Justiça e sociedade civil discutem melhorias de gestão e programas
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) reuniu representantes dos conselhos que compõem a pasta para discutir políticas públicas e aplicá-las nos próximos anos. O encontro ocorreu no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), onde o Governo do Distrito Federal (GDF) tem definido o planejamento para os próximos anos. Segundo o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana de Souza, o diálogo com a sociedade civil é essencial para nortear as ações da pasta. “Convidamos a sociedade civil e todos os conselhos que fazem parte da Secretaria de Justiça para um bate-papo e tentarmos entender onde houve falhas na nossa gestão e onde podemos melhorar para os próximos quatro anos”, afirma. O secretário Jaime Santana diz: “Convidamos a sociedade civil e todos os conselhos que fazem parte da Secretaria de Justiça para um bate-papo e tentarmos entender onde houve falhas na nossa gestão e onde podemos melhorar para os próximos quatro anos” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Atualmente, a Sejus dispõe dos conselhos do Programa às Vítimas, Testemunhas e Familiares (Provita); dos Direitos do Idoso (CDI); Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH); de Política sobre Drogas (Conen); dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA); e Distrital de Promoção da Igualdade Racial (Codipir). “Todos eles estiveram aqui presentes e foi muito enriquecedor as informações que trouxeram. Estamos agora nesse momento conversando com todos para entender as necessidades de cada pauta específica para melhoria do sistema de gestão como todo”, acrescenta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ainda segundo Jaime Santana, a Sejus está definindo quais programas serão mantidos no próximo governo. A tendência é que o Sejus Mais Perto do Cidadão tenha continuidade. “Ainda estamos em fase de planejamento, mas um programa que deu supercerto no governo foi o Sejus Mais Perto do Cidadão, com atendimento à população, levando todos os serviços da secretaria, o Na Hora, o Procon, Assistência Social e psicólogos, entre outros. Queremos ampliá-lo, fazendo uma integração maior entre as secretarias, trazendo mais parceiros e fazendo um evento mais robusto”, complementa.
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Segundo mandato vai unir demandas das ruas e experiência do governo
Um dos coordenadores da transição para o segundo mandato do governador Ibaneis Rocha, o secretário José Humberto considera que o trabalho no CICB será essencial para elencar as prioridades e como executá-las ano a ano | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília O plano de governo do segundo mandato de Ibaneis Rocha (2023-2026) será uma coletânea do que os gestores ouviram, sentiram e perceberam das ruas e da população e a experiência acumulada nos últimos quatro anos. Essa análise vem sendo feita diariamente pela comissão de transição, grupo responsável pelo planejamento de ações, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). [Olho texto=”“Esse plano de governo é uma coletânea de tudo isso que nós ouvimos da população e o trabalho aqui é exatamente a análise de tudo isso para quando começar o ano de 2023, 2024, 2025 e 2026 tudo isso que nós discutimos possa ser colocado em prática junto ao governador Ibaneis Rocha”” assinatura=”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O planejamento é dividido em três grupos que contam com 23 áreas prioritárias para o Governo do Distrito Federal (GDF), sendo que saúde, educação, segurança pública e desenvolvimento social vão receber mais atenção, sem descuidar das demais. Para o secretário de Governo e um dos coordenadores da transição, José Humberto Pires de Araújo, o trabalho no CICB será essencial para elencar as prioridades e como executá-las ano a ano. “Nós temos aqui uma coletânea das informações que nós recebemos durante quatro anos. Visitamos as ruas antes e durante a campanha, aliás, nós sempre estivemos na rua. Esse plano de governo é uma coletânea de tudo isso que nós ouvimos da população e o trabalho aqui é exatamente a análise de tudo isso para quando começar o ano de 2023, 2024, 2025 e 2026 tudo isso que nós discutimos possa ser colocado em prática junto ao governador Ibaneis Rocha”, apontou. [Olho texto=”“Tudo isso é um planejamento que precisa ser feito no todo. Não basta você pensar só na infraestrutura, tem que pensar na continuidade do trabalho, porque as políticas públicas continuam e o governo passa ”” assinatura=”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”direita”] Os grupos são coordenados pelo secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior; da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha; e de Governo, José Humberto Pires de Araújo. Junto a eles, técnicos, subsecretários e outros gestores discutem nas salas – alugadas sem custos para o governo local – sobre as prioridades de cada área. É o caso da segurança pública, que terá a continuidade de programas e a implementação de novos, além da reforma de batalhões e delegacias e o reforço de pessoal. “Nós temos a continuidade de ações como a Cidade da Segurança Pública, Área de Segurança Prioritária; o programa Mulher Mais Segura também deve ser ampliado. Além disso, tem a contratação de efetivo e a realização de concursos, inclusive os que já estão aprovados. Nós pretendemos recompor os quadros das forças de segurança nos próximos quatro anos”, detalha o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo. O secretário Ney Ferraz, de Planejamento, Orçamento e Administração, ao lado do secretário José Humberto Pires, coordena um dos grupos de planejamento do futuro governo, que tem 23 áreas prioritárias de trabalho para os anos de 2023, 2024, 2025 e 2026 Dividido em cinco eixos, o trabalho da saúde se concentra em Atenção Integral à Saúde, Infraestrutura e Logística, Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, Gestão orçamentária e financeira e Inovação em Saúde. A pasta prevê a construção de 17 novas unidades básicas de saúde (UBSs), duas Unidades de Pronto Atendimento, três hospitais e cinco Centros de Atenção Psicossocial (Caps), assim como a contratação de pessoal, a reforma de hospitais e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. “Inicialmente, a curto prazo, vamos trabalhar com as portas de emergência com as reformas dos hospitais porque nós temos realmente estruturas da década de 70 e 80 que precisam ser reformadas, temos a construção de duas UPAs – primeiro a da Estrutural e depois a do Guará –, temos os três hospitais, todos em fase de construção dos projetos arquitetônicos, temos 17 UBSs, sendo cinco delas em fase de conclusão de projetos para serem licitadas”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. As demandas estão sendo divididas e pensadas em execução de curto, médio e longo prazo, e boa parte delas para além dos quatro anos de governo. “Tudo isso é um planejamento que precisa ser feito no todo. Não basta você pensar só na infraestrutura, tem que pensar na continuidade do trabalho, porque as políticas públicas continuam e o governo passa ”, finaliza o secretário de Governo José Humberto Pires de Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Confira as áreas temáticas que compõem a transição de governo: – Segurança – Educação – Saúde – Desenvolvimento Social – Pessoas com Deficiência – Mulher – Juventude – Família – Justiça e Cidadania – RAs – Tecnologia – Trabalho e Renda – Desenvolvimento Econômico – Mobilidade Urbana – Infraestrutura – Habitação – Agricultura – Meio Ambiente – Saneamento Básico – Desenvolvimento Urbano – Cultura – Esporte e Lazer – Turismo
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