explica.  Atualmente, Rosinha participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo bolos para entidades socioassistenciais atendidas pelo governo, e já foi beneficiada pelo Programa de Fomento Rural do Ministério do Desenvolvimento Social, que oferece R$ 4,6 mil em duas parcelas para projetos de inclusão produtiva de famílias rurais em situação de pobreza. “Hoje a Emater-DF é uma família para mim, são meus anjos da guarda”, complementa Rosinha.  Produtora rural, Michelly tem acompanhamento no cultivo: a orientação vai desde a escolha das sementes até a comercialização dos alimentos  Protagonismo  e variedade de culturas  Outra frente do suporte da Emater-DF é o acompanhamento do cultivo, com orientação desde a escolha das sementes à comercialização dos alimentos. “Na parte de assistência técnica, trabalhamos com o plantio, irrigação, adubação, todo o trato da cultura, mas também mostrando como participar de programas de compras institucionais”, explica Prado. “Incentivamos o policultivo, em que o produtor trabalha com mais de uma cultura para oferecer variedade e evitar nuances de mercado, ganhando mais segurança financeira”. Foi assim que a produtora rural Michelly Priscilla Campos aumentou a variedade de culturas cultivadas no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. “Sempre plantamos hortaliças, mas há uns três anos começamos com o açaí e o café, com apoio da Emater-DF. Agora também estamos com o jiló, o maxixe e o quiabo”, explicou ela, acrescentando que a ampliação possibilitará a criação de uma agrofloresta na propriedade, mantida por ela e a família, com apoio de dois funcionários.  “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão” Michelly Priscilla Campos, produtora rural Para dar conta da demanda, Michelly começa o dia ainda de madrugada e divide os cuidados entre a própria chácara e as plantações do sogro. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão”, afirma. “A Emater-DF está sempre aqui com a gente, qualquer dúvida mandamos mensagem e rapidamente nos respondem”. Os resultados das colheitas de Michelly são direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal e à Feira do Produtor de Ceilândia. “A minha vida é a roça. Nos dias de feira, acordo às 3h da manhã, organizo as coisas, dou café da manhã para os trabalhadores e já começamos as vendas. Na segunda e na sexta, é dia de colher, enquanto na terça colocamos adubo em tudo. E assim a gente continua trabalhando e vivendo da terra”, completa. Linha de crédito exclusiva para mulheres A governadora Celina Leão sancionou uma linha de crédito para mulheres do campo, em maio deste ano, com o objetivo de garantir autonomia e condições adequadas de trabalho ao público feminino. A modalidade faz parte do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Desde 2019 até maio deste ano, foram aprovados mais de R$ 67 milhões em crédito rural para 1.262 mil projetos elaborados pela Emater-DF. Com diferentes modalidades de financiamento, os recursos foram destinados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural, atendendo produtores individuais, associações e cooperativas, sobretudo aqueles que participam de programas de compras governamentais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). Dois programas de crédito são mantidos pelo GDF: o Prospera, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), e o FDR, da Seagri-DF. As iniciativas de âmbito nacional englobam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), entre outras. Além da assistência técnica, a Emater-DF oferece cursos, oficinas e treinamentos voltados à gestão, liderança, empreendedorismo e processamento de alimentos. As capacitações são realizadas tanto nos escritórios locais quanto no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural (Cepol). Outra iniciativa é o Encontro Distrital de Mulheres Rurais, que reúne moradoras de diversas regiões administrativas para um dia totalmente voltado à interação e à troca de conhecimento, com realização a cada dois anos.  

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Expoabra 2025: Uma das maiores feiras agropecuárias do DF inicia preparativos para receber 70 mil visitantes

