Saúde regulamenta vacinação extramuros para ampliar cobertura e promover equidade no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) normatizou as diretrizes para a realização de ações de vacinação extramuros, estratégias de imunização realizadas fora das unidades de saúde da rede. A nova regulamentação busca aproximar as vacinas do cotidiano da população, otimizar recursos e priorizar quem mais precisa. A principal inovação da norma é a criação de uma ordem de prioridade. A organização admite flexibilidade técnica em situações de emergência e orienta o planejamento das regiões de saúde para que os imunizantes cheguem primeiro aos contextos de maior risco e vulnerabilidade socioeconômica. “A norma traça diretrizes para toda a rede de saúde, pautando-se nos princípios da equidade, na situação vacinal de cada território e no cenário epidemiológico do DF. A medida combate as barreiras de acesso que muitas vezes impedem os cidadãos de se deslocarem até uma unidade de saúde”, ressalta a gerente da Rede de Frio do DF, Tereza Luiza Pereira. A nova regulamentação busca aproximar as vacinas do cotidiano da população, otimizar recursos e priorizar quem mais precisa | Foto: Divulgação Prioridades A escala estabelecida coloca no topo as ações de vacinação imediatas diante de surtos ou epidemias. Na sequência, estão o atendimento em escolas públicas, privadas e creches, bem como em instituições de longa permanência para idosos e serviços de acolhimento para pessoas com deficiência. A prioridade se estende, ainda, a comunidades indígenas, abrigos para pessoas em situação de rua, unidades de privação de liberdade, regiões carentes ou de difícil acesso geográfico e pontos de grande circulação urbana, como aeroporto, rodoviária interestadual, feiras, shoppings e centros comerciais. Além de conferir maior agilidade no combate a surtos, a vacinação extramuros passa a integrar a rotina nos locais de trabalho, estudo e convivência. As ações devem seguir exigências de segurança vacinal, que incluem a manutenção da cadeia de frio para conservação das vacinas e o registro obrigatório de cada dose aplicada nos sistemas oficiais do Programa Nacional de Imunizações. Adequação à nova norma A portaria entrará em vigor 180 dias após sua publicação. Durante esse período de adequação, a SES-DF disponibilizará orientações complementares, fluxos operacionais e modelos padronizados para preparar todas as regiões de saúde do DF. Nesse intervalo, as áreas técnicas de imunização elaborarão seus planejamentos regionais específicos e poderão firmar parcerias estratégicas com órgãos públicos, instituições de ensino e entidades da sociedade civil para viabilizar as ações no território. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Núcleos do Direito Delas oferecem serviços para mulheres em situação de violência
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mulheres em situação de violência doméstica, familiar ou de gênero contam com uma rede de acolhimento gratuita e especializada por meio dos núcleos do programa Direito Delas, presentes em todo o Distrito Federal. O serviço reúne, em um único espaço, atendimento psicológico, orientação jurídica, assistência social e encaminhamento para a rede de proteção, oferecendo suporte para quem busca interromper o ciclo da violência. O atendimento é realizado por equipes preparadas para acolher cada mulher de forma humanizada, respeitando suas necessidades e orientando sobre os direitos, medidas de proteção e os serviços disponíveis. Além do acolhimento, o programa também incentiva a autonomia financeira das participantes. Por meio do Banco de Talentos, mulheres têm acesso a cursos de qualificação, oficinas e ações de empreendedorismo voltadas à geração de renda. Onde encontrar os Núcleos do Direito Delas O programa conta com 12 unidades distribuídas pelo Distrito Federal. Veja abaixo. ⇒ Águas Claras Endereço: Cowmeia Coworking – Edifício Easy, Rua das Pitangueiras, 5/6, Águas Claras. Telefone: (61) 98314-0743. Funcionamento: terças e quintas-feiras, das 9h às 17h. ⇒ Plano Piloto Endereço: antiga Estação Rodoferroviária – Ala Norte, Térreo. Telefones: (61) 2244-1118 / 2244-1117 | Celular: (61) 98314-0626 / 98382-0238. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Ceilândia Endereço: Shopping Popular, Espaço Na Hora. Telefones: (61) 2244-1421 | Celular: (61) 98314-0620. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Estrutural Endereço: Administração Regional da Estrutural, Setor Central, Área Especial 5. Telefones: (61) 2244-1130 | Celular: (61) 98382-0189. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Gama Endereço: Promotoria de Justiça do Gama (MPDFT), Setor Industrial Leste, Quadra 1, Lote 860. Telefones: (61) 3555-1322 | Celular: (61) 98382-0169. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Guará Endereço: QELC, Praça da Quadra 1, Lúcio Costa. Telefones: (61) 2244-1419 / 2244-1803 | Celular: (61) 98314-0619. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Itapoã Endereço: Quadra 203, Del Lago II, Praça dos Direitos. Telefones: (61) 2244-1418 | Celular: (61) 98314-0632. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Paranoá Endereço: Quadra 5, Conjunto 3, Área Especial D, Parque de Obras. Telefones: (61) 2244-1417 / 2244-1801 | Celular: (61) 98314-0622. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Planaltina Endereço: Setor Administrativo, Promotoria de Justiça de Planaltina. Telefones: (61) 3555-2737 | Celular: (61) 98314-0611. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. ⇒ Recanto das Emas Endereço: Q. 113, Área Especial 1, Estação Cidadania – Céu das Artes. Telefones: (61) 2244-1424 | Celular: (61) 98314-0613. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ Samambaia Endereço: QS 402, Conjunto G, Lote 1. Telefones: (61) 2244-1422 | Celular: (61) 98314-0792. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ⇒ São Sebastião Endereço: Administração Regional de São Sebastião, Quadra 101, Conjunto 8. Telefones: (61) 2244-1131 | Celular: (61) 98314-0627. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
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Servidores do GDF debatem parceria para educação ambiental e proteção do Cerrado
Representantes da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com a participação do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), reuniram-se na terça-feira (2) para discutir a criação de uma parceria voltada para o desenvolvimento de ações de educação ambiental, manejo de fauna silvestre e proteção e conservação do Cerrado no Distrito Federal. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população. Os participantes também avaliaram possibilidades de apoio institucional e financeiro por meio do Fundo Único de Meio Ambiente (Funam), com o objetivo de viabilizar projetos alinhados à política ambiental do Distrito Federal. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou que a articulação entre os órgãos do GDF é essencial para ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas ao meio ambiente. "Quando diferentes áreas do governo trabalham de forma coordenada, conseguimos transformar planejamento em resultados concretos para a população. Essa parceria fortalece a capacidade do Estado de proteger o patrimônio ambiental do Distrito Federal e de desenvolver ações que geram benefícios permanentes para as atuais e futuras gerações", afirmou. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população | Foto: Divulgação/Sema-DF O secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, Rafael Santana, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos para ampliar o alcance das políticas ambientais. "A integração entre a Sema e a PMDF fortalece as ações de educação ambiental, a proteção da fauna silvestre e a conservação do Cerrado. Quando os órgãos atuam de forma coordenada, conseguimos potencializar resultados e levar à população iniciativas cada vez mais efetivas em favor da sustentabilidade e da preservação dos nossos recursos naturais", comentou. O 2º tenente QOPM, Huggo de Alcântara Barros Bueno, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), destacou que o encontro contribuiu para ampliar a cooperação entre os órgãos. "A aproximação entre a PMDF e a Sema fortalece as ações de proteção ambiental no Distrito Federal e amplia as possibilidades de atuação conjunta em projetos de educação ambiental, conservação do Cerrado e preservação da fauna silvestre", disse. A reunião reforçou a integração entre os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e evidenciou a importância da atuação transversal na construção e execução de políticas ambientais. A cooperação entre a Sema e a PMDF poderá contribuir para a ampliação das ações de educação ambiental, o fortalecimento da proteção da fauna silvestre, a conservação do Cerrado e a promoção de iniciativas voltadas para o desenvolvimento sustentável, beneficiando diretamente a população do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Centro de Referência da Mulher Brasileira oferece apoio psicossocial gratuito no DF
