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Com apoio técnico do GDF, agricultores de baixa renda ampliam produção no Distrito Federal

O apoio técnico oferecido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) à agricultura familiar tem ajudado produtores rurais a melhorar a produção no campo. As ações incluem assistência técnica, orientação para comercialização, acompanhamento da produção rural e até mecanização agrícola da própria terra para aumentar a produção. O apoio direto ocorre por meio do programa Preparo de Solo, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), direcionado aos produtores de baixa renda cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF). Segundo o secretário da Seagri-DF, Rafael Bueno, o trabalho é voltado principalmente às famílias rurais que enfrentam dificuldades para custear etapas essenciais do plantio. “Sabemos que muitas dessas pessoas não têm recursos para preparar o solo para o plantio. O Governo do Distrito Federal vem ampliando esse atendimento, com mecanização e acompanhamento da Emater”, afirma. Por meio do programa Preparo de Solo, são oferecidos serviços de mecanização agrícola a agricultores familiares e trabalhadores vinculados à reforma agrária inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressalta que o atendimento prioriza agricultores familiares e produtores vinculados à reforma agrária que enfrentam dificuldades para custear o preparo do solo. “O governo apoia justamente quem mais precisa na área rural. São produtores que muitas vezes não têm condições de pagar por uma máquina para preparar o solo e iniciar o plantio”, observa. O apoio direto ocorre por meio do programa Preparo de Solo, coordenado pela Seagri-DF, direcionado aos produtores de baixa renda cadastrados na Emater-DF | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em Brazlândia, a agricultora Marilene Maria de Souza, 66 anos, é uma das produtoras atendidas pelas ações desenvolvidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Filha de agricultores, Marilene cresceu em meio ao trabalho rural, mas foi em 2016 que assumiu à frente da própria chácara. Hoje, cultiva abobrinha, alface, milho e morango. Contemplada na última edição do programa Preparo de Solo e com o acompanhamento técnico da Emater-DF, ela passou a aprimorar o manejo da produção. O atendimento inclui orientações sobre preparo do solo, aplicação de produtos, condução da lavoura e cuidados com o cultivo. “Antes eu não tinha sabedoria, não sabia de nada”, relata. “Hoje, quando eu necessito, ligo e eles vêm. Eles orientam a gente em tudo.” Na chácara de Marilene, o atendimento incluiu o uso de trator para preparação da área de plantio. Segundo Marilene, o suporte técnico contribuiu diretamente para melhorar a rotina de trabalho na chácara.   O programa Preparo de Solo oferece serviços de mecanização agrícola para agricultores familiares e produtores vinculados à reforma agrária atendidos pela Emater-DF. A iniciativa inclui etapas como gradagem e preparação da área de plantio, com o objetivo de reduzir custos para os produtores e dar suporte ao início da produção rural. O acompanhamento da produtora é feito por Sérgio Rufino Maciel, extensionista rural da Emater-DF e gerente do escritório de Alexandre Gusmão. Segundo ele, as políticas públicas voltadas à agricultura familiar envolvem assistência técnica, mecanização agrícola, crédito rural, orientação para comercialização e apoio à produção. “Quando o atendimento é voltado ao agricultor familiar, essa ajuda é ainda maior. É um conjunto completo para a pessoa poder aumentar a renda dela”, afirma. Em Brazlândia, a agricultora Marilene Maria de Souza, 66 anos, é uma das produtoras atendidas pelas ações desenvolvidas pela Emater-DF e pela Seagri-DF A Emater-DF conta atualmente com 17 escritórios locais no Distrito Federal, além de duas unidades regionais e uma unidade central. Os atendimentos aos agricultores familiares incluem orientação técnica, indicação de culturas, adubação, manejo da produção e acesso a políticas públicas voltadas ao campo. Na chácara, Marilene afirma que o acompanhamento recebido trouxe mudanças que vão além da produção agrícola. “Quando eu mudei para cá, eu estava depressiva. Aqui, melhorei porque estou colhendo uma coisa, outra. Tenho prazer no que faço. Eu recomendo a todos os produtores que abram suas portas aos técnicos da Emater, porque eles ajudam muito”, ressalta. Serviço O Programa Preparo de Solo 2026 recebe inscrições entre 11 de maio e 10 de junho. Coordenada pela Seagri-DF em parceria com a Emater-DF, a iniciativa oferece serviços de mecanização agrícola a agricultores familiares e trabalhadores vinculados à reforma agrária inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com renda familiar per capita de até meio salário mínimo e atendimento pela Emater-DF. As inscrições devem ser feitas conforme as orientações do edital, nos canais oficiais da Emater-DF, em dias úteis, das 8h às 12h e das 13h às 17h. O programa é regulamentado pela Portaria nº 358, de 19 de novembro de 2024.

