GDF amplia medidas para aumentar vendas de produtos locais em supermercados do DF
A governadora Celina Leão reuniu, nesta quarta-feira (22), representantes do setor produtivo do Distrito Federal para tratar da ampliação dos canais de venda de produtos locais. Segundo a governadora, a iniciativa surgiu após conversa com produtores na Feira da Goiaba. “Hoje nós temos a Rota da Fruticultura, do Queijo, do Mel, do Vinho. Todos esses produtos que são feitos aqui, a maioria deles pela comunidade familiar. Eles têm condição de colocar um valor agregado, de se organizar”, afirmou a governadora. “Hoje nós temos a Rota da Fruticultura, do Queijo, do Mel, do Vinho. Todos esses produtos que são feitos aqui, a maioria deles pela comunidade familiar. Eles têm condição de colocar um valor agregado, de se organizar”, destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Entre as medidas propostas está a criação de gôndolas exclusivas para produtos do Distrito Federal dentro dos supermercados. “A ideia é colocar produtos feitos aqui, da nossa região. Porque, vou falar para vocês: tenho certeza de que a população de Brasília compraria se soubesse que o produto é daqui, que é fresquinho, que vem do quintal. As pessoas vão abraçar isso”, garantiu a governadora. O secretário da Agricultura, Rafael Bueno, afirmou que a medida atende a uma demanda dos produtores e da população. Segundo ele, o objetivo é facilitar a venda e aumentar a presença de produtos locais em supermercados, bares e restaurantes. “O Governo do Distrito Federal chamou o setor supermercadista, bem como os pequenos empreendedores e os agricultores familiares, para que, juntos, possamos construir um decreto de forma a valorizar o produto do Distrito Federal dentro dos supermercados, além de bares e restaurantes”, explicou o chefe da pasta. Rafael Bueno: “Já temos um primeiro encaminhamento dado pela governadora, que é um selo de identidade regional desses produtos, para que o consumidor do Distrito Federal saiba que esse produto foi produzido aqui e possa valorizá-lo” Rafael Bueno destacou ainda a criação de um selo de identidade regional, que permitirá ao consumidor identificar e valorizar os itens produzidos na região. “Já temos um primeiro encaminhamento dado pela governadora, que é um selo de identidade regional desses produtos, para que o consumidor do Distrito Federal saiba que esse produto foi produzido aqui e possa valorizá-lo”, ressaltou. “O que vamos fazer é ajudar na estruturação e criar uma porta de entrada para esses produtos. Agora, com certeza, a partir do momento em que houver produção em escala, estaremos de portas abertas para receber esses produtos, delimitando espaço, destacando a marca e dando a devida ênfase”, afirma Jair Prediger, presidente da Associação de Supermercados de Brasília Para o presidente da Associação de Supermercados de Brasília, Jair Prediger, o DF já conta com uma produção diversificada e de qualidade, e a iniciativa vem para fortalecer esse potencial. “O que vamos fazer é ajudar na estruturação e criar uma porta de entrada para esses produtos. Agora, com certeza, a partir do momento em que houver produção em escala, estaremos de portas abertas para receber esses produtos, delimitando espaço, destacando a marca e dando a devida ênfase”, destacou. "Com esse selo, será possível mostrar à população do DF que existem produtores organizados aqui que entregam produtos de qualidade e frescos todos os dias no seu mercado”, celebra Ivan Engler, presidente da Central Unium Já o presidente da Central Unium, Ivan Engler, elogiou a iniciativa e afirmou que ela abre novas oportunidades de comercialização e aproxima o consumidor da origem dos alimentos. “É uma ótima alternativa para nós podermos comercializar e, principalmente, para o consumidor final saber a história daquele alimento. Com esse selo, será possível mostrar à população do DF que existem produtores organizados aqui que entregam produtos de qualidade e frescos todos os dias no seu mercado”, comemorou.
