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Atuação conjunta reduz em 37% as ocorrências policiais nas escolas

O trabalho desenvolvido pela Secretaria de Educação (SEEDF) em conjunto com diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer a prevenção e a cultura de paz nas escolas tem refletido diretamente na redução da violência em ambiente escolar. Dados do Batalhão de Policiamento Escolar (BPesc) mostram que, entre 2024 e 2025, o total de atendimentos relacionados ao contexto escolar caiu de 2.248 para 1.411 registros, uma redução de 37,2%. Alunos interagem com harmonia durante intervalo das aulas: ocorrências relativas à violência em ambiente escolar seguem em queda, graças a uma ação integrada entre a Secretaria de Educação e o Batalhão de Policiamento Escolar | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF     “Esse resultado mostra que orientar as escolas, apoiar as equipes e fortalecer a cultura de paz gera impacto real no cotidiano das unidades” Ana Beatriz Goldstein, chefe da Assessoria Especial de Cultura e Paz da SEEDF A queda é percebida tanto dentro quanto no entorno das unidades. As ocorrências nas escolas passaram de 1.019 para 675 casos. Já os registros fora da escola, mas dentro do perímetro escolar, caíram de 838 para 473. Fora do perímetro escolar, os incidentes recuaram de 359 para 214 registros. Também houve diminuição nos episódios relacionados à ameaça de ataque, que passaram de 22 para nove casos no período. “Temos investido em prevenção, formação de profissionais, mediação de conflitos e protocolos claros de atuação”, afirma a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein. “Esse resultado mostra que orientar as escolas, apoiar as equipes e fortalecer a cultura de paz gera impacto real no cotidiano das unidades.” Entre as medidas adotadas, está o protocolo institucional de enfrentamento à violência, elaborado pela própria secretaria, que orienta gestores e equipes sobre como agir em situações de conflito, ameaça ou agressão. O material foi transformado em cartaz e distribuído para todas as escolas, incluindo procedimentos de acolhimento, comunicação e acionamento da rede de proteção. Arte: SEEDF [LEIA_TAMBEM]A pasta também desenvolve ações educativas permanentes, como o programa NaMoral, em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), além de iniciativas de educação socioemocional, cultura de paz, formação continuada e atividades de conscientização junto a estudantes e famílias. Os dados utilizados no acompanhamento são produzidos pelo Bpesc, unidade da Polícia Militar responsável pelo atendimento direto às escolas da rede pública. “O Batalhão Escolar tem trabalhado diuturnamente para garantir a segurança dos nossos estudantes”, ressalta a comandante. “As ações ocorrem no interior das escolas e no perímetro escolar, por meio de operações preventivas, palestras educativas e roteiros de patrulhamento. A queda nos índices de violência escolar mostra que o trabalho integrado entre o Batalhão Escolar e a Secretaria de Educação tem dado resultado e é o caminho para um ambiente cada vez mais seguro e acolhedor. Em 2026, reafirmamos nossa parceria em prol do bem-estar dos estudantes.” A Secretaria de Educação reforça que seguirá ampliando as ações de prevenção e acompanhamento, com foco na construção de ambientes escolares mais seguros, acolhedores e pautados na cultura de paz. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Sexta edição do programa NaMoral é lançada

A Secretaria de Educação e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizaram, nesta terça-feira (18), o lançamento da sexta edição do programa NaMoral. A iniciativa, fruto de uma parceria entre os órgãos, tem o objetivo de promover valores como integridade, honestidade e cidadania entre os estudantes das escolas públicas. A cerimônia de abertura ocorreu no auditório da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), na Asa Sul. Participaram do lançamento a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá; o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury; o promotor de Justiça Nísio Tostes; e a promotora do MPDFT Luciana Asper, idealizadora do programa. O evento também contou com a presença de educadores, subsecretários e representantes das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs). O NaMoral promove formações para professores, além de atividades interativas para os alunos, incentivando a participação ativa na construção de um ambiente escolar mais ético e colaborativo | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância da expansão do programa, que começou de forma experimental em uma única escola e atualmente alcança dezenas de unidades, fortalecendo a formação cidadã dos estudantes. Para a gestora, a abordagem contribuiu diretamente para o desenvolvimento de alunos mais conscientes e responsáveis, impactando positivamente toda a comunidade escolar. “O NaMoral é uma iniciativa maravilhosa que promove a educação para a integridade. Nosso objetivo é resgatar valores como ética, cidadania e honestidade no ambiente escolar, para que nossos estudantes cresçam com esses princípios e se tornem adultos conscientes e responsáveis. É isso que queremos para toda a rede de ensino”, destacou, Hélvia Paranaguá. Realização de um sonho A promotora do MPDFT e idealizadora do NaMoral, Luciana Asper, destacou o impacto positivo do programa ao longo dos últimos seis anos. “Estamos celebrando seis anos de um sonho que vem transformando vidas desde 2019. A professora Hélvia Paranaguá e toda a equipe da secretaria decidiram sonhar com o que há de melhor. Encontramos na educação um lugar de esperança, onde cada investimento gera frutos concretos. Que seja uma jornada de grandes conquistas!”, afirmou. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury destacou a necessidade do programa como ferramenta de aprendizagem e o papel da escola nesse processo. “A transformação acontece quando os alunos têm acesso a programas que reforçam a honestidade e mostram que, juntos, podemos construir um futuro melhor”, concluiu. Formação O NaMoral é implementado em diversas escolas do DF, oferecendo formação para professores, atividades interativas com os alunos e desafios gamificados que incentivam a construção de um ambiente escolar mais ético e colaborativo. A capacitação é conduzida por educadores das regionais de ensino, como explica Telma de Paula, formadora da CRE do Gama. “O programa atua em três frentes. Primeiro, na formação dos professores, realizada na Eape e nos núcleos regionais. As capacitações seguem um calendário fixo, com encontros presenciais e atividades online. Além disso, toda quarta-feira, os formadores visitam as escolas para rodas de conversa e eventos, garantindo que o impacto vá além dos docentes e alcance diretamente os estudantes”, explica. O segundo nível do projeto é a disciplina NaMoral, inserida na parte diversificada do currículo escolar. Nessa etapa, os conteúdos são estruturados em uma sequência didática para os estudantes. Já o terceiro nível é chamado de “game”, uma competição baseada em missões. Os alunos participam de desafios, como a atividade “Pegue e Pague”, em que doces são disponibilizados para venda na escola, estimulando a honestidade dos estudantes. “A cada bimestre, os alunos cumprem uma missão e avançam para a próxima fase do jogo. Esse processo se estende até o quarto bimestre, garantindo uma experiência gamificada de aprendizado”, esclarece Telma de Paula. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Comitiva do GDF conhece práticas de prevenção à violência escolar nos EUA

A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, ao lado de outros gestores educacionais brasileiros, participa de uma missão promovida pela Embaixada Americana no Brasil e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), nos Estados Unidos, até o dia 9 de dezembro. O objetivo é conhecer experiências sobre prevenção à violência, segurança escolar, disciplina escolar solidária, além de aprendizagem social e emocional, envolvimento da família, colaboração, abordagens sensíveis ao trauma e serviços de saúde mental. De acordo com a secretária, trabalhar com ações preventivas é uma das chaves para o combate à violência no ambiente escolar. “Não se faz um ambiente pacífico sem trabalhar valores, virtudes, integridade, questões de baixa autoestima dos estudantes, saúde mental, questões que envolvem o bem-estar dos estudantes”, destacou Hélvia Paranaguá após o primeiro dia de atividades. Ao lado de gestores educacionais brasileiros, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participa de missão educacional nos EUA | Foto: Divulgação/Consed “Para isso, nós temos dois programas que são prioritários para o ano de 2024: o programa Cultura de Paz nas Escolas e o programa NaMoral, em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Nós temos que trabalhar as ações preventivas e esses dois programas são fundamentais”, frisou a secretária do DF. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além da representante do DF, o encontro tem a participação das secretárias Kuka Chaves (AM), Eliana Estrela (CE), Roberta Barreto (RJ) e do secretário Igor de Alvarenga (MG). Como parte das atividades da missão, nessa segunda (4), os secretários foram recebidos no Instituto Americano de Pesquisas (AIR), uma organização que realiza pesquisas em ciências sociais e comportamentos. Os secretários puderam visitar, ainda, o Departamento de Educação dos Estados Unidos, onde conheceram a Política Federal de Educação em apoio às escolas seguras e solidárias. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal

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Lições de honestidade e zelo na sala de aula

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, assinou na manhã desta quinta-feira (9) acordo de cooperação que institui o programa NaMoral nas escolas públicas do Distrito Federal. Braço do programa Cidadão Contra a Corrupção, promovido pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), o NaMoral levará para as salas de aula dos ensinos fundamental e médio lições de probidade e respeito aos recursos públicos. [Olho texto=”“É mostrar para toda a sociedade que estamos preocupados em criar bons valores nos nossos estudantes. Esta proposta tem o objetivo de transformar vidas”” assinatura=”Hélvia Paranaguá, secretária de Educação” esquerda_direita_centro=”direita”] Lançar este projeto na Semana de Combate à Corrupção, segundo a secretária Hélvia Paranaguá, tem um significado ainda maior: “É mostrar para toda a sociedade que estamos preocupados em criar bons valores nos nossos estudantes. Esta proposta tem o objetivo de transformar vidas”. Hélvia citou também um trecho bíblico que, para ela, reflete o espírito do NaMoral: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”. A escolha do ambiente escolar não foi por acaso, uma vez que é o local oportuno para formar cidadãos conscientes, ativos e intolerantes à corrupção. “Quando incentivamos esses hábitos, estamos trabalhando para mudar nosso país. Apresentamos o NaMoral durante o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e encantamos a todos. Nosso objetivo é ampliá-lo e levá-lo para todo o Brasil”, frisou Hélvia Paranaguá. A procuradora-geral Fabiana Costa Barreto e a secretária Hélvia Paranaguá durante a assinatura do acordo de cooperação técnica, que levará às salas de aula lições de probidade | Fotos: Mary Leal/Ascom-SEEDF Atividades desafiadoras O conteúdo será trabalhado nas salas de aula por meio da leitura, escrita, cálculo, além da formação de atitudes e valores. Proporcionar reflexões, despertar a integridade individual e coletiva, incentivar ações de cidadania e estimular a responsabilidade dos estudantes são alguns objetivos do projeto. [Olho texto=”“Esta assinatura simboliza também a união do poder público em favor de mudanças fundamentais na sociedade”” assinatura=”Fabiana Costa Barreto, procuradora-geral de Justiça do DF e Territórios” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os alunos são desafiados a partir de ferramentas inovadoras. “Várias atividades e trabalhos são realizados com os estudantes, buscando sempre trabalhar os conceitos da honestidade e integridade. Contamos também com alguns jogos de tabuleiro criados por estudantes voluntários e parceiros de universidades do DF”, explicou a procuradora-geral de Justiça do DF e Territórios, Fabiana Costa Barreto. “Esta assinatura simboliza também a união do poder público em favor de mudanças fundamentais na sociedade. Na medida em que trabalham de braços dados para darem suporte e fazerem acontecer propostas tão fundamentais para todos”, ressaltou a procuradora-geral. Mudanças no ambiente escolar Em 2019, o Centro de Ensino do Lago Norte (Celan) participou da edição piloto do projeto e saiu vitorioso nos desafios que envolviam iniciativas como plantar árvores, recolher lixos e até mesmo a consolidação de um espaço, denominado de Praça da Honestidade. [Olho texto=”“Tínhamos muitos problemas internos e alunos desmotivados. Quando iniciamos as atividades do NaMoral, observamos em pouco tempo uma mudança muito grande na conduta dessas crianças”” assinatura=”Rebeca Santos, professora do Celan” esquerda_direita_centro=”direita”] Professora do Celan, Rebeca Santos participou do projeto e contou o quanto a escola mudou após a ação. “Tínhamos muitos problemas internos e alunos desmotivados. Quando iniciamos as atividades do NaMoral, observamos em pouco tempo uma mudança muito grande na conduta dessas crianças. Foi muito especial e importante participarmos”, observou. O projeto era trabalhado com alunos do 8° e 9° anos do ensino fundamental. Entretanto, segundo a professora, ao final toda a escola estava envolvida nas ações. “Foi muito gratificante ver todos empolgados em participar e fazer as mudanças acontecerem. Nossos alunos eram carentes de princípios e valores, mas muita coisa mudou”, reforça Rebeca. O coordenador regional de ensino de Ceilândia, Carlos Ney Menezes, esteve presente no evento e já planeja os trabalhos que serão realizados nas unidades da região administrativa. “Todos os projetos que acrescentam e contribuem para a segurança e valores dos nossos alunos são bem-vindos. Já estamos analisando como vamos trabalhar esses conceitos e conteúdos nas nossas escolas. Ansiosos para vermos os resultados acontecerem”, afirmou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Luta contra a corrupção O programa Cidadão Contra a Corrupção, iniciado por meio do projeto NaMoral, busca, entre outros objetivos, implementar o compromisso assumido pelo Brasil desde 2005, de fomentar a participação ativa de pessoas e grupos na prevenção e luta contra a corrupção. *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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