Ansiedade, baixa autoestima, dificuldades familiares, dependência financeira e situações de violência estão entre os motivos que levam mulheres a procurar as unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Os equipamentos da Secretaria da Mulher (SMDF) são gratuitos e voltados para o acolhimento, a qualificação e o fortalecimento feminino. Para atendimento, não é necessário fazer um agendamento prévio junto à Secretaria da Mulher | Foto: Divulgação/SMDF “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio” Jackeline Aguiar, secretária interina da Mulher O apoio psicossocial oferecido busca orientar, acolher e fortalecer mulheres em diferentes momentos da vida, ampliando o acesso aos direitos e à rede de proteção. O atendimento está disponível nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente, São Sebastião e Sobradinho II. Para acessar o serviço, basta apresentar um documento oficial com foto. O primeiro acolhimento ocorre por demanda espontânea ou mediante agendamento, conforme a disponibilidade da equipe técnica. Não há necessidade de agendamento prévio. Para a secretária interina da Mulher, Jackeline Aguiar, essa é uma porta de entrada para mulheres buscarem ajuda. “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio”, reforça. “As mães também encontram suporte para participar das atividades com tranquilidade. As unidades contam com espaço destinado às crianças, reforçado por monitoras, para que elas possam participar das ações enquanto os filhos permanecem em um ambiente seguro”. O trabalho é realizado por profissionais multidisciplinares compostas por psicólogas, assistentes sociais, assistentes jurídicas e enfermeiras. Em cada unidade, a equipe tem capacidade para atender até 21 mulheres por dia, totalizando cerca de 714 atendimentos mensais entre atividades individuais e em grupo. Como funciona? “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher” Amanda Araújo dos Santos, psicóloga Tudo começa com uma escuta qualificada, que permite identificar as necessidades de cada pessoa e definir os encaminhamentos mais adequados. Foi em busca de auxílio para lidar com a ansiedade que a dona de casa Nicolly Ketlin Oliveira, de 20 anos, procurou uma das unidades. Mãe de Benjamin Silva, de 1 ano e 1 mês, ela encontrou no local um espaço de escuta e cuidado. “Eu tenho muita ansiedade, e a professora do curso que fiz me falou que tinha psicóloga para nos atender”, relata. “Hoje eu amo as terapias com ela. É um momento só para mim.” Além do acompanhamento, Nicolly participou das oficinas de capacitação nas áreas de crochê, amigurumi e empreendedorismo oferecidas pelo centro. Para ela, as atividades contribuíram para fortalecer a autoestima e enxergar novas possibilidades para o futuro. “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher”, explica a psicóloga Amanda Araújo dos Santos. Keila Domingues, coordenadora de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher, reforça: “O serviço psicossocial é fundamental porque muitas mulheres chegam até nós sem conseguir enxergar a própria dor. Nosso trabalho vai além da orientação; buscamos oferecer suporte emocional, fortalecer a autonomia e ajudá-las a recuperar a própria voz e dignidade”. [LEIA_TAMBEM]Todo o acompanhamento ocorre de forma sigilosa, respeitando a realidade de cada mulher e oferecendo um ambiente seguro para que elas compartilhem experiências e recebam o suporte necessário. Embora conte com psicólogas em sua equipe, o trabalho desenvolvido nas unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira não substitui a psicoterapia clínica tradicional. O foco do acompanhamento psicossocial é oferecer suporte, orientação e fortalecimento, considerando aspectos emocionais, sociais, familiares e econômicos que influenciam a vida de cada mulher. Veja abaixo o endereço de cada unidade do Centro de Referência da Mulher Brasileira no DF. Recanto das Emas • Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14 • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2665/3181-2666 Sol Nascente • Endereço: Trecho 2, Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2255/3181-2660 São Sebastião • Endereço: Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Sobradinho II • Endereço: AE 6 Comer Quadra 1 Setor Oeste • Atendimento: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira • Telefones: (61) 3181-2663 / 3181-2664. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Novo critério orienta abordagens policiais e reforça proteção à população em situação de rua