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Agricultura familiar ganha espaço na rede pública de ensino e movimenta, no DF, quase R$ 184 milhões
O Governo do Distrito Federal (GDF) movimentou R$ 183,9 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar entre 2019 e 2025. Ao todo, quase 10 mil produtores participaram das aquisições, que abastecem principalmente a rede pública de ensino e ações de segurança alimentar. A política é executada por diversos programas, com destaque para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), responsável pela maior parte dos recursos. Somente pelo Pnae, foram R$ 125 milhões investidos no período, com crescimento contínuo a partir de 2022. O volume é reforçado por aportes locais, que chegam a superar em até sete vezes os repasses federais em alguns anos. O aumento da demanda tem ampliado a participação de produtores e incentivado a diversificação da produção. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões. Em 2024, a lógica se repetiu: R$ 62,7 milhões vieram do governo federal, frente a R$ 112,4 milhões de recursos distritais. Na prática, isso evidencia a prioridade orçamentária dada à alimentação escolar e amplia significativamente a capacidade de compra de alimentos da agricultura familiar. Outras iniciativas também contribuem para o fortalecimento do setor. O Programa de Aquisição da Produção da Agricultura do Distrito Federal (Papa-DF) movimentou R$ 44 milhões e adquiriu mais de 9,6 milhões de quilos de alimentos, com a participação de mais de 3,3 mil agricultores. Já o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA/TA) somou R$ 14,8 milhões e envolveu 2,2 mil produtores, com destaque para os produtos orgânicos, que representaram cerca de 39,4% do valor total. Além de hortifrútis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No caso do Papa-DF e do Pnae, a comercialização ocorre principalmente por meio de associações e cooperativas, o que fortalece a organização coletiva e amplia a capacidade de atendimento às demandas públicas. Já no PAA/TA, as compras são feitas diretamente com os produtores, permitindo maior inclusão de agricultores que ainda não estão vinculados a organizações formais. As aquisições são articuladas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), com participação direta de órgãos como a Secretaria de Educação, responsável pela alimentação escolar, e a Secretaria de Desenvolvimento Social, que direciona os alimentos para programas de segurança alimentar e assistência social. Outros equipamentos públicos também podem ser atendidos, como o Zoológico de Brasília. O secretário de Agricultura, Rafael Bueno, afirmou que os programas de compras governamentais são estratégicos para dar estabilidade à agricultura familiar no DF. Segundo ele, a política reduz os impactos das oscilações de mercado, garante previsibilidade de renda e permite planejamento da produção, além de viabilizar investimentos e ampliar a competitividade dos produtores quando parte da produção é destinada aos mercados tradicionais, seja atacadista ou varejista. “Os programas de compra governamental são fundamentais e têm impulsionado a agropecuária no Distrito Federal, em especial a familiar. Por um lado, há o ganho do produtor familiar, por outro, há um alimento de qualidade produzido no DF e fornecido às comunidades locais”, declarou o chefe da pasta. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além de hortifrutis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado. A inclusão desses produtos amplia as cadeias produtivas atendidas e gera novas oportunidades de renda no campo. A previsão é de ampliação desse mercado, com aquisição mensal de filé de tilápia a partir de 2026. A mudança na prática Na Comunidade da Lagoinha, localizada no Núcleo Rural Rio Preto, em Planaltina, o produtor Ivan Engler, 49, acompanhou de perto essa transformação. Há mais de quatro décadas na atividade rural, ele fornece alimentos para a merenda escolar desde 2012 e hoje entrega cerca de 10 toneladas de hortifrútis, como cenoura, beterraba, mandioca, banana e tangerina. Bases alimentares como flocão, feijão e milho também saem da pequena propriedade para as salas de aula. Segundo o produtor, o acesso aos programas públicos trouxe estabilidade financeira e reduziu a dependência de intermediários. Ele também destaca o apoio técnico e estrutural recebido, que permitiu ampliar a produção e diversificar as atividades na propriedade, incluindo a criação de peixes. “O Pnae mudou nossa realidade. O mais importante é a segurança, saber que tenho uma venda garantida toda semana, com preço justo, e que faz com que cerca de 50% da minha renda já esteja assegurada. Antes, a gente dependia de intermediários comerciais e não tinha controle sobre o valor da produção. Hoje, conseguimos planejar, investir e crescer”, afirma. Além disso, o produtor ressalta a qualidade dos produtos colhidos e entregues frescos nas escolas. “A gente capricha porque sabe que são os nossos filhos que estão consumindo. Esse programa também ajudou a organizar os produtores, fortalecer cooperativas e mostrar que a agricultura familiar tem capacidade de atender grandes demandas com qualidade e profissionalismo”, observa. As mudanças no perfil das compras públicas também impactaram a organização do setor. O aumento da demanda incentivou a criação e fortalecimento de cooperativas, ampliando a capacidade dos produtores de atender contratos e acessar novos mercados. Com alimentos colhidos e distribuídos em curto intervalo de tempo, a produção local garante maior frescor e qualidade aos produtos entregues nas escolas, devido à proximidade entre campo e consumo. Esse modelo também reduz perdas logísticas, estimula a produção regional e mantém a renda circulando dentro do próprio Distrito Federal, fortalecendo a economia rural.