Considerada uma das maiores feiras agropecuárias do Distrito Federal, a 33ª edição da Expoabra já começou a ganhar forma. Faltam apenas dez dias para dar início às atividades, que vão do dia 29 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições da Granja do Torto (PGT). Com entrada gratuita, a expectativa é receber cerca de 70 mil visitantes ao longo do evento, que une atividades técnicas, culturais e de lazer para toda a família. A 33ª edição da Expoabra começa no dia 29 de agosto e segue até 7 de setembro, com atividades técnicas, culturais e de lazer | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A montagem da estrutura e a chegada dos primeiros animais já estão em andamento. Segundo o diretor-executivo do PGT, Luciano Mendes, essa preparação antecipada é importante para garantir o bem-estar dos animais e a qualidade das apresentações. “Já estamos recebendo bois e cavalos, além das vacas leiteiras que participarão do concurso de produção de leite. Ao todo, serão 60 vacas competindo. Elas ficarão aqui até o dia da competição justamente para se acostumarem com o ambiente. Esses animais vêm de diversas regiões do país, como Goiás, Minas e São Paulo, o que mostra a amplitude da nossa feira”, explica Luciano. A Expoabra é reconhecida como um espaço de fortalecimento da agricultura e da pecuária não só do Distrito Federal, mas de toda a região Centro-Oeste. Estão previstas provas equestres, julgamentos, torneios leiteiros e leilões com animais de elite, que permitem aos produtores renovar e diversificar seus rebanhos. A previsão é que mais de 600 animais participem das atividades propostas pela feira. “Estamos inserindo a feira no processo de fortalecimento da cadeia de agricultura e pecuária do DF, Ride [Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno] e do Centro-Oeste. Aquilo que teremos exposto aqui é o melhor que temos na nossa região”, ressalta o diretor-executivo. Bois, cavalos e vacas leiteiras já começaram a desembarcar na Granja do Torto, para garantir o bem-estar dos animais e a qualidade das apresentações Em 2024, a Expoabra movimentou cerca de R$ 9 milhões em negócios. Para este ano, as expectativas são ainda maiores. “Esse é um evento onde os produtores rurais podem mostrar todo o trabalho de melhoramento genético, todo o potencial que a pecuária do Distrito Federal tem alcançado. Neste ano, a gente aguarda um número recorde de animais, e isso é muito bom, porque gera economia, fomenta a economia rural do DF e aproxima as pessoas do agro. É importante também porque gera emprego e desenvolvimento para a nossa cidade”, acrescenta o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Para estimular que a procura pela feira seja alta também de segunda a sexta-feira, a organização está preparando uma programação especial para esses dias: “Nesta edição, teremos um atrativo diferente. Para estimular a movimentação também durante a semana, vamos colocar happy hour, todos os dias, no final da tarde, com artistas sertanejos da nossa cidade. Assim, conseguimos aumentar o fluxo de visitantes e valorizar a nossa cultura local. Ao todo, serão 27 atrações musicais”, detalha Luciano. [LEIA_TAMBEM]Programação para todas as idades As atividades da 33ª Expoabra também contam com cursos, seminários e atividades voltadas à agricultura familiar e à agroindústria local, com o apoio de instituições de ensino parceiras. Além disso, é possível que estudantes das redes pública e privada visitem a feira mediante agendamento. Para o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), Cleison Duval, a Expoabra é uma oportunidade de mostrar, na prática, caminhos para a transformação da produção rural. “A Emater vai promover cursos e palestras voltadas às principais demandas do setor agropecuário. Um dos grandes destaques será a maquete em tamanho real de uma agroindústria, mostrando como o produtor pode se formalizar, agregar valor e conquistar novos mercados. O foco tem sido incentivar a agroindustrialização como estratégia para fortalecer a produção e ampliar oportunidades no campo”, enfatiza. A Expoabra contará com cursos, seminários e atividades voltadas à agricultura familiar e à agroindústria local Além da programação técnica, a Expoabra terá espaço para cultura e lazer. Nos dias 4, 5 e 6 de setembro, o palco principal receberá grandes shows nacionais de artistas sertanejos. Outro destaque será o mega rodeio, com capacidade para cinco mil pessoas, que abrirá o primeiro fim de semana da feira, nos dias 29, 30 e 31 de agosto. No campo cultural e gastronômico, o público poderá acompanhar exposições de orquídeas raras, feira de cachaças e cervejas artesanais – incluindo o lançamento de uma edição limitada da Cerveja Expoabra – além de vinhos, queijos e produtos da agroindústria local. “Quem visitar o espaço terá a oportunidade de conhecer e adquirir produtos cultivados e fabricados aqui no DF e na região”, destaca Luciano Mendes. A Expoabra 2025 conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Agricultura, da Secretaria de Governo, da Secretaria de Educação e da Emater.

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Relatório de Informações Agropecuárias do Distrito Federal 2024 destaca produção regional diversificada

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) divulgou o Relatório de Informações Agropecuárias (RIA) 2024, um documento essencial para entender a produção rural e o desenvolvimento sustentável no DF. O relatório apresenta dados detalhados sobre culturas agrícolas, pecuária, aquicultura, apicultura, destacando a diversidade e a força do setor agropecuário local. Soja lidera em área plantada no DF, seguida pelo milho | Foto: Divulgação/Emater-DF "O relatório é uma ferramenta estratégica para planejamento de políticas públicas, para basear investimentos dos produtores e ações de sustentabilidade. Ele evidencia o papel do DF no abastecimento regional e na promoção da segurança alimentar, além de destacar a importância e necessidade de apoio contínuo aos produtores rurais”, afirma o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. Destaques da produção agrícola O Distrito Federal demonstra uma produção agrícola diversificada que tem como destaque as seguintes culturas: [LEIA_TAMBEM] * Grãos: a soja lidera em área plantada (87.924,82 hectares) e produção (380.726,82 toneladas), representando 14,41% da área total e 15,75% da produção do DF. Já o milho fica em segundo lugar, com 39.790,96 hectares plantados e produção de 272.837,82 toneladas. * Olericultura: alface (1.278,61 hectares), mandioca (1.018,29 hectares) e tomate (422,42 hectares) são as principais culturas. * Fruticultura: abacate (457,30 hectares), goiaba (433,88 hectares) e banana (343,88 hectares) se destacam. Pecuária * Bovinos: o plantel de 79.105 cabeças produziu 5,5 milhões kg de carne e 33,9 milhões de litros de leite, com Sobradinho e Ceilândia como principais produtores. * Avicultura: com 66,2 milhões de cabeças, a produção de carne atingiu 134,8 milhões kg, e a de ovos chegou a 49,6 milhões de dúzias, sendo Planaltina e Taquara as localidades com maior participação. * Suínos: o DF possui 239.442 cabeças, com destaque para o PAD-DF, responsável por 58,57% do plantel. Aquicultura e apicultura * A produção de pescado alcançou 2,1 milhões kg, com Gama e Ceilândia liderando em área inundada e produção. * Na apicultura, foram produzidos 22.598 kg de mel, com Alexandre Gusmão e Brazlândia como principais contribuintes. *Com informações da Emater-DF    

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