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DF é agro: feiras da Goiaba, da Uva e do Morango têm edições de 2026 lançadas oficialmente

Nos últimos anos, o Distrito Federal vem se consolidando também como uma potência do agronegócio. Prova disso são as rotas da Uva e do Queijo, bem como as festas que celebram a produção de frutas no DF, que, só em 2025, reuniram mais de 2 milhões de pessoas. Neste ano, os três principais eventos do calendário — as feiras da Goiaba, da Uva e do Morango — foram lançados oficialmente de maneira conjunta, em evento que contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, nesta sexta-feira (13), na Granja do Torto. Ao anunciar a programação, o governador Ibaneis Rocha ressaltou:  “Brasília tem crescido muito na nossa produção rural, e nós, do Governo do Distrito Federal, temos feito um investimento direto na melhoria da vida dos produtores” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília   “Essas festas geram milhares de empregos diretos no Distrito Federal e levam mais de 2 milhões de pessoas para conhecê-las” Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Essas feiras são muito importantes para a cultura do Distrito Federal, para o desenvolvimento e, principalmente, para a fixação do homem no campo”, declarou o governador. “Brasília tem crescido muito na nossa produção rural, e nós, do Governo do Distrito Federal, temos feito um investimento direto na melhoria da vida dos produtores.” Somadas, as três festas foram responsáveis, no ano passado, pela geração de 50 mil empregos diretos e indiretos e movimentaram mais de R$ 500 milhões na economia do DF. “Brasília se consolida como a capital das frutas”, ressaltou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Essas festas geram milhares de empregos diretos no Distrito Federal e levam mais de 2 milhões de pessoas para conhecê-las. Então é importante a divulgação, é importante para o Distrito Federal, é importante para a cultura e para a economia do DF.” Feiras que expõem a produção local de goiaba, morango e uva são as maiores do DF e têm programação extensa | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Além de exposição e venda das frutas e de seus derivados por produtores, essas feiras também se destacam pela programação artística, com shows de artistas nacionais.   “São eventos muito interessantes, porque envolvem uma vocação que Brasília tem, que é da grande produtividade agrícola — a tecnologia que se emprega aqui no Distrito Federal no campo agrícola é muito forte, muito potente —, e isso aliado a grandes nomes da música brasileira, em um olhar também muito democrático, porque são shows gratuitos”, avaliou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “Então, são feiras que impactam muito a sociedade, tanto nos campos econômico, artístico e cultural quanto no social.” Programação Produtor rural em Brazlândia e presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão José Luís Yamagata ressaltou: “A feira ajuda a escoar os produtos, além de gerar renda nessa área” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A Feira da Goiaba de Brasília, que chega à 11ª edição, abre o calendário, já no próximo mês. O evento ocorre de 4 a 12 de abril, em Brazlândia. As atrações musicais confirmadas são Israel & Rodolfo (4/4), Pablo e Tuca Fernandes (5/4), Henry Freitas (10/4), Zezo (11/4) e Eduardo Costa (12/4). De 31 de julho a 9 de agosto, será a vez de Planaltina promover e sediar a 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília. Já a tradicional Feira do Morango de Brasília celebra sua 30ª edição de 4 a 13 de setembro, em Brazlândia. “É muito importante para mostrar a nossa produção”,  pontuou José Luís Yamagata, produtor rural em Brazlândia e presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag). “Hoje, nós temos um mercado interno aqui no Distrito Federal, e uma parte nós mandamos para fora. A feira ajuda a escoar os produtos, além de gerar renda nessa área.“ Eduardo Campos, presidente da Associação Cresce-DF: “A gente vê a importância das feiras, e esse lançamento conjunto mostra como Brasília está propícia para o cultivo dessas frutas”| Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O presidente da Associação Cresce-DF, Eduardo Campos, que é produtor em Planaltina, reforçou: “A Feira da Uva, que é uma das mais novas, tem tomado uma proporção muito grande. Ela vem junto das feiras da Goiaba e do Morango, mostrando a importância do agro no Distrito Federal e a importância da família produtora para que esses frutos cresçam em várias vertentes, não somente na fruta em si, mas nos seus derivados. A gente vê a importância das feiras, e esse lançamento conjunto mostra como Brasília está propícia para o cultivo dessas frutas”. Produção A força das feiras acompanha o crescimento da fruticultura no Distrito Federal, atividade que ocupa cerca de 2.381 hectares e responde por uma produção superior a 40 mil toneladas por ano. Entre as principais culturas estão as de abacate, goiaba, banana, limão, tangerina, laranja, maracujá, manga, pitaia e uva, distribuídas por diversas regiões rurais da capital. 3.385,4 toneladas Total da produção de goiaba no DF em 2025 Na produção de uva, o DF contabilizou, em 2025, 39,43 hectares plantados, com colheita de 484,86 toneladas e atuação de 59 produtores. A cultura está presente em áreas como Planaltina, PAD-DF, Sobradinho e Vargem Bonita, em pequenas propriedades voltadas tanto ao consumo in natura quanto ao enoturismo e à agroindustrialização artesanal. O morango, por sua vez, segue com forte presença em Brazlândia, principal polo produtor do fruto no Distrito Federal. Neste ano, a cultura soma 131,9 hectares plantados, produção de 3.956,1 toneladas e 403 produtores na região. Já a goiaba tem produção concentrada em Alexandre Gusmão e Brazlândia. Em Alexandre Gusmão, são 181,18 hectares plantados, 3.385,4 toneladas produzidas e 87 produtores. Em Brazlândia, os números chegam a 233,2 hectares, 3.737,2 toneladas e 80 produtores, consolidando as duas regiões como referências no cultivo da fruta no DF. [LEIA_TAMBEM]No evento desta sexta, o governador Ibaneis Rocha também destacou os investimentos feitos em prol da população rural: “Nosso objetivo é incentivar para que eles tenham mais condições de trabalho. Entregamos recentemente mil kits de irrigação de 1 hectare, cada um, para que essas pessoas possam ter as suas áreas irrigadas e melhorem a sua produção. Além disso, investimos muito também na melhoria das estradas rurais, e muitas delas têm sido asfaltadas nas mais diversas regiões. Ao depositar confiança no homem do campo, a gente melhora a vida na cidade”. Calendário ► 11ª Feira da Goiaba de Brasília (Brazlândia) → 4 a 12 de abril Atrações • 4/4: Israel & Rodolffo • 5/4: Pablo e Tuca Fernandes • 10/4: Henry Freitas • 11/4: Zezo • 12/4: Eduardo Costa ► 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília (Planaltina) → 31 de julho a 9 de agosto ► 30ª Feira do Morango de Brasília (Brazlândia)  → 4 a 13 de setembro.    