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Feira do Trabalho e do Campo chega a Ceilândia e abre inscrições para artistas e expositores locais
A Feira do Trabalho e do Campo está chegando a Ceilândia e abre espaço para que artistas, empreendedores e produtores locais possam mostrar seu talento e fortalecer a economia solidária. O evento será realizado de 1º a 6 de dezembro, em frente ao antigo Tatico, próximo à Estação de Ceilândia, reunindo agricultura familiar, produção local e atividades formativas gratuitas. Oportunidade para artistas Cantores, bandas, grupos de dança, teatro e outras expressões artísticas terão uma vitrine especial dentro da feira. As apresentações culturais farão parte essencial da programação, ajudando a atrair o público, promover a valorização dos artistas da região e celebrar a diversidade cultural do Distrito Federal. A iniciativa reforça a importância da arte como instrumento de inclusão, identidade e desenvolvimento comunitário. A inscrição deve ser feita por intermédio deste link. As apresentações culturais farão parte essencial da programação, ajudando a atrair o público, promover a valorização dos artistas da região e celebrar a diversidade cultural do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Fortalecimento da agricultura familiar e do produtor local Além das atrações culturais, o evento concentra esforços no incentivo à economia solidária e ao empreendedorismo de base local. Durante os seis dias de feira, o público poderá participar de uma extensa programação gratuita, composta por cursos, palestras, oficinas, exposição e venda de produtos da agricultura familiar e de artesãos locais. A feira é uma realização do Instituto Acolher, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), com apoio do GDF e da Administração Regional de Ceilândia. Serviço Feira do Trabalho e do Campo Data: 1º a 6 de dezembro Local: Ceilândia — em frente ao antigo Tatico, próximo à estação do Metrô de Ceilândia Acompanhe a programação: @instituto_acolherdf *Com informações Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)
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Primeira edição de concurso distrital premia 40 queijos artesanais
Na manhã deste sábado (28), o Teta Cheese Bar, na Asa Sul, foi o cenário do aguardado I Concurso Distrital de Queijos Artesanais, promovido pela Emater-DF em parceria com o Teta Cheese Bar, o Banco de Brasília (BRB) e a Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite). O evento reuniu 20 queijarias do Distrito Federal e Entorno, com a participação de 66 queijos inscritos, que concorreram em diversas categorias. Ao final, 40 queijos foram premiados com medalhas de ouro, prata e bronze, celebrando a qualidade e a riqueza da produção artesanal local. Os 15 jurados do concurso avaliaram quatro categorias de queijos: queijo fresco de leite de vaca; queijo maturado de leite de vaca; queijo fresco de cabra, de ovelha e de búfala; e queijo maturado de cabra, de ovelha e de búfala | Fotos: Divulgação/Emater-DF Confira aqui o resultado final do I Concurso Distrital de Queijos Artesanais. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, reforçou o impacto positivo do evento. “Com esse concurso, ficou claro que o futuro dos queijos artesanais no Distrito Federal é promissor. Nosso objetivo é que os produtores reconheçam a qualidade de seus produtos e que esse concurso sirva de incentivo para buscarem o registro e expandirem suas vendas, alcançando novos clientes. O que presenciamos aqui é a prova de que a produção artesanal do DF possui qualidade de nível nacional.” O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ao lado de Andrea Attanasio, proprietário da Apulia Queijos e Mozzarellas, que ganhou uma medalha de ouro e duas de prata A queijaria Apulia Queijos e Mozzarellas, situada em Ceilândia, tem oito anos de atividade e ganhou uma medalha de ouro e duas de prata. A medalha de ouro foi com o queijo burrata. “Trazer um queijo típico do sul da Itália para o coração do Brasil e ser premiado é uma alegria imensa. A burrata ganhou ouro e é uma burrata feita com leite de vaca. Os clientes são acostumados com leite de búfala que tem outro sabor. Mas a gente trouxe a nossa tradição para Brasília e tá tendo uma aceitação muito boa”, celebrou Andrea Attanasio, proprietário da queijaria. O evento teve a participação de 20 queijarias do Distrito Federal e Entorno e contou com 66 queijos inscritos O secretário de Agricultura, Rafael Bueno, elogiou a iniciativa e reforçou a importância do concurso como incentivo para regularização e adequação às normas sanitárias. “Nós temos um mercado muito bom e podem contar com a Secretaria de Agricultura, desde as ações da portaria em que nós facilitamos o registro provisório a outras ações de fomento. O importante é estarmos sempre juntos.” O presidente do BRB, Paulo Henrique Bezerra, esteve no evento, reforçando