Portaria publicada nesta quinta-feira (12) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) estabelece critério objetivo para a realização de abordagem policial no âmbito do DF. A medida, que passa a orientar de forma padronizada as abordagens policiais em todo o DF, garante maior segurança jurídica às equipes e reforça a proteção da população — especialmente daquela em situação de rua — , foi assinada de forma conjunta entre a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Nova portaria tem como objetivo uniformizar os procedimentos policiais, ampliando a transparência | Fotos: Divulgação/SSP-DF A portaria responde dúvidas operacionais surgidas após recomendações anteriores do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que geraram interpretações distintas sobre a caracterização de fundada suspeita. Com a definição expressa do critério, a SSP-DF busca uniformizar procedimentos e ampliar a transparência institucional. “A medida não amplia poderes, ela qualifica a atuação, reduz margem de interpretação e preserva vidas, especialmente de quem está em maior situação de vulnerabilidade” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A norma define que o porte aparente, ostensivo ou velado de arma de fogo ou arma branca configura elemento apto a caracterizar fundada suspeita, nos termos do artigo 244 do Código de Processo Penal. A medida entra em vigor na data de sua publicação e passa a orientar de forma padronizada a atuação das equipes em campo. Direitos humanos A iniciativa foi construída a partir de estudos técnicos da SSP-DF que identificaram aumento significativo de crimes envolvendo a população em situação de rua, especialmente com uso de arma branca — tanto tendo essas pessoas como vítimas quanto como autoras, em um contexto marcado por vulnerabilidade social. Operações que envolvam abordagens são pautadas na preservação dos direitos de quem está em situação vulnerável Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a portaria representa um avanço institucional ao conciliar eficiência operacional e respeito aos direitos humanos. “Estamos estabelecendo um critério objetivo, técnico e juridicamente respaldado”, explica. “Isso protege o cidadão, protege o policial e fortalece nossa política pública de segurança baseada em evidências. A medida não amplia poderes, ela qualifica a atuação, reduz margem de interpretação e preserva vidas, especialmente de quem está em maior situação de vulnerabilidade.” “Quando falamos em população em situação de rua, falamos de pessoas expostas a risco constante. A atuação permanece orientada pelos princípios da necessidade e do respeito aos direitos humanos” Alexandre Patury, secretário-executivo de Segurança Pública O gestor detalha a ação: “As abordagens não serão feitas de forma arbitrária, nem fundadas em apontamentos pessoais. Serão realizadas em razão de comportamentos e circunstâncias objetivas que levem o policial a suspeitar do porte de arma de fogo ou arma branca com potencial de cometimento de crime. Ninguém está mais exposto do que a própria população em situação de rua. Os homicídios, latrocínios, feminicídios e até estupros têm atingido esse grupo, muitas vezes com uso de arma branca”. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, enfatiza que a medida tem caráter preventivo e humanizado: “Quando falamos em população em situação de rua, falamos de pessoas expostas a risco constante. Ao estabelecer um critério claro para intervenção em casos de porte de arma, estamos prevenindo crimes e protegendo vidas. A atuação permanece orientada pelos princípios da necessidade e do respeito aos direitos humanos”. Segurança jurídica A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, lembra que a norma traz clareza operacional às equipes. “O policial precisa de segurança jurídica para agir quando a situação exige”, pontua. “A portaria elimina dúvidas, padroniza procedimentos e assegura que a abordagem ocorra sempre com base em critério objetivo, observando legalidade, proporcionalidade e respeito à dignidade humana. Preparamos nossos policiais para abordar com respeito à dignidade humana. A norma assegura que a atuação seja objetiva, técnica, mas jamais discriminatória”. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o Distrito Federal foi a unidade federativa com menor letalidade policial, o que reflete o uso proporcional da força pelas corporações, de protocolos operacionais e o investimento em práticas alinhadas aos direitos humanos. De acordo com Ana Paula Habka, apenas em 2025 foram apreendidas mais de 1,5 mil armas de fogo e mais de 5 mil armas brancas no DF, demonstrando a capacidade operacional da corporação aliada à necessidade de respaldo normativo claro. Condisp A criação da portaria foi tema de debate no âmbito do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), com participação de órgãos de controle. O Condisp é um dos integrantes estratégicos do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). É de natureza consultiva, propositiva e de acompanhamento social sobre a política de segurança pública do Distrito Federal, com a participação de órgãos públicos, entidades de classe e sociedade civil. As reuniões são bimestrais. O calendário com as datas dos encontros já está definido. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Copom Mulher comemora um ano de funcionamento
Iniciativa da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que disponibiliza o telefone 190 para atendimento a vítimas de violência doméstica, o programa Copom Mulher completou um ano. A data foi comemorada nesta sexta (22) com uma solenidade na Sala de Gestão e Estratégia do Centro de Integrado de Operações de Brasília (Ciob), reunindo autoridades, parceiros estratégicos e integrantes da corporação. O combate à violência contra a mulher é o principal pilar do programa | Foto: Divulgação/PMDF Desde maio de 2024, o programa — cujo nome faz referência ao Centro de Operações Policiais Militares — já atendeu mais de 1.120 mulheres, das quais 32% formalizaram denúncias em delegacias após o suporte inicial do núcleo, composto por policiais da reserva remunerada que retornaram à atividade para oferecer acolhimento imediato, orientação e atenção especializada, garantindo respostas rápidas e eficazes às vítimas. [LEIA_TAMBEM]“Priorizamos o enfrentamento à violência contra a mulher”, declarou a comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka. “Cada ligação ao 190 representa uma vida protegida e uma família salva. O compromisso da PMDF é continuar inovando e fortalecendo nosso atendimento com eficiência e sensibilidade, integrando a rede de apoio e promovendo a proteção das mulheres.” Presente ao evento, a secrtária da Mulher, Giselle Ferreira, lembrou: “O Copom Mulher é uma vitória da rede de proteção do nosso governo, que segue firme e unida na missão de combater a violência doméstica; mais do que isso, é um símbolo de esperança. Ele prova que, quando o Estado se organiza e coloca as mulheres no centro das políticas públicas, nós conseguimos salvar vidas e abrir caminhos para uma sociedade mais justa e segura”. Presente à solenidade, o secretário de Segurança Pública em exercício, Alexandre Patury, reforçou: “A maior parte das chamadas ao 190 envolve violência doméstica, e muitas mulheres não procuram ajuda, o que aumenta o desafio da segurança pública. Com a liderança da comandante-geral e o apoio da secretária da Mulher [Giselle Ferreira], o Governo do Distrito Federal prioriza o combate à violência contra a mulher, garantindo atendimento imediato e humanizado. É fundamental que a população denuncie para proteger vidas e prender agressores”. *Com informações da Polícia Militar do DF
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Abordagem inédita da Pesquisa Distrital de Segurança pode ampliar diagnóstico da violência doméstica no DF