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Governo do Distrito Federal é homenageado por avanços no agronegócio e empórios rurais

Com produção anual superior a 130 milhões de quilos de carne de frango e faturamento bruto estimado em aproximadamente R$ 1 bilhão, a avicultura do Distrito Federal se consolidou como um dos principais pilares do agronegócio local e como segmento estratégico da pecuária regional. Foi nesse contexto que membros da Associação dos Avicultores do Planalto Central (Aviplac) se reuniram, neste sábado (28), em um almoço de agradecimento ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Durante o almoço, o governador firmou a disposição do GDF em apoiar o agronegócio: “Eu conheço essa realidade há 30 anos e fico muito feliz de ver o que está sendo feito aqui” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O encontro, realizado na Fazenda Milhomens, no Recanto das Emas, reuniu representantes da cadeia produtiva para reconhecer as políticas públicas adotadas nos últimos anos e apresentar novas demandas voltadas ao fortalecimento da atividade, como a renovação da isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a comercialização da cama de frango (material que forra o piso dos aviários e, após absorver os resíduos das aves, vira adubo orgânico de alto valor, rico em nitrogênio, fósforo e potássio), melhorias no fornecimento de energia elétrica às granjas, manutenção de estradas rurais e ampliação de incentivos e linhas de crédito. “Por mais que haja investimento nas propriedades, se o governo não der auxílio e não ajudar na infraestrutura, as coisas não andam. Quando você vê a mudança na infraestrutura, você vê o tanto que é mais fácil produzir” Governador Ibaneis Rocha Durante o evento, o governador Ibaneis Rocha destacou que o fortalecimento do agronegócio passa por ações integradas entre as áreas técnicas do governo. Ele afirmou que conhece de perto a realidade do campo e reforçou que investir em infraestrutura é essencial para fortalecer quem produz no DF. Só a avicultura, considerada um dos principais segmentos da pecuária local, integra a agroindústria nacional e responde por parcela significativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária do DF. “Eu sei a dificuldade do produtor rural”, afirmou o chefe do Executivo. “A infraestrutura é a principal delas. Por mais que haja investimento nas propriedades, se o governo não der auxílio e não ajudar na infraestrutura, as coisas não andam. Quando você vê a mudança na infraestrutura, você vê o tanto que é mais fácil produzir. Eu conheço essa realidade há 30 anos e fico muito feliz de ver o que está sendo feito aqui.” Avanço na avicultura Também homenageado no evento deste sábado, o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, falou sobre a importância estratégica do setor e das ações adotadas pelo GDF: “Esse é um dos segmentos mais fortes do agronegócio do Distrito Federal. Atendemos quatro pleitos apresentados pelos produtores: melhoria das vias rurais, reforço na energia, incentivo fiscal em votação na Câmara e apoio do BRB para novos galpões. Hoje são mais de 300 galpões em funcionamento e a meta é ampliar, gerando ainda mais impacto positivo na economia”. Atualmente, o DF reúne cerca de 100 produtores de frango de corte, com aproximadamente 500 aviários em operação, além de seis empresas de médio e grande portes na produção de ovos e mais de 500 pequenos produtores. Juntas, essas atividades compõem uma cadeia produtiva em expansão, responsável pelo abastecimento local e por parte do fornecimento interestadual de carnes e ovos. Rafael Toscano, presidente da Aviplac, ressaltou a importância do trabalho conjunto: “Essa parceria é necessária para que a atividade consiga se desenvolver cada vez mais, empregar e gerar impostos”  O presidente da Aviplac, Rafael Toscano, ressaltou a relevância do apoio deste GDF para o fortalecimento do setor agropecuário: “A agricultura produziu mais de 1 bilhão de reais de PIB para o GDF em 2023, e esses números crescem a cada ano. Criamos 5 mil empregos diretos e mais de 16 mil no total. Movimentamos mais de 1 bilhão de reais em 2023, e a expectativa é crescer cerca de 300 milhões a cada ano. Essa parceria é necessária para que a atividade consiga se desenvolver cada vez mais, empregar e gerar impostos”.   Eduardo Batista, presidente do Sindiaves: “O GDF é um facilitador das nossas ações. Embora pequenos, nós produzimos 1% do frango do Brasil inteiro e 3% dos ovos férteis, e hoje somos referência nacional” Para o presidente do Sindicato dos Avicultores do Distrito Federal (Sindiaves), Eduardo Batista, o encontro simboliza o reconhecimento do setor ao apoio do GDF nos últimos anos.“É um evento que está mostrando um pouco da nossa gratidão pelo que o GDF tem feito nesses últimos anos, especialmente na parte de infraestrutura, que é o que nós mais precisamos para poder acessar as nossas propriedades em paz”, declarou. “O GDF é um facilitador das nossas ações. Embora pequenos, nós produzimos 1% do frango do Brasil inteiro e 3% dos ovos férteis, e hoje somos referência nacional”.  Apoio à agricultura Além das ações voltadas à pecuária — especialmente à avicultura —, o GDF também tem adotado medidas de fortalecimento da agricultura. Em 2025, o governo instituiu oficialmente o período de colheita da soja no DF por meio de decreto, definindo entre janeiro e fevereiro o calendário oficial a cada safra. A iniciativa busca organizar o ciclo produtivo, valorizar o trabalho dos agricultores e fortalecer a interlocução entre o poder público, a assistência técnica e as entidades representativas do agronegócio. No campo da comercialização, o GDF anunciou recentemente a construção de um novo empório rural no Jardim Botânico, com investimento superior a R$ 1,4 milhão. O objetivo é ampliar o acesso a mercados e incentivar a venda direta da produção da agricultura familiar aos consumidores. [LEIA_TAMBEM]A soja, principal grão produzido no DF, segue em destaque, com expectativa de movimentar cerca de R$ 1 bilhão na safra 2025/2026. São mais de mil produtores cadastrados para o cultivo do grão em aproximadamente 600 propriedades na capital federal, consolidando o setor agrícola como importante gerador de renda e emprego no meio rural. Apoio técnico e financeiro Outra frente de apoio ao setor produtivo é o crédito rural. Somente em 2025, mais de R$ 5 milhões foram destinados a produtores do DF por meio de programas de financiamento, com apoio técnico da Emater-DF, que auxilia na elaboração da documentação necessária para obtenção de crédito junto às instituições financeiras. Para ter acesso ao crédito rural, o produtor — pessoa física ou jurídica — deve procurar atendimento na Emater-DF, apresentando documentos pessoais e da propriedade para avaliação da linha de financiamento mais adequada e da viabilidade do projeto.  