o compromisso da instituição com o fortalecimento do setor agropecuário, assim como o presidente da Abraleite, Geraldo Borges, ambos parceiros da Emater-DF e do Teta Cheese Bar no concurso. “É a primeira premiação que a gente ganha. Minha mãe, que não pôde vir hoje, começou há pouco tempo e está muito emocionada. É muito bom ter esse reconhecimento”, diz a produtora Marina Almeida No concurso, que teve o julgamento na manhã deste sábado (28), os 15 jurados avaliaram quatro categorias de queijo: queijo fresco de leite de vaca; queijo maturado de leite de vaca; queijo fresco de cabra, de ovelha e de búfala e queijo maturado de cabra, de ovelha e de búfala. A produtora Marina Almeida, 30 anos, da Queijaria Dona Aroeira, que fica em Abadiânia (GO), conquistou uma medalha de prata e duas de bronze. De acordo com ela, um dos queijos premiados, o Dona Aroeira, é uma homenagem à sua avó. “É a primeira premiação que a gente ganha. Minha mãe, que não pôde vir hoje, começou há pouco tempo e está muito emocionada. É muito bom ter esse reconhecimento. Queremos produzir mais queijos na região e também que as pessoas conheçam. Esse é um incentivo muito grande”, diz Marina. Outro produtor emocionado foi Celso Lúcio Ferreira, de Cocalzinho, que levou três medalhas de bronze e uma de prata. “São dez anos de luta, e ver todos os meus queijos premiados, mesmo que não seja com ouro, é uma alegria imensa. Agora, o objetivo é conquistar o ouro na próxima edição”, afirmou, com entusiasmo. Além das medalhas, o produtor vai poder colocar no queijo o selo da premiação e também receberá um certificado. O evento também contou com a presença da deputada federal Bia Kicis e do deputado distrital Tiago Manzoni. Os parlamentares ressaltaram a importância da iniciativa como forma de levar visibilidade e desenvolvimento aos produtores. *Com informações da Emater-DF
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Feira do Parque terá última edição do ano neste fim de semana
Uma das novidades desta edição da feira é a apresentação de quatro tipos de mel do Cerrado | Foto: Divulgação/Emater Neste fim de semana (5 e 6), a Feira do Parque terá sua última edição do ano. O evento será no Estacionamento 13 do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, das 9h às 16h. O público poderá encontrar hortaliças, frutas, biscoitos, pães, geleias, pimentas, sorvetes, flores, plantas ornamentais e artesanato — tudo produzido no Distrito Federal. Com a retomada da feira em outubro, os organizadores adotaram várias medidas de segurança, conforme orientações da Secretaria de Saúde (SES) e dos organismos sanitários federais e internacionais. De acordo com o extensionista rural José Nilton Campelo, da Gerência de Comercialização e Organização Rural (Gecor), da Emater, o espaço entre as bancas foi ampliado. “Além disso, o uso de máscaras faciais e álcool gel será obrigatório”, acrescenta. Novidades Na edição de dezembro, o visitante contará com duas novidades. O produtor Andrea Giuseppe Mabrito, que possui três apiários na região rural do Gama, levará quatro tipos de mel do Cerrado: mel de eucalipto, de aroeira, de cipó-uva e silvestre, além de extrato de própolis verde, pomada de própolis, geleia real e até o hidromel — uma espécie de licor produzido com a fermentação do mel. “O clima local, por ser muito seco, é propício à produção de um mel de altíssima qualidade”, explica Mabrito. Já a produtora Tatiana Mangetti Gonçalves Muenzer, da Colônia Agrícola Bernardo Sayão (RA Guará), vai apresentar três tipos de saladas com produtos orgânicos, prontas para consumo, com opções de molhos — mostarda e mel, charita especial e italiano. “Nossa preocupação é entregar um produto de qualidade, com respeito ao meio ambiente e ao consumidor”, observa a produtora, que possui uma agroindústria de hortaliças minimamente processadas. Aplicativo Se o cliente preferir não permanecer por muito tempo na feira, pode fazer a compra antecipadamente por meio do aplicativo “PõeNaCesta” e retirar os produtos no local. Basta acessar o site no computador, tablet, laptop ou celular. “Essa é mais uma facilidade que estamos oferecendo não só para o conforto do consumidor, como também para segurança de todos”, explica José Nilton Campelo. Para usar a plataforma, não é necessário instalar nenhum programa no computador, tablet ou celular, nem baixar o aplicativo em nenhuma loja de aplicativos. Basta acessar, no navegador do dispositivo, o endereço dfrural.emater.df.gov.br/poenacesta. Além de ampliar o espaço de comercialização de agricultores, um dos objetivos da feira é levar os produtores ao contato direto com o consumidor e tirar o intermediário do processo. Feira do Parque Sábado e domingo (5 e 6), das 9h às 16h. Local: Praça Jatobá, Estacionamento 13 do Parque da Cidade (próximo à administração). * Com informações da Emater
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