Neste mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, o Agosto Lilás, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) destaca o papel estratégico da Pesquisa Distrital de Segurança Pública 2025 no enfrentamento à violência doméstica. Pela primeira vez, o levantamento inclui uma abordagem exclusiva voltada às mulheres, com perguntas sobre o conhecimento da população sobre os tipos de violência — física, sexual, patrimonial, moral e psicológica. Pesquisa apura informações que ajudem a ampliar as ações do GDF de combate à violência contra a mulher | Foto: Divulgação/SSP-DF “Essa escuta qualificada e ativa é essencial para ampliar o alcance das nossas ações e políticas já implementadas” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública Durante a entrevista, a pessoa poderá compartilhar se vivenciou ou conhece alguma mulher que tenha sofrido algum tipo de violência. O objetivo é produzir informações para compreender a realidade da violência doméstica a partir da perspectiva de quem vivencia, ampliando as estratégias de prevenção, acolhimento e proteção. “Essa escuta qualificada e ativa é essencial para ampliar o alcance das nossas ações e políticas já implementadas”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Orienta ainda, de forma mais precisa, as estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher. Todas as nossas iniciativas e programas são construídos de forma integrada e participativa, portanto esses dados poderão auxiliar toda a rede de atendimento e proteção à mulher. Nosso objetivo é o mesmo: proteger vidas e combater a violência contra a mulher.” Escuta ampliada Responsável pela coordenação da pesquisa, o subsecretário de Gestão da Informação, George Couto, ressalta o caráter inovador da iniciativa: “Ao incluir uma sessão de perguntas exclusivas para mulheres, o Estado avança nos diagnósticos para compreender as diferentes formas de violência de gênero, muitas vezes invisíveis nas estatísticas tradicionais. Essa escuta ampliada vai orientar a formulação de políticas públicas ainda mais efetivas”. [LEIA_TAMBEM]As informações coletadas poderão subsidiar a atuação das forças de segurança de diferentes áreas do Governo do Distrito Federal (GDF) e do sistema de justiça. Os dados poderão ser utilizados, ainda, pela Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), responsável pela análise desses crimes no DF. Estudos da Câmara apontam que cerca de 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca haviam registrado ocorrência contra o agressor. “Os dados poderão complementar nossas análises, com toda certeza”, completa o coordenador da CTMHF, Marcelo Zago. Viva Flor e DMPP Desde 2018, a SSP-DF faz levantamentos específicos com mulheres atendidas pelo programa Viva Flor. Também são produzidos relatórios sobre o monitoramento simultâneo de vítimas e agressores, por meio do Dispositivo de Proteção de Pessoas (DPP). “Os resultados da pesquisa vão permitir compreender melhor os contextos de risco e, principalmente, enfrentar a subnotificação, que ainda é um dos grandes desafios na área”, detalha a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. “A construção de políticas públicas efetivas depende de dados reais, e essa iniciativa é um passo importante nesse sentido”. “Ao incluir um bloco exclusivo sobre violência doméstica, teremos dados valiosos para fortalecer a rede de proteção, orientar estratégias de prevenção e garantir que cada mulher tenha acesso à segurança, à dignidade e ao acolhimento que merece” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O levantamento poderá ampliar esse diagnóstico, ao alcançar o público feminino em geral, e oferecer um retrato mais representativo da situação da violência de gênero no Distrito Federal. “Fazemos o monitoramento diário de vítimas e agressores, sete dias por semana e 24 horas por dia, mas a Pesquisa Distrital poderá nos dar ainda mais elementos para o planejamento das ações preventivas e de proteção uma vez que teremos uma dimensão maior sobre as circunstâncias da violência, o grau de agressividade e de perigo vivenciados por aquela vítima”, afirma a diretora da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), Andrea Boanova. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, avalia o material que está sendo produzido como essencial para o fortalecimento de políticas públicas: “Levantamentos como este são fundamentais para que possamos compreender a realidade das mulheres do Distrito Federal e, a partir disso, desenvolver ações e políticas públicas mais assertivas. Ao incluir um bloco exclusivo sobre violência doméstica, teremos dados valiosos para fortalecer a rede de proteção, orientar estratégias de prevenção e garantir que cada mulher tenha acesso à segurança, à dignidade e ao acolhimento que merece”.