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GDF faz atendimento itinerante para facilitar entrega da Declaração Anual da Exploração de Soja

A Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) promove, nos dias 7, 9, 13 e 14 deste mês, a ação Defesa Itinerante – Daes 2026. A iniciativa tem como objetivo facilitar e incentivar a entrega da Declaração Anual da Exploração de Soja (Daes) dentro do prazo legal, que vai de 1º de outubro de 2025 a 15 de janeiro deste ano. Meta é ampliar o acesso dos produtores rurais ao cadastro | Foto: Divulgação/Seagri-DF “Nosso objetivo é orientar, facilitar o cumprimento das obrigações legais e garantir que o produtor tenha todo o suporte necessário para manter sua atividade regularizada” Pedro Paulo Gama, secretário-executivo da Seagri-DF O atendimento será prestado das 9h às 16h, em diferentes regiões do Distrito Federal, com o objetivo de ampliar o acesso dos produtores rurais ao serviço. Nos dias 7 e 14, a ação ocorre no Escritório de Atendimento da Defesa Agropecuária (EAC), no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Já no dia 9, será na Emater-DF do Núcleo Rural Tabatinga; e, no dia 13, na Emater-DF do Núcleo Rural Pipiripau. “A Defesa Itinerante é uma forma de aproximar os serviços da secretaria de quem produz no campo”, explica o secretário-executivo da Seagri-DF, Pedro Paulo Gama. “Nosso objetivo é orientar, facilitar o cumprimento das obrigações legais e garantir que o produtor tenha todo o suporte necessário para manter sua atividade regularizada.” Parceria A definição das datas levou em consideração o funcionamento do Escritório de Atendimento da Defesa Agropecuária, que não presta atendimento às quartas-feiras, assegurando maior eficiência na execução da ação. A iniciativa conta com a parceria da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), mantendo a estratégia adotada em 2025, que apresentou resultados positivos. [LEIA_TAMBEM]De acordo com a subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, a ação tem papel estratégico no fortalecimento do setor. “A Defesa Itinerante foi pensada para levar orientação técnica e atendimento direto ao produtor rural, facilitando a entrega da Daes dentro do prazo legal e garantindo a regularidade das atividades agrícolas no Distrito Federal”, explica. A subsecretária ressaltou ainda a importância da parceria institucional: “A atuação conjunta da Seagri-DF com a Emater-DF permite que o atendimento seja mais próximo da realidade do produtor, com orientação qualificada e acesso facilitado aos serviços públicos.” Na safra 2024/2025, foram registradas 198 Daes, com maior concentração nas regiões administrativas de Planaltina e Paranoá. A Defesa Itinerante – Daes 2026 integra o conjunto de ações da Seagri-DF voltadas à regularização das atividades agrícolas, à orientação técnica e ao fortalecimento da Defesa Agropecuária, por meio de iniciativas integradas e descentralizadas em todo o Distrito Federal. *Com informações da Seagri-DF

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Safra de soja no DF tem expectativa de R$ 1 bilhão em renda 

Nesta quarta-feira (5), o governador Ibaneis Rocha participou da abertura oficial do Plantio da Soja — Safra 2025/2026, evento que marca o início simbólico da plantação no Distrito Federal. A cerimônia reuniu dezenas de produtores rurais, lideranças do agronegócio e convidados, focando a importância da cultura da soja para o desenvolvimento econômico, social e ambiental da região. Mais de mil produtores cultivam a soja em aproximadamente 600 propriedades cadastradas no DF | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Atualmente, 1.031 produtores cultivam o grão em cerca de 600 propriedades cadastradas no Sistema de Informações em Defesa Agropecuária do Distrito Federal (Siagro DF). A cadeia da soja movimenta cerca de R$ 775 milhões por ano no DF e atende tanto ao mercado interno quanto ao externo. “Estamos muito otimistas com o aumento da área plantada e com o desempenho desta safra” Governador Ibaneis Rocha Segundo o governador Ibaneis Rocha, o Distrito Federal tem se destacado nacionalmente na produção de soja, especialmente pela qualidade das sementes cultivadas na região. “Mais de 40% do que é colhido aqui são sementes preparadas para outros produtores”, enumerou. “Vendemos para estados como Mato Grosso e oeste da Bahia, o que garante maior rentabilidade ao nosso agricultor”. O chefe do Executivo ressaltou que o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e da Emater-DF, tem oferecido todo apoio e infraestrutura necessários para fortalecer o setor. “A expectativa de renda com a soja neste ano é de cerca de R$ 1 bilhão, o que mostra a força e a produtividade do nosso agro”, apontou. “Estamos muito otimistas com o aumento da área plantada e com o desempenho desta safra”. Apoio a agricultores     O governador destacou ainda o bom relacionamento com os produtores rurais e o compromisso do governo em apoiar tanto grandes quanto pequenos agricultores: “Temos trabalhado desde o incentivo às hortaliças e à cultura do mirtilo, que aumentou a renda das famílias, até o fortalecimento da bacia leiteira e da cadeia do vinho, que tem sido um grande sucesso. O ecoturismo também cresce muito nessa região, atraindo visitantes e diversificando a economia rural”.  “Nossos produtos estão atravessando oceanos e levando o nome do Distrito Federal a novos mercados”  Rafael Bueno, secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural As perspectivas para a safra 2025/2026 são positivas, com crescimento de 2% na área cultivada, que deve alcançar 90,2 mil hectares, e produção estimada em 331 mil toneladas de grãos, durante o período de plantio que abrange o fim de outubro e o início de novembro. As regiões de Pipiripau, Planaltina, Rio Preto, São Sebastião, Sobradinho e PAD/DF, segundo a Emater-DF, se destacam pela alta produtividade e pela adoção de boas práticas agrícolas, o que reforça o papel estratégico do DF no agronegócio nacional. Segundo o titular da Seagri-DF, Rafael Bueno, a sojicultura do DF tem se beneficiado especialmente do programa ProRural, que concede incentivos fiscais, como redução de ICMS e taxas de licenciamento ambiental. “Esse apoio dá competitividade ao produtor do DF, que consegue comercializar a soja com vantagens em relação a regiões do entorno, atraindo compradores e fortalecendo a economia rural”, explicou. Investimentos “Realizamos competições de variedades em parceria com os agricultores, sempre em busca das melhores opções de sementes e dos lançamentos mais promissores” Cleison Duval, presidente da Emater-DF Ele atribuiu esse bom desempenho à combinação de altitude favorável, controle fitossanitário e investimento em tecnologia. “A Defesa Agropecuária do DF tem atuado com eficiência no combate à ferrugem asiática, e isso tem estimulado a produção de sementes”, especificou. “Hoje, cerca de 40% da soja produzida no DF é destinada à produção de sementes, que possuem valor agregado superior. Fornecemos sementes para estados como Mato Grosso, Bahia e Goiás, e até exportamos”. O secretário também lembrou que o Paquistão é o principal destino internacional da soja produzida no DF, o que demonstra o alcance da produção local. “Mesmo sem um volume tão grande quanto o de outros estados, o DF exporta soja de alta qualidade”, enfatizou. “Nossos produtos estão atravessando oceanos e levando o nome do Distrito Federal a novos mercados”. Na safra anterior (2024/2025), o DF registrou 88,4 mil hectares plantados, com produção total de 339,2 mil toneladas, o que representa um aumento de 13,4%. Ainda no ano anterior, o segmento representou 36,53% de participação na produção agrícola total do DF e 45,83% da participação na área agrícola. Apoio técnico Entre as políticas públicas e incentivos oferecidos para o produtor de grandes culturas pela Emater-DF estão o crédito rural e o acompanhamento feito pelo corpo técnico, além de capacitações oferecidas durante todo ano em diversas áreas. Segundo o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, os técnicos da empresa acompanham os produtores rurais ao longo de todo o ano, oferecendo suporte em diversas etapas do cultivo. “Realizamos competições de variedades em parceria com os agricultores, sempre em busca das melhores opções de sementes e dos lançamentos mais promissores”, exemplificou. “Também orientamos sobre as práticas ideais de plantio e o ajuste das colheitadeiras, que é um processo técnico e essencial para garantir bons resultados”. Ronaldo Triacca, produtor de grãos e de uvas: “O Distrito Federal tem algumas das maiores médias de produtividade de grãos do país, o que movimenta a economia e gera empregos” Esse trabalho, lembrou Duval, envolve ainda o monitoramento hídrico, com orientações sobre o uso adequado da água em períodos de estiagem e o acompanhamento da umidade do solo. “É um conjunto de ações de apoio contínuo, que inclui também o controle de doenças e o manejo adequado das lavouras”, ilustrou. “Estamos sempre próximos dos produtores, oferecendo assistência técnica em todas as fases da safra”. O produtor rural Ronaldo Triacca, que cultiva grãos e uvas para a produção de vinhos finos com os irmãos, avalia que a safra deste ano deve ser positiva. “A expectativa é muito boa, porque a chuva chegou na hora certa”, afirmou. Segundo ele, o apoio da Seagri-DF e da Emater tem sido constante desde o início do PAD-DF, o que garante segurança e condições favoráveis para o trabalho no campo. Triacca lembrou que parte da produção de grãos é destinada à Coopa-DF, enquanto os vinhos são comercializados por meio do enoturismo na propriedade e em restaurantes renomados de Brasília. “O Distrito Federal tem algumas das maiores médias de produtividade de grãos do país, o que movimenta a economia e gera empregos”, observou. Para ele, o clima local favorece a diversidade de culturas e o desenvolvimento de diferentes atividades agrícolas. Produtividade comparada [LEIA_TAMBEM]A produtividade média da soja no DF é superior à registrada em outros estados produtores. No ciclo 2020/21, a média distrital foi de 3.743,6 kg/ha, enquanto a média nacional foi de aproximadamente 3.497 kg/ha, e Mato Grosso, maior produtor do país, registrou 3.448 kg/ha na mesma safra. A produção de grãos e cereais no DF bateu um recorde histórico, atingindo a marca de 1.042.328,09 de toneladas em 2024, um salto de 9,32% em relação às 953.498 toneladas da safra do ano anterior. O crescimento é fruto do aumento da área plantada e do número de produtores que investem no plantio das grandes culturas agrícolas. Dos alimentos produzidos na capital federal, a soja lidera, seguida pelo milho comum, com cerca de 272 mil toneladas; milho para silagem, com mais de 112 mil toneladas; e sorgo, com uma produção em torno de 87 mil toneladas.  

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Cachaça candanga: produção recebe apoio do GDF e é mais uma opção de turismo rural no Quadradinho

Com um sabor tipicamente brasiliense, o Distrito Federal produziu mais de 207 mil litros de cachaça em 2023, gerando faturamento superior a R$ 3,6 milhões. Os dados são o último relatório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), que oferece apoio técnico desde o plantio da cana de açúcar até o engarrafamento da aguardente a oito produtores cadastrados. Diante da complexidade de sabores e aromas da cachaça assinada no Quadradinho, um grupo de produtores criou a experiência sensorial Brasília Cachaça Tasting. A iniciativa oferece degustações, tours guiados e uma imersão na cultura da cachaça, organizada por rótulos premiados nacional e internacionalmente: a Ararauna Micro Destilaria, a Cachaça Cavaco e a Adega Saracura. Promover a cachaça brasiliense também beneficiará o setor de bares e restaurantes, que podem agregar a experiência com o destilado no cardápio | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Para o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, a proposta valoriza a riqueza cultural e gastronômica da capital federal, oportunizando a criação de atividades turísticas. A pasta estuda ampliar a Coleção Rotas Brasília com a inclusão de um trajeto voltado à cachaça. Em 2024, a coleção ganhou a Rota das Uvas de Brasília, com foco no enoturismo. “Brasília já se destaca no cenário internacional com cachaças premiadas, e incluir essa experiência em roteiros turísticos permite não apenas valorizar nossos produtores locais, mas também oferecer ao visitante uma imersão autêntica nos sabores e tradições da nossa região”, afirma Cristiano Araújo. “Isso diversifica a oferta turística e posiciona a cidade como um destino completo, que vai além da arquitetura e da política, reforçando sua identidade e atraindo um público ainda mais amplo.” O sommelier da Ararauna Micro Destilaria e idealizador do Brasília Cachaça Tasting, Carlosmagnum Nunes, destaca que a iniciativa visa aumentar a visibilidade da bebida produzida localmente em restaurantes, mercados e outros estabelecimentos, demonstrando a qualidade do produto. Como resultado, ele pontua o aumento do interesse no turismo rural e a criação de emprego e renda, desde a demanda por novos funcionários no plantio da cana de açúcar ao surgimento de novas destilarias no DF. O sommelier da Ararauna Micro Destilaria e idealizador do Brasília Cachaça Tasting, Carlosmagnum Nunes, destaca que a iniciativa visa aumentar a visibilidade da bebida produzida localmente “Queremos que o Brasil desponte com uma das referências, não só de produção de cachaça, mas de experiências vividas com a cachaça”, enfatiza Nunes. “Minas Gerais é o polo da produção de cachaça, principalmente na cidade de Salinas, que tem quase a mesma altitude de Brasília. As cachaças de Brasília são semelhantes às cachaças que são produzidas lá, em termos de qualidade, por causa da altitude. Qual a diferença? A nossa é muito melhor.” Experiência Durante o Brasília Cachaça Tasting, o participante pode conhecer cachaças produzidas em alambiques de cobre, desenvolvidas artesanalmente. O encontro oferece explicações sobre todo o processo e instiga o convidado a analisar desde a aparência aos aromas e notas gustativas das bebidas, verificando os índices de doçura, acidez e intensidade. Os mesmos detalhes são verificados durante o processo de blend das cachaças, que é a mistura de cachaças maturadas em barris diferentes. “Recebemos auxílio técnico na produção ecológica da Emater-DF e, consequentemente, conseguimos fazer um trabalho melhor e de maior qualidade”, pontua o master blender Igor Cavalcante Três vezes premiada nacional e internacionalmente, a Cachaça Saracura foi a primeira a ser registrada no DF, em 2004, e dispõe de mais de 40 barris europeus para o envelhecimento da aguardente. Quem está à frente deste trabalho minucioso é o master blend e proprietário da marca, Elio Gregório. “Experimento a bebida de cada barril e imagino combinações entre elas. Já consegui fazer a harmonização de 14 barris e a combinação foi excelente, premiada com a medalha de ouro. É um trabalho que exige sensibilidade e atenção aos detalhes”, revela. Por sua vez, a Cachaça Cavaco é a primeira com produção 100% brasiliense e única das três empresas à frente do Brasília Cachaça Teasing que dispõe de apoio técnico da Emater-DF. As instalações ficam em Sobradinho dos Melos, no Paranoá. “Recebemos auxílio técnico na produção ecológica da Emater-DF e, consequentemente, conseguimos fazer um trabalho melhor e de maior qualidade. Até porque a cachaça depende da matéria-prima, que deve estar adequada para o processo”, pontua o master blender e sócio proprietário da empresa, Igor Cavalcante. Promover a cachaça brasiliense também beneficiará o setor de bares e restaurantes, que podem agregar a experiência com o destilado no cardápio. “O conhecimento de funcionários e empresários sobre a cachaça do DF, com certeza, vai aumentar a visibilidade e o acesso dos consumidores, que poderão consumir bebidas com mais qualidade, feitas artesanalmente”, assinala Cavalcante. O grupo também organiza um roteiro ainda mais amplo voltado à produção da cachaça, incluindo visita às instalações da Cachaça Cavaco, almoço em restaurante rural, transporte e, claro, a degustação dos alambiques com harmonização. A experiência é promovida quinzenalmente e pode ser solicitada junto a qualquer uma das três cachaçarias. Para ter acesso a este pacote, o investimento é de R$ 650, enquanto para a degustação individual (sem os outros atrativos) é de R$ 250. Os dois modelos atendem de três a dez pessoas, sempre aos sábados.

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Publicado chamamento público para apoiar desfiles de escolas de samba

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Edital nº 57/2024. Com valor de referência de R$ 4,5 milhões, o projeto tem como finalidade o apoio ao planejamento, concepção e confecção de fantasias e adereços, organização, produção e estruturação do Desfile das Escolas de Samba do Distrito Federal. A parceria será formalizada mediante a assinatura de um termo de colaboração com organização da sociedade civil (OSC). “As escolas de samba desempenham um papel fundamental na preservação, celebração e disseminação da cultura popular brasileira, sendo um dos maiores símbolos da identidade do país. Sua importância vai além da música e das festividades do Carnaval, refletindo uma rica combinação de história, arte, resistência e diversidade”    Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o projeto valoriza e reconhece a importância das escolas de samba para a cultura e economia nacional e local. “As escolas de samba desempenham um papel fundamental na preservação, celebração e disseminação da cultura popular brasileira, sendo um dos maiores símbolos da identidade do país. Sua importância vai além da música e das festividades do Carnaval, refletindo uma rica combinação de história, arte, resistência e diversidade”. Entre outros requisitos, as OSCs proponentes devem comprovar que possuem, no mínimo, dois anos de cadastro ativo no CNPJ do Distrito Federal (DF), ou cinco anos se a proposta incluir a atuação em rede, emitido do site da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ressalvada a possibilidade de essa exigência ser reduzida, mediante autorização específica do administrador público, na hipótese de nenhuma organização atingir o mínimo. O Edital já está disponível na seção de editais no site da Secec-DF. O preenchimento do formulário eletrônico de inscrição vai até as 18h do dia 12 de dezembro de 2024. Para esclarecer qualquer dúvida, as organizações da sociedade civil poderão entrar em contato com a Subsecretaria de Difusão e Diversidade Cultural pelo (61) 3325-6227 ou por mensagem de WhatsApp para o telefone (61) 3325-5217. *Com informações da Secec-DF

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Recomposição de Áreas Protegidas será definida por edital de seleção pública

O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a Fundação Banco do Brasil, lançam nesta quinta-feira (31) o edital de seleção pública, de fornecimento de insumos e mão de obra para produção, plantio, manutenção e monitoramento de mudas de espécies nativas do Cerrado. “Estamos prevendo o plantio de 100 mil mudas e a expectativa é a de que, pelo menos, 100 propriedades serão beneficiadas com o Reflorestar”                          Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental Para o presidente do instituto, Rôney Nemer, as condicionantes são uma garantia de que o meio ambiente será preservado: “Assim como tudo em nossa vida é condicionado, os licenciamentos ambientais e supressão de vegetação estão condicionados a uma compensação por parte do interessado. Estamos prevendo o plantio de 100 mil mudas e a expectativa é a de que, pelo menos, 100 propriedades serão beneficiadas com o Reflorestar”. As instituições interessadas em participar do certame deverão realizar cadastro e habilitação por meio do site da Fundação Banco do Brasil, para obtenção de login e senha (o qual será encaminhado para o e-mail informado). De posse do login e senha, deverá ser realizado o cadastramento no Sistema de Gerenciamento de Projetos – SGP, neste endereço eletrônico, com inclusão da documentação. A segunda etapa do processo seletivo consistirá na elaboração, inclusão, análise e na seleção da proposta. Será selecionada uma única proposta de projeto. O apoio se dará por meio da celebração de convênio de cooperação financeira, entre a instituição proponente selecionada e a Fundação BB. *Com informações do Brasília Ambiental

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BRB registra recorde na carteira habitacional

O BRB alcançou um novo marco em sua carteira imobiliária. No terceiro trimestre, a produção do banco de financiamentos de aquisição de imóveis foi de R$ 742,3 milhões. Este foi o maior número já alcançado pelo BRB em um único trimestre. “O BRB tem o compromisso de fomentar o setor imobiliário e proporcionar acesso à habitação, além de colaborar para realização do sonho de nossos clientes. Com uma estratégia focada em inovações e na ampliação de sua oferta de produtos, o banco se posiciona como um dos principais agentes no financiamento habitacional do país”                Paulo Henrique Costa, presidente do BRB Em comparação com o mesmo período do ano anterior, os valores equivalem a um aumento de mais de R$ 170 milhões, o que representa um crescimento de quase 30%. Já em comparação com o segundo trimestre deste ano, a cifra atual supera em R$ 20 milhões. “O BRB tem o compromisso de fomentar o setor imobiliário e proporcionar acesso à habitação, além de colaborar para realização do sonho de nossos clientes. Com uma estratégia focada em inovações e na ampliação de sua oferta de produtos, o banco se posiciona como um dos principais agentes no financiamento habitacional do país”, afirma Paulo Henrique Costa, presidente do BRB. O estoque da carteira habitacional do BRB também vem apresentando expressivo desempenho nos últimos seis anos, com um crescimento total de 1.026% . No terceiro trimestre de 2024, o estoque dessa carteira alcançou mais de R$ 11 bilhões sendo R$ 2,3 bilhões (20,84%) proveniente de apoio à produção e quase R$ 9 bilhões (79,16%) em produtos de aquisição de imóveis. Entre os principais produtos da carteira, estão os de financiamentos para aquisição de imóveis residenciais e comerciais, para pessoa física e jurídica, que possuem as melhores taxas do mercado: inicial de 8,99% a.a + TR, e de 4,09% a.a. + poupança. É possível financiar até 90% do imóvel, com prazo de até 420 meses para pagamento de imóveis residenciais e de até 180 meses para imóveis comerciais. Outros benefícios são parcelas decrescentes, possibilidade de financiamento de custas cartorárias e ITBI e possibilidade de utilização do FGTS. O BRB segue líder na concessão de crédito imobiliário no Distrito Federal e também se destaca no cenário nacional, ocupando a 6ª posição entre as instituições financeiras que mais financiam imóveis. Para mais informações sobre as condições de financiamento imobiliário do BRB ou para acessar o simulador de financiamento imobiliário, visite o site do Banco em www.novo.brb.com.br. *Com informações do BRB

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Estudantes de escolas públicas do Paranoá visitam a AgroBrasília 2024

Uma manhã especial para os estudantes das escolas públicas do Paranoá-DF. Nesta sexta-feira (24), cinco escolas da região visitaram a maior feira de agronegócio do Planalto Central – a AgroBrasília 2024, que neste ano traz a temática “O agro do futuro a gente cultiva hoje”. O evento vai até este sábado (25) no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, com exposições, palestras, maquinários e estandes de diferentes áreas da agropecuária. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, também compareceu à feira. “A AgroBrasília é um evento importante não apenas para o setor agrícola, mas também para a educação dos nossos jovens, que podem vivenciar na prática os conceitos e tecnologias que estão moldando o futuro dessa importante área” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação As cinco escolas do Paranoá que marcaram presença nesta manhã na AgroBrasília foram o Centro de Ensino Fundamental (CEF) Jardim 02, Escola Classe (EC) Itapeti, Escola Classe Natureza, Escola Classe (EC) 03 do Paranoá e Centro de Educação Infantil (CEI) Sussuarana. Os alunos tiveram a chance de explorar diversas inovações tecnológicas, participar de workshops e palestras, além de compreender melhor a cadeia produtiva do agronegócio, desde a produção até a comercialização do produto. A visita dos estudantes da rede pública do DF ocorreu por meio do projeto Escola no Parque, idealizado pela AgroBrasília. O projeto oferece aos estudantes da rede pública de ensino do DF a oportunidade de vivenciar de forma prática a riqueza do agronegócio brasileiro. Por meio das visitas e atividades interativas, as crianças exploram os diversos setores da feira, descobrem os segredos das máquinas agrícolas que otimizam o plantio e a colheita no campo, as tecnologias dos insumos que são lançados na terra, além de aprenderem sobre as soluções financeiras que garantem o sucesso dos agricultores. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, acompanhou a visita das escolas públicas à 15ª edição da AgroBrasília  | Foto: Jotta Castro/Ascom SEEDF O passeio contou com uma passagem pelo espaço do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), onde as crianças aprenderam um pouco mais sobre a força do cooperativismo. Logo após, no estande Escola no Parque, os estudantes tiveram acesso a curiosidades sobre o solo com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e, por fim, receberam uma série de materiais educativos sobre o respeito e educação no trânsito desenvolvidos pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância dessa experiência para os alunos.”Estamos felizes em proporcionar aos nossos estudantes essa oportunidade única de aprendizado e interação com o universo do agronegócio”, afirmou. “A AgroBrasília é um evento importante não apenas para o setor agrícola, mas também para a educação dos nossos jovens, que podem vivenciar na prática os conceitos e tecnologias que estão moldando o futuro dessa importante área”, disse Hélvia. Quem aprovou a visita foi o pequeno Davi Costa Cardoso, de 5 anos, do Centro de Educação Infantil (CEI) Sussuarana do Paranoá, que se encantou com as máquinas e os animais. “Eu gostei muito de subir no trator e também adorei ver as ovelhas e os bois, essa foi a parte que mais gostei do passeio”, comenta o estudante. Para a professora do Davi, Jéssica Louzada de Moura, a experiência é fundamental para despertar o interesse dos alunos por áreas essenciais para o desenvolvimento dos estudantes. “Estamos plantando sementes de conhecimento e incentivando nossos jovens a pensar no futuro de forma sustentável e inovadora”, explica a professora. *Com informações da SEEDF

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