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GDF reforça compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes nos 35 anos do ECA
Neste mês de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 35 anos de promulgado. Considerado um marco fundamental na consolidação dos direitos das crianças e adolescentes no Brasil, o ECA estabeleceu uma nova forma de enxergar e garantir a proteção integral desse público, reconhecendo seus integrantes como sujeitos de direitos e assegurando-lhes prioridade absoluta nas políticas públicas. Em 2024, os 44 conselhos tutelares do DF prestaram mais de 60 mil atendimentos, uma média de 200 por dia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No Distrito Federal, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) é o órgão responsável pelas políticas públicas voltadas à infância e adolescência, por meio da Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes (SUBPCA). A pasta reafirma seu compromisso com os princípios do estatuto, atuando de forma intersetorial na formulação e implementação de ações voltadas à promoção da cidadania, ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários e ao enfrentamento de todas as formas de violência contra crianças e adolescentes. A data foi celebrada neste domingo (13). A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância do ECA: “O Estatuto representa um avanço fundamental na luta pelos direitos das crianças e adolescentes. Celebrar seus 35 anos é reforçar o compromisso de todos – Estado, família e sociedade – em proteger o futuro das nossas crianças”. Plano Distrital pela Primeira Infância O Plano Distrital pela Primeira Infância foi construído de forma colaborativa, com propostas e ações para a garantia de direitos de bebês e crianças | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Uma das ações mais emblemáticas da atual gestão é a implementação da segunda edição do Plano Distrital pela Primeira Infância (2023–2032), lançado em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O documento, construído de forma colaborativa, com a participação de cerca de 1.500 crianças e de diversos profissionais da educação e da rede de proteção, contém propostas e ações voltadas à garantia dos direitos de bebês e crianças. Implementando os direitos do ECA no DF Entre as principais iniciativas está o programa Criança Protegida, que capacita profissionais da rede de proteção — como assistentes sociais e agentes de segurança — para identificar e prevenir situações de violência, além de orientar o atendimento adequado em casos de abuso e negligência. A Sejus-DF também tem reforçado os conselhos tutelares, oferecendo suporte técnico, capacitações e melhorias estruturais. Em 2024, os 44 conselhos do DF prestaram mais de 60 mil atendimentos — uma média de 200 por dia —, evidenciando sua importância na proteção infantojuvenil. Outro destaque é a política de acolhimento institucional e familiar, voltada a crianças afastadas temporariamente de seus lares por medida protetiva. A ação visa ao retorno seguro ao convívio familiar ou, quando necessário, ao encaminhamento para o apadrinhamento afetivo, criando novos vínculos de cuidado e proteção. Combate à violência O Centro Integrado 18 de Maio é referência no atendimento humanizado a vítimas de violência sexual | Foto: Divulgação/Sejus A secretaria também mantém atuação firme no enfrentamento às diversas formas de violência, com campanhas de conscientização, educação preventiva e garantia de acesso à orientação jurídica e acolhimento especializado para vítimas e suas famílias. Nesse contexto, o Centro Integrado 18 de Maio é referência no atendimento humanizado a vítimas de violência sexual. Com estrutura especializada e escuta qualificada, o local realizou, em 2024, 249 atendimentos e cerca de 1.200 encaminhamentos, promovendo proteção e suporte contínuo. [LEIA_TAMBEM]As ações da Secretaria incluem ainda campanhas, blitz educativas, eventos comunitários e palestras em escolas, com foco na prevenção ao abuso sexual, ao trabalho infantil e a outras violações de direitos. Atuação integrada A atuação intersetorial é uma marca da Sejus-DF, que articula esforços com secretarias como as de Educação (SEEDF), Saúde (SES-DF) e Desenvolvimento Social (Sedes-DF), além de conselhos tutelares e o Poder Judiciário. Essa integração garante respostas rápidas e efetivas diante de situações de risco, fortalecendo a rede de proteção no DF. Canais de denúncias → Ligue 125: recebe denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes por meio do Sistema de Denúncias de Violação dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Cisdeca) → Centro Integrado 18 de Maio: casos que envolvam exploração sexual de crianças. Localizado na (307/308 Sul). Contatos: 2244-1512/2244-1513 / Celular (61) 98314-0636/ E-mail: coorc18m@sejus.df.gov.br → Disque 100: para casos de violações de direitos humanos, o disque 100 é um dos meios mais conhecidos. Aliás, as denúncias podem ser feitas de forma anônima para casos de violações de direitos humanos. *Com informações da Sejus-DF
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Sexto Comitê de Proteção à Mulher é inaugurado em Águas Claras
O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta quarta-feira (12), o sexto Comitê de Proteção à Mulher. Localizada na Biblioteca Pública de Águas Claras, a nova unidade servirá como espaço de acolhimento, proteção e promoção dos direitos das vítimas de violência doméstica e de mulheres em situação de vulnerabilidade social. Novo espaço cota com equipes profissionais preparadas para atender às demandas da população feminina | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Esse equipamento nos ajuda no trabalho de conscientização de toda a sociedade sobre a importância de respeitar os direitos das mulheres” Celina Leão, vice-governadora Gerido pela Secretaria da Mulher (SMDF), o comitê é um local dedicado às mulheres, que terão acesso a informações sobre projetos e programas do GDF. A unidade contará com profissionais capacitados para acolher, atender às demandas e receber eventuais denúncias de violação de direitos. “O Comitê de Proteção à Mulher é um espaço onde todas podem se sentir acolhidas”, reforçou a vice-governadora Celina Leão. “Levar o Estado para perto da população é primordial para garantir a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade social ou violência doméstica. Esse equipamento também nos ajuda no trabalho de conscientização de toda a sociedade sobre a importância de respeitar os direitos das mulheres.” Acesso ampliado Durante a inauguração, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembrou que a iniciativa faz parte de uma estratégia do governo para descentralizar o atendimento e facilitar o acesso à rede de proteção à mulher. “O comitê não é somente um novo espaço, mas uma nova política que temos implantado na Secretaria da Mulher”, declarou. “É estar mais próximo à comunidade. Nós chegamos aqui em Águas Claras, onde circulam muitas mulheres, e aqui elas terão acesso à informação. A informação tem o poder de salvar e libertar a mulher em contexto de violência.” “A informação tem o poder de salvar e libertar a mulher em contexto de violência” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O administrador regional de Águas Claras, Mário Henrique Furtado, também comemorou a inauguração do comitê. “Águas Claras é uma cidade com a maior densidade populacional de Brasília”, lembrou. “São 128,4 mil habitantes, 14 mil pessoas por quilômetro quadrado, e mais de 50% desse total é de mulheres. Então, ter um espaço como esse é importante para a gente erradicar a violência contra a mulher da nossa sociedade”. Mês da Mulher A abertura do evento foi marcada pela ação Empodere-se, Mulher! – parte da campanha Março Mês da Mulher, que oferece serviços de assistência psicossocial, apresentação de capoeira, futevôlei e ainda a exposição de arte, com temática feminina. As telas são de produção da artista plástica Valéria Teixeira Lima. A criação dos locais foi aprovada pela lei nº 7.266/2023, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. Itapoã, Lago Norte, Estrutural, Ceilândia e Sobradinho já possuem os novos comitês de proteção à mulher. A subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, frisou que o objetivo do programa é alcançar todas as regiões administrativas. “Importante ressaltar que o atendimento não é voltado apenas para a mulher residente da região”, pontuou. “Todas que estiverem passando pela localidade e buscarem atendimento serão atendidas. A intenção é que, no futuro, até 2026, a gente tenha um comitê em cada cidade.”
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Parceria entre órgãos ambientais investe nos cuidados com a fauna silvestre
Nesta quinta-feira (23), o Instituto Brasília Ambiental reforçou a parceria com o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Distrito Federal (CetasDF) em uma visita técnica. Durante o encontro, uma comissão de servidores do instituto acompanhou de perto todo o processo de recepção, triagem e cuidados oferecidos aos animais silvestres entregues à unidade. Durante a visita, servidores dos dois órgãos trocaram experiências sobre ações de reintegração ao habitat natural | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A visita proporcionou uma visão ampla sobre o funcionamento do CetasDF, desde o acolhimento inicial dos animais até as etapas de avaliação e tratamentos necessários para garantir sua recuperação e eventual reintegração ao habitat natural. “As mudanças climáticas que temos percebido na pele são o reflexo de anos e anos de ações sem pensar no futuro”, avaliou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Além da imersão prática no dia a dia do CetasDF, representantes das duas instituições discutiram as necessidades relacionadas ao manejo e preservação da fauna silvestre do Distrito Federal. A iniciativa reforça o compromisso do Instituto Brasília Ambiental com a proteção e bem-estar dos animais silvestres, destacando a importância de parcerias como essa para enfrentar os desafios ambientais